Sertânia: Prefeitura se explica sobre transporte escolar
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria de Educação, recebeu com perplexidade a denúncia com a imagem de um aluno da Rede Municipal de Ensino sendo transportado no teto de um veículo no retorno para casa, no Sítio Cerecé de Baixo, zona rural do município.
O Poder Executivo assegura que o fato ocorrido não condiz com as diretrizes da Gestão Municipal. Da mesma forma, ressalta que denúncias desse tipo, realizadas por cidadãos vigilantes das ações dos agentes públicos, devem ser feitas, para que o erro possa ser corrigido, porque na atual administração municipal não há tolerância em relação a condutas irregulares.
Logo que tomou conhecimento do fato, a Prefeitura notificou a BPM Transportes e Serviços Ltda, empresa vencedora do processo licitatório para oferecer o serviço de transporte escolar no município. No documento, foi informado que serão tomadas todas as providências administrativas, inclusive, podendo chegar até a rescisão de contrato.
Em resposta, a empresa garantiu que o fato foi isolado e que todas as providenciais cabíveis estão sendo tomadas para responsabilizar o culpado. A BPM Transportes e Serviços Ltda pediu desculpas à Gestão Municipal e a todos os sertaniense, garantindo que esse tipo de fato jamais ocorrerá outra vez.
A Prefeitura de Serra Talhada e o 14º Batalhão de Polícia Militar (BPM) inauguraram, na última quinta-feira (08), o Posto Policial do Distrito de Varzinha. O equipamento funciona no prédio do antigo posto de saúde da comunidade, que foi reformado, mobiliado e doado pela Prefeitura Municipal à Polícia Militar para implantação do Posto Policial, atendendo […]
A Prefeitura de Serra Talhada e o 14º Batalhão de Polícia Militar (BPM) inauguraram, na última quinta-feira (08), o Posto Policial do Distrito de Varzinha. O equipamento funciona no prédio do antigo posto de saúde da comunidade, que foi reformado, mobