Sobrinho de Zeinha, Luciano e Chico Torres sofre acidente na PE 292
Por André Luis
O vereador Chico Torres deu detalhes do acidente à Rádio Pajeú
Um grave acidente envolveu o sobrinho do vereador Chico Torres, dos prefeitos de Iguaracy, Zeinha Torres e Ingazeira, Luciano Torres. Ele se chama Arthur Torres Martins, 22 anos, morador de Jabitacá.
Foi próximo à entrada da Chácara Vitória e um motel na saída sentido Iguaracy na área do Sítio Gangorra. Alguns se mostraram mais preocupados em postar vídeos em grupos que socorrer a vítima.
Outra queixa é da demora do Corpo de Bombeiros. O SAMU é que, depois de muita espera, acudiu o rapaz, que está no Hospital Regional Emília Câmara.
Desejamos pronta recuperação, apesar da gravidade. Ele deve seguir para Serra Talhada, dada a gravidade dos ferimentos. Teve fratura no fêmur.
Ele estava em uma moto que foi atingida por um Fiat Uno cor chumbo que era dirigido por uma mulher em um cruzamento. Se chama Arthur Torres, 22 anos, de Jabitacá.
“A nossa revolta é ela não ter prestado socorro”, disse Chico Torres ao repórter Marcony Pereira para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú. A polícia investiga o caso.
No próximo dia 17 de setembro de 2024, o Blog do Finfa promoverá um importante debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito, George Borja (PSB) e Fredson Brito (Republicanos). O evento ocorrerá no Cine Teatro São José, em Afogados da Ingazeira, às 20h, com transmissão ao vivo pelos canais do YouTube […]
No próximo dia 17 de setembro de 2024, o Blog do Finfa promoverá um importante debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito, George Borja (PSB) e Fredson Brito (Republicanos).
O evento ocorrerá no Cine Teatro São José, em Afogados da Ingazeira, às 20h, com transmissão ao vivo pelos canais do YouTube e Facebook do @BlogdoFinfa, além do site www.blogdofinfa.com.br.
O debate será dividido em seis blocos, oferecendo aos candidatos a oportunidade de apresentar suas propostas e discutir temas relevantes para a cidade.
O formato inclui desde apresentações iniciais, passando por temas sorteados com réplicas, até perguntas dos jornalistas e da população, garantindo um debate dinâmico e aprofundado.
Um destaque do debate será a participação do público, que poderá enviar suas perguntas para os candidatos.
Essas perguntas podem ser enviadas previamente através do link www.blogdofinfa.com.br/debatesaojose. Dez perguntas serão selecionadas e sorteadas ao vivo durante o evento, com cada candidato respondendo a duas delas.
O Promotor Ariano Tércio, alegando que chegou ao conhecimento da Promotoria de Justiça que “alguns vereadores do Município de Carnaíba foram impedidos de adentrar na Farmácia Básica do Município, por servidores lotados naquele posto de trabalho, bem como, tais servidores reagiram com truculência e impediram que a comissão tivesse acesso ao interior da unidade”, fez […]
O Promotor Ariano Tércio, alegando que chegou ao conhecimento da Promotoria de Justiça que “alguns vereadores do Município de Carnaíba foram impedidos de adentrar na Farmácia Básica do Município, por servidores lotados naquele posto de trabalho, bem como, tais servidores reagiram com truculência e impediram que a comissão tivesse acesso ao interior da unidade”, fez recomendação ao município.
Os vereadores da oposição afirmaram terem sido barrados nas unidades e buscaram o MP local. O vereador Vandérbio Quixabeira disse ter se apresentado como presidente da Comissão de Saúde e invocou a Lei Orgânica do Município, que embasa exige que a Câmara crie várias comissões de fiscalizações e elaborações. Juntamente com os vereadores Anchieta Crente, Preguinho, Irmão Adilson e o Presidente Gleybson Martins estiveram em Unidades de Saúde na sexta feira 15. Dizem que tiveram seu trabalho dificultado.
“Os vereadores estão fazendo valer o seu poder autônomo, e se impedidos forem, devem acionar os meios legais para garantir que a fiscalização seja concluída, a fim de garantir que a gestão municipal cumpra com suas atribuições e entregue a população carnaibana todos os serviços de saúde previstos na atenção básica”, disse.
“O vereador tem o poder e o dever de fiscalizar a administração, cuidar da aplicação dos recursos, a observância do orçamento e também fiscalizar através do pedido de informações”.
Ele acrescentou que “em matéria publicada em alguns blogs da região, possivelmente fora constatado que não estão sendo realizados os atendimentos odontológicos na UBS do Bairro da Gitirana, embora conste que aquela unidade dispõe de consultório odontológico, bem como outra possível irregularidade encontrada é que o médico que deveria cumprir 40 horas semanais, está atendendo apenas dois dias por semana, prejudicando os cidadãos que estão na aérea de cobertura da UBS/Gitirana, descumprindo abertamente o que diz a lei”.
