Notícias

Solidão: Prefeitura dá calote em servidores

Por Nill Júnior
A prefeita Cida Oliveira: presente de grego para professores
A prefeita Cida Oliveira: presente de grego para professores

Professores da rede municipal em Solidão vão ter um natal magro: isso porque até agora a Prefeitura não honrou o mês de dezembro nem décimo terceiro salário dos servidores da educação.

No caso dos contratados, o atraso é ainda maior. Desde outubro afirmam não ver a cor do dinheiro. Como todos estão de férias, não tem como pressionar a gestora Cida Oliveira.

No segundo semestre, já haviam sinalizado cruzar os braços caso a Prefeitura não honrasse os salários, o que evitou um atraso maior. Mas tão logo entraram de férias ganharam este presente de natal da gestão.

Servidores e aposentados também estão sem ver a cor do décimo terceiro.

Outras Notícias

Morre Nildo Pereira de Menezes, ex-prefeito de Serra Talhada, aos 83 anos

Do Farol de Notícias Morreu na madrugada desta terça-feira (21), por volta das 03h40 da madrugada, o ex-prefeito de Serra Talhada, Nildo Pereira de Menezes.  Seu corpo está sendo velado na Casa de Homenagens Póstumas Bezerra de Melo, no Centro, e por volta das 15 horas o féretro segue para o município de Triunfo, onde será […]

Do Farol de Notícias

Morreu na madrugada desta terça-feira (21), por volta das 03h40 da madrugada, o ex-prefeito de Serra Talhada, Nildo Pereira de Menezes. 

Seu corpo está sendo velado na Casa de Homenagens Póstumas Bezerra de Melo, no Centro, e por volta das 15 horas o féretro segue para o município de Triunfo, onde será sepultado.

Nildo Pereira esteve internado no Hospital São Vicente, onde passou por uma cirurgia de diverticulite e permaneceu na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) por 15 dias. Recentemente, havia retornado para casa para continuar seu tratamento ao lado da família.

Entre as várias obras que marcam sua passagem na gestão pública, sem dúvidas, a construção do estádio Nildo Pereira de Menezes, o ‘Pereirão’, ficou na história.

O estádio foi inaugurado em 21 de janeiro de 1973, e contou com as presenças do então vice-governador Barreto Guimarães (1971-75), pai do médico ortopedista André Barreto, e do ex-presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Rubem Moreira.

TRAJETÓRIA

Nascido em meio a uma das mais tradicionais família do ciclo político de pernambucano, Nildo Pereira foi desde cedo influenciado pelo pai, o já falecido ex-deputado estadual Argemiro Pereira, o jovem deixou a sua paixão pelo futebol para adentrar na carreira política, mas antes disso, ele ainda jogou pelo Comercial e pelo juniores do Náutico, tendo como parceiro no clube da Conselheiro Rosa e Silva Inocêncio Oliveira.

Em 1969, Nildo Pereira foi eleito prefeito de Serra Talhada, sendo seu vice o então vereador Tião Oliveira. Ele governou Serra Talhada até 1972.

Em depoimento ao Farol sobre o oPereirão, o ex-prefeito Nildo Pereira disse que em função das suas ligações com o futebol, muitos atletas lhe procuraram reivindicando a construção de um estádio. Diante disso, ele resolveu atender ao pleito e logo no início indenizou o terreno no qual ficava o campo da várzea, às obras de construção do estádio municipal levaram quase cinco anos para serem concluídas.

As verbas usadas na edificação tiveram origens nos recursos próprios e no dinheiro arrecado com a venda das ações da Petrobras pertencentes ao município, o processo de venda foi autorizado pela Lei 299 de 18 de janeiro de 1971.

Paulo Veras: o que é e qual o futuro do bolsonarismo?

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares Por Paulo Veras/JC Online Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o […]

Foto: Dhavid Normando/Futura Press/Estadão Conteúdo

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares

Por Paulo Veras/JC Online

Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o partido assumir a presidência, este ano ele fez campanha intensiva por Jair Bolsonaro (PSL), eleito presidente no último dia 28 com 55% dos votos válidos.

“Eu dizia que ia ser convidado para ser o ministro das Comunicações. Eu não parava de fazer campanha pelo WhatsApp. No segundo turno, eu conversava com o grupo que era contra. Quando eles botavam dez mensagens, eu botava vinte”, ele conta.

Aos 59 anos, foi seduzido ao bolsonarismo pelo discurso em “defesa da família” e da “moralização das escolas”. É evangélico e, nos últimos anos, se entristeceu com o PT. “Eu honrei o PT, quando foi preciso honrar. Mas o PT vem decepcionando a gente. Usou Brasília Teimosa como um marketing. Se aproveitou e depois sumiu”, se ressente.

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão os evangélicos, preocupados com a família “tradicional”, contra o casamento gay e o aborto; jovens liberais confiantes nas promessas de um Estado enxuto; movimentos pró-impeachment, como o Vem Pra Rua e o MBL, identificados com a pauta anticorrupção e a defesa da Operação Lava Jato; ruralistas, que defendem uma reação rigorosa a ocupação de terras; policiais e militares, que veem na liberação da posse de armas de fogo um caminho para combater a violência; e, até, uma ala minoritária de saudosistas da ditadura militar.

