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Sertão do Pajeú se aproxima dos 350 óbitos por Covid-19

Por André Luis

Iguaracy confirmou o 15º óbito pela doença.

Por André Luis

Após os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quinta-feira (18), a região totaliza 20.529 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 66 novos casos nas últimas 24 horas.

Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.346; Afogados da Ingazeira, 3.194; Tabira 1.919, São José do Egito, 1.526; Carnaíba,  1.078; Flores, 759; Santa Terezinha, 698; Itapetim, 678; Triunfo, 671; Iguaracy, 486; Calumbi, 376; Brejinho, 365; Solidão, 342; Quixaba, 313; Santa Cruz da Baixa Verde, 310; Tuparetama, 301 e Ingazeira, 167 casos confirmados.

Óbitos – Com mais um óbito em Iguaracy, a região conta com 349 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (106); Afogados da Ingazeira (35); São José do Egito (27); Flores (26); Carnaíba (22); Triunfo (22); Tabira (21); Santa Terezinha (20); Tuparetama (17); Iguaracy (15); Itapetim (12); Quixaba (10); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (5); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).

A Secretaria de Saúde de Iguaracy confirmou o 15º óbito pela Covid-19, no boletim epidemiológico de ontem. Segundo informações, o óbito ocorreu em outubro de 2020 no Hospital Regional Emília Câmara, mas só agora foi repassado para o município. 

Recuperados –  A região tem agora no total 19.670 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 95,81% dos casos confirmados. Ontem foram 55 novas curas clínicas.

Outras Notícias

Chuvas em Bodocó e Surubim: Defesa Civil de PE emite nota

Chuvas torrenciais em Bodocó Devido às fortes chuvas registradas nos últimos dias em Pernambuco, o Governo do Estado, através da Casa Militar e Secretaria Executiva de Defesa Civil, informa que mobilizou equipes para os municípios de Surubim, no Agreste, e Bodocó, no Sertão, junto com militares do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, para […]

Chuvas torrenciais em Bodocó

Devido às fortes chuvas registradas nos últimos dias em Pernambuco, o Governo do Estado, através da Casa Militar e Secretaria Executiva de Defesa Civil, informa que mobilizou equipes para os municípios de Surubim, no Agreste, e Bodocó, no Sertão, junto com militares do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, para prestar o apoio necessário ao reestabelecimento da normalidade nesses locais.

Essas equipes seguirão nas duas cidades enquanto for necessário.

Os levantamentos preliminares indicam que, em Surubim, uma família – que reside na Rua José João Minervino – encontra-se desalojada, que o acesso às comunidades Doquinha, Lagoa Nova e Gancho do Galo encontram-se interditados por conta da queda de um poste.

Em, Bodocó um prédio público – a Escola Estadual Carlos Lócio – foi interditada por alagamento; o bairro do Amparo, as ruas do capim, das pedras e a Nelson Araújo também foram atingidas e a ponte sobre o Riacho do Pequi, na PE 545, entre Ouricuri e Bodocó, encontra-se parcialmente danificada e por isso foi interditada.

Os trabalhos das equipes da Defesa Civil estão em andamento para o levantamento do número de famílias desalojadas e/ou desabrigadas. A Defesa Civil do Estado continuará de plantão acompanhando a situação em todo o Estado.

OPERAÇÃO INVERNO – Na manhã de hoje, Casa Militar e Secretaria Executiva de Defesa Civil, reuniu os agentes e representantes de secretarias de estado envolvidos no gabinete de crise onde foram traçadas as ações que serão implementadas durante a Operação Inverno 2018.

Na ocasião foram detalhadas as medidas previstas no Decreto 45.812 que trata do plano de contingência do Estado para respostas aos desastres provocados por intensas precipitações pluviométricas.

