Sertão do Pajeú se aproxima dos 13,8 mil casos de Covid-19
Por André Luis
Na semana passada a região somou 17 óbitos.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região neste domigno (20.12), o Pajeú totaliza 13.791 casos confirmados de Covid-19.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 5.380 confirmações, o município não divulga boletim aos finais de semana. Logo em seguida, com 1.832 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, foram mais 39 nas últimas 24h, Tabira confirmou mais 6 e conta com 1.547, São José do Egito há quatro diasnão registra novos casos e continua com 1.076, Santa Terezinha não divulgou boletim e está com 543, Carnaíba está com 521, o município registrou 3 novos casos e Triunfo não divulgou boletim eestá com 438.
Flores não divulgou boletim e conta com 433 casos, Itapetim não divulgou boletim e conta com 419, Brejinho não registrou novos casos está com 281, Calumbi não divulgou boletim e está com 252, Iguaracy registrou mais 8 e está com 247, Tuparetama não divulgou boletim e conta com 238, Solidão não divulgou boletim e conta com 181, Quixaba registrou 1 novo caso e conta com 170, Santa Cruz da Baixa Verde não divulgou boletim e conta com127 e Ingazeira confirmou mais 5 e conta com 106 casos confirmados.
Mortes – A região tem no total, 233 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 71, Afogados da Ingazeira tem 22, Flores tem 20, Tabira tem 17, São José do Egito tem 16, Carnaíba tem 15, Santa Terezinha tem 14, Triunfo tem 13 óbitos, Tuparetama tem 12, Iguaracy tem 10, Itapetim tem 8, Quixaba e Brejinho tem 4 óbitos cada, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e Solidão tem 2 cada e Ingazeira tem 1 óbito.
Recuperados – A região conta agora com 12.855 recuperados. O que corresponde a 93,21% dos casos confirmados.
Continuo em Recife, onde como Presidente da ASSERPE, acompanho a reta final de preparativos para o Fala Norte Nordeste 2024, que acontece de 27 a 29 de novembro, no Recife ExpoCenter. Não é um desafio simples, só possível a muitas mãos, com o apoio na organização do Escritório de Mídia, capitaneado por Gorete Vieira e […]
Continuo em Recife, onde como Presidente da ASSERPE, acompanho a reta final de preparativos para o Fala Norte Nordeste 2024, que acontece de 27 a 29 de novembro, no Recife ExpoCenter.
Não é um desafio simples, só possível a muitas mãos, com o apoio na organização do Escritório de Mídia, capitaneado por Gorete Vieira e Andrea Canto, e da empresa Newcon, através de seu CEO, Paulo Galante, além do suporte da agência MMCI. Na ASSERPE Sertepe, a equipe também tem se desdobrado muito.
As providências são do tamanho do evento, que, mesmo que regional, tem construído um status de congresso “nacionalizado”. Um dos motivos, a data de abertura celebra também os 62 anos da ABERT, Associação Brasileira das Empresas de Rádio e Televisão. Será a primeira vez que a entidade celebrará em solo recifense.
Nomes como o presidente da entidade, Flávio Lara Resende, o presidente da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) e vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, o Diretor Geral da ABERT, Cristiano Lobato, dentre outros nomes de associações e veículos de todo o país já confirmaram presença.
O Ministro da Comunicação, Juscelino Filho, o Presidente da Anatel, Carlos Manuel Baigorri, também estão entre os convidados.
Do estado, são esperados o prefeito do Recife, João Campos, a governadora Raquel Lyra, o presidente da ALEPE, Álvaro Porto, o presidente do BNB, Paulo Câmara, deputados, dentre outras personalidades. Da região, prefeitos e vereadores do estado, especialmente do Pajeú.
Atenção também para os convidados, a partir do tema, “Capital Humano x Inteligência Artificial: o futuro da comunicação”. A partir dele, um grande debate, com palestrantes nacionais. Para ter uma ideia, Ernesto Paglia, Roberto Cabrini, Natuza Nery, Chico José, Beatriz Castro, Zé Raimundo, Daniel Starck, Raymundo Barros, Roberto Franco, Geraldo Freire, Aldo Vilela, Vlamir Marques, Daniel Queiroz, Fernanda Musardo e Cristiano Stuani são só alguns dos nomes confirmados. Imagine a logística para trazer parte desses nomes de vários estados do Brasil.
Assim, a obrigação de acompanhar toda essa articulação tem me levado a estar mais em Recife do que no Pajeú nos últimos dias. E não deixa de ser uma experiência importante. A Rádio Pajeú tem sido muito bem conduzida pelos profissionais que estão no batente, mantendo seu nível de repercussão e geração de conteúdo, com um jornalismo regional de muita qualidade.
