Sertão do Pajeú notifica apenas 19 novos casos de Covid em 24h
Por André Luis
Casos ativos na região caem para 87
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta terça-feira (15), foram notificados 19 novos casos de Covid-19, 24 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24 horas.
Cinco das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foi 1 em Afogados da Ingazeira, 6 em Carnaíba, 3 em Iguaracy, 2 em Ingazeira, 3 em São José do Egito e 6 em Serra Talhada.
Seis cidades não registraram novos casos da doença, são elas: Brejinho, Ingazeira, Santa Cruz da Baixa Verde, Tabira, Triunfo e Tuparetama, não registraram novos casos da doença.
Já Calumbi, Flores, Itapetim, Quixaba, Santa Terezinha e Solidão não divulgaram boletim epidemiológico.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 50.997 casos confirmados, 50.199 recuperados (98,43%), 711 óbitos e 87 casos ativos da doença.
Por Anchieta Santos Muitos são os servidores da Prefeitura de São José do Egito que tem procurado o Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM para reclamar contra a falta de pagamento de salários. Ontem professores cobraram os salários de dezembro. Os dentistas contratados estão sem receber a três meses. Aposentados e pensionistas ainda esperam […]
Muitos são os servidores da Prefeitura de São José do Egito que tem procurado o Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM para reclamar contra a falta de pagamento de salários.
Ontem professores cobraram os salários de dezembro. Os dentistas contratados estão sem receber a três meses.
Aposentados e pensionistas ainda esperam pelo pagamento de dezembro e 13º salário.
Sem contar que na saúde, os moradores de Riacho do Meio estão sem atendimento a 15 dias. Com a palavra com o Prefeito Evandro Valadares (PSB).
Sessões serão transmitidas pela internet; presidente ainda decide melhor forma. Esta semana durante o quadro Câmara em Ação da Rádio Pajeú, o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Igor Sá Mariano, informou que na próxima semana deve voltar a realizar as sessões semanais, mas virtualmente. Igor, disse que está definindo o formato, […]
Sessões serão transmitidas pela internet; presidente ainda decide melhor forma.
Esta semana durante o quadro Câmara em Ação da Rádio Pajeú, o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Igor Sá Mariano, informou que na próxima semana deve voltar a realizar as sessões semanais, mas virtualmente.
Igor, disse que está definindo o formato, mas informou que em reunião preliminar com demais vereadores a ideia foi bem avaliada.
Segundo Igor, as sessões devem ser transmitidas pelas redes sociais da Câmara e a tendência é de que aconteçam nos mesmos dias e horários que aconteciam presencialmente.
Povo diz que nova formatação deu ar mais democrático à festa A Banda Fulô de Mandacaru encerrou o carnaval de Afogados da Ingazeira. Uma multidão seguiu o trio formado por Armandinho, Pingo Barros e Tiago Muriê no trio elétrico Tutti Frutti. Muitos destacaram o fato de que o formato deu ao carnaval um ar mais […]
Povo diz que nova formatação deu ar mais democrático à festa
A Banda Fulô de Mandacaru encerrou o carnaval de Afogados da Ingazeira. Uma multidão seguiu o trio formado por Armandinho, Pingo Barros e Tiago Muriê no trio elétrico Tutti Frutti.
Muitos destacaram o fato de que o formato deu ao carnaval um ar mais popular e democrático.
Foi o primeiro carnaval desde que o empresário Rogério Júnior anunciou as interrupções nas atividades do Bloco A Onda, alegando dificuldades de cobrir os custos com a venda de abadás.
Vários exemplos foram dados para reafirmar a máxima, como na saída do bloco Mela Mela, que reuniu um mar de gente no Bairro São Francisco e outras manifestações populares na festa de momo.
A volta de um carnaval mais popular foi citada por muitos foliões. Dentre os presentes na última noite, o prefeito Sandrinho Palmeira, o Deputado estadual José Patriota, o vice-prefeito Daniel Valadares e vereadores.
Nesta sexta-feira (3), o grupo político do prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, se reuniu para debater o processo sucessório para 2024. A reunião definiu três pontos. O primeiro foi que, o processo só será desencadeado em 2024. O segundo ponto, que ficou acertado entre o grupo, é que o processo será coordenado por Anchieta, após […]
Nesta sexta-feira (3), o grupo político do prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, se reuniu para debater o processo sucessório para 2024.
A reunião definiu três pontos. O primeiro foi que, o processo só será desencadeado em 2024. O segundo ponto, que ficou acertado entre o grupo, é que o processo será coordenado por Anchieta, após escutar a população e lideranças municipais.
Já o terceiro e último ponto que ficou acertado no encontro é que o nome escolhido quando o for dado o start no processo, terá o apoio de todos.
Participaram da reunião, o prefeito, Anchieta Patriota, o vice-prefeito, Júnior de Mocinha, a vereadora Izaquele Ribeiro e os vereadores Alex Mendes, Cicero Batista, Antônio Venâncio, Calango e Zé Ivan, todos da base de sustentação do governo municipal.
