SJE: Secretário de Educação diz confiar na nova Ministra da Educação. “Não tem como ser pior que agora”
Por Nill Júnior
O Secretário de Educação e Cultura de São José do Egito, Henrique Marinho, fez uma avaliação positiva do trabalho na área em 2022.
Lamentou entretanto a dificuldade de repasses federais de algumas ações como a próxima fase da escola Graça Valadares e outras obras prometidas.
Ele informou que junto ao MEC provou que o Caminhos da Escola em São José do Egito tem demanda de mais 29 ônibus para o funcionamento do transporte escolar. “Problema é conseguir liberar esses ônibus”.
Sobre o projeto de energia solar nas escolas, afirmou que duas foram concluídas com as usinas. A primeira escola foi a EMEI Antonio Bitu no Borja. Mas faltam repasses de recursos”.
Ele disse sobre a indicação de Isolda Cela para o Ministério da Educação que há boas perspectivas. “Não tem como ficar pior do que está”, brincou, sobre o ciclo Bolsonaro.
Sobre o pagamento dos servidores, disse que o que está ao alcance está sendo feito. “Nenhum professor recebe abaixo do piso. Sobre o reflexo na carreira a conta fechando não teria problema. Mas não tem como aplicar na carreira. A gente sempre pagava 50% do décimo terceiro no meio do ano. Esse ano a gente não conseguiu, mas tá garantido que quarta-feira paga o décimo terceiro integral”.
Serra Talhada registrou o 94º pela doença. Por André Luis Todos os dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos, nesta sexta-feira (12), com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (22), Afogados da Ingazeira (10), Tabira (0), São José do Egito (19), Carnaíba (11), Flores (5), Santa Terezinha (2), Triunfo […]
Todos os dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos, nesta sexta-feira (12), com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (22), Afogados da Ingazeira (10), Tabira (0), São José do Egito (19), Carnaíba (11), Flores (5), Santa Terezinha (2), Triunfo (2), Itapetim (1), Iguaracy (5), Brejinho (1), Solidão (0), Calumbi (5), Quixaba (5), Tuparetama (0), Santa Cruz da Baixa Verde (0) e Ingazeira (4). Foram 92 novos casos totalizando 18.562.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, 6.766; Afogados da Ingazeira, 2.677; Tabira 1.840, São José do Egito, 1.379; Carnaíba, 967; Flores, 694 e Santa Terezinha, 642 casos.
Triunfo, 628; Itapetim, 545; Iguaracy, 404; Brejinho, 346; Solidão, 331; Calumbi, 322; Quixaba, 298; Tuparetama, 290; Santa Cruz da Baixa Verde, 273 e Ingazeira, 160 casos confirmados.
Óbitos – Com mais um óbito confirmado em Serra Talhada, a região conta agora com 306 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (94); Afogados da Ingazeira (30); Flores (24); Carnaíba (21); Triunfo (21); Tabira (19); São José do Egito (19); Santa Terezinha (19); Tuparetama (16); Iguaracy (12); Itapetim (11); Brejinho (5); Quixaba (5); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).
Detalhes do óbito
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada, confirmou o 94° óbito. Trata-se de paciente masculino, 70 anos, morador da AABB. Era hipertenso, cardiopata e faleceu nesta quinta-feira (11), no Hospital Eduardo Campos.
Recuperados – Com mais 237, a região tem agora no total 17.789 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 95,83% dos casos confirmados.
A derrota do governo Lula (PT) com a derrubada dos decretos do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nesta quarta (25) tornou-se um novo marco na história das relações do Executivo com o Congresso. A última vez que o Legislativo havia sustado um decreto presidencial foi em 1992, quando o Palácio do Planalto era ocupado por […]
A derrota do governo Lula (PT) com a derrubada dos decretos do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nesta quarta (25) tornou-se um novo marco na história das relações do Executivo com o Congresso.
A última vez que o Legislativo havia sustado um decreto presidencial foi em 1992, quando o Palácio do Planalto era ocupado por Fernando Collor.
Em janeiro daquele ano, o então presidente fez um decreto para mudar a regra de pagamento de precatórios (títulos de decisões judiciais). Rapidamente, a oposição no Congresso reagiu para sustar a medida, alegando que o ato prejudicaria aposentados.
A proposta teve votação concluída, com aprovação pelo Senado Federal, em 26 de março -seis meses antes de a Câmara formalizar a abertura do processo de impeachment contra Collor. Na época, ele sofria intensa pressão da oposição no Congresso, mas ganhara fôlego após a crise do confisco.
Na ocasião, o então presidente chegou a dizer, em entrevista a jornais estrangeiros, que era “otimista realista” quanto ao seu governo e lamentava ver o nome de ministros de sua gestão envolvidos em escândalos de corrupção.
