Sistema de segurança da CEF evitou roubo em Sertânia, diz testemunha
Por Nill Júnior
Imagem de arquivo mostra como fica agência com novo dispositivo
Imagem de arquivo mostra como fica agência com novo dispositivo
Uma testemunha do assalto à CEF de Sertânia afirmou agora a pouco que o sistema de segurança instalado na Caixa Econômica Federal do município evitou que fosse levado dinheiro da agência.
A informação é de uma testemunha que mora próxima ao local.
Quem também confirmou foi o empresário José Neves, conhecido como Cebolinha, que tem um ponto comercial próximo à CEF. “Acredito que eles tentaram explodir primeiro a CEF”, disse.
O dispositivo de segurança disparou e espalhou fumaça na agência, no centro da cidade. A fumaça – de gelo seco – é liberada pelo sistema de alarmes do banco quando há tentativa de violação dos caixas eletrônicos.
Com isso, os assaltantes teriam desistido de realizar a ação. Por isso os estragos foram maiores no Banco do Brasil, que não dispõe do dispositivo. A Polícia Federal não confirma o valor levado nem ainda se manifestou sobre as ações.
Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nill Júnior (@nill_jr) A previsão da meteorologia foi confirmada com a chuva registrada ontem no Sertão do Pajeú. De acordo com os agricultores que já viam as plantações de milho e feijão murchando, a chuva voltou em boa hora. Na cidade de Afogados da […]
A previsão da meteorologia foi confirmada com a chuva registrada ontem no Sertão do Pajeú. De acordo com os agricultores que já viam as plantações de milho e feijão murchando, a chuva voltou em boa hora.
Na cidade de Afogados da Ingazeira foram 22 milímetros. Teve registro na zona rural de 35 milímetros como aconteceu no Povoado de Varzinha. Em Tabira choveu na cidade e na zona rural com destaque para os 90mm na comunidade do Logradouro, 100mm no sítio Inveja e 112mm em Poço Dantas.
Houve chuva também em Ingazeira 55mm e Carnaíba 25mm. Ouvintes do programa Rádio Vivo informaram ao comunicador Anchieta Santos ocorrência de chuva em Juazeirinho de São José do Egito com 85mm, Riacho do Meio de Água Branca 88mm, Capim Grosso 21mm, Laje do gato 29mm, Xique-Xique 32mm, Jardim 36mm, Pajeú Mirim 35mm, e Jorge 40mm. Para hoje a previsão é de mais chuva na região.
Foto: Cláudio Gomes Objetivo é dialogar com novo momento vivido pela empresa Os 40 anos de atividades do Centro Diagnóstico Maria do Carmo começaram a ser celebrados nesta sexta-feira, em Afogados da Ingazeira, dando início a um conjunto de ações para ficar na história da empresa. A primeira ação foi o lançamento do redesign da […]
Objetivo é dialogar com novo momento vivido pela empresa
Os 40 anos de atividades do Centro Diagnóstico Maria do Carmo começaram a ser celebrados nesta sexta-feira, em Afogados da Ingazeira, dando início a um conjunto de ações para ficar na história da empresa. A primeira ação foi o lançamento do redesign da marca, que passa a se chamar Maria do Carmo Diagnósticos. A releitura da identidade visual agora dialoga com o novo momento da empresa.
“O nosso legado de dedicação e responsabilidade nos credencia para construção do nosso futuro focados na qualidade e na modernização de processos para cada vez mais cuidarmos da saúde das pessoas”, resume Maria do Carmo Lima.
O redesign do brand é assinado pelo reconhecido e famoso designer gráfico e artista plástico Daniel Dobbin. Ele trabalhou o conceito a partir de um trevo de quatro folhas, que simboliza unidade e equilíbrio. Esta é a quarta vez que o centro diagnóstico passa por uma atualização de marca, desta vez refletindo a expansão dos negócios.
As quatro folhas representam as quatro empresas que, juntas, formam o Grupo JM: o Centro Diagnóstico Maria do Carmo, a rede de drogarias Farmácia dos Municípios, o Clinical Center e a distribuidora de produtos e equipamentos hospitalares PharmaPlus.
O trevo também simboliza a responsabilidade ambiental do grupo. Desde o início da história da empresa, a proposta de crescimento e expansão sempre esteve atrelada ao conceito de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, conectado ao olhar estratégico sobre como aplicar mais inovação aos seus negócios, para que o desenvolvimento esteja baseado em economia de recursos, descarte menor de resíduos e diminuição dos danos que podem causar à natureza.
Utilizando o trevo como base, cada empresa do grupo é identificada através de um símbolo que se sobrepõe ao centro do trevo, à semelhança de uma flor. Assim, por exemplo, o símbolo do laboratório está definido com uma folha sobreposta ao trevo enquanto a rede de farmácias tem o símbolo de uma cruz verde, tradicionalmente uma imagem que representa as drogarias.
As folhas de trevo também possuem uma leve inclinação na composição, com a intenção de quebrar a rigidez do desenho e dar dinamismo à base, um conceito totalmente alinhado ao Grupo JM.
