Informação foi confirmada pelo ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a deputado estadual, Luciano Duque
Por André Luis
A ex-prefeita de Flores, Soraya Morioka, declarou apoio a pré-candidatura ao Governo do Estado de Marília Arraes (Solidariedade).
A informação foi confirmada nesta segunda-feira (6), pelo ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), em seu perfil no Instagram.
“Mais um nome expressivo se soma a esse projeto. Com muita alegria comunico que a amiga e ex-prefeita de Flores, Sorayra Morioka, fez sua adesão à candidatura de Marília Arraes”, postou Luciano.
“Fico feliz em ver que o povo tem enxergado o melhor caminho para Pernambuco e faz muito bem somarmos as forças entre amigos para elegermos alguém que vai governar nosso estado do jeito que o povo merece”, completou Luciano Duque.
Por Anchieta Santos Transferida do dia 13 de fevereiro para hoje, sexta-feira 18, está confirmada a reunião da Frente das Oposições de Tabira, chamada de Grupão. Governistas até espalharam que a reunião estaria cancelada, mas o suplente de vereador Mário Amaral garantiu a realização do encontro com presença do ex-prefeito Josete Amaral, que vem para […]
Transferida do dia 13 de fevereiro para hoje, sexta-feira 18, está confirmada a reunião da Frente das Oposições de Tabira, chamada de Grupão.
Governistas até espalharam que a reunião estaria cancelada, mas o suplente de vereador Mário Amaral garantiu a realização do encontro com presença do ex-prefeito Josete Amaral, que vem para a reunião hoje e o aniversário de sua mãe Helena Alves Morato (Helena dos Móveis), que completa 90 anos no sábado.
Mário não citou local nem horário da reunião do grupão, disse apenas que será no período da noite para evitar que curiosos compareçam. Amaral disse que é importante que participem apenas os pré-candidatos e os presidentes dos partidos.
Pré-candidato Edgley Freitas inicia entendimentos com o PSB: o caldeirão da política de Tabira está fervendo. Depois de lançar uma campanha de filiação com objetivo de fortalecer a legenda do PRB em Tabira, o pré-candidato Edgley Freitas adianta as conversações objetivando fortalecer o bloco de oposições para a disputa da sucessão do Prefeito Sebastião Dias.
Ontem, no final da tarde Edgley e outros dirigentes do PRB foram a zona rural para um encontro com o ex-vice prefeito de Tabira e um dos pré-candidatos do PSB Joel Mariano.
Falando com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Edgley considerou positivo o encontro com o representante do PSB. Ele negou qualquer reunião às pressas do próprio PRB para tratar de sucessão e confirmou sua presença na reunião do Grupão programada para hoje à noite em Tabira.
A vereadora Eliane Alves voltou a criticar a gestão Clebel Cordeiro na sessão da Câmara de Salgueiro. Ela acusou a gestão de segregar e boicotar alunos da UPE que querem usar o transporte municipal. Disse que a visão sobre o tema na gestão Clebel é diferente do modelo da gestão anterior, de Marcondes Libório. “Jamais o prefeito […]
A vereadora Eliane Alves voltou a criticar a gestão Clebel Cordeiro na sessão da Câmara de Salgueiro.
Ela acusou a gestão de segregar e boicotar alunos da UPE que querem usar o transporte municipal. Disse que a visão sobre o tema na gestão Clebel é diferente do modelo da gestão anterior, de Marcondes Libório. “Jamais o prefeito anterior deixaria alunos irem a pé para a UPE”.
Ela criticou a gestão, afirmando que que não tem compromisso com a educação e com as pessoas. Ainda requereu uma comparação entre as promessas de campanha e o que está sendo de fato realizado no tocante a inclusão social, educação e infraestrutura.
Ainda solicitou ao Poder Executivo Municipal dar início a implantação de ações de macrodrenagem e construção de pontes para evitar alagamentos e isolamentos de bairros em períodos de chuva, conforme proposta apresentada a população pelo atual prefeito em Programa de Governo no período eleitoral.
Por fim, um plano de melhoramento da sinalização viária das ruas e avenidas da cidade como também nas estradas da zona rural, conforme proposta apresentada a população pelo atual prefeito, no programa de governo, no período eleitoral.