A decisão do Congresso de sustar a medida tinha relação direta com a impopularidade do texto, que poderia prejudicar aposentados. Três meses depois, seu irmão, Pedro Collor de Mello, revelaria detalhes do esquema de corrupção envolvendo PC Farias e Collor, que deram início à derrocada do governo.
A autorização para abertura do processo de impeachment ocorreu dia 29 de setembro, com apoio de 441 deputados.
O projeto que derrubou o decreto de Collor foi votado, assim como o de Lula, de forma simbólica no Senado Federal – quando não há contagem de votos.
No caso do petista, a decisão do Congresso prevaleceu devido à rejeição à proposta do governo de elevar o IOF. A votação na quarta pegou o Planalto de surpresa e ocorreu na mesma noite, nas duas Casas. O governo alega que o aumento do IOF é necessário para fazer justiça tributária e para aumentar a arrecadação num momento de dificuldade fiscal.
Em 1992, o projeto também teve votação acelerada e contou com votos até mesmo da base. Em 15 dias, foi analisado pela Câmara e, ao chegar no Senado, teve urgência aprovada em plenário e foi votada no mesmo dia.
A urgência, inclusive, foi alvo de críticas de senadores. Segundo as notas taquigráficas da época, a discussão em plenário tratava diretamente do mérito da medida impopular contra os aposentados. O senador Marco Maciel (PFL-PE), então líder do governo, liberou a base para votar “de acordo com sua consciência”.
Já Humberto Lucena (PMDB-PB) disse haver um “clamor nacional” em torno do tema. “Na hora em que esse decreto cair, vai ficar colocada aos olhos da opinião pública, pelo menos, a posição do Congresso Nacional, no sentido de que estamos ao lado da causa justa dos aposentados e pensionistas da Previdência Social”, disse à época.
O projeto de decreto legislativo de 1992 foi da autoria de Miro Teixeira, então deputado federal (PDT-RJ). À Folha de S.Paulo ele disse que todos os dias acordava e lia o Diário Oficial para ver se poderia entrar com um mandado de segurança ou PDL contra um ato do governo Collor.
“O clima na época era de enfrentamento. Lutávamos toda hora e deu certo porque a pauta era negativa. Sempre tem que contar com votos de parlamentares da base”, lembra o ex-deputado.
Ele vê diferenças entre os momentos políticos atual e o de então. Collor, segundo ele, não tinha jogo de cintura e era afeito aos confrontos. Diferente de Lula: “Sobrevive a tudo, vai encontrar pelo diálogo com o Congresso uma saída. A questão é a seguinte: articulação política é feita pelo presidente da República”.
Collor assumiu o governo em março de 1990. Dois anos e nove meses depois, quando deixou o cargo, foi substituído por seu vice-presidente Itamar Franco (PMDB), que governou o país até terminar o mandato, no final de 1994.
Envolto em acusações de corrupção, Collor não resistiu ao processo de impeachment.
Entretanto, a avaliação é que os problemas econômicos de seu governo foram determinantes para que ele fosse retirado do cargo.
Atualmente, ele está preso em prisão domiciliar de caráter humanitário, devido a problemas de saúde. O ex-presidente, aos 75 anos, foi condenado em 2023 pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena foi fixada na ocasião em oito anos e dez meses de reclusão.
A prefeitura de Solidão vai abrir inscrições a partir da próxima segunda-feira (21), para os Programas de Crédito Educativo Mais Médicos e Auxílio Educacional. Os programas foram criados pelo poder executivo e aprovados pela Câmara de Vereadores. Estão em vigor através das Leis Municipais nº. 340 e 341, ambas foram sancionadas pelo Prefeito Djalma Alves […]
A prefeitura de Solidão vai abrir inscrições a partir da próxima segunda-feira (21), para os Programas de Crédito Educativo Mais Médicos e Auxílio Educacional.
Os programas foram criados pelo poder executivo e aprovados pela Câmara de Vereadores.
Estão em vigor através das Leis Municipais nº. 340 e 341, ambas foram sancionadas pelo Prefeito Djalma Alves (PSB), no dia 12 de maio. Os programas são pioneiros na região e buscam incentivar solidanenses a cursarem a educação superior ajudando financeiramente aqueles que se enquadram nos critérios estabelecidos.
Para a secretária de Saúde, Damiana Alves: “essa lei veio beneficiar e incentivar que solidanenes concluam ou venham a cursar medicina e depois voltem para atuarem no nosso município. Nos próximos anos teremos médicos filhos da nossa terra atuando na rede municipal de saúde com apoio desse projeto”.
“Esse projeto é pioneiro no Pajeú. Não tenho dúvidas que ajudará vários solidanenses que sonham em cursar o ensino superior e devido a problemas financeiros não conseguiram realizar, além de ajudar a quem está cursando a graduação e enfrenta dificuldades para pagar a mensalidade. Educação transforma vidas e Solidão dá mais um passo importante nesse sentido”, frisou a Secretária de Educação, Aparecida Ramos.
