Sobrinho de Zeinha, Luciano e Chico Torres sofre acidente na PE 292
Por André Luis
O vereador Chico Torres deu detalhes do acidente à Rádio Pajeú
Um grave acidente envolveu o sobrinho do vereador Chico Torres, dos prefeitos de Iguaracy, Zeinha Torres e Ingazeira, Luciano Torres. Ele se chama Arthur Torres Martins, 22 anos, morador de Jabitacá.
Foi próximo à entrada da Chácara Vitória e um motel na saída sentido Iguaracy na área do Sítio Gangorra. Alguns se mostraram mais preocupados em postar vídeos em grupos que socorrer a vítima.
Outra queixa é da demora do Corpo de Bombeiros. O SAMU é que, depois de muita espera, acudiu o rapaz, que está no Hospital Regional Emília Câmara.
Desejamos pronta recuperação, apesar da gravidade. Ele deve seguir para Serra Talhada, dada a gravidade dos ferimentos. Teve fratura no fêmur.
Ele estava em uma moto que foi atingida por um Fiat Uno cor chumbo que era dirigido por uma mulher em um cruzamento. Se chama Arthur Torres, 22 anos, de Jabitacá.
“A nossa revolta é ela não ter prestado socorro”, disse Chico Torres ao repórter Marcony Pereira para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú. A polícia investiga o caso.
Projeto aprovado na CCJC teve 45 votos favoráveis e 14 contrários. A matéria tramitava na Câmara dos Deputados desde 2015 A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou, ontem (11), projeto de lei que restringe o uso de celulares nas escolas públicas e privadas do país. O deputado federal […]
Projeto aprovado na CCJC teve 45 votos favoráveis e 14 contrários. A matéria tramitava na Câmara dos Deputados desde 2015
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou, ontem (11), projeto de lei que restringe o uso de celulares nas escolas públicas e privadas do país. O deputado federal Pedro Campos votou a favor do texto, que permite o porte do celular pelos estudantes do ensino básico, mas estabelece que o uso só será possível em casos excepcionais ou para fins pedagógicos, de acessibilidade, inclusão e para atendimento a condições de saúde.
“Essa medida de discutir uma lei, de limitar o uso de celulares nas escolas, é muito positiva. Diante da crise de uso de equipamento de celulares, não só por crianças, e do quanto esse uso de maneira abusiva, compulsiva, ou de maneira desordenada tem atrapalhado as salas de aula”, afirmou o parlamentar.
Na ocasião, o deputado comentou sobre a ampliação do tempo de uso de tela. “Recentemente vi uma pesquisa, que foi colocada no Jornal da Universidade de São Paulo (USP), dizendo que a população brasileira passa em média 56% do tempo que está acordada em frente a telas. Isso é mais da metade do nosso dia lidando com celulares, com televisão. A proposta que limita o uso do celular nas escolas será importante para que a pessoa possa aprender História, Geografia, Português, Matemática. E vai além: uma das coisas mais importantes que as crianças estejam aprendendo com essa política é viver offline, a conviver na sociedade sem precisar do uso de rede social, sem ansiedade daquele feed que não acaba nunca, daquelas fotos do Instagram e de outras redes. Aprender a se concentrar, a parar, a ouvir, alguém que tá ali na sua frente fisicamente”, afirmou o deputado.
Durante a sessão da CCJC, Pedro Campos parabenizou o autor do projeto, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e o relator, deputado federal e secretário de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha (PSD-RJ), pelo enfrentamento a essa questão.
“Que a gente possa garantir uma infância que seja offline, que seja olho no olho, jogando bola, ralando o joelho, brincando de bola de gude. Que a gente possa ter essa brincadeira dentro da escola. Eu acho que talvez esse seja o maior aprendizado que a gente vai ter limitando o uso de celulares nas escolas”, concluiu Pedro Campos.
Com a matéria aprovada, o texto seguirá para análise do Senado Federal, a menos que haja um recurso para votação no plenário principal da Câmara.
Por Anchieta Santos A chamada veiculada nos meios de comunicação, usava termos como “A volta do Doutor”, “O nosso doutor trabalhador”, “O trabalho vai continuar”, e mais falava em trio elétrico: emoção alegria, e inicio da concentração para ás 16h. Tudo para receber o Prefeito Dr. Ailton Suasuna (MDB) que reassumiu a Prefeitura de Tavares […]
A chamada veiculada nos meios de comunicação, usava termos como “A volta do Doutor”, “O nosso doutor trabalhador”, “O trabalho vai continuar”, e mais falava em trio elétrico: emoção alegria, e inicio da concentração para ás 16h.
Tudo para receber o Prefeito Dr. Ailton Suasuna (MDB) que reassumiu a Prefeitura de Tavares ontem. Ele voltou porque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu na terça-feira (4), um pedido de habeas corpus a ele e ao irmão Michel Suassuna, secretário de Finanças do município.
Antes, a Câmara de Vereadores realizou sessão solene para reempossar o prefeito, Dr. Aílton Suassuna (MDB), ao cargo de chefe do Poder Executivo. A sessão foi conduzida pelo presidente da Câmara, Édson Cordeiro, e contou com a participação dos vereadores, José Wilson (Wilson do Silvestre), Marcelo Bezerra (Marcelo de Zeca), Lenira Almeida, e Maria Darleide (Ledinha de João de Cosme).
O gestor e o secretário foram detidos na Operação República, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba. De acordo com o MPPB, eles são acusados de cobrar propina como condição para o pagamento de dois veículos adquiridos pela administração municipal.