Mau cheiro e atração de cães está incomodando moradores do entorno Moradores da comunidade do Jiquiri, município de Afogados da Ingazeira, procuraram a Rádio Pajeú para se queixar de problemas gerados pelo Aterro Pajeú, no entorno da comunidade, na PE 320. Operando desde o segundo semestre de 2022, o espaço tem mais de 200 quilômetros e […]
Mau cheiro e atração de cães está incomodando moradores do entorno
Moradores da comunidade do Jiquiri, município de Afogados da Ingazeira, procuraram a Rádio Pajeú para se queixar de problemas gerados pelo Aterro Pajeú, no entorno da comunidade, na PE 320.
Operando desde o segundo semestre de 2022, o espaço tem mais de 200 quilômetros e prometeu oferecer uma alternativa para tratamentos de resíduos sólidos de cidades do Pajeú, Moxotó e Paraíba.
O projeto já teve a adesão de cidades como Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Itapetim, Santa Terezinha, Brejinho, e cidades da Paraíba como Tavares e Ouro Velho.
Mas, reclamaram moradores da comunidade ao programa Manhã Total, com Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, a condição é de muita dificuldade com as consequências da atuação da empresa.
Dentre eles, a quantidade de cães atraídos no entorno. “A gente não consegue mais criar galinhas, por exemplo. Muitas aves são mortas pelos animais atraídos”.
Outros problemas tem relação com o mau cheiro gerado no local. Nos horários com picos de calor, o mau cheiro é insuportável. “Muitos estão considerando deixar suas casas”, dizem representantes da comunidade.
Os moradores pedem apoio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, prefeitura municipal, CPRH e Ministério Público, para que a empresa busque sanar os problemas.
Aterro Pajeú nega problemas
Alberto Cordeiro, responsável pelo Aterro Pajeú disse à produção do programa Manhã Total que não havia irregularidades e que a CPRH faz a fiscalização a cada 15 dias.
CPRH vai verificar denúncia
Edu Alvino, diretor de Licenciamento da CPRH, disse que a Agência Estadual de Meio Ambiente vai avaliar expansão proposta pela empresa.
Confirmou ainda multa referente ao início da obra do aterro, sem a licença ambiental liberada pela CPRH. “Assim, a obra foi embargada até a conclusão do processo de licenciamento e o empreendedor foi autuado em R$ 706.5001,00 na oportunidade”.
“Só após a vistoria é que vamos saber o que há de fato no local. Caso sejam identificadas irregularidades a CPRH aplicará as devidas sanções administrativas”.
“A CPRH vai mandar uma equipe de fiscalização pra averiguar”, confirmou. Até segunda confirmam a data da fiscalização. A apuração foi da Central de Radiojornalismo da emissora.
O deputado federal Danilo Cabral (PSB) afirma que o Pacto pela Vida é considerado a política pública na área de segurança mais bem estruturada do País. Segundo ele, isso pode ser avaliado em função da manifestação de entidades e especialistas que tratam sobre o tema, inclusive com o reconhecimento através de premiações internacionais, como da […]
O deputado federal Danilo Cabral (PSB) afirma que o Pacto pela Vida é considerado a política pública na área de segurança mais bem estruturada do País. Segundo ele, isso pode ser avaliado em função da manifestação de entidades e especialistas que tratam sobre o tema, inclusive com o reconhecimento através de premiações internacionais, como da Organização das Nações Unidas (ONU), e pelos indicadores objetivos da redução da violência em Pernambuco.
“Não há, no Brasil, experiência que tenha apresentado nos últimos dez anos resultados mais expressivos do que o Pacto pela Vida”, disse em resposta às críticas do senador Armando Monteiro Neto (PTB) nesta quinta-feira (26).
Segundo o deputado, o Pacto pela Vida passou a não atingir as metas com o início da crise econômica que atingiu o Brasil. Em 2014, o Produto Interno Bruto (PIB), soma dos bens e serviços produzidos, do País ficou estagnado em 0,1% em relação a 2013. Naquela ocasião, foi o resultado mais fraco desde a retração registrada em 2009, quando havia uma crise global. Os números pioraram nos anos seguintes.