MPF recomenda anulação de contratos de transporte escolar em município da PB

O Ministério Público Federal (MPF) em Monteiro (PB) recomenda que a Prefeitura Municipal de Monteiro revise e anule, em 30 dias, contratos supostamente irregulares de transporte escolar em vigor para o ano de 2019. O Ministério Público recomenda ainda que, também em 30 dias, a prefeitura planeje e deflagre, para o restante do ano letivo, […]

Foto ilustrativa

O Ministério Público Federal (MPF) em Monteiro (PB) recomenda que a Prefeitura Municipal de Monteiro revise e anule, em 30 dias, contratos supostamente irregulares de transporte escolar em vigor para o ano de 2019. O Ministério Público recomenda ainda que, também em 30 dias, a prefeitura planeje e deflagre, para o restante do ano letivo, novos pregões, com linhas e rotas específicas, adequada pesquisa de preços, termo de referência, ampla publicidade e de acordo com toda a legislação vigente e com o Guia de Transporte Escolar do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O objetivo é promover a contratação de pessoas físicas ou jurídicas que tenham capacidade operacional para prestar o serviço de transporte escolar no município.

Confira a recomendação

Irregularidades – Com base em denúncias recebidas, o MPF em Monteiro instaurou procedimento em fevereiro para apurar supostas irregularidades em processos licitatórios que resultaram na contratação de pessoas físicas para prestar o serviço de transporte escolar em mais de 40 rotas, ao longo do município.

Em todos os certames realizados, só houve a participação de um interessado por rota. Em alguns procedimentos, parentes participaram. Foi constatado ainda que representante de uma empresa em um determinado certame representou uma outra empresa em um certame distinto. Analisando os documentos de habilitação dos licitantes, observou-se que uma mesma pessoa física/jurídica sagrou-se vencedora em mais de uma rota, com um mesmo veículo.

Em algumas licitações, por exemplo, não foram informadas as condições das estradas pelas quais o transporte escolar necessita passar. Ainda não foram apontados quais critérios técnicos deveriam fundamentar os preços a serem ofertados, o que indica o não cumprimento da “Metodologia de Custo do Transporte Rural” do FNDE.

O MPF observou ainda que documentos de procedimentos licitatórios não foram rubricados ou numerados, em desobediência à determinação legal prevista no artigo 40, § 10, da Lei n. 8.666/93.

Carros velhos – Após análise de documentação, o MPF constatou que vários veículos que prestam serviço de transporte escolar em Monteiro têm mais de sete anos de uso, alguns com mais de 40 anos, ferindo o que estabelece o FNDE, comprometendo a comodidade e segurança de crianças e adolescentes.

Outras medidas – A recomendação não anula a possibilidade de o MPF ingressar com outras medidas, inclusive judiciais.

Patriota tem última agenda de prefeito na Educação

Na última agenda administrativa dos seus oito anos de gestão, o Prefeito José Patriota entregou, de forma simbólica, o fardamento escolar para o ano letivo 2021, tanto para os alunos da educação infantil e do ensino fundamental (anos iniciais e finais), quanto para os alunos da Educação de Jovens e Adultos. O fardamento havia sido […]

Na última agenda administrativa dos seus oito anos de gestão, o Prefeito José Patriota entregou, de forma simbólica, o fardamento escolar para o ano letivo 2021, tanto para os alunos da educação infantil e do ensino fundamental (anos iniciais e finais), quanto para os alunos da Educação de Jovens e Adultos.

O fardamento havia sido adquirido no primeiro semestre, mas não pode ser entregue devido à pandemia e suspensão das aulas presenciais.

Além do fardamento, o Prefeito Patriota também entregou um veículo zero quilômetro Spin, para o trabalho de supervisão e acompanhamento do trabalho das escolas, e uma moto zero quilômetro Honda, modelo broz 160, para a fiscalização do transporte escolar, num investimento total de mais de R$ 110 mil, com recursos próprios.

O Prefeito também assinou a ordem de serviço para a reforma e ampliação do Centro de Educação Infantil José Rodrigues de Brito.

Na solenidade, ocorrida no auditório da Secretaria Municipal de Educação, o Prefeito José Patriota esteve acompanhado da Secretária Veratânia Lacerda, da adjunta, Maria José Aciolly e do vereador e vice-prefeito eleito, Daniel Valadares.

