Notícias

Sesc inicia obras do Centro de Recreação em Triunfo

Por Nill Júnior

Ordem de serviço foi assinada nesta sexta-feira (20/09) e inclui construção de equipamento de lazer e reformas no centro de convenções e Fábrica de Criação Popular

Foi assinada nesta sexta-feira (20/9), a ordem de serviço para dar início ao plano de investimentos do Sesc em Triunfo, no Sertão de Pernambuco. Com valor aproximado de R$ 2,9 milhões, será construído um equipamento de lazer e reformados o Centro de Convenções do hotel e a Fábrica de Criação Popular. A solenidade aconteceu em Caruaru, durante a realização do Congresso de Tecnologia da Educação, no Centro de Convenções do Senac, e contou  com a presença do presidente do Sistema Fecomércio, Bernardo Peixoto, do diretor do Sesc em Pernambuco, Oswaldo Ramos, do prefeito de Triunfo, João Batista Rodrigues e da gerente do Sesc em Triunfo, Kátia Ferreira.

Com inauguração prevista para o primeiro semestre do ano que vem, a obra vai gerar 200 empregos, será realizada em 150 dias corridos e executada pela Plínio Cavalcanti & Cia, vencedora da licitação. O Centro de Recreação de Triunfo terá pista de cooperplayground, banheiros e uma concha acústica para receber espetáculos de diversas linguagens culturais e eventos. Também serão disponibilizadas mesas para jogos de tabuleiro, e áreas para passeios de bicicleta, e de encontros, como piqueniques. São mais de nove mil metros quadrados de área aberta ao público em frente ao hotel do Sesc, no bairro de São Cristóvão, e expectativa de receber 2,5 mil pessoas por mês no local.

A Fábrica de Criação Popular, fundada em 2012 na antiga cadeia pública de Triunfo, e o Centro de Convenções, com capacidade para receber 200 pessoas em eventos no hotel, serão contemplados com obras de melhorias. No planejamento de intervenções, estão a substituição de piso, recuperação estrutural, manutenção de cobertura e revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias e pintura.

Outras Notícias

Mais um ônibus da Progresso foi assaltado no Sertão

Um ônibus da empresa Progresso, que seguia de Recife em direção à Petrolina foi assaltado na madrugada deste sábado (8) entre o Trevo do Ibó e o município de Cabrobó. Ninguém ficou ferido durante a ação dos assaltantes. Os criminosos levaram celulares, joias e dinheiro. Segundo informações dos passageiros, a ação foi rápida e durou […]

assalto de onibus da progresso

Um ônibus da empresa Progresso, que seguia de Recife em direção à Petrolina foi assaltado na madrugada deste sábado (8) entre o Trevo do Ibó e o município de Cabrobó. Ninguém ficou ferido durante a ação dos assaltantes.

Os criminosos levaram celulares, joias e dinheiro. Segundo informações dos passageiros, a ação foi rápida e durou cerca de 10 minutos. “Foi um susto, ainda estou em estado de choque, foi tudo Rápido. Depois Salgueiro, passou uns cinco minutos, eles cercaram o ônibus, deram dois tiros, entraram, renderam o motorista, dois fizeram o assalto e três ficaram fora. Foram pedindo os pertences, celular, dinheiro, corrente, tudo o que tinha na frente. E você tinha que ficar esperando a sua vez deles falarem com você”, explicou a caixa de supermercado Edilene Maria Santana.

Segundo o G1, apesar do assalto ter acontecido próximo à Cabrobó, os passageiros não conseguiram ser atendidos na delegacia da cidade. O Boletim de Ocorrência só foi registrado em Petrolina. O auxiliar administrativo, Richard Lima sempre anda de ônibus e agora está preocupado com a volta para casa.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco não soube informar porque os passageiros não conseguiram prestar queixa na delegacia de Cabrobó. Já a Delegacia de Polícia Civil do bairro Ouro Preto, Zona Oeste de Petrolina, disse que está investigando o caso.

Há poucos dias, um ônibus que saiu do Pajeú foi alvo de pedradas próximo a Gravatá, no Agreste. O ônibus não parou após a ação, mas teve que parar na cidade para reparos e prestação de queixa na Delegacia. Ninguém foi preso.

Zé Negão confirma que disputará reeleição na Câmara

Segundo o blogueiro Itamar França, o vereador José Edson Ferreira, o “Zé Negão” (sem partido) deverá disputar a reeleição na Câmara Municipal. O parlamentar declarou que não irá para a disputa majoritária. Zé Negão disse ainda que permanecerá na oposição e não tem restrição a qualquer nome que seja oficializado candidato contra o prefeito José […]

negaoSegundo o blogueiro Itamar França, o vereador José Edson Ferreira, o “Zé Negão” (sem partido) deverá disputar a reeleição na Câmara Municipal. O parlamentar declarou que não irá para a disputa majoritária.