Outra novidade agregada ao aniversário de quatro décadas é o lançamento do slogan “Sempre Cuidando de Você”, que aparece ao lado do Maria do Carmo Diagnósticos. A frase se refere aos três pilares da marca: cuidado com as pessoas, contribuição e compromisso com a cidade de Afogados da Ingazeira e todas as cidades do Vale do Pajeú, e o compromisso de continuar avançando e trazendo desenvolvimento tanto humano quanto em processos tecnológicos.
QUATRO DÉCADAS DE TRANSFORMAÇÃO
Cada década do Centro Diagnóstico Maria do Carmo foi marcada por movimentos históricos que fizeram da empresa o que ela é hoje. Nos primeiros dez anos, por exemplo, quando tudo se iniciou e o laboratório se estabelecia no município como referência em exames laboratoriais, todos os processos ainda eram manuais e o número de funcionários era bastante reduzido. Nessa época, além de firmar um trabalho que garantisse reconhecimento, Maria do Carmo Lima Silva e Joseph Domingos abriram a primeira Farmácia dos Municípios.
A segunda década foi marcada pela informatização, com a compra do software Complab, e pela digitalização de todo o histórico dos pacientes. Nessa época, a empresa se mudou para um novo prédio e fizeram a primeira atualização da marca, que refletia os novos valores. Na terceira década, a empresa deixou de ser apenas um laboratório de análises clínicas para se tornar um centro diagnóstico, que incluíam os exames de imagem.
A terceira década também foi marcada pela expansão das atividades do grupo JM, com a abertura da distribuidora PharmaPlus e do clinical center, implantação de exames ginecológicos e inauguração de novas unidades. Foi nesse período que Laíse Lima, filha caçula de Maria do Carmo Lima, iniciou suas atividades na gestão da empresa ao lado da mãe.
O início da quarta década aponta para novos caminhos de expansão, tanto em parcerias com convênios, quanto em exames oferecidos, novas unidades a serem inauguradas, aumentando o número de funcionários e trazendo ainda mais desenvolvimento para Afogados da Ingazeira.
Está no escopo do planejamento a ampliação das atividades para além dos limites do Sertão do Pajeú através da distribuidora de medicamentos, a Pharmaplus, que já atende todo o Nordeste. Foi necessário, portanto, uma evolução do design da marca para refletir tudo o que o novo momento vai alcançar.
PROGRAMAÇÃO EM COMEMORAÇÃO DOS 40 ANOS
Dia 03/09 – Evento Especial para os Colaboradores
Dia 05/09 – Comemoração na ASSAVAP ( Abrigo dos Idosos)
Dia 06/09 – Missa na Catedral de Afogados da Ingazeira
Dia 10/09 – Grande Concerto da Orquestra Criança Cidadã; Exibição do documentário sobre os 40 anos do Maria do Carmo Diagnósticos
Dia 13/09 – Dia do aniversário de 40 anos, marcado por obra criada pelo consagrado xilogravurista, Jota Borges.
O deputado estadual Luciano Duque está, em Brasília, participando do 15º Congresso Brasileiro de Cooperativismo, representando a Assembleia Legislativa de Pernambuco a convite do coordenador da frente parlamentar sobre o tema na Casa, Waldemar Borges. “O cooperativismo, como agente de geração de desenvolvimento, emprego e renda, faz com que haja prosperidade na sociedade onde ele […]
O deputado estadual Luciano Duque está, em Brasília, participando do 15º Congresso Brasileiro de Cooperativismo, representando a Assembleia Legislativa de Pernambuco a convite do coordenador da frente parlamentar sobre o tema na Casa, Waldemar Borges.
“O cooperativismo, como agente de geração de desenvolvimento, emprego e renda, faz com que haja prosperidade na sociedade onde ele está inserido. As inovações tecnológicas apresentadas no evento vêm para alavancar a área gerando mais oportunidades”, disse Duque, destacando as iniciativas mostradas no painel de inovação.
Considerado o mais importante do setor, o evento propõe desta vez um desafio: planejar e construir, juntos, o futuro que queremos para o cooperativismo brasileiro. No congresso são tomadas as grandes decisões e definidos os rumos do movimento.
Além de Duque e Waldemar Borges, também participa do evento o deputado estadual Joãozinho Tenório.
Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias […]
Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial
A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias de corrupção, promete transformar a forma de se fazer campanha e, por consequência, a percepção dos eleitores a respeito dos partidos e dos candidatos. E pode servir de “laboratório” para a próxima eleição.
Cientistas políticos ouvidos pelo “Broadcast Político”, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial, ao menor tempo de campanha, ao desempenho de nomes que têm apoio de possíveis presidenciáveis e ao provável enfraquecimento de partidos envolvidos na Lava Jato.
Sem receber doações de empresas, as candidaturas terão à disposição apenas os recursos do Fundo Partidário ou doados por pessoas físicas. Os candidatos, além disso, terão menos contato com os eleitores, já que o tempo de campanha nas ruas e nos palanques caiu de 90 para 45 dias. No rádio e na televisão, a redução foi de 45 para 35 dias. As restrições, afirmam os analistas, devem prejudicar principalmente os nomes desconhecidos, que terão mais dificuldade para se apresentarem ao eleitorado.