Não deixa de ser o início de uma transição necessária. Em 2025, deixo definitivamente as gestões da ASSERPE e da emissora, para mergulhar em novos projetos, alguns ainda em construção. Como já disse, tudo tem seu tempo. E o Fala Norte Nordeste será um divisor e marcador importante, abrindo janelas para uma nova fase pessoal e profissional. Será o símbolo de um fechar de ciclo de muita doação e dedicação, honrando a confiança que recebi. Isso porque confiança não se paga. Se honra. Sigamos!
A BPM ETRES (Estação de Transbordo de Resíduos Sólidos) de Triunfo conseguiu um passo importantíssimo. Esta semana, foi emitida a Licença de Operação definitiva pelo CPRH, a Agência Estadual de Meio Ambiente. O documento é tido como de difícil liberação pelo nível de exigências ambientais para abertura de um empreendimento. Na foto, um registro da […]
A BPM ETRES (Estação de Transbordo de Resíduos Sólidos) de Triunfo conseguiu um passo importantíssimo.
Esta semana, foi emitida a Licença de Operação definitiva pelo CPRH, a Agência Estadual de Meio Ambiente. O documento é tido como de difícil liberação pelo nível de exigências ambientais para abertura de um empreendimento.
Na foto, um registro da ida de técnicos da CPRH in loco para conhecer a unidade.
“A empresa enquadra-se na tipologia de Estações de transbordo, código 3.4 (I) do anexo I da Lei Estadual nº 14.249/2010 e suas alterações , referente à Regularização Ambiental (LP + LI + LO), cuja atividade principal consiste na instalação e operação de uma unidade particular de transbordo de resíduos sólidos urbanos (Classe II-A, segundo ABNT NBR nº 10.004), oriundos da coleta pública urbana municipal e privada, com capacidade de operação de até 60 ton./dia, composta ainda por 06 (seis) báias de triagem de materiais recicláveis, instalada numa área de 7.314,39 m². sitio lagoinha , SN, zona rural , 56870000, Triunfo – PE”, diz o documento.
Desde o início e anúncio do projeto, no começo deste ano, o empresário Anchieta Mascena tem destacado o conpromisso de uma estação totalmente sustentável, com, por exemplo, preservação de mais de 90% de área natural no entorno do empreendimento.
Outra boa notícia é que vários municípios manifestaram interesse em aderir, por se tratar de uma solução para o drama do destino do lixo, com os prazos do Ministério Público e Tribunal de Contas para o início do processo de tratamento e fim dos lixões.
A estação de Iguaracy também está em vias de licenciamento. A maior vantagem, além da solução definitiva para o fim de um problema ambiental e social, é de economia, pela proximidade com as estações.
O projeto prevê ainda uma unidade de tratamento de recicláveis em Afogados, absorvendo a produção dos municípios e barateando a execução.
Em 2 de junho de 2022: Entre a lama e a desesperança, mais de uma centena de vidas foram perdidas em Pernambuco desde a última quarta-feira (25). Vítimas de deslizamentos de barreiras e de enxurradas provocadas pelas chuvas torrenciais, 126 pessoas morreram, segundo as últimas informações oficiais. Essa já é a maior catástrofe natural do século 21 no Estado e a maior de uma […]
Em 2 de junho de 2022: Entre a lama e a desesperança, mais de uma centena de vidas foram perdidas em Pernambuco desde a última quarta-feira (25). Vítimas de deslizamentos de barreiras e de enxurradas provocadas pelas chuvas torrenciais, 126 pessoas morreram, segundo as últimas informações oficiais. Essa já é a maior catástrofe natural do século 21 no Estado e a maior de uma geração inteira.
Em 1966, uma grande cheia tomou conta do Recife. Era 30 de maio daquele ano quando diversas partes da cidade ficaram submersas devido ao transbordamento do rio Capibaribe. Imagens de acervos históricos mostram até mesmo a avenida Caxangá tomada por água.
O caos no Recife ganhou repercussão nacional. À época, a Folha de S.Paulo anunciava: “Calamidade pública no Recife inundado por chuvas”. A água chegou a mais de dois metros de altura em diversos bairros da cidade. Os registros indicam 175 mortos, naquela que é a maior catástrofe natural do Estado em números.
Já em 1975, a cheia ficou marcada pelo boato do rompimento da barragem de Tapacurá e teve até registro de mortes por ataques cardíacos diante do susto causado pela notícia falsa.
Cerca de 80% do território habitado do Recife ficou debaixo d’água. O transbordamento do Capibaribe, em 17 de julho, paralisou a capital pernambucana e diversos municípios por ele banhados. Ao todo, 107 pessoas morreram naquele ano.
A historiadora Gizelly Medeiros recorda que as duas grandes enchentes na capital pernambucana ocorreram durante o período da ditadura militar (1964-1985).