Zé Negão disse ainda que permanecerá na oposição e não tem restrição a qualquer nome que seja oficializado candidato contra o prefeito José Coimbra Patriota.

Embora tenha sido sondado pelos deputados Zeca e Júlio Cavalcante (PTB) para se colocar à disposição do grupo no sentido de concorrer a prefeitura, o Negão tem sido enfático em afirmar que não tem pretensão, pelo menos no momento.

Zé Negão era tido até então como um dos nomes com mais peso (politicamente e na balança) para encabeçar uma chapa para enfrentar o atual prefeito. Sem ele, continuam cotados nomes como Antonieta Guimarães, Vicentinho, Emídio Vasconcelos e Fernando Moraes.

O nome de Totonho Valadares, ainda é cotado, mas com menos força depois que teve encontros recentes na Casa Civil para acomodar sua pauta.

ze_negao-vicentinho1-660x330Vicentinho não deixará disputa: o vereador Vicente Zuza, o Vicentinho, negou falando à produção do programa Manhã Total (Rádio Pajeú) que vá deixar a política. A informação chegou a ser passada no debate com os blogueiros Júnior Finfa, Itamar França e Mário Martins.

ERALDO-600x600Novo PPS : O Partido Popular Socialista (PPS) tem nova composição em Afogados da Ingazeira. Além do Presidente Ney Quidute, conta com  Eraldo Feijó (Vice), Márcio André (Secretário), Aliana Rabelo (Tesoureira) e Patrícia Amaral (comunicação). O partido integra a base governista. Eraldo é cotado dentre os nomes para vice de Patriota.

Após nota de Marcelo Pereira, prefeitura de Belmonte admite erro em conta sobre economia de combustível

Uma nota do ex-prefeito Marcelo Pereira motivou uma retratação da Prefeitura de São José do Belmonte, que divulgou informação, inclusive reproduzida no blog, de “economia de R$ 1,7 milhão em combustíveis” na gestão Romonilson Mariano. Segundo a matéria, a atual gestão teria promovido uma economia de mais de R$ 1,7 milhão em combustíveis, na comparação […]

Uma nota do ex-prefeito Marcelo Pereira motivou uma retratação da Prefeitura de São José do Belmonte, que divulgou informação, inclusive reproduzida no blog, de “economia de R$ 1,7 milhão em combustíveis” na gestão Romonilson Mariano.

Segundo a matéria, a atual gestão teria promovido uma economia de mais de R$ 1,7 milhão em combustíveis, na comparação dos gastos do ano de 2017, primeiro ano de sua gestão, com o ano de 2016, último ano em que Pereira esteve a frente da gestão municipal, afirmando que em 2016 os gastos com combustíveis teriam sido de mais de R$ 2,6 milhões.

“A afirmação não passa de uma acusação leviana, fantasiosa e mentirosa, com nítido interesse escuso, visto que no ano de 2016, o total de gastos com combustíveis, lubrificantes e filtros, ou seja, três itens essenciais ao funcionamento de motores movidos a combustível fóssil, cingiu-se a R$ 1.391.061,99”, afirmou Marcelo.

Marcelo afirmou com documentos que os combustíveis foram adquiridos junto aos fornecedores: Verdejante Comercial Ltda (CNPJ 41.057.571/0003-01), e Máxima Comércio Varejista de Combustíveis Ltda (CNPJ 08.775.275/0001-09), para atender toda a frota de veículos pertencentes ao município.

Afirmou que todas as informações estão no site do Tribunal de Contas de Pernambuco – TCE, mais especificamente na aba Tome Conta, acessível por todo e qualquer cidadão, para aferir a verdade dos fatos.

 

Ele acrescentou que ao encerrar a gestão em 31/12/2016, deixou nas contas do município (Prefeitura, Saúde e Assistência Social)  R$ 3.437.734,00 (três milhões, quatrocentos e trinta e sete mil setecentos e trinta e quatro reais), “comportamento esse sensato, facultando ao novo gestor recurso arrecadados durante a minha gestão, para continuar os serviços públicos essenciais”.

“Não fosse apenas isso, deixei o município dotado de um novíssimo hospital municipal, escolas recém reformadas, material didático, ambulâncias novas, veículo do transporte da carne novo, folha de pagamento em dia; etc”, disse.

Após a nota de Marcelo, o site da prefeitura emitiu uma nota admitindo o erro. “A Prefeitura de São José do Belmonte vem por meio desta informar que de acordo com os dados levantados sobre os gastos com combustível no último ano da gestão do ex-prefeito Marcelo Pereira, consta que foi efetivamente pago o consumo de mais de R$ 1,3 milhão e não R$ 2,6 milhão como informamos anteriormente”.

Acrescentaram que os dados apurados anteriormente teriam sido colhidos no sistema de contabilidade do exercício de 2016. “Os valores mencionados nessa nota foram colhidos diretamente no sistema Tome Conta do Tribunal de Contas de Pernambuco, que aponta R$ 1.383.285,90”.

