Superintendente Regional participa de Congresso sobre Trabalho Seguro
Por Nill Júnior
A Superintendência Regional do Trabalho em Pernambuco, representada pelo Superintendente Geovane Freitas participou, entre 22 e 24 deste mês de importante congresso sobre o Trabalho Seguro e sobre Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem.
Organizado pelo GETRIN6 – Grupo Interinstitucional de Prevenção de Acidentes de Trabalho da 6ª Região do qual faz parte a Analista de Políticas Sociais do Ministério do Trabalho Patrícia dos Anjos, que também esteve presente no evento, o evento foi avalado positivamente.
Foram promovidas, palestras, painéis, debates e exposições, além de apresentação cultural como parte da programação, que é voltada a magistrados, servidores, advogados, entidades sindicais, profissionais da área de saúde, empresários, órgãos públicos e organizações não-governamentais, além de estudantes das áreas de Direito, Saúde, Psicologia, Engenharia do Trabalho e Segurança do Trabalho.
O evento contou com a participação de renomados especialistas em segurança, saúde, aprendizagem e proteção a jovens, discutindo as mais atuais e relevantes questões em suas áreas de atuação e teve o Superintendente Geovane Freitas como participante da mesa de abertura.
Os investigados por suposta fraude à cota de gênero reagiram com veemência às acusações que pairam sobre suas candidaturas. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta por adversários políticos, aponta que o partido União Brasil teria recorrido a candidaturas femininas fictícias para preencher os 30% exigidos por lei. “No entanto, o que se observa […]
Os investigados por suposta fraude à cota de gênero reagiram com veemência às acusações que pairam sobre suas candidaturas.
A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta por adversários políticos, aponta que o partido União Brasil teria recorrido a candidaturas femininas fictícias para preencher os 30% exigidos por lei. “No entanto, o que se observa nos autos é um cenário muito mais complexo, e que pode revelar não uma fraude, mas uma tentativa de judicialização excessiva da política local”, defendem os nomes do União Brasil.
“Ao longo do processo, o que se acumulou foram depoimentos e documentos que, longe de comprovar qualquer irregularidade, indicam o contrário: que as candidatas mencionadas na ação participaram, cada uma a seu modo, do processo eleitoral. Seja em carreatas, com adesivos no carro, panfletagem ou até mesmo no corpo a corpo com eleitores, os relatos convergem para uma realidade de campanha que, embora modesta, foi real”.
A candidata Diolinda Marques, apontada como uma das supostas “laranjas”, admitiu em seu depoimento que contratou duas pessoas para distribuir material de campanha, além de ter o apoio direto do marido, que adesivou o carro com sua imagem. “Américo deu dinheiro para eles trabalharem pra mim”, disse. Sua nora e seu enteado também confirmaram os atos de campanha. Não por acaso, uma testemunha declarou que ela “se empenhou”, tendo inclusive participado de visitas a eleitores junto com o grupo de campanha. “Eu vi sim adesivo dela no carro. Ela ia para as carreatas”, declarou Laudemir Lucena, testemunha do próprio autor da ação.
Outro ponto que chama atenção, diz a defesa dos vereadores, é o depoimento de Rafaela Ferreira. Em vez de negar a candidatura, ela reforça que foi uma decisão pessoal, motivada pelo interesse na política e pela convivência com figuras públicas. Rafaela relatou que foi procurada por um interlocutor político que tentou convencê-la a assinar uma declaração de que não teria feito campanha — um indício de que a acusação pode ter raízes mais estratégicas do que jurídicas. “Ele mandou uma mensagem dizendo que eu ia ser acusada, e que eu precisava assinar uma declaração. Eu disse: não vou assinar nada. Eu fiz campanha”, contou, em tom indignado.
