Notícias

Sistema de segurança da CEF evitou roubo em Sertânia, diz testemunha

Por Nill Júnior
Imagem de arquivo mostra como fica agência com novo dispositivo

Uma testemunha do assalto à CEF de Sertânia afirmou agora a pouco que o sistema de segurança instalado na Caixa Econômica Federal do município evitou que fosse levado dinheiro da agência.

A informação é de uma testemunha que mora próxima ao local.

Quem também confirmou foi o empresário José Neves, conhecido como Cebolinha, que tem um ponto comercial próximo à CEF. “Acredito que eles tentaram explodir primeiro a CEF”, disse.

O  dispositivo de segurança disparou e espalhou fumaça na agência, no centro da cidade. A fumaça – de gelo seco – é liberada pelo sistema de alarmes do banco quando há tentativa de violação dos caixas eletrônicos.

Com isso, os assaltantes teriam desistido de realizar a ação. Por isso os estragos foram maiores no Banco do Brasil, que não dispõe do dispositivo. A Polícia Federal não confirma o valor levado nem ainda se manifestou sobre as ações.

Outras Notícias

Projeto “Documentando Expedição pelo Sertão” é encerrado em Solidão

Na última sexta-feira (25), encerrou, em Solidão, o projeto “Documentando Expedição pelo Sertão”. A oficina teve início na segunda-feira (21), na Câmara de Vereadores. No último dia da oficina, os alunos colocaram em prática tudo que foi aprendido durante o decorrer da semana, com todos os equipamentos do professor Marlon Meirelles. Os alunos gravaram um […]

Na última sexta-feira (25), encerrou, em Solidão, o projeto “Documentando Expedição pelo Sertão”. A oficina teve início na segunda-feira (21), na Câmara de Vereadores.

No último dia da oficina, os alunos colocaram em prática tudo que foi aprendido durante o decorrer da semana, com todos os equipamentos do professor Marlon Meirelles. Os alunos gravaram um documentário sobre o fim do mundo, entrevistando os solidanenses.

A aluna Simone Melo afirmou que foi maravilhoso ter participado do curso.

“Pra mim foi maravilhoso ter essa nova visão e conhecimento de como se faz se monta e se vive um documentário. Aprendi muitas coisas novas, fiz amizades novas e mais ainda aprendi coisas que vou levar pro resto da minha vida! Que cursos como este sempre venham, é sempre muito bom aprender e viver”, afirmou a estudante.

“Documentando Expedição pelo Sertão”, é assinado pelo cineasta Marlon Meirelles. A iniciativa chega à 6ª edição, oferecendo oficinas audiovisuais a pessoas que gostam da sétima arte.

O projeto chegou em Solidão através da Diretoria de Juventude, Maria Ildineia Souza, e da Secretária de Cultura e Turismo.

Lava Jato tenta identificar destinatário de R$ 3 mi pagos pela Odebrecht

G1 Perícia realizada nos sistemas de comunicação e de contabilidade informais da Odebrecht mostra que a empresa pagou pelo menos R$ 8,5 milhões, entre maio e agosto de 2012, a cinco políticos – os senadores Romero Jucá (MDB-RR) e Renan Calheiros (MDB-RR) e os ex-senadores Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e Gim Argello (sem partido-DF), […]

G1

Perícia realizada nos sistemas de comunicação e de contabilidade informais da Odebrecht mostra que a empresa pagou pelo menos R$ 8,5 milhões, entre maio e agosto de 2012, a cinco políticos – os senadores Romero Jucá (MDB-RR) e Renan Calheiros (MDB-RR) e os ex-senadores Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e Gim Argello (sem partido-DF), além de um quinto nome ainda não identificado.

O político indicado nas planilhas da empreiteira pelo codinome de “Glutão” teria recebido R$ 3 milhões em Brasília em maio de 2012, mas a Polícia Federal ainda não sabe de quem se trata.

Os valores teriam sido pagos pela aprovação do projeto de resolução do senado 72/2010, que limitou a concessão de benefícios fiscais pelos estados em portos a produtos importados. O caso ficou conhecido como “Guerra dos Portos” e beneficiou diretamente uma das empresas do grupo Odebrecht, a Braskem.

Em 12 de dezembro, a PF pediu ao relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin, mais 60 dias de prazo para conclusão das investigações.

O objetivo dos policiais é cruzar dados da perícia com provas coletadas na Operação Armistício, realizada em 8 de novembro e que recolheu informações de supostos intermediários de Jucá, Renan e Gim Argello.

Fachin pediu para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar em parecer sobre o pedido da Polícia Federal para prorrogar mais uma vez as investigações. O magistrado aguardará o posicionamento da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para então decidir se estende o prazo da apuração.

O inquérito foi aberto em abril de 2017 com base nas delações premiadas dos executivos e ex-dirigentes da Odebrecht.

O ex-executivo da construtora Cláudio Melo Filho delatou à PGR o repasse de R$ 3 milhões a Jucá, que era líder do governo no Senado, para aprovação do projeto que limitou a concessão de benefícios fiscais a importados.

Além disso, a empresa também teria feito o pagamento de R$ 500 mil ao ex-senador Delcídio do Amaral, que cobrou a suposta propina após o texto ter sido aprovado pelo Congresso Nacional.

Um relatório de análise da PGR, finalizado em junho deste ano mas incluído recentemente na investigação, analisou dados do sistema de comunicação paralela da empresa, o Drousys, e do sistema de contabilidade, o MyWebDay. Os dados mostram os pagamentos a Jucá, Renan, Gim Argello e Delcídio, além do nome ainda não identificado.