“A crise política poderia fazer surgir novas figuras, mas os grandes partidos não vão querer apostar nesses, porque não há dinheiro nem tempo suficiente para fazê-los despontar”, avalia Humberto Dantas, cientista político associado da 4E Consultoria. Sairão na frente, portanto, os candidatos que já possuem uma história política relevante. “Tive a oportunidade de analisar as pesquisas de intenção de voto em 22 capitais. Em todas, os três primeiros colocados são prefeitos, ex-prefeitos ou deputados e senadores”, disse.
Podem fugir à regra os candidatos que, apesar de pouco conhecidos, dispõem de recursos próprios para bancar a campanha. É o caso do empresário João Doria, que não tem um passado político, mas é a aposta do PSDB para a disputa em São Paulo. Dono de um grupo de empresas, o tucano terá o desafio de derrotar o deputado federal Celso Russomanno (PRB), a ex-prefeita e senadora Marta Suplicy (PMDB), a ex-prefeita e deputada federal Luiza Erundina (PSOL) e o prefeito Fernando Haddad (PT), os quatro primeiros colocados, nesta ordem, nas últimas pesquisas de intenção de voto.
Embora continuem como favoritos na maioria das cidades, os grandes partidos devem eleger menos prefeitos e vereadores nesta eleição, esperam os analistas. Não só em razão dos desdobramentos da Operação Lava Jato, mas também porque falharam em produzir novas lideranças. “Assim, a pulverização das instâncias de mando, a começar com as prefeituras, trará uma inédita perda da fé pública, e os candidatos à Presidência em 2018, não possuindo os recursos milionários do passado recente para gastar em propaganda, precisarão como nunca das alianças que lhes garantem horário de rádio e TV”, prevê o professor Roberto Romano, que leciona Filosofia e Ética na Unicamp.
Romano, no entanto, ressalta que as pequenas siglas também não abrigam políticos com capacidade de cativar eleitores que perderam a fé na política, como ocorreu com Fernando Collor em 1989, à época no inexpressivo PRN. Com isso, ele teme que o vácuo de lideranças seja ocupado por figuras autoritárias, que, independentemente do partido, prometam resolver a crise por meio da força ditatorial, a exemplo do que tem feito Donald Trump em sua campanha para presidente dos Estados Unidos. “A ausência de grandes lideranças é problema de quase todas as democracias de hoje”, lamenta o professor.
Uol A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (12) a 28ª fase da Operação Lava Jato. A ação foi batizada de Vitória de Pirro. Entre os alvos dessa etapa está o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que foi preso preventivamente. A casa dele foi alvo de um mandado de buscas. Segundo o site “Paraná Portal“, há […]
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (12) a 28ª fase da Operação Lava Jato. A ação foi batizada de Vitória de Pirro.
Entre os alvos dessa etapa está o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que foi preso preventivamente. A casa dele foi alvo de um mandado de buscas. Segundo o site “Paraná Portal“, há dois mandados de prisão temporária contra dois assessores ligados a ele. A construtora OAS também é alvo da operação.
Em sua delação premiada, o senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) afirmou que Gim Argello cobrava propina de empreiteiras para não convocar executivos para a CPI Mista da Petrobras. Gim Argello era vice-presidente da comissão, que funcionou em 2014. Ele nega as acusações.
Segundo Delcídio, alguns membros da CPI obrigavam, por exemplo, o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, a jantar em Brasília toda segunda-feira para conversar com parlamentares, momento em que seria cobrado o “pedágio”.
Segundo o Ministério Púbico Federal (MPF), “foram colhidas evidências do pagamento de propina a Gim Argello pelas empreiteiras UTC Engenharia (R$ 5 milhões) e OAS (R$ 350 mil)”. “Também estão sob investigação pedidos de propina dirigidos a outras empreiteiras envolvidas no esquema criminoso que se firmou na Petrobras.”
Para o Procurador da República Athayde Ribeiro Costa, “os fatos são alarmantes porque há fortes indicativos de que uma comissão de investigação parlamentar, que tem um importante papel de investigação de fatos graves em nossa democracia, foi usado por um então senador para, em vez de combater a corrupção, praticá-la”.
Ainda segundo a MPF, o dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, afirmou em sua delação premiada que Gim Argello o orientou como os R$ 5 milhões deveriam ser divididos:
DEM do DF – R$ 1,7 milhão
PR do DF – R$ 1 milhão
PMN do DF – R$ 1,15 milhão
PRTB do DF – R$ 1,15 milhão
Estes partidos, juntamente com o PTB de Gim Argello, formaram, em 2014, a coligação “União e Força”, pela qual Gim Argello foi candidato à reeleição. Ele não conseguiu um novo mandato.
Ainda segundo o MPF, “não há indício de que tais partidos tenham participado ou tivessem ciência da origem ilícita dos recursos”.
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