Assim recomendou ao Prefeito e Secretária de Saúde, bem como demais secretários do Município de Carnaíba, e aos servidores lotados em todos os espaços públicos do Município, que se abstenham de impedir os vereadores, ou qualquer cidadão de ter acesso às dependências dos prédios públicos do Município, bem como, no ato de qualquer visita de inspeção, realizada por vereador ou qualquer cidadão, seja exibido todos os documentos que forem solicitados, tudo em consonância com o princípio da publicidade, com a lei de acesso à informação e com os ditames democráticos explícitos e implícitos na CRFB/88, salvaguardando, assim, responsabilidades de toda Ordem.
Anchieta Patriota havia defendido em contato com o blog a decisão da Secretaria de Saúde de limitar acesso de vereadores a UBS e Farmácia de Atenção básica do município, assunto que deu assunto essa semana.
“Vereadores abriram geladeiras com vacina, entraram em consultório, sem nenhuma base técnica, sem ninguém da área assessorando”. Ele diz que isso fere inclusive normas sanitárias.
Anchieta lembra um episódio de 2017 na cidade de Rifaina (SP), quando o Tribunal de Justiça do Estado de SP, diante de Ação Direta de Inconstitucionalidade ingressada pelo prefeito Hugo Lourenço, decidiu que é inconstitucional qualquer artigo da Lei Orgânica do Município que permita o ingresso de vereadores em repartições públicas sem autorização do Poder Executivo.
“Adotamos a medida com base na independência dos Poderes. O fato de o Poder Legislativo ter autonomia para fiscalizar o Executivo não significa que a Prefeitura não deva ter independência para estabelecer as regras sobre o funcionamento das repartições”, disse o Prefeito Hugo à época, argumento defendido por Anchieta para orientar que o acesso seja programado e controlado.
Do JC Online O titular da 19ª Promotoria de Execuções Penais do Ministério Público de Pernambuco, Marcellus Ugiette, vai propor ao governo do Estado a total desativação do Complexo Prisional do Curado, no bairro do Sancho, Zona Oeste do Recife, e sua substituição por unidades menores, com capacidade para, no máximo, 500 detentos. “Não se […]
O titular da 19ª Promotoria de Execuções Penais do Ministério Público de Pernambuco, Marcellus Ugiette, vai propor ao governo do Estado a total desativação do Complexo Prisional do Curado, no bairro do Sancho, Zona Oeste do Recife, e sua substituição por unidades menores, com capacidade para, no máximo, 500 detentos. “Não se trabalha mais com presídios dessa dimensão. Eles tornam a presença do Estado mais difícil”, diz.
E por falta de uma maior presença do poder público, duas das maiores fugas da história do sistema prisional de Pernambuco ocorreram em um intervalo de três dias. Na noite de quarta-feira, 53 detentos escaparam da Penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá, no Grande Recife. Na tarde de sábado, 40 reeducandos fugiram do Presídio Frei Damião de Bozzano (PFDB) –um dos três que fazem o Complexo do Curado – após o muro traseiro da unidade ser explodido.
Em nota, o governo do Estado anunciou a “manutenção e um rigor ainda maior das medidas quem vêm sendo implementadas nos últimos meses para impedir a entrada de armas, drogas e celulares nas unidades prisionais, com vistorias periódicas”.
As duas ações foram marcadas pela ousadia: em Itamaracá, um grupo distraiu os agentes penitenciários atirando de dentro da mata que cerca a unidade, enquanto os reeducandos derrubavam, a marretadas, a parede do local. No PFDB, informações preliminares dão conta de que uma quantidade de explosivo plástico C4 foi usada para derrubar o muro e permitir a fuga em massa. A força da explosão danificou várias casas do entorno da unidade.
Para o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindasp), João Carvalho, facções criminosas podem estar por trás das duas ações. “O nível de organização é grande. No caso da Barreto Campelo, há entre os presos alguns líderes de grupos criminosos”. Ele reclama da quantidade insuficiente de agentes nos presídios do Estado. “O déficit é de 4.700 profissionais”. Pernambuco tem 1.500 agentes penitenciários para uma população carcerária de 32 mil pessoas, o que significa um agente para 21,3 presos. O Departamento Penitenciário Nacional recomenda que sejam cinco presos para cada profissional.
Dos 40 detentos que escaparam do PFDB, 38 foram recapturados ainda na tarde do sábado. Dois deles, Egton Matias de Araujo e Wallesson Alessandro de Lima, morreram no confronto com os policiais. Apenas 16 dos 53 fugitivos da Barreto Campelo foram pegos pela Polícia até a noite de ontem.
Repercurssão
Vários vídeos da fuga – alguns gravados pelos próprios detentos – circulam desde sábado nas redes sociais e mostram a fragilidade do Complexo do Curado. Após a explosão do artefato, os detentos ainda pulam uma cerca localizada no interior da unidade antes de ganharem a rua. O local onde ocorreu a fuga, a Rua Maria de Lurdes da Silva, é um tradicional ponto vulnerável do Complexo, por onde são arremessados drogas, armas e celulares.
