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Sílvio Costa Filho: “Não sou candidato a prefeito do Recife”

Por Nill Júnior

Caro Nill Júnior,

Mesmo sem nunca ter me colocado como candidato a prefeito do Recife, nos últimos meses fui estimulado por vários setores da política e segmentos da sociedade a disputar a Prefeitura. Entretanto, neste momento, entendo que a melhor forma de ajudar o Recife e Pernambuco é servindo ao Brasil. Nesta segunda-feira (03), está iniciando o segundo ano legislativo do nosso primeiro mandato de deputado federal. Vou seguir focado na agenda Brasil, ajudando a construir um país mais justo e inclusivo.

Entendo que é preciso construir um estado inteligente. Que priorize a inclusão social e o ajuste fiscal. Para isso, precisamos fazer as reformas tributária, administrativa, o novo pacto federativo, entre outros. Temos que recuperar a capacidade de investimento da União, Estados e municípios. Esse é o momento de repensar o Brasil, independente da posição ideológica.

Vou continuar trabalhando com o intuito de votar matérias e medidas que estimulem o crescimento econômico e a geração de emprego e renda, melhorando a qualidade de vida das pessoas.

Vamos ampliar o diálogo com prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, com os movimentos sociais, sindicatos patronal e laboral, além de professores, juventude, profissionais liberais e demais formadores de opinião. Irei intensificar a presença do nosso partido, o Republicanos, em todo o Estado. Teremos mais de quarenta candidatos a prefeito no próximo dia 04 de outubro. Continuarei visitando todas as regiões e ajudando no que for possível o desenvolvimento de Pernambuco. Por isso, comunico ao povo do Recife que não serei candidato a prefeito. O nosso projeto é Pernambuco.

Silvio Costa Filho

Deputado federal e presidente do Republicanos

Outras Notícias

Médicos relatam mais pacientes jovens e graves com Covid nas UTIs

Há serviços com mais pessoas internadas nas unidades de terapia intensiva do que nas enfermarias No momento em que o aumento de casos de Covid-19 provocam lotação em hospitais públicos e privados do país, médicos relatam uma mudança no perfil desses pacientes nas UTIs. Em geral, estão chegando pessoas mais jovens, entre 30 e 50 […]

Há serviços com mais pessoas internadas nas unidades de terapia intensiva do que nas enfermarias

No momento em que o aumento de casos de Covid-19 provocam lotação em hospitais públicos e privados do país, médicos relatam uma mudança no perfil desses pacientes nas UTIs. Em geral, estão chegando pessoas mais jovens, entre 30 e 50 anos, mais graves e que demandam mais tempo de terapia intensiva. A reportagem é de Cláudia Collucci/Folha de S. Paulo.

Ficam, em média, de dois a cinco dias a mais na UTI em relação aos pacientes com Covid internados nos primeiros meses da pandemia, o que prejudica o giro de leitos.

Alguns serviços já registram mais pacientes nas UTIs do que nas enfermarias, sugerindo maior gravidade dos casos.

A médica intensivista Suzana Lobo, presidente da Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), relata que há até bem pouco tempo a relação era de dois pacientes nas enfermarias para um na UTI.

“Agora isso está invertendo em muitos locais. Sugere internações mais tardias, com pacientes mais graves. Talvez por confiança nesses ditos tratamentos precoces, que a gente sabe que não funcionam.”

No Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), onde Lobo dirige o centro de terapia intensiva, na sexta (26) havia 121 pacientes de Covid na UTI e 88 na enfermaria. Há um mês, no dia 25 de janeiro, eram 113 na enfermaria e 96 na UTI.

Ainda não há dados gerais consolidados que expliquem essa mudança de perfil dos pacientes e da doença. Entre as hipóteses estão maior exposição ao vírus dos mais jovens, circulação de novas variantes do coronavírus, demora em ir para o hospital e mais uso de recursos terapêuticos de longa duração.

“Há uma clara percepção nas últimas semanas de que o perfil mudou. No nosso serviço, os pacientes mais jovens e mais graves têm sido uma constante na UTI”, diz o intensivista Ederlon Rezende, chefe da UTI de adultos do Hospital do Servidor Estadual, em São Paulo, e que faz parte do conselho consultivo da Amib.

Levantamento produzido pelo Deltafolha mostrou que o percentual de pacientes com até 60 anos mortos por Covid no país teve em janeiro sua primeira alta, ainda que discreta. Em abril de 2020, no início da pandemia, esse grupo representava 32% dos mortos, percentual que foi caindo até atingir 23,1% em novembro e dezembro, segundo dados do Ministério da Saúde.

Em janeiro, pela primeira vez, a proporção dessa parcela mais jovem cresceu, ainda que moderadamente: chegou a 24,9%, na esteira do avanço do número de casos, aumento de mortes e lotação de hospitais em alguns estados.