“A cheia de 1966 teve mais mortes, mais pessoas foram atingidas. No entanto, a de 1975 foi mais caótica, causou mais danos, deixou o Recife completamente alagado”, cita. Os dois presidentes militares que estavam ocupando o cargo na época – Castelo Branco e Ernesto Geisel, respectivamente – vieram ao Recife. “Tentaram fazer alguma coisa, mas nada foi feito naquele período”, completa Gizelly.
O problema de cheias no Recife é histórico e remonta aos períodos colonial e da invasão holandesa. “A primeira enchente que se tem notícia no Recife foi no século 17, lá pelos anos 1600. Maurício de Nassau governava o Recife quando aconteceu a segunda grande enchente e ele foi uma das primeiras pessoas que mandou construir nas margens do Capibaribe, na região que seria mais ou menos Afogados [bairro da Zona Oeste do Recife]”, acrescenta a historiadora.
Cortada por dezenas de rios, a cidade não é conhecida como “Veneza Brasileira” à toa. E as chuvas intensas, que, de tempos em tempos, vêm “maiores do que o esperado”, intensificam o drama, especialmente, de quem mora nos morros e barreiras, diante da falta de infraestrutura e de moradia digna.
O professor e pesquisador do programa de pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Osvaldo Girão lembra que as mortes das cheias do século passado e das chuvas deste ano têm características diferentes.
“As cheias de 66 e 75 eram em um momento em que a população recifense era menor. Hoje temos 1,6 milhão de habitantes, mas naqueles anos tínhamos uma população certamente menor que 1 milhão, mas que habitava na área de planície. Por conta disso, os casos de óbitos eram majoritariamente ligados à questão de afogamento. Comparando com o momento atual, tivemos muitos mortos por movimentos de massa que são esses deslizamentos”, explica Girão.
O maior adensamento populacional em direção aos morros e encostas da cidade contribuíram para esta problemática. As soluções passam por planejamentos de médio e longo prazo, defende o professor. “Talvez, de imediato resolver problemas de drenagem nessa área de encosta. A água cai e muitas vezes não há direcionamento dessa água. É preciso fazer com que essa água chegue rapidamente no sopé da encosta”, completa Osvaldo Girão.
O poder público, completa o professor, tem a responsabilidade de fazer com que essas áreas não sejam ocupadas, mas que a população seja realocada. Essa, inclusive, não é uma demanda de apenas uma gestão, mas de duas ou três, segundo o professor.
“A tendência pelo que a gente vê por conta do aquecimento global é que esses eventos se tornem mais frequentes. Essas ondas de leste [fenômeno que causou as chuvas torrenciais deste ano] têm intensidade maior desde a década passada”, frisa.
Também chamado de Distúrbio Ondulatório de Leste, o fenômeno é uma configuração dos ventos que favorece a elevação da umidade de baixos níveis para altos níveis. Quando a umidade encontra certa altura, transforma-se em nuvens e, dependendo da quantidade de umidade, em nuvens de tempestade. Aliada ao sistema, a temperatura do oceano até três graus mais quente do que o normal para esta época do ano intensificou as chuvas.
É preciso também investir em prevenção, acrescenta o professor. Ele defende, por exemplo, mais investimentos em prevenção por parte da Defesa Civil: “A Defesa Civil no Brasil é muito de ação no pós-evento. O que acontece antes do evento? As populações devem interagir e reconhecer os riscos, deve conhecer seu ambiente, os dispositivos de alerta, a possibilidade de evacuação”, fecha Girão.
O prefeito Anchieta Patriota recebeu em seu gabinete, nesta quinta-feira (18), os empresários Helton Freire de Sá e Gabriel Viana Silva que são os novos administradores arrendatários da fábrica de cimento Pajeú. Eles estavam acompanhados de Claudenir dos Santos, membro do Núcleo de Diretores Lojistas de Carnaíba (NDL). A visita dos empresários foi para informar […]
O prefeito Anchieta Patriota recebeu em seu gabinete, nesta quinta-feira (18), os empresários Helton Freire de Sá e Gabriel Viana Silva que são os novos administradores arrendatários da fábrica de cimento Pajeú.
Eles estavam acompanhados de Claudenir dos Santos, membro do Núcleo de Diretores Lojistas de Carnaíba (NDL).
A visita dos empresários foi para informar a mudança administrativa e a intenção de fortalecer e ampliar os negócios no município. Para tanto, o prefeito Anchieta ressaltou o interesse da gestão em apoiar as iniciativas que gerem emprego e renda para a população.
“Faremos o que estiver ao nosso alcance para atrair novos investimentos para o nosso município”, afirmou Patriota.
Com 97% das urnas apuradas, Ricardo Coutinho (PSB) é o governador reeleito da Paraíba. Ele não pode mais ser alcançado por Cássio Cunha Lima, do PSDB. Veja os números:
Com 97% das urnas apuradas, Ricardo Coutinho (PSB) é o governador reeleito da Paraíba. Ele não pode mais ser alcançado por Cássio Cunha Lima, do PSDB. Veja os números:
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