Sertânia realiza Primeiro Passeio Ciclístico neste domingo (26)
Por André Luis
A cidade de Sertânia, no Sertão do Moxotó, receberá o seu Primeiro Passeio Ciclístico na manhã deste domingo, dia 26, a partir das 7h. O evento é realizado pela Secretaria de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo, do Governo Municipal.
A largada acontecerá na Praça de Eventos Olavo Siqueira e o percurso é de 13 quilômetros, com café da manhã na chegada e sorteio de prêmios. Os interessados podem se inscrever na Antiga Estação Ferroviária ou mesmo no local.
A Praça de Eventos vai contar com um stand com serviços de saúde para os participantes. Podem marcar presença pessoas de todas as idades.
A prefeita de Serra Talhada e presidente da Comissão de Prefeitas da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), Márcia Conrado, participou nesta quarta-feira (20/08) do Elas Governam, ao lado da secretária executiva da Mulher do município, Anielly Inácio. O evento, realizado em Campo Grande/MS, teve como objetivo fortalecer a liderança feminina na gestão de […]
A prefeita de Serra Talhada e presidente da Comissão de Prefeitas da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), Márcia Conrado, participou nesta quarta-feira (20/08) do Elas Governam, ao lado da secretária executiva da Mulher do município, Anielly Inácio. O evento, realizado em Campo Grande/MS, teve como objetivo fortalecer a liderança feminina na gestão de orçamento e no financiamento de políticas públicas. A iniciativa foi promovida pela FNP em parceria com a prefeitura da capital sul-mato-grossense.
Cerca de 100 mulheres, entre prefeitas e vice-prefeitas, participaram do encontro, que abordou temas como orçamento municipal, justiça climática, empreendedorismo, dignidade menstrual como compromisso orçamentário e a institucionalização do orçamento sensível a gênero e raça — todos voltados ao fortalecimento do protagonismo das mulheres na gestão pública.
“Estou muito feliz e emocionada em poder descentralizar uma pauta tão importante. A nova diretoria da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos assumiu este ano com responsabilidade e logo em seguida criamos a Comissão de Prefeitas, um espaço estratégico para que possamos falar sobre políticas e liderança, trocando experiências que se transformem em ações concretas de protagonismo feminino”, destacou Márcia Conrado.
A presidente da Comissão de Prefeitas também ressaltou o papel da FNP no fortalecimento da pauta. “Tenho certeza de que a FNP dará todo o apoio necessário para que as discussões realizadas aqui se transformem em ações nas prefeituras. Nosso trabalho é para que a liderança feminina ocupe cada vez mais espaços, seja reconhecida em sua força transformadora e se converta em conquistas reais para a vida das pessoas”, concluiu.
Com o objetivo de apoiar municípios que estão na área de atuação da Sudene e possuem indicadores sociais e econômicos mais frágeis, o Governo Federal realizou o lançamento do Projeto de Desenvolvimento Federativo. O programa deverá promover a criação de forças-tarefa para viabilizar a atração de investimentos e oferecer capacitação técnica para gestores públicos e […]
Com o objetivo de apoiar municípios que estão na área de atuação da Sudene e possuem indicadores sociais e econômicos mais frágeis, o Governo Federal realizou o lançamento do Projeto de Desenvolvimento Federativo.
O programa deverá promover a criação de forças-tarefa para viabilizar a atração de investimentos e oferecer capacitação técnica para gestores públicos e empreendedores.
Durante essa primeira etapa do projeto, 66 cidades foram selecionadas. Em Pernambuco foram escolhidos os municípios de Calumbi, Carnaubeira da Penha, Mirandiba, Santa Cruz da Baixa Verde, Serra Talhada e Betânia. Para realizar a seleção, a Sudene levou em consideração os indicadores apresentados pelos municípios nas áreas de finanças, gestão e desempenho.
A Superintendência promoveu a assinatura dos acordos de cooperação entre a autarquia e mais de dez parceiros do projeto, incluindo ministérios, bancos e instituições que atuam nas áreas de gestão pública, desenvolvimento sustentável, fomento a projetos, entre outros.
Juntas, as instituições deverão formar uma força-tarefa para oferecer capacitações nas áreas de gestão e elaboração de projetos, além de articulação e apoio de ações voltadas ao agronegócio, finanças públicas, conectividade, comercialização e exportação de serviços. A expectativa é que outras possibilidades de apoio sejam identificadas a partir do levantamento contínuo realizado com as gestões municipais que integram o projeto.