O infectologista David Uip, do Hospital Sírio-Libanês, afirma que, na prática clínica, o tempo médio de internação dos seus pacientes com Covid-19 na UTI passou de 13 para 17 dias, e a média de idade caiu dez anos.

“Antes víamos muito mais pacientes agudizados de 60 para cima, agora estamos vendo de 50, mas também ainda mais jovens. Eu internei um estudante de medicina de 22 anos. Tivemos duas meninas de 36 anos na UTI. Todos saíram vivos”, diz ele.

A cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, professora da USP e médica do InCor (Instituto do Coração), tem a mesma percepção. “Estou com pacientes jovens, de 30, 30 e poucos anos, internados, intubados. Isso a gente não via antes nesse volume. É paciente de Manaus, de Mato Grosso, de Rondônia, de Brasília, de São Paulo”, relata.

Na sua experiência, o tempo de permanência desses pacientes em UTI também mudou. No ano passado, era de até 14 dias, em média, agora está batendo em 20 dias.

O médico intensivista Cristiano Augusto Franke, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS), é outro que observa uma mudança de perfil dos internados na terapia intensiva.

“É claro que ainda temos pessoas mais idosas, mas antes não víamos tantos jovens sem comorbidades chegando muito graves e com um tempo de internação prolongado. Isso tem estrangulado o sistema. Estamos com as UTIs lotadas”, diz.

Segundo Suzana Lobo, da Amib, relatos assim têm chegado de várias partes do país, embora também haja serviços que ainda não registraram mudanças no perfil de pacientes. “Mais jovem e mais graves é uma percepção generalizada, já o período de permanência tem variado. Vamos precisar de mais tempo para ter um dado global”, afirma.

De acordo com ela, há muita variabilidade regional e diferentes estruturas de UTIs. Agora, com a circulação das novas variantes, será preciso avaliar também se elas, além do potencial de maior transmissibilidade, vão influenciar no maior tempo de internação.

O intensivista Felipe Bittencourt, do Hospital Guadalupe, de Belém (PA), por exemplo, diz que ainda não houve mudança no perfil de pacientes atendidos. Os mais jovens abaixo de 60 anos representam hoje 28,3% dos internados na UTI.

“Mas é possível que seja apenas uma questão de tempo e de volume de pacientes. Desde o início da pandemia, estamos trabalhando com uma espécie de ‘delay’ epidemiológico, em que a realidade dos serviços e centros de maior volume torna-se a nossa realidade em questão de duas a três semanas.”

Para Uip, essa mudança no tempo de permanência na UTI pode ser reflexo de um maior aprendizado, que envolve mais possibilidades de recursos terapêuticos e, portanto, uma alta mais tardia.

“Estamos utilizando doses de medicamentos acima de todos os limites que conhecíamos. Eu sou do tempo que fazíamos bloqueio neuromuscular para pacientes com tétano, com contraturas. As doses que estão utilizando hoje são muito maiores e por mais tempo. Estamos usando antibióticos que já sabíamos, o que tem de novo e voltando para os de segunda linha.”

Outro exemplo é o Ecmo (equipamento que funciona como pulmão e um coração artificiais para pacientes que estão com os órgãos comprometidos), antes usado em pacientes com insuficiência cardíaca crônica, e que agora está sendo muito utilizado para casos de insuficiência respiratória aguda por Covid.

“Estamos salvando pacientes inacreditáveis, que muita gente não acreditava que sobreviveriam”, conta.

Para Ederlon, é preciso mais tempo e mais estudos para poder compreender essa mudança de perfil dos pacientes e do tempo de internação.

“Seria uma nova variante que, além de mais contagiosa, tem potencial de ser mais grave? Seriam os jovens que estão mais expostos porque não toleram mais o distanciamento e estão aglomerados? O cuidado melhorou? Ou é uma combinação de tudo?

Após susto, Gilson Bento volta a Brejinho

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, do Republicanos, voltou a Brejinho neste sábado, depois do susto que teve ao ser internado no Peru, onde participava de um passeio em Machu Picchu. Com um infarto esplênico , problema causado pela altitude, mas multifatorial, em que o sangue que vai ao baço é interrompido, ele foi levado […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, do Republicanos, voltou a Brejinho neste sábado, depois do susto que teve ao ser internado no Peru, onde participava de um passeio em Machu Picchu.

Com um infarto esplênico , problema causado pela altitude, mas multifatorial, em que o sangue que vai ao baço é interrompido, ele foi levado em UTI aérea para o Hospital São Luiz, em São Paulo. Gradativamente foi melhorando e teve alta a poucos dias.

“Já estou de volta ao nosso sertão, à minha casa, e não consigo descrever a emoção de retornar ao meu lugar, cercado do carinho e da energia de vocês. Agradeço, do fundo do coração, a toda a população brejinhense, a cada familiar e amigo que tirou um tempo para rezar por mim, mandar uma mensagem, uma palavra de força ou simplesmente desejar o meu bem”.