As inscrições serão realizadas pelo site da Prefeitura de Solidão no endereço eletrônico: https://www.solidao.pe.gov.br.
Toda documentação e o regulamento estão sendo divulgados nas redes sociais e estarão disponíveis no site do órgão na próxima segunda-feira.
“Sinto-me muito orgulhoso de poder proporcionar aos jovens e a todos os solidanenes que desejam cursar o ensino superior uma ajuda financeira para seguirem ou iniciarem seus estudos, pois sei das dificuldades que enfrentei na minha época de estudante. O Crédito Educativo Mais Médicos é um projeto que visa futuramente ter filhos de Solidão atuando dentro do município, o que garantirá atendimento médico diário na nossa rede. Educação é o caminho, é o bem maior que devemos deixar para nossos jovens”, destacou o prefeito Djalma Alves.
“Gostaria de agradecer a todos os vereadores que votaram a favor dos projetos. Na próxima semana iniciaremos o processo de seleção com as inscrições e logo estaremos ajudando a realizar sonhos em nosso município”, completou o Prefeito.
O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) reconduziu Artur Amorim, Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, ao cargo de 2º vice-presidente Regional da Região Nordeste na nova diretoria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A eleição ocorreu nesta segunda-feira (16), durante a Plenária do Conares, que abriu o […]
O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) reconduziu Artur Amorim, Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, ao cargo de 2º vice-presidente Regional da Região Nordeste na nova diretoria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
A eleição ocorreu nesta segunda-feira (16), durante a Plenária do Conares, que abriu o segundo dia do XXXVIII Congresso do Conasems, realizado em Belo Horizonte (MG).
Com mais de 13 mil inscritos, o Congresso do Conasems, considerado o maior Congresso de saúde pública do mundo, segue até a próxima quarta-feira, 18 de junho.
O presidente do Conasems é Hisham Hamida, eleito para o biênio 2025–2027, por meio da chapa “Conasems Forte e Participativo”, eleita por aclamação e sem abstenções.
Arthur já havia sido convidado pelo Ministro Alexandre Padilha para integrar a equipe do Ministério. Até agora, tem resistido e firmado interesse em seguir Secretário em Afogados.
Na tarde desta terça (28), uma importante solenidade foi organizada na Praça Monsenhor Arruda Câmara, Afogados da Ingazeira, em comemoração solene dos 15 anos do 23°BPM, com sede no município. A solenidade foi presidida pelo Diretor da DINTER II, a Diretoria Integrada do Interior, Coronel Jamerson Pereira e contou com a presença de várias autoridades […]
Na tarde desta terça (28), uma importante solenidade foi organizada na Praça Monsenhor Arruda Câmara, Afogados da Ingazeira, em comemoração solene dos 15 anos do 23°BPM, com sede no município.
A solenidade foi presidida pelo Diretor da DINTER II, a Diretoria Integrada do Interior, Coronel Jamerson Pereira e contou com a presença de várias autoridades civis e militares, a exemplo de Juízes, Promotores, Prefeitos, Delegado Regional da Polícia Civil, bem como representantes da imprensa local.
A mesa solene foi composta pelo Diretor da DINTER II, pelo Comandante do 23°BPM, Alex Bezerra, pelo Delegado Regional Marlon Frota, o promotor Ariano Tércio, a Delegada da Mulher Andreza Gregório, pelos representantes do Corpo de Bombeiro Militar e do Tiro de Guerra, além de vários prefeitos de municípios da AIS 20, como José Patriota, Djalma Alves, Zeinha Torres o o vice de Itapetim Junio Moreira.
O ato solene foi marcado pela entrega de medalhas de tempo de serviço a vários policiais militares do 23°BPM, a entrega de insígnias aos recém promovidos e de certificados operacional e administrativo aos policiais militares que se destacaram no primeiro trimestre do ano de 2019.
O Coronel Alex ainda entregou a várias autoridades, uma placa de “Amigo do 23°BPM”, como forma de reconhecimento pelas parcerias seladas com a Segurança Pública na região do Alto Sertão do Pajeú. Este blogueiro foi u dos agraciados, pelo que agradece imensamente. Os prefeitos e outros nomes como Isilda Sampaio, Glauco Queiroz, Jurandir Pires e Antonio Ângelo também estiveram entre os agraciados.
Em meio às formalidades peculiares ao militarismo, a PM e poetiza Sargento Andreia Mironainda recitou versos que traduziram as características do Batalhão Cel Presciliano Pereira de Moraes ao longo dos seus 15 anos. Uma solenidade onde o civismo e amor a pátria também foram bastante evidentes.
O evento foi abrilhantado pela presença marcante da turma de Patrulheiros Mirins que está em curso, e a Banda Filarmônica de Afogados da Ingazeira, que executou Hino Nacional, a Canção da PMPE e o encerramento, ao toque de “Asa Branca”, música característica do sertão. Veja mais fotos clicando aqui.
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