ST: em sessão com acusação de tentativa de compra de voto, Manoel Enfermeiro é eleito Presidente da Câmara
Por Nill Júnior
Em sessão realizada na manhã deste sábado o petista Manoel Enfermeiro foi eleito Presidente da Câmara de Vereadores de Serra Talhada para o biênio 2019-2020. Manoel foi eleito por unanimidade. Faltaram à sessão Antônio Rodrigues e Gilson Pereira.
A Diretoria é composta ainda por Ronaldo de Dêja, Vice-Presidente, Zé Raimundo, Primeiro Secretário e Sinézio Rodrigues, Segundo Secretário.
A sessão teve uma polêmica: o vereador Sinézio Rodrigues parabenizou Manoel, que é do seu partido, mas disse na tribuna que houve oferta de dinheiro para que vereadores mudassem o voto. Antes, o próprio Manoel havia feito referência indiretamente a suposto episódio. Líder governista, André Maio não gostou e desafiou Sinézio a dizer quem foi que ofereceu dinheiro a quem. Rodrigues disse que manteria o nome em sigilo e dava o assunto como encerrado.
A sessão teve ainda falas do médico Nena Magalhães, que usou a tribuna para falar sobre a amizade antiga e destacar a importância do nome de Manoel Enfermeiro para presidir a casa. O secretario de Governo Faeca Melo falou como representante do governo Luciano Duque. Atual presidente, Nailson Gomes parabenizou Manoel Enfermeiro e agradeceu a todos os vereadores pelo período em que esteve conduzindo os trabalhos.
Pela primeira vez na história, a casa será presidida por um petista. Manoel Enfermeiro, que já foi líder do governo Duque e é conhecido também pelo estilo folclórico de suas falas nas sessões. Manoel Casciano da Silva tem 58 anos e foi reeleito por consciente eleitoral, após receber 1809 votos.
Sob o mote “Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégio”, a 24° edição do grito dos excluídos foi realizada nesta sexta-feira (7), no centro do Recife. Compareceram ao evento diversos movimentos sociais de esquerda, sindicatos, entidades religiosas e candidatos do pleito eleitoral. Iniciado ás 9h, os manifestantes saíram em carreata da Praça do Derby até a […]
Sob o mote “Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégio”, a 24° edição do grito dos excluídos foi realizada nesta sexta-feira (7), no centro do Recife.
Compareceram ao evento diversos movimentos sociais de esquerda, sindicatos, entidades religiosas e candidatos do pleito eleitoral. Iniciado ás 9h, os manifestantes saíram em carreata da Praça do Derby até a ponte Duarte Coelho, no bairro da Conde da Boa Vista.
Com faixas, cartazes, bandeiras e carro de som, os manifestantes protestaram contra os privilégios da classe política e e pela libertação do ex-presidente Lula (PT), que atualmente se encontra preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, pelos crimes de lavagem de dinheiro e Corrupção.
Em Afogados da Ingazeira o ato teve uma mobilização no Sindicato dos Trabalhadores Rurais e em seguida, mobilização na Rádio Pajeú, com a participação de vários movimentos como o Grupo Fé e Política Dom Francisco, CEBs, MP, Diaconia, MSTR, STR Afogados e Pastorais como a da pessoa idosa.
Os representantes alertaram para a necessidade de que a população não perca a esperança nem abra mão do direito de escolha das eleições desse ano, considerando que, quando abre mão de escolher, corre o risco de ser governada pelos que tiram direitos.
Houve críticas a políticas como o congelamento dos gastos públicos em áreas essenciais pelos próximos vinte anos. No Pajeú, um capítulo especial para o alerta de que a população grite contra problemas como o desmatamento da nossa caatinga.
O Grito
O Grito dos Excluídos é uma manifestação que reúne integrantes de entidades e movimentos sociais, populares e religiosos tradicionalmente na semana da Pátria, culminando na marcha no dia 7 de setembro, em cidades de todos os estados do Brasil e no Distrito Federal.
Em contraponto ao desfile cívico-militar da Independência, a intenção é dar visibilidade aos grupos excluídos da sociedade e divulgar as demandas da sociedade brasileira. O primeiro Grito surgiu em 1995 por iniciativa das pastorais sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Caro Nill Júnior, A Coligação Tuparetama Cada Vez Melhor esclarece que diferente do noticiado, não houve baderna na rua do ex-prefeito. A militância passou pela via, como transitou também, pelas demais, dentro do horário autorizado pela lei eleitoral. Não houve nenhum ato que configurasse afronta ou desrespeito, inclusive o som foi desligado no momento. A […]
A Coligação Tuparetama Cada Vez Melhor esclarece que diferente do noticiado, não houve baderna na rua do ex-prefeito. A militância passou pela via, como transitou também, pelas demais, dentro do horário autorizado pela lei eleitoral. Não houve nenhum ato que configurasse afronta ou desrespeito, inclusive o som foi desligado no momento.