“A terceira candidata envolvida, Mayara de Chôta, teve desempenho eleitoral expressivo, superando ao menos 16 outros candidatos. Também afirmou que a candidatura partiu dela própria, e não do partido, e que atuou diretamente nas visitas, panfletagens e mobilização do eleitorado. Segundo depoimentos, sua campanha era estruturada dentro das limitações do cenário local, com presença em redes sociais e forte articulação familiar, comum em cidades do interior”.
“É importante destacar que, em cidades pequenas como São José do Egito, a dinâmica política não segue os mesmos padrões das capitais. A ausência de comícios grandiosos, lives ou sites profissionais não pode ser confundida com inatividade ou inexistência de campanha. A realidade do sertão é marcada por estratégias mais simples — visitas de casa em casa, conversas diretas, apoio comunitário. Exigir os mesmos critérios de campanhas milionárias urbanas seria desprezar a cultura política local e abrir margem para injustiças”, acrescentam.
Testemunhas ouvidas no processo, inclusive da própria acusação, foram categóricas ao confirmar que as três mulheres citadas participaram do processo eleitoral, afirmam. Um dos principais articuladores do partido, Augusto Valadares, relatou que todas as candidatas manifestaram interesse em concorrer com quase um ano de antecedência. Em suas palavras, “todos os 15 candidatos me procuraram espontaneamente”.
“Outro aspecto delicado é a proximidade entre os envolvidos. A relação familiar entre algumas das candidatas e outros postulantes não configura, por si só, indício de fraude. Em pequenos municípios, é comum que familiares se engajem politicamente em diferentes frentes. Isso por vezes gera desconfianças, mas não pode, por padrão, ser tratado como prova de ilicitude”.
“O que os autos revelam, na prática, é um conjunto de candidaturas femininas que, embora não tenham alcançado grande votação, participaram sim do processo democrático com os meios e recursos que tinham à disposição. A votação modesta, por si só, não é critério legal para deslegitimar uma candidatura. Se assim fosse, boa parte dos que concorrem, sobretudo os novatos e menos conhecidos, estariam em risco de terem suas intenções questionadas a cada eleição”.
Diante do que foi produzido ao longo da instrução, o processo que pretendia revelar uma fraude pode acabar expondo outra face: a do uso do sistema de Justiça como campo de prolongamento de disputas políticas, acusam. “Não é incomum que ações eleitorais surjam como instrumentos de vingança pós-urna. E é exatamente por isso que a análise criteriosa das provas e das circunstâncias locais se faz ainda mais necessária”.
O julgamento ainda está por vir, mas dizem, os elementos colhidos até aqui sugerem que, ao contrário do que se tentou pintar, houve sim candidaturas autênticas, ainda que com campanhas modestas. A democracia, afinal, não se mede pela estrutura de campanha, mas pela intenção real de participar do processo político e disputar o voto popular — ainda que ele não venha em grande número.
“Em um tempo em que a participação feminina na política ainda enfrenta barreiras culturais e institucionais, o cuidado com o julgamento de candidaturas de mulheres deve ser redobrado. Há uma linha tênue entre a fiscalização legítima da lei e o desestímulo à representatividade. Que o debate seja jurídico, mas também sensível à realidade. E que a justiça, se vier, venha sem lentes ideológicas”, concluem. Os advogados do grupo do Umião Brasil no caso são Marcos Lira e Carlos Porto (ex-conselheiro do TCE).
Um casal morreu em um acidente envolvendo a motocicleta em que estavam e uma caminhonete D-20 no inicio da noite deste domingo (28), no Sitio Santana em Brejinho. Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, o acidente ocorreu na Zona Rural do município. Com o impacto da batida, os corpos foram arremessados por alguns metros. Segundo informações, […]
Um casal morreu em um acidente envolvendo a motocicleta em que estavam e uma caminhonete D-20 no inicio da noite deste domingo (28), no Sitio Santana em Brejinho.
Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, o acidente ocorreu na Zona Rural do município. Com o impacto da batida, os corpos foram arremessados por alguns metros. Segundo informações, o casal morreu no local.