Defensor de uma ampla reforma política que acabe com o financiamento de campanhas por empresas, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), lamentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não autorizar a aplicação, ainda este ano, da minirreforma aprovada pelo Congresso Nacional. Para os ministros do TSE, a minirreforma eleitoral aprovada […]
Defensor de uma ampla reforma política que acabe com o financiamento de campanhas por empresas, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), lamentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não autorizar a aplicação, ainda este ano, da minirreforma aprovada pelo Congresso Nacional.
Para os ministros do TSE, a minirreforma eleitoral aprovada no fim do ano passado por deputados e senadores só valerá para as eleições de 2016. Mesmo considerando que o texto sancionado não aborda questões mais sérias do sistema político atual, Humberto Costa acredita que ele poderia reduzir os custos das campanhas e tornar mais igualitárias as eleições já em 2014.
“Lamento porque, ainda este ano, poderíamos ter eleições menos desiguais, com menor interferência do poder econômico na definição dos votos”, explicou o líder do PT no Senado. “Teríamos limitação na contratação de cabos eleitorais, nas despesas de alimentação, no aluguel de veículos. Ou seja, equilibraríamos mais o processo.”
No Congresso, Humberto tem defendido a necessidade de uma larga reforma política, que, por exemplo, acabe com o financiamento de campanhas por empresas, estebeleça o voto em listas e aumente a participação das mulheres.
A reforma política é um tema encampado pelo PT, que defende a convocação de um plebiscito para setembro próximo, e tornou-se um dos eixos fundamentais para um eventual segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff (PT) a partir de 2015.
A criação da “Polícia Municipal” pela Prefeitura de Barreiros, no litoral sul de Pernambuco, está sendo questionada pelo Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO). O procurador Cristiano Pimentel enviou um ofício ao prefeito de Barreiros, Carlinhos da Pedreira (Progressistas), perguntando qual a base legal para a criação do novo órgão, em substituição à guarda […]
A criação da “Polícia Municipal” pela Prefeitura de Barreiros, no litoral sul de Pernambuco, está sendo questionada pelo Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO).
O procurador Cristiano Pimentel enviou um ofício ao prefeito de Barreiros, Carlinhos da Pedreira (Progressistas), perguntando qual a base legal para a criação do novo órgão, em substituição à guarda municipal da cidade.
Em video distribuído nas redes sociais recentemente, o deputado estadual Joel da Harpa (Progressistas) parabeniza a cidade por ser a primeira de Pernambuco a criar a “Polícia Municipal”.
Para o MPCO, a Constituição Federal, no artigo 144 parágrafo 8°, apenas autoriza aos municípios a criação da “Guarda Municipal” e, no Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei Federal 13.022/2014), não haveria autorização para os municípios denominarem suas guardas municipais como “Polícia Municipal”.
Há projeto de lei, em tramitação no Congresso Nacional, autorizando a mudança de denominação, mas a proposta ainda não foi aprovada.
“A denominação Polícia Municipal também pode ensejar confusão na população sobre qual órgão público recorrer em caso de infrações penais”, alerta Cristiano Pimentel.
O MPCO manifestou preocupação que a criação da nova “Polícia” pode ensejar a infração do artigo 46 da Lei de Contravenções Penais: “Usar, publicamente, de uniforme, ou distintivo de função pública que não exerce; usar, indevidamente, de sinal, distintivo ou denominação cujo emprego
seja regulado por lei”.
Diante de notícias em sites locais, o MPCO questiona também o “aumento de gastos, como aumento da remuneração e Plano de Cargos e Salários”.
O ofício do MPCO, com os questionamentos à Prefeitura de Barreiros, foi recebido em 28 de setembro e a gestão terá dez dias para responder ao órgão de controle externo.
Apesar de Barreiros ser a primeira cidade de Pernambuco a adotar o novo nome, em outros estados a mudança já foi julgada inconstitucional. Em decisão unânime, em julho de 2020, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) declarou a inconstitucionalidade de emenda feita à Lei Orgânica do Município de Campo Grande, capital do Estado, que passou a denominar a Guarda Municipal de Polícia Municipal, bem como lhe atribuiu atividades típicas de policiamento ostensivo e repressivo da Polícia Militar.
O Órgão Especial do TJMS entendeu assistir razão aos argumentos dos órgãos de classe policiais. No tocante à inconstitucionalidade material, o julgador salienta que a Constituição Estadual refere-se à guarda municipal como órgão destinado à proteção dos bens, serviços e instalações municipais, não se afigurando razoável que legislação municipal altere essa denominação para polícia municipal, quebrando a uniformidade da expressão adotada pela Constituição Federal e pelo próprio Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei Federal 13.022/14).