Todos eles se unem no apoio ao “mito” Bolsonaro como líder popular do mesmo jeito que um robusto grupo de sindicatos, sem terras, movimentos feministas e LGBTs e nordestinos veneram Lula.

Juntos, os bolsonaristas conseguiram galgar degraus na política brasileira só então atingidos pelo lulismo. Produziram uma adesão espontânea, com pessoas que compravam camisetas do “mito” Bolsonaro por até R$ 20 nos camelôs, e um grupo de manifestantes organizados, com estética, discursos e dinâmicas próprios, tirando da esquerda a prevalência sobre as ruas. Nesse ponto, o bolsonarismo é o pós-lulismo.

“O bolsonarismo é um fenômeno vasto. Algumas pessoas aderiram desde o seu núcleo originário. Pessoas mais religiosas, que têm expectativa de um ideário de costumes conservadores, e outras de uma nostalgia equivocada com relação ao período militar. O que juntou muita gente ao redor do Bolsonaro foi o anti-petismo. O PT saiu da ditadura como a grande expectativa de transformação da política do País. E se revelou um partido tão corrupto quanto os outros. E o PT não fez a autocrítica que tinha que fazer. Talvez, se não tivesse ficado preso na obsessão pelo Lula, com um caráter quase sectário, Haddad (Fernando) teria sido eleito. Toda uma gama de pensamento mais liberal de centro-direita acabou se juntando ao Bolsonaro – não ao bolsonarismo – para que o PT não voltasse ao poder”, avalia o filósofo Luiz Felipe Pondé.

Discurso bolsonarista

Para Pio Guerra Júnior, presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), os produtores rurais aderiram à campanha de Bolsonaro por causa de promessas de melhorar a segurança pública e de proteção à propriedade privada.

“Ele reconhecia o agronegócio brasileiro, que tem sustentado esse País por centenas de anos. Não apoiamos por interesses próprios. A gente defende pautas que são inerentes a todos os brasileiros. Se não resolver o problema das invasões de terra no meio urbano ou rural, você não resolve a violência. Se você não permitir que o cidadão tenha uma arma para defender sua casa, na cidade e no campo, você está abandonando o Brasil. Ninguém representava a renovação mais do que Bolsonaro. Não estou dizendo que ele é um santo”, explica.

O discurso de Bolsonaro foi importante para ele ganhar outro público expressivo: os evangélicos. “Eles aderiram à campanha de Bolsonaro porque ele usa a linguagem religiosa para falar com esse público. E tem uma pauta para a qual esse público é muito sensível, da manutenção dos costumes. São coisas relacionadas à sexualidade, movimento LGBT, modelo de família e aborto. Além disso, uma boa parte da população da periferia é evangélica”, lembra Edin Sued Abumanssur, professor de Sociologia em Ciência da Religião da PUC São Paulo.

Na visão de Maria Dulce Sampario, coordenadora do movimento Vem Pra Rua no Recife, ainda que este grupo político não tenha apoiado oficialmente Bolsonaro, os componentes podem fazer protestos para defender a implementação de uma série de pautas do novo governo.

“Acho que, se acontecer algum bloqueio do Congresso, um veto às políticas dele, nós iremos protestar. A gente vai para ajudar. E também se a gente vir que tem algo de ruim para o País que possa ser implementado”, explica. Na campanha, o Vem Pra Rua defendeu o voto “PT Não”.

I Feira de Conhecimento e Tecnologia é realizada em Tabira

Na última quarta-feira, 18 de setembro, a cidade de Tabira, através da Secretaria de Educação, realizou a I Feira de Conhecimento e Tecnologia. O evento, que reuniu diversas escolas municipais em tempo integral, destacou-se pela integração de cultura e inovação tecnológica. Entre as instituições participantes estavam: Escola Municipal em Tempo Integral Adeildo Santana Fernandes; Escola […]

Na última quarta-feira, 18 de setembro, a cidade de Tabira, através da Secretaria de Educação, realizou a I Feira de Conhecimento e Tecnologia. O evento, que reuniu diversas escolas municipais em tempo integral, destacou-se pela integração de cultura e inovação tecnológica. Entre as instituições participantes estavam:

Escola Municipal em Tempo Integral Adeildo Santana Fernandes;

Escola Municipal em Tempo Integral José Odano de Goes Pires;

Escola Municipal em Tempo Integral Cônego Luiz Muniz do Amaral;

Escola Municipal em Tempo Integral Cícero Correia;

Escola Municipal Andréa Pires;

Escola Municipal em Tempo Integral Antônio Nogueira Barros.

A feira contou com estandes das escolas, que abordaram a riqueza da cultura nordestina com foco na literatura, especialmente na obra “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna. As atividades culturais foram complementadas com apresentações de dança e teatro, cada uma inspirada na obra do renomado autor paraibano.