João Paulo Alves da Silva , 25 anos, conhecido como Durinho e a esposa Sabrina Ferreira de Sousa, 22 anos, deixaram um filho de 4 anos. Eles moravam no Povoado de Lagoinha.
Os corpos foram levados para o Hospital Clotilde de Fontes Rangel, em Brejinho e vai ser removido para o IML de Caruaru.
Nas redes sociais a cidade ficou chocada. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias do acidente.
Um caminhão da empresa Valério Construçõs literalmente caiu em um buraco na Rua Aparício Veras, próximo à Casa de Saúde Doutor José Evóide de Moura. O caminhão aparentemente transportava cerâmica para a construção de um cliente quando parte do asfalto da via cedeu. Houve algum trabalho para retirar o veículo do local. O trecho está […]
Um caminhão da empresa Valério Construçõs literalmente caiu em um buraco na Rua Aparício Veras, próximo à Casa de Saúde Doutor José Evóide de Moura.
O caminhão aparentemente transportava cerâmica para a construção de um cliente quando parte do asfalto da via cedeu. Houve algum trabalho para retirar o veículo do local. O trecho está interditado.
Quinta, participando do Debate das Dez, o prefeito Sandrinho Palmeira foi cobrado por alguns pontos de Afogados da Ingazeira que precisam de renovação do pavimento asfáltico. Os motivos são variados, passando por vazamentos de rede da COMPESA, idade do pavimento, falta de manutenção.
Sandrinho disse reconhecer o problema, mas disse que optou focar por asfaltar e calçar novas vias, prometendo aferir pontos onde há maiores problemas na área central. Afogados já sobre com o trânsito caótico nesse fim de trânsito, outra promessa de solução para 2023.
Em nota enviada ao blog, a Celpe diz que a manutenção da iluminação pública próxima a FIS é de responsabilidade da Prefeitura de Serra Talhada. “Uma vez que as lâmpadas instaladas pelo município estão fora do padrão”. Leia nota: Em relação à iluminação pública nas imediações da Faculdade de Integração do Sertão (FIS), a Companhia […]
Em nota enviada ao blog, a Celpe diz que a manutenção da iluminação pública próxima a FIS é de responsabilidade da Prefeitura de Serra Talhada. “Uma vez que as lâmpadas instaladas pelo município estão fora do padrão”. Leia nota:
Em relação à iluminação pública nas imediações da Faculdade de Integração do Sertão (FIS), a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) esclarece que se trata de manutenção de responsabilidade da Prefeitura de Serra Talhada, uma vez que as lâmpadas instaladas pelo município estão fora do padrão utilizado pela concessionária.
A Celpe reforça, ainda, que as lâmpadas que compõe o parque de iluminação pública do município, dentro do padrão ainda utilizado pela empresa, seguem recebendo a manutenção da distribuidora. A Celpe se coloca à disposição.
O juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci, da Justiça estadual de São Paulo, determinou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpra pena no presídio de Tremembé, no interior paulista. A data para a transferência não foi determinada. A decisão do magistrado, que é coordenador e corregedor do Departamento Estadual de Execuções Criminais […]
O juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci, da Justiça estadual de São Paulo, determinou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpra pena no presídio de Tremembé, no interior paulista. A data para a transferência não foi determinada.
A decisão do magistrado, que é coordenador e corregedor do Departamento Estadual de Execuções Criminais de São Paulo, foi tomada horas depois de a juíza federal do Paraná Carolina Lebbos determinar a transferência de Lula da carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba para um estabelecimento prisional de São Paulo.
Apesar de a condenação e a transferência do ex-presidente terem sido determinadas pela Justiça Federal no Paraná, a assessoria de imprensa do órgão em São Paulo informou que a Justiça estadual tem competência para decidir o local onde Lula cumprirá a pena.
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