“A crise econômica tem efeito na segurança a partir do momento em que a situação de vulnerabilidade da população aumenta, com o crescimento do nível de desemprego, mas também em função da redução da capacidade de investimento do Estado”, explica.
Danilo Cabral lembra que, só no Complexo de Suape, maior polo industrial pernambucano, mais de 50 mil trabalhadores perderam seus empregos. “Armando conhece muito bem os efeitos da crise e do desemprego. Desafio ele a mostrar um emprego que ele tenha gerado em Pernambuco como ministro do Governo Dilma”, alfinetou.
O Governo do Estado, destaca Danilo Cabral, pratica atualmente a mesma metodologia utilizada na época de criação do Pacto pela Vida. “Há um diagnóstico preciso das causas da criminalidade, são aplicadas ações eficazes, mas, a partir de 2014, não tivemos mais condições de manter o ritmo de atuação, por causa dos efeitos da crise econômica”, reforçou. O deputado cita como exemplo a contratação de policiais militares e civis. O Estado está no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) nas despesas com pessoal.
O deputado frisou ainda que o governador Paulo Câmara conduz pessoalmente e de forma disciplinada o Pacto pela Vida. “Foi essa mesma liderança que permitiu que Pernambuco mantivesse o equilíbrio fiscal, pagando os servidores rigorosamente em dia e fazendo investimentos.” Danilo acrescentou que Paulo tem a segurança pública como uma das prioridades de seu Governo e já afirmou que reduzir os índices de violência no Estado será seu maior desafio em 2017. “Quem tem déficit de liderança é Armando. Só é senador porque ganhou o mandato de presente do ex-governador Eduardo Campos.”
Para o deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE), as possíveis alterações previstas na lei de planos de saúde serão prejudiciais para os mais de 47 milhões de usuários do serviço no Brasil. De autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), o projeto prevê, entre as alterações, um aumento nas mensalidades dos idosos e a proibição dos clientes […]
Para o deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE), as possíveis alterações previstas na lei de planos de saúde serão prejudiciais para os mais de 47 milhões de usuários do serviço no Brasil.
De autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), o projeto prevê, entre as alterações, um aumento nas mensalidades dos idosos e a proibição dos clientes em acionar o Código de Defesa do Consumidor (CDC), em caso de problemas.
“A exclusão da abrangência do CDC sobre os contratos entre operadoras e pacientes não vai aumentar a assistência aos usuários, mas sim fragilizar”, afirmou o socialista.
“Claro que temos que ter o cuidado de receber o relatório antes de fazer a crítica, mas já sabemos que esses são dois dos pontos que o relator pretende alterar na legislação dos planos de saúde, e eles são extremamente nocivos ao usuário”, lembra o parlamentar.
Alencar considera o CDC uma legislação avançada e protetiva para a cidadania brasileira. “O Código de Defesa do Consumidor garante uma assistência ao usuário, que é justamente a parte mais frágil do contrato. Sem a legislação do CDC, não há equilíbrio na relação entre contratado e contratante. Por isso, considero inaceitável e sem justificativa a inaplicabilidade do Código na relação entre prestador e usuário, que é uma relação essencialmente de consumo”, afirma.
Tadeu também enxerga a possível mudança nas mensalidades de idosos uma afronta à proteção dos vulneráveis na relação de consumo. “Um reajuste no momento em que você mais precisa do plano de saúde, necessidade essa que aumenta com a idade, é mais uma forma de fragilizar o usuário, além de aumentar um custo que já não é pequeno para essa parte da população”, lembra.
O texto final do relatório será apresentado à comissão no fim do mês de outubro. Caso se confirmem, Alencar garante que essas e outras alterações prejudiciais ao consumidor serão combatidas. “Não estamos defendendo aqui que as empresas trabalhem sem condições de ter um equilíbrio contratual, que possam ser bem remuneradas pelo seu serviço. Mas mudanças assim merecem um debate largo, e não podem atender somente ao interesse dos planos de saúde. Este equilíbrio hoje deve se fazer a favor da parte mais desprotegida”, concluiu o deputado.
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