Além da parte cultural, o evento trouxe uma forte ênfase na tecnologia, com destaque para os projetos de robótica desenvolvidos pelas escolas de tempo integral de Tabira. Essas instituições são as únicas na região que oferecem esse tipo de formação aos estudantes do ensino fundamental. Durante a feira, foi apresentada uma arena de competições robóticas, um espaço dedicado à prática e ao desenvolvimento de habilidades tecnológicas dos alunos.

A feira também recebeu convidados especiais, como a E.T.E. Paulo Freire de Carnaíba, uma referência regional em projetos de robótica. A parceria entre as duas instituições promete fortalecer ainda mais a qualidade do ensino em Tabira. Outro destaque foi a presença do robô Bumblebee, vindo diretamente de Recife, que animou os visitantes do evento, assim como uma plataforma de vídeos em 360° que garantiu uma experiência interativa para os presentes.

Com a I Feira de Conhecimento e Tecnologia, Tabira reafirma seu compromisso em unir tradição e inovação no processo de aprendizagem, promovendo o desenvolvimento integral dos alunos.

 

Com presença de Humberto, ato cobra celeridade nas obras da Adutora do Agreste

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, participa neste domingo, em Tupanatinga, no Agreste de Pernambuco, das atividades da “Marcha Pela Água da Adutora do Agreste”.  O encontro vai reunir representantes da sociedade civil, entidades sindicais e lideranças políticas locais em defesa da agilidade nas obras da adutora, que foram iniciadas há dois anos […]

adutora-colocação-de-tubos-DSC_0306-1

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, participa neste domingo, em Tupanatinga, no Agreste de Pernambuco, das atividades da “Marcha Pela Água da Adutora do Agreste”.  O encontro vai reunir representantes da sociedade civil, entidades sindicais e lideranças políticas locais em defesa da agilidade nas obras da adutora, que foram iniciadas há dois anos e ainda não têm uma previsão definitiva para a conclusão.

“O que quer a região é chamar a atenção do Governo Federal e do Estado para a importância desta obra. Sabemos que a crise internacional vem afetando o país, mas precisamos alertar sobre a necessidade de agilizar os repasses para a adutora, que beneficia diretamente 32 municípios. A população do Agreste vem sofrendo muito com a seca prolongada e não podemos permitir que esta situação perdure”, afirmou o senador Humberto Costa.

A “Marcha Pela Água da Adutora do Agreste” congrega mais de 400 pessoas, que se reuniram em Iati, na última quinta-feira, e seguem em caminhada até o município de Tupanatinga, onde será realizado um grande ato. Ao todo, os manifestantes irão percorrer um total de 100 quilômetros.

A obra da Adutora está orçada em R$ 1,3 bilhão e faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo Dilma.

Marconi Santana realiza maratona por recursos para Flores em Brasília

O prefeito de Flores, Marconi Santana (PSB), manteve uma intensa agenda em Brasília. Uma maratona pelos corredores do Congresso Nacional, que começou na última terça-feira (17), onde participou da Mobilização em Defesa dos Municípios, promovida pela Associação Municipalista de Pernambuco – CNM, que defendia pautas como Cessão Onerosa, Reforma da Previdência, Lei Kandir (Fundo Social), […]

O prefeito de Flores, Marconi Santana (PSB), manteve uma intensa agenda em Brasília. Uma maratona pelos corredores do Congresso Nacional, que começou na última terça-feira (17), onde participou da Mobilização em Defesa dos Municípios, promovida pela Associação Municipalista de Pernambuco – CNM, que defendia pautas como Cessão Onerosa, Reforma da Previdência, Lei Kandir (Fundo Social), Reforma Tributária, 1% do FPM, ISS, Licitações e prazo para os lixões.

Depois deste momento, Marconi esteve protocolando pedidos de alocação de Emendas Parlamentares, nos gabinetes dos deputados federais, como: André de Paula (PSD), Augusto Coutinho (SD), Danilo Cabral (PSB), Gonzaga Patriota (PSB), João Campos (PSB), Marília Arraes (PSB), Fernando Bezerra Filho (PSB), Túlio Gadelha (PDT), Pastor Eurico (PATRIOTA), Fernando Monteiro (PRTB) e do Senador da República, Humberto Costa (PT).

Além de percorrer os corredores da Câmara e do Senado Federal, Marconi esteve na tarde de quarta-feira (18), no Ministério da Saúde, com Alex Machado – Chefe de Gabinete do Ministro da Saúde. Na companhia do Deputado Estadual, Joaquim Lira (PSD), Marconi mostrou os números alcançados no Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa).

“Quando assumimos o mandato, o percentual era de 14% e o último levantamento mostrou um percentual de 0%”; mostrou o gestor de Flores, ao justificar o pedido de um veículo para os Agentes Comunitários de Saúde do seu município. Marconi, que conclui a agenda em Brasília na quarta-feira (19) avaliou ida como positiva e importante para construção de parcerias que vão garantir investimentos de saúde, educação e saúde.