A rua onde reside o ex-prefeito, não é exclusividade do mesmo, o qual mais uma vez, utiliza de inverdades para se vitimizar, como meio de uma tentativa desesperada por votos, mas não considera que às 5h da manhã do dia 18/10 (dia da carreata da Coligação da Frente Popular), pessoas ligadas ao seu grupo usaram motos sem escapamento pra fazer barulho na frente da residência do atual prefeito.
Sávio Torres não tem o hábito de usar redes sociais para a prática de vitimismo, sua conduta é sempre repassar o ocorrido para as autoridades responsáveis. A marca de nosso grupo nunca foi e nunca será do uso do “coitadismo” inconsequente. O povo merece a verdade e seguiremos com nossa campanha mostrando trabalho e propostas, deixando de lado o jogo sujo e o desrespeito.
Coligação Tuparetama Cada Vez Mais Forte – PTB e Solidariedade
Do G1 As autoridades da Indonésia confirmaram nesta terça-feira (30) que os destroços encontrados por um pescador no Mar de Java são do voo QZ-8501 da AirAsia, desaparecido desde o último domingo (28) no horário local, noite de sábado (27) no Brasil. O Airbus A-320-200 levava 162 pessoas de Surabaia, na Indonésia, para Cingapura. A […]
As autoridades da Indonésia confirmaram nesta terça-feira (30) que os destroços encontrados por um pescador no Mar de Java são do voo QZ-8501 da AirAsia, desaparecido desde o último domingo (28) no horário local, noite de sábado (27) no Brasil. O Airbus A-320-200 levava 162 pessoas de Surabaia, na Indonésia, para Cingapura.
A Agência Nacional de Buscas e Resgate do país (Basarnas) afirmou que os pedaços da porta e de uma rampa de emergência da aeronave estavam a cerca de 10 quilômetros da última posição registrada pelos radares.
Cerca de 30 navios e 21 aviões de Indonésia, Austrália, Malásia, Cingapura, Coreia do Sul e Estados Unidos estão envolvidos nas buscas.
Mais de 40 corpos já foram recuperados do mar, informou um porta-voz da Marinha. O trabalho é feito por equipes a bordo de um navio de guerra.
Além disso, um avião militar detectou uma “sombra” no fundo do oceano, que pode corresponder ao avião desaparecido. “Um Hércules da Força Aérea achou um objeto descrito como uma sombra no fundo do mar com a forma de um avião”, disse Bambang Soelistyo, chede da Basarnas.
O Ministério das Comunicações da Indonésia (Kemenhub) afirmou que o logotipo da companhia asiática foi identificado em alguns dos objetos localizados no mar, conforme o jornal local “Detik”.
As partes do avião estão no estreito de Karimata, que separa as ilhas de Bornéu e Belitung, próximo de uma base aérea que serviu como ponto de decolagem para os aviões que participam da operação internacional de busca e resgate.
Fotos de corpos flutuando no mar foram transmitidas pela televisão e parentes de passageiros reunidos em um centro de crise em Surabaya choravam com as mãos na cabeça. Segundo um repórter da Reuters, algumas pessoas entraram em colapso em meio ao choro e foram socorridas.
“Vocês têm de ser fortes”, disse a prefeita de Surabaya, Tri Rismaharini, ao confortar familiares das vítimas. “Eles não são nossos, eles pertencem a Deus.”
“Vidas Secas, até quando ?” Por Doriel Barros, Presidente da Fetape Em 1938, o escritor Graciliano Ramos escreveu o romance Vidas Secas, onde retratava a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar, de tempos em tempos, para áreas menos castigadas pela seca. Passados 77 anos, ainda vivenciamos fatos que nos […]
Em 1938, o escritor Graciliano Ramos escreveu o romance Vidas Secas, onde retratava a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar, de tempos em tempos, para áreas menos castigadas pela seca. Passados 77 anos, ainda vivenciamos fatos que nos fazem lembrar Fabiano, personagem daquela época, que vivia à espera da chuva para aliviar a fome e a miséria. É incrível e inaceitável, em pleno ano de 2015, ainda acompanharmos cenas de pessoas desesperadas nas filas do carros-pipa, e animais morrendo de fome e sede.
Mesmo os Movimentos e as Organizações Sociais, a exemplo da FETAPE, pautando, há anos, os governos Federal e Estadual sobre essa situação, inclusive entregando, em 2013, um Documento com Diretrizes para a Convivência com o Semiárido, tem sido dada pouca ou nenhuma importância às reivindicações e propostas apresentadas. Desde que Paulo Câmara assumiu o Governo do Estado, sequer foi aberta uma agenda para o diálogo com essas instituições. Estamos falando de uma grave crise hídrica, que esta penalizando o nosso povo. Atualmente, 126 municípios estão com decreto de emergência, e, segundo a APAC, os reservatórios estão com apenas 6% da capacidade total.