“Ainda que se argumente com a semelhança das funções, pois os próprios dispositivos constitucionais diferenciam as atribuições da Guarda Municipal e as atividades policiais, exercidas para preservação da ordem pública e incolumidade das pessoas e do patrimônio (CE, artigo 10, §2º; CF, art. 144), daí o reconhecimento de inconstitucionalidade da norma impugnada, não só por ofensa às disposições dos artigos da Constituição Estadual e artigo 144, § 8º, da Constituição Federal, mas também por afronta ao princípio da razoabilidade”, concluiu o relator, no TJMS.
Blog do Magno A primeira pesquisa do Instituto Opinião sobre a corrida eleitoral deste ano em Pesqueira mostra que o pré-candidato do Republicanos, Cacique Marquinhos, venceria a disputa à Prefeitura. Se as eleições fossem hoje, ele teria 43,4% das intenções de voto, enquanto a atual prefeita, Maria José (DEM), obteria 29,7% e Antônio Mota, que […]
A primeira pesquisa do Instituto Opinião sobre a corrida eleitoral deste ano em Pesqueira mostra que o pré-candidato do Republicanos, Cacique Marquinhos, venceria a disputa à Prefeitura. Se as eleições fossem hoje, ele teria 43,4% das intenções de voto, enquanto a atual prefeita, Maria José (DEM), obteria 29,7% e Antônio Mota, que disputa pelo PSOL, teria 1,1%. Na consulta, 10% dos eleitores manifestaram intenção de votar em branco ou nulo, já o número de indecisos chega a 15,8%.
O levantamento também trouxe um segundo cenário, apenas com as presenças de Cacique Marquinhos e Maria José. O prefeiturável do Republicanos também leva vantagem: aparece com 44,3% das intenções, enquanto a prefeita possui 31,4%. Brancos e nulos somam 9,7% e 14% estão entre os indecisos.
A sondagem espontânea, na qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio da lista com todos os postulantes, revela empate técnico entre os dois principais nomes: Cacique Marquinhos foi citado por 21,4% do eleitorado e Maria José por 18,9%. Toinho da Farmácia, que não apresentou pré-candidatura, foi lembrado por 0,3%. Antônio Mota não foi citado.
Quanto à rejeição, Mota lidera. Dos entrevistados, 24,9% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido pela prefeita Maria José, com 24,6%. Cacique Marquinhos tem apenas 12% de rejeição, uma posição que o favorece na corrida eleitoral.
A pesquisa foi a campo entre os dias 07 e 08 deste mês, sendo aplicados 350 questionários, com margem de erro de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. Segundo a metodologia, a amostra é representativa dos eleitores da área pesquisada (Pesqueira, áreas urbana e rural) e foi selecionada da seguinte forma: primeiro na aleatorização da amostra em quatro estágios (bairro/localização, rua, domicílio e entrevistado) e depois em um controle das variáveis (sexo e faixa etária), ponderado de acordo com os dados obtidos junto ao TSE e TRE-PE. O número de registro no TSE é PE-02036/2020.
Estratificando o levantamento, as maiores taxas de intenção de voto de Cacique Marquinhos estão entre os eleitores jovens (54,2%), entre os eleitores com grau de instrução fundamental II (49,4%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários (47,2%). Por sexo, os percentuais são de 41,6% homens e 45% mulheres. Já Maria José tem suas maiores indicações de voto entre os eleitores na faixa etária entre 35 e 44 anos (32,3%), entre os eleitores com grau de instrução superior (42,6%) e entre os eleitores com renda familiar acima de dois salários (45,1%). Por sexo, 33,5% são homens e 26,5% mulheres.
AVALIAÇÃO DE GESTÃO
O Instituto Opinião, que é de Campina Grande (PB), sondou ainda os entrevistados sobre o grau de satisfação com os três níveis de poder – federal, estadual e municipal. A gestão da prefeita Maria José tem 49,4% de aprovação da população, enquanto 41,1% desaprovam. Já 9,5% não responderam.
O Governo Paulo Câmara tem 49,4% de aprovação e 30,6 de desaprovação. Bolsonaro, por fim, tem aprovação de 30,9% dos entrevistados e reprovação de 54%.
Você precisa fazer login para comentar.