Foram entregues aos gestores das escolas municipais certificados em reconhecimento ao desempenho nos indicadores do desenvolvimento da educação em Pernambuco – IDEPE.

Comissão Parlamentar do Pajeú deve ser reativada, diz Joel Gomes

Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniram com Joel , de Tuparetama. Na pauta, a reativação da COPAP – Comissão Parlamentar do Pajeú. Segundo o vereador de Tuparetama, que liderou o primeiro ciclo do movimento parlamentar do Pajeú,  a Câmara de Solidão também concordou com a reativação da entidade. A COPAP teve participação importante na […]

Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniram com Joel , de Tuparetama. Na pauta, a reativação da COPAP – Comissão Parlamentar do Pajeú.

Segundo o vereador de Tuparetama, que liderou o primeiro ciclo do movimento parlamentar do Pajeú,  a Câmara de Solidão também concordou com a reativação da entidade.

A COPAP teve participação importante na região até 2019, quando passou a ficar estagnada. Teve um trabalho importante,  como representação dos vereadores da região.

Esta semana vamos visitar Iguaraci, Ingazeira, Tabira, São José do Egito, Brejinho, Santa Terezinha. Na próxima, Carnaíba, Flores, Santa Cruz da Baixa Verde, Triunfo e Serra Talhada, diz Joel ao blog.

MPF pede prisão do ex-presidente Lula e pagamento de R$ 87 milhões em multas no caso do triplex

G1 O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sérgio Moro, nesta sexta-feira (3), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros seis réus sejam condenados pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro e que cumpram as respectivas penas em regime fechado. O pedido consta nas alegações finais do processo […]

G1

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sérgio Moro, nesta sexta-feira (3), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros seis réus sejam condenados pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro e que cumpram as respectivas penas em regime fechado.

O pedido consta nas alegações finais do processo que apura um suposto pagamento de propina por parte da OAS, por meio da entrega de um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista.

O MPF diz que o apartamento seria entregue a Lula, como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras, nos anos em que o político foi presidente da República. Também faz parte da denúncia o pagamento que a OAS fez à transportadora Granero, para que a empresa fizesse a guarda de parte do acervo que o ex-presidente recebeu ao deixar o cargo.

Entre os réus, também estão o ex-presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, e outros executivos da construtora, que foram acusados de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva também era ré, mas teve nome excluído da ação penal após a morte dela, em fevereiro deste ano.

Embora tenha pedido que todos sejam presos, o MPF diz que Léo Pinheiro, Agenor Franklin Medeiros e Paulo Gordilho, devem ter as penas reduzidas pela metade, “considerando que em seus interrogatórios não apenas confessaram ter praticado os graves fatos criminosos objeto da acusação, como também espontaneamente optaram por prestar esclarecimentos relevantes acerca da responsabilidade de coautores e partícipes nos crimes, tendo em vista, ainda, que forneceram provas documentais acerca dos crimes que não estavam na posse e não eram de conhecimento das autoridades públicas”.

Os procuradores ainda ressaltaram que nenhum deles fez acordo de delação premiada, embora tenham reconhecido durante os respectivos depoimentos, que todos estavam em tratativas para fechar as colaborações.

No pedido, o MPF também quer que Moro determine a apreensão de R$ 87.624.971,26. O valor é correspondente ao montante de propinas que foram pagas nos contratos que a OAS firmou junto à Petrobras a agentes públicos.

Desse montante, Lula teria recebido um total de pouco mais de R$ 3,7 milhões, somando o valor do apartamento e do contrato entre a OAS e a Granero. Apesar disso, os procuradores pediram que o ex-presidente seja condenado a pagar outros R$ 87 milhões em multas.

As defesas têm até 20 de junho para contestar os argumentos do MPF, dentro do processo. Esta é a última fase da ação penal. Após todas as partes apresentarem as alegações finais, o processo volta ao juiz Sérgio Moro, que vai definir se condena ou absolve os réus.

A defesa do Léo Pinheiro e a empresa OAS informaram que não vão se manifestar.