Conforme o Drousys, Delcídio teria recebido os R$ 500 mil em São Paulo EM 16 de agosto, em pagamento por meio do doleiro Álvaro Novis. O MyWebDay indicou o destino dos outros R$ 8 milhões, com os endereços: R$ 1 milhão para o codinome Campari, que seria Gim Argello, R$ 3 milhões, mediante três pagamentos de R$ 1 milhão cada,  em favor de Liderança, que seria Jucá, R$ 1 milhão para o codinome Justiça, que seria Renan Calheiros e R$ 3 milhões para o codinome Glutão, conforme orientação de Cláudio Mello.

Tabira: Polícia Militar detalha homicídio ocorrido no sábado

Gabriel Matsuzaki de Brito tinha 25 anos e era ex-presidiário. O 23º Batalhão de Polícia Militar detalhou o homicídio ocorrido na noite deste sábado (13). Segundo a PM, por volta das 21h30, a guarnição ordinária da cidade de Tabira foi informada que teriam ocorrido uns disparos de arma de fogo na rua José Joaquim Veras.  […]

Gabriel Matsuzaki de Brito tinha 25 anos e era ex-presidiário.

O 23º Batalhão de Polícia Militar detalhou o homicídio ocorrido na noite deste sábado (13). Segundo a PM, por volta das 21h30, a guarnição ordinária da cidade de Tabira foi informada que teriam ocorrido uns disparos de arma de fogo na rua José Joaquim Veras. 

De imediato  o policiamento foi até o local onde  testemunhas informaram que um homem em uma motocicleta vermelha, modelo não identificado, usando blusa branca, calça jeans e com uma caixa  de entrega via delivery nas costas, chegou em frente à residência da vítima perguntando  por Gabriel, após a vítima confirmar ser a pessoa a qual o motociclista  procurava, o imputado efetuou de 3 a 5 disparos de arma de fogo contra a mesma,  e logo em seguida se  evadiu tomando destino ignorado. 

A vítima foi socorrida até o Hospital Dr. José Luiz da Silva Neto, em Tabira, porém não resistiu aos ferimentos.

A vítima identificada como Gabriel Matsuzaki de Brito, 25 anos, era ex-presidiário.

Ainda no sábado, só que mais cedo, durante a madrugada, aconteceu um duplo homicídio em São José do Egito conforme nota já publicada pelo blog.

Operação Pipa pode ser retomada em parceria com a Compesa, diz secretário Dilson Peixoto

Blog do Carlos Britto O secretário estadual de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto, admitiu que o Governo de Pernambuco só irá retomar a Operação-Pipa no Sertão quando quitar as pendências ainda existentes junto aos pipeiros contratados. Dilson disse à imprensa, durante o 4º Seminário Todos por Pernambuco, em Petrolina, que sua pasta herdou um passivo de […]

Blog do Carlos Britto

O secretário estadual de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto, admitiu que o Governo de Pernambuco só irá retomar a Operação-Pipa no Sertão quando quitar as pendências ainda existentes junto aos pipeiros contratados.

Dilson disse à imprensa, durante o 4º Seminário Todos por Pernambuco, em Petrolina, que sua pasta herdou um passivo de R$ 4 milhões. Por este motivo, o governador Paulo Câmara optou por não retomar a ação neste momento.

Nesta semana, o Estado conseguiu liberar os primeiros recursos para iniciar a quitação dos atrasados com os pipeiros. O valor é de R$ 1,3 milhão.

Dilson explicou que a ideia do governo é retomar a Operação-Pipa em parceria com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) porque, segundo o secretário, não há uma previsão orçamentária do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) para bancar o serviço.

Andrade Gutierrez admite que propina abasteceu campanha de Dilma em 2014, diz jornal

A empreiteira Andrade Gutierrez teria feito, em 2010 e 2014, doações legais às campanhas da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seus aliados, utilizando propinas procedentes de obras superfaturadas da Petrobras e do sistema elétrico. A revelação integra a delação premiada do ex-presidente da construtora Otávio Marques de Azevedo e foi apresentada pelo empresário em uma planilha  à […]

18471712A empreiteira Andrade Gutierrez teria feito, em 2010 e 2014, doações legais às campanhas da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seus aliados, utilizando propinas procedentes de obras superfaturadas da Petrobras e do sistema elétrico.

A revelação integra a delação premiada do ex-presidente da construtora Otávio Marques de Azevedo e foi apresentada pelo empresário em uma planilha  à Procuradoria-Geral da República (PGR). As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com o periódico, o ex-presidente e o ex-executivo Flávio Barra esmiuçaram os detalhes do documento em depoimentos ocorridos em fevereiro, enquanto negociavam a delação premiada que aguarda homologação no Supremo Tribunal Federal (STF).

A revelação marca a primeira vez que um empresário detalha o esquema — apurado pela Operação Lava-Jato — de financiamento de partidos por meio de propinas de contratos públicos legalizadas na forma de doação eleitoral.

Em 2014, a Andrade Gutierrez repassou R$ 20 milhões para o comitê da campanha de Dilma. Segundo a apuração da Folha de S.Paulo, na tabela, que inclui também doações realizadas em 2010 e 2012, cerca de R$ 10 milhões destinados às campanhas da presidente estão vinculados à participação da construtora em contratos de obras públicas. A reportagem pondera que não está claro se o valor endereçado à petista foi entregue ao comitê ou ao Diretório Nacional do PT.

Conforme a delação de Azevedo, a propina que teria servido à campanha tinha origem em contratos da Andrade Gutierrez para as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, da usina nuclear de Angra 3 e da hidrelétrica de Belo Monte, que estão entre as 10 maiores do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A tabela, segundo a Folha de S.Paulo, também relaciona valores para as campanhas de Dilma em 2010 e para o Diretório Nacional do PT nas eleições municipais de 2012. O jornal ainda salienta que não há menção à campanha dos adversários tucanos da presidente.