Há uma falta de visão dos governantes sobre a importância de se levar água às áreas rurais, não apenas para consumo das pessoas, mas para a produção. Estima-se que Pernambuco tenha perdido, nesta grande estiagem, cerca de 800 mil animais, só para se ter uma ideia a bacia leiteira perdeu 70% da sua capacidade de produção. Esses problemas atingem diretamente agricultura familiar, que é a grande responsável pelo abastecimento de carnes e alimentos na maioria das cidades do estado.
É verdade que, nos últimos anos, conquistas importantes aconteceram na vida das populações do Semiárido, especialmente para os trabalhadores e trabalhadoras rurais. O Pronaf, o Garantia Safra, o Bolsa Família, a Aposentadoria Rural promoveram uma revolução importante em relação aos flagelos e às carência daquela época. Pois, mesmo Pernambuco entrando para o quinto ano de seca, não temos registrado saques aos mercados e feiras livres do estado e nem pessoas morrendo de fome.
É um grande erro pensar as políticas de recursos hídricos apenas considerando as cidades. Vale, evidentemente, lembrar que há programas federais importantes sendo executados no estado, como a integração de bacias, as adutoras e o programas de construção de cisternas, que têm e/ou terão um impacto extremante importante para a vida das famílias dessa região. No entanto, esses projetos estão muito lentos, por conta da burocracia, do contingenciamento de recursos e da falta de prioridade, o que tem imposto, mais uma vez, um drama às famílias do Agreste e do Sertão.
É preciso acelerar obras estruturadoras, como a transposição do Rio São Francisco e as Adutoras do Agreste e Pajeú, bem como ampliar ações emergenciais, que assegurem a recuperação de poços e o aumento de carros-pipa.
Ao invés de os Governos ficarem jogando suas responsabilidades uns para os outros, é preciso arregaçar as mangas e agir. Não é possível que as famílias fiquem à mercê do retorno da indústria da seca, para ter uma água digna para beber. Afinal, será que é preciso lembrar aos gestores que o acesso à água é um direito humano?
No encontro, socialista voltou a falar na duplicação da BR 232 até Arcoverde O governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) debateu, na tarde desta quarta-feira (19), propostas com representantes da construção civil em Pernambuco. O encontro foi organizado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI) […]
No encontro, socialista voltou a falar na duplicação da BR 232 até Arcoverde
O governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) debateu, na tarde desta quarta-feira (19), propostas com representantes da construção civil em Pernambuco.
O encontro foi organizado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI) e Sindicato das Empresas de Compra e Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Edifícios em Condomínios (Secovi). Na ocasião, além de receber do socialista um balanço da atual gestão, a categoria apresentou sugestões para os próximos quatro anos.
Durante o debate, Paulo reforçou o compromisso com as obras de infraestrutura em Pernambuco. Entre as intervenções, o socialista destacou a importância da construção miniarco, em Abreu e Lima, com o objetivo desafogar o trânsito da BR-101. A duplicação da BR-232 até Arcoverde, no Sertão, a sua triplicação, na saída do Recife, e as melhorias das PEs 45 e 90 também foram enfatizadas pelo governador Paulo Câmara como ações primordiais para a melhoria da infraestrutura rodoviária do Estado.
“Também temos a requalificação dos aeroportos regionais, o de Araripina e Caruaru. A questão da água continuará sendo prioridade. Vamos fazer obras que não concluímos por causa da crise e continuar sendo eficientes. Pernambuco foi considerado pela Folha de São Paulo o 4º estado em eficiência, o que mostra que a gente conseguiu, a partir do nosso modelo de gestão, fazer mais com menos”, declarou. Na ocasião, a autonomia do Porto Suape voltou a ser defendida pelo governador.
Na apresentação feita, o governador destacou que, apesar da crise financeira vivenciada no país desde 2015, foi possível avançar em Pernambuco. Nos quatro anos de gestão, os investimentos totalizam mais de R$ 6 bilhões. Citou as obras da Adutora do Agreste, Paulo também tirou do papel as adutoras do Pirangi e Sirigi e está fazendo Serro Azul e Alto Capibaribe.
Presidente do Sinduscon, José Antônio Simon, agradeceu a participação do candidato e destacou que o encontro, sempre realizado nas últimas eleições, cumpriu o objetivo. “Acredito que todos ficaram satisfeitos, nós que organizamos, o governador que participou como candidato e a plateia, que deu para tirar dúvidas, consolidar conceitos e passar a imagem do que tem pela frente para o futuro do nosso Estado”, destacou.
Você precisa fazer login para comentar.