O primeiro dia de visitas no Complexo após a fuga foi de relativa tranquilidade. Apenas no PFDB, cerca de duas mil pessoas foram visitar os parentes presos, mas nenhum tumulto foi registrado. Durante o dia de ontem, uma equipe de engenharia da Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) colocou placas de concreto no local por onde os detentos escaparam. A ação foi classificada como “emergencial” pela Seres. Ainda de acordo com o governo do Estado, apenas a partir de hoje será tomada uma solução definitiva para o problema.
Corpo será sepultado em São Paulo nesta segunda (10) Atualizado às 17H Um policial militar morreu, na madrugada deste domingo (9), após ficar ferido num acidente de trânsito no bairro do Campo Belo, Zona Sul da capital. Juarez Santiago, 49 anos, que era cabo da PM, estava dirigindo uma moto quando se envolveu em uma […]
Corpo será sepultado em São Paulo nesta segunda (10)
Atualizado às 17H
Um policial militar morreu, na madrugada deste domingo (9), após ficar ferido num acidente de trânsito no bairro do Campo Belo, Zona Sul da capital.
Juarez Santiago, 49 anos, que era cabo da PM, estava dirigindo uma moto quando se envolveu em uma colisão com um carro, na Avenida Jesuíno Maciel. Segundo a polícia, o motorista do carro apresentava sinais de embriaguez e foi preso em flagrante.
Juarez era natural de Afogados da Ingazeira, no Pajeú, filho do casal Dedinha Pedreiro e Terezinha Santiago.
Segundo informações a esposa de Juarez preferiu que o corpo ficasse em São Paulo mesmo e o sepultamento acontece nesta segunda-feira (10).
A família do cabo reside na Rua Antônio Alves, próxima a UPA e à EREMAPS. Ele iria se aposentar o ano que vem e planejava voltar para morar em Afogados.
Na cidade sertaneja, era conhecido como”Trojão”, tendo participado de competições amadoras como goleiro.
Informações do boletim de ocorrência apontam que o PM vinha na preferencial, quando o carro, com o motorista embriagado, atravessou a avenida. O policial bateu com a moto na porta do carro, sendo arremessado. O corpo bateu no parabrisas e ficou preso embaixo do veículo.
O cabo chegou a ser levado ao Pronto-Socorro do Jabaquara, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo os policiais, Santiago estava a caminho da sede do 12º Batalhão da Polícia Militar, onde trabalhava. O caso está sendo registrado no 27 DP, no Campo Belo. O motorista foi indiciado por homicídio culposo com agravante da embriaguez.
Por Magno Martins* Da forma como se darão, sem povo nas ruas, sem campanha e sem ambiente eleitoral, as eleições municipais marcadas para 15 de novembro, por força de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) aprovada pelo Congresso, só se descortinam favoravelmente para os que estão no poder, detentores de mandato, seja prefeito em busca […]
Da forma como se darão, sem povo nas ruas, sem campanha e sem ambiente eleitoral, as eleições municipais marcadas para 15 de novembro, por força de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) aprovada pelo Congresso, só se descortinam favoravelmente para os que estão no poder, detentores de mandato, seja prefeito em busca da reeleição ou com candidato já escolhido, ou vereadores tentando um novo mandato.
Trata-se de uma eleição sem campanha, consequência da pandemia do coronavírus, que já tirou a vida de quase 60 mil brasileiros em 90 dias, afetando ainda mais de 1,5 milhões de pessoas. Como a curva permanece ascendente, sem sinais de que mudará o seu curso, quem, de bom senso, vai arriscar a sua vida a fazer campanha de rua? Quanto ao eleitor, a abstenção tende a ser astronômica, a maior da história recente do País.
Custo a acreditar que cidadãos acima de 65 anos se dêem ao luxo e se aventurem a sair da casa para votar, correndo o risco de serem contaminados numa fila. O Brasil está prestes a ir às urnas sem preceder uma campanha sem discussão de ideias, de projetos, sem calor das ruas, sem comício, sem caminhadas, sem nada. Uma campanha apenas com o olho na telinha do computador ou do celular.
Sendo assim, até do ponto de vista econômico, privilegia os detentores de poder, com a máquina nas mãos. Os sem-mandatos dependerão apenas do dinheiro do fundo partidário para bancar as despesas de campanha. Como se trata de um bolo dividido para milhares, sobrará vinténs para cada um dos candidatos. A oposição, lisa, não encontrará respaldo nem fora do balcão.
Candidato à caça de apoios oficiais de simpatizantes tende a levar um tremendo não. Em resposta, quem no passado era acostumado a meter a mão no bolso para ajudar simplesmente se negará, sob a alegação de que a pandemia reduziu seus negócios a pó.
Uma verdade, diga-se de passagem, incontestável, se for levado em consideração, principalmente, o último levantamento oficial, no qual mais de 700 mil pequenas e médias empresas encerraram seus negócios.
Você precisa fazer login para comentar.