Seguiu: “passei por um momento delicado, mas graças a Deus e às orações de vocês, estou bem melhor. Em breve estarei retomando minhas atividades, com ainda mais fé, força e disposição para seguir firme na caminhada ao lado do nosso povo. Que Deus abençoe cada um que se fez presente, mesmo de longe. Minha eterna gratidão”.

Na foto, Gilson Bento está com a família, incluindo o primo George Borja.  Em poucos dias, ele assume a gestão das mãos do vice, Naldo de Valdim.

O fato e a foto: Marília consegue milagre em Arcoverde

A candidata Marília Arraes conseguiu reunir adversários na foto de sua campanha em passagem por Arcoverde. Na cidade, o vice-prefeito Israel Rubis segue praticamente em voo solo disputando um mandato federal. Já o presidente da Câmara,  Weverton Siqueira, o Siqueirinha,  apoia Marília mais os candidatos Tiago a Estadual e Guilherme Uchôa Júnior pra Federal. O […]

A candidata Marília Arraes conseguiu reunir adversários na foto de sua campanha em passagem por Arcoverde.

Na cidade, o vice-prefeito Israel Rubis segue praticamente em voo solo disputando um mandato federal.

Já o presidente da Câmara,  Weverton Siqueira, o Siqueirinha,  apoia Marília mais os candidatos Tiago a Estadual e Guilherme Uchôa Júnior pra Federal.

O casal Rodrigo e Cibele Roa apoia Zeca Cavalcanti para Estadual e Waldemar Oliveira para Federal,  pela ligação com Sebastião Oliveira,  do Avante.

Célia Galindo,  que não tem nenhuma proximidade com Israel,  mas que para muitos é madrinha de sua entrada na política quando articulou sua transferência de Arcoverde,  apoia Zeca e Clodoaldo Magalhães para Federal.

Isso explica a informação de bastidores de que foi desafiante reunir todos na foto. Prova é de que nas suas redes sociais,  cada um faz seu post com Marília.  A famosa foto só saiu no blog pelas mãos da Assessoria de Marília,  responda pelo milagre…

Pesquisa Ipespe: Lula tem 45%; Bolsonaro, 34%; Ciro, 8%

Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (27) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 34%. As eleições estão marcadas para 2 de outubro. Lula oscilou um ponto para mais em relação à pesquisa anterior do instituto, divulgada em 20 de […]

Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (27) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 34%. As eleições estão marcadas para 2 de outubro.

Lula oscilou um ponto para mais em relação à pesquisa anterior do instituto, divulgada em 20 de maio. Bolsonaro também oscilou dois pontos para mais, dentro da margem de erro de 3,2%.

A seguir aparecem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 8%, e a senadora Simone Tebet (MDB), com 3%. O deputado federal André Janones (Avante) e o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) têm 2%. O tucano anunciou na segunda-feira (23) sua desistência da disputa.

Pablo Marçal (Pros), Felipe d’Avila (Novo), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC), Luciano Bivar (União Brasil) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram ― embora tenham sido citados, não chegaram a 1%. Leonardo Péricles (UP) consta do questionário, mas não foi citado por nenhum respondente.

Brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos candidatos somam 3%. Indecisos representam 2% dos entrevistados. Os percentuais que não totalizam 100% são decorrentes de arredondamento ou de múltiplas alternativas de resposta.

Foram ouvidas 1.000 pessoas por telefone entre 23 e 25 de maio. A pesquisa, encomendada pela XP Investimentos, foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-07856/2022. A margem de erro máximo estimada é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem. As informações são da CNN Brasil.

Após críticas, Augusto Coutinho e líderes anunciam pedido para retirada de emenda que atrasa fim da escala 6×1

Diante das críticas sobre os efeitos da emenda nº 1 à PEC que altera a escala 6×1, às vesperas das eleições, os líderes de partidos do Centrão, bloco que totaliza 272 deputados, apresentaram requerimento para solicitar ao presidente Hugo Motta a retirada de tramitação da emenda. Dizer ser “a fim de evitar distorções que comprometam […]

Diante das críticas sobre os efeitos da emenda nº 1 à PEC que altera a escala 6×1, às vesperas das eleições, os líderes de partidos do Centrão, bloco que totaliza 272 deputados, apresentaram requerimento para solicitar ao presidente Hugo Motta a retirada de tramitação da emenda.

Dizer ser “a fim de evitar distorções que comprometam a clareza do debate e a compreensão da proposta”.

A ementa segundo analistas atrasava em até 10 anos o início pra valer do fim da escala 6×1 e dava margem para jornadas que poderiam chegar a 52 horas semanais.

Assinaram o pedido Isnaldo Bulhões Jr. (Líder do MDB e do Bloco Parlamentar), Augusto Coutinho (Líder do Republicanos), Antonio Brito (Líder do PSD), Rodrigo Gambale (Líder do Podemos), Pedro Lucas Fernandes (Líder do União Brasil), Dr. Luizinho (Líder do PP) e Adolfo Viana, Líder da Federação PSDB-CIDADANIA.