Advogados ouvidos pela Produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta entendem que o caso não está encerrado e fatos novos ainda podem tirar o Dr. Ailton do cargo. Ou seja, a festa iniciada pelo gestor em um bar de João Pessoa, inclusive com presença do “novo aliado” Coco de Odálio, pode ter sido precipitada.
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, teve a gestão de sua pasta na pandemia aprovada pela maioria da população, segundo pesquisa do Instituto Múltipla. A pesquisa, que já teve dados publicados no dia de hoje pelo blog ouviu 250 pessoas. A margem de erro é de 6,2% para mais ou para […]
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, teve a gestão de sua pasta na pandemia aprovada pela maioria da população, segundo pesquisa do Instituto Múltipla.
A pesquisa, que já teve dados publicados no dia de hoje pelo blog ouviu 250 pessoas. A margem de erro é de 6,2% para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%.
O Múltipla perguntou: o senhor vem aprovando ou reprovando os trabalhos desenvolvidos pelo Secretário Paulo Jucá no município? Um total de 82,4% disse que aprova, contra apenas 6,0% que aprovam e 11,6% que não sabem ou não opinaram.
Quando a população é chamada a classificar a atuação de Jucá no combate à Covid, 50,8% dizem que é boa, 18% ótima, 18,4% regular, 3,2% péssima e 1,6% ruim. Um total de 8% não opinaram.
Segundo análise do Instituto, pesa para a avaliação positiva o conjunto de ações amunciadas para combate à pandemia. A criação de uma UTI no Hospital Maria Rafael de Siqueira, a aquisição de um tomógrafo digital, o processo célere de vacinação e as campanhas preventivas ajudam a explicar os números.
As falas em defesa do vereador Claudelino Costa (PSB), em Arcoverde, denunciam ainda mais o vereador. Ora, se o empresário Micael Lopes na visão do competente advogado Fernandes Braga e da vereadora Célia Galindo é um “criminoso contumaz” e queria pressionar o vereador a dar acesso a licitações na prefeitura, o que teria gerado o […]
As falas em defesa do vereador Claudelino Costa (PSB), em Arcoverde, denunciam ainda mais o vereador.
Ora, se o empresário Micael Lopes na visão do competente advogado Fernandes Braga e da vereadora Célia Galindo é um “criminoso contumaz” e queria pressionar o vereador a dar acesso a licitações na prefeitura, o que teria gerado o rompimento na sua versão, isso denuncia ainda mais o parlamentar: porque se envolveu com essa figura polêmica na campanha só vindo romper já no curso do mandato?
O empresário o acusa de oferta de cargos em troca de uma dívida. O encontro foi gravado.
Quanto à decisão da Câmara de aguardar pela justiça, há um quê de razoabilidade. O que a sociedade precisa saber é qual medida será tomada se o vereador for condenado. Também se a condenação já vale para primeira instância ou para os inúmeros recursos cabíveis até o trânsito em julgado.
E que fase do Claudelino, que não chorou quando comparado a figuras como Alexandre Ramagem, Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli. Uma lição para a sociedade escolher melhor seus representantes na próxima, pois Claudelino já disse a que veio, da pior forma possível…
O ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos foi condenado a 17 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, entre as irregularidades responsáveis pela sentança está a movimentação de milhões de dólares sem origem declarada em uma conta […]
O ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos foi condenado a 17 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, entre as irregularidades responsáveis pela sentança está a movimentação de milhões de dólares sem origem declarada em uma conta na Suíça. Ele poderá recorrer em liberdade.
Rocha Mattos foi preso pela Polícia Federal durante a Operação Anaconda, em 2003. Acusado de fazer parte de um esquema de venda de sentenças, ele foi condenado a 12 anos de prisão e ficou quase oito anos na cadeia. Em abril de 2011, foi libertado e passou a cumprir prisão domiciliar. Ele já estava em regime semiaberto, que é quando o preso sai durante o dia para trabalhar e volta apenas para dormir.
Procurado, o advogado do ex-juiz, Daniel Martins Silvestri, disse que ele e Rocha Mattos não foram “oficialmente intimados acerca desta gravíssima notícia”. Ele acrescentou que só poderá analisar o que fará quando tiver acesso à sentença.
De acordo com o MPF, os recursos não declarados foram identificados em três ocasiões distintas. Em 2003, os investigadores encontraram US$ 550,5 mil na casa da ex-mulher dele, Norma Regina Emílio, e o equivalente a R$ 790 mil em contas no Brasil e no exterior, uma delas cedida por um amigo.
Depois, após quebra do sigilo bancário da ex-mulher, foi descoberto um depósito de R$ 116 mil de uma companhia que tinha relações com um empresário absolvido em 2000 pelo então juiz em um processo por crimes contra o sistema financeiro.
O inquérito também revelou movimentações que totalizam mais de US$ 12 milhões em uma conta no banco suíço BNP Paribas, vinculada ao ex-juiz e a sua ex-mulher. As remessas de dinheiro foram feitas sem conhecimento nem autorização da Receita Federal. Diante da falta de comprovação sobre a origem dos recursos, o juiz federal Paulo Bueno de Azevedo, autor da sentença, destacou existirem provas de que os réus cometeram a lavagem ao enviarem as quantias para o exterior.
Além da pena de prisão, Rocha Mattos foi condenado ao pagamento de multa equivalente a 303 salários mínimos. A a ex-mulher e um irmão dela também foram condenados. O ex-cunhado de Rocha Mattos foi sentenciado pela prática de evasão de divisas e teve a pena de prisão de três anos e seis meses substituída por prestação de serviços e pagamento de R$ 10 mil a uma instituição social indicada pela Justiça. Ele também deverá pagar multa no valor de 60 salários. (G1)
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