“Diante dos fatos, pedimos desculpas pelo ocorrido”, conclui a nota.

Propinas a grupo de Temer somam R$ 1,8 bilhão e acusados monitoravam agentes da PF, diz MPF

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro afirma que a soma dos valores de propinas recebidas ou prometidas ao suposto grupo criminoso chefiado pelo ex-presidente Michel Temer ultrapassa R$ 1,8 bilhão. Além disso, os procuradores da República sustentam que os investigados monitoravam agentes da Polícia Federal. As declarações foram feitas em coletiva de […]

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro afirma que a soma dos valores de propinas recebidas ou prometidas ao suposto grupo criminoso chefiado pelo ex-presidente Michel Temer ultrapassa R$ 1,8 bilhão. Além disso, os procuradores da República sustentam que os investigados monitoravam agentes da Polícia Federal.

As declarações foram feitas em coletiva de imprensa na sede da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro, na tarde desta quinta-feira (21), dia em que foi deflagrada “Operação Descontaminação”, no âmbito da Lava Jato, que prendeu o ex-presidente e o ex-ministro Moreira Franco.

Na denúncia do MPF, há uma tabela (veja abaixo) que associa o pagamento de propinas – prometidas ou desviadas – às diferentes áreas de influência de que supostamente a organização criminosa tinha controle.

Conforme informado pela PF mais cedo, a investigação decorreu de elementos colhidos nas operações Radioatividade, Pripyat e Irmandade, embasadas em colaboração premiada firmada polícia. Os mandados foram expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, cujo juiz titular é Marcelo Bretas.

Ao explicar a operação desta quinta, o delegado regional de Combate ao Crime Organizado da PF, Rodrigo de Sousa Alves, afirmou que as ações “ainda estão em andamento e duas pessoas ainda estão sendo procuradas pela polícia”. A procuradora da República Fabiana Schneider, que também integra a força-tarefa da Lava Jato no Rio, detalhou alguns dos crimes detectados na investigação.

Também segundo Schneider, foi verificado através de escutas telefônicas que coronel Lima, amigo de Temer, “era a pessoa que intermediava as entregas de dinheiro a Michel Temer”. “Não há dúvidas quanto a isso”, frisou a procuradora. Além disso, a procuradora também citou que foi identificado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) uma tentativa de depósito de R$ 20 milhões, em outubro de 2018, na conta da Argeplan. Isso ocorreu, disse ela, depois da prisão do coronel Lima, em abril em 2018.

Participaram da conferência, que durou mais de 1 hora, os procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato no Rio: José Augusto Vagos; Rodrigo Timóteo; Fabiana Scheneider; Eduardo El Hage e Sérgio Pinel. Pela Polícia Federal no Rio: o superintendente da PF no Rio, Ricardo Saadi; o delegado regional executivo da PF, Tácio Muzzi; o delegado regional de Combate ao Crime Organizado, Rodrigo de Sousa Alves; o delegado da PF Alexandre Bessa; e a da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, Paula Ortega Cibulski.

Inquérito que investigava Moreira Franco por farra das passagens é arquivado

Por Rosanne D’Agostino, TV Globo, Brasília O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou um inquérito contra o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, no caso conhecido como “farra das passagens”. Moreira Franco foi denunciado por peculato – crime praticado por funcionário público. A acusação era de que ele teria destinado […]

Por Rosanne D’Agostino, TV Globo, Brasília

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou um inquérito contra o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, no caso conhecido como “farra das passagens”.

Moreira Franco foi denunciado por peculato – crime praticado por funcionário público. A acusação era de que ele teria destinado passagens aéreas pagas pela Câmara dos Deputados para parente e amigos em 2007 e 2008.

No dia 27 de setembro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, havia pedido o arquivamento do caso. Isso porque, como o ministro tem mais de 70 anos, o caso prescreve em metade do tempo, no caso, oito anos.

Outros dez ex-parlamentares sem foro também foram denunciados, mas apenas o caso de Moreira Franco foi mantido no Supremo depois que ele virou ministro.

A chamada “farra das passagens” tornou-se pública em 2009. De acordo com as investigações, deputados utilizavam a verba da chamada cota parlamentar para emitirem passagens aéreas para viagens de lazer.

Segundo o procurador Elton Ghersel, que apresentou denúncia ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região contra parlamentares e ex-parlamentares no ano passado, os deputados também utilizavam a verba pública para comprar passagens para familiares e amigos.

Em outros casos, segundo o procurador, os parlamentares chegaram a vender milhas referentes à cota parlamentar para agências de viagens, que as revendiam para outros clientes.

À época em que o caso foi revelado, os deputados tinham direito a uma cota mensal de seis passagens aéreas, que deveriam ser destinadas a viagens aos estados de origem ou a viagens oficiais. Se o valor não fosse integralmente utilizado, os deputados podiam usar o excedente para outros fins.