Do Estadão Conteúdo A busca pela chamada terceira via e a rejeição ao Fla x Flu eleitoral fizeram da Rede, da pré-candidata à Presidência Marina Silva, o partido mais “povoado” por membros dos grupos de renovação política, como a Rede de Ação Política Pela Sustentabilidade (Raps) e o RenovaBr. Apesar de uma tendência “centrista”, o […]
A busca pela chamada terceira via e a rejeição ao Fla x Flu eleitoral fizeram da Rede, da pré-candidata à Presidência Marina Silva, o partido mais “povoado” por membros dos grupos de renovação política, como a Rede de Ação Política Pela Sustentabilidade (Raps) e o RenovaBr. Apesar de uma tendência “centrista”, o arco ideológico da chamada “renovação” é bastante elástico e contempla pelo menos 27 legendas. Entre elas, siglas tradicionais como PSDB e PSB ou totalmente díspares como PCdoB e PSL (partido do deputado e presidenciável Jair Bolsonaro).
Dos 559 membros da Raps, 307 são de alguma sigla e podem se candidatar nas próximas eleições. O partido mais representado é a Rede, com 71 filiados. O mesmo acontece no RenovaBr: entre os seus 134 bolsistas, apenas 3 não estão em nenhum partido (e, portanto, não serão elegíveis em outubro). Do restante, 25 estão filiados ao partido de Marina.
Além da Rede, o discurso antipolarização também fez do Novo outro partido com bastante representatividade nesses grupos. A sigla do pré-candidato João Amoêdo tem 20 integrantes na Raps e 16 no RenovaBr.
A pré-candidata do PSOL ao legislativo estadual e integrante da Raps Mônica Seixas Bonfim, 31 anos, falou sobre a convivência com pares tão diferentes. “A intenção desses grupos de renovação é humanizar a forma de fazer política. Acredito que pode existir diálogo e que podemos aprender uns com os outros”, disse. “Mas, claro, as diferenças ideológicas continuam existindo. No mais, você sempre pode escolher em que mesa se sentar na hora do almoço”, brincou.
Já a pré-candidata do PR a deputado federal e membro da Raps e do RenovaBr Juliana Cardoso, 28 anos, também acredita na diversidade partidária como algo positivo dentro dos movimentos. “No meu caso, escolhi o PR depois de assegurar que teria liberdade dentro de sua estrutura. Além disso, o PR é o partido que me oferece a possibilidade de uma campanha profissional e com chances de êxito.”
Embora em partidos tão diferente, Mônica e Juliana têm militância na luta pelo meio ambiente e em causas feministas.
Mesmo com a pluralidade, partidos com grandes bancadas na Câmara dos Deputados não conseguiram espelhar sua performance eleitoral das últimas eleições com os atuais movimentos de renovação. O PT, que hoje conta com 60 deputados federais, não tem nenhum filiado ao RenovaBr e apenas 5 nas fileiras da Raps. Já o MDB, reconhecidamente um partido com força nas disputas legislativas (e com 51 deputados federais) tem apenas 7 membros na Raps e 2 no RenovaBr. O PP, outro partido com bancada considerável (51 deputados federais), tem apenas 6 integrantes na Raps e 3 no RenovaBr.
Partidos com bancadas pequenas ou mesmo sem bancada (caso do Novo) aparecem com mais relevância nesses movimentos. É o caso da própria Rede, que tem apenas 2 deputados, e do PPS (8 deputados). A sigla capitaneada por Roberto Freire tem 10 integrantes na Raps e 16 no RenovaBR. O partido flertou com a hoje descartada candidatura do apresentador Luciano Huck e, assim como a Rede, assinou uma carta de intenções com diversos grupos de renovação política.
O PSDB é um caso à parte nesse cenário. Com a atual bancada atingindo 48 deputados, o partido tem 9 membros no RenovaBr e 49 na Raps. A incidência de tucanos tem explicações na própria origem de diversos grupos de renovação – como o Agora! e outros – que têm entre os seus membros empresários e ativistas que em algum momento já foram ligados ao PSDB. A presença de tucanos chama atenção porque o partido vive um momento difícil, com as denúncias contra o senador Aécio Neves (MG) e a condenação do ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo.
‘Liberdade’
Para Pedro Henrique Cristo, um dos coordenadores do movimento Brasil 21, membro da Raps e pré-candidato ao Senado pela Rede, o partido de Marina Silva foi o escolhido por muitos coletivos de renovação “por ter sido o primeiro a abrir as portas para os movimentos, abrindo para uma participação efetiva e dando liberdade para essas candidaturas”.
Pedro Henrique desconfia de partidos mais “rodados” que estão presentes em movimentos de renovação. “Renovar não é uma questão de idade. Também não é questão de colocar herdeiros políticos no lugar dos antigos”, provocou.
O cientista político Humberto Dantas (FGV) considera positiva a “oxigenação dos partidos tradicionais por novos atores”. Apesar disso, vê a possibilidade de uma “canibalização” eleitoral entre os próprios candidatos da renovação. “Se as campanhas não se profissionalizarem, não tiverem foco, pode acontecer de um candidato tirar voto do outro. Mais do que isso, com o sistema proporcional em vigor, esses candidatos que representam o novo podem ajudar a eleger os velhos caciques dos seus partidos. Isso pode acontecer. ” Para Dantas, um legislativo pulverizado na próxima magistratura “pode representar renovação, mas também uma grande dificuldade em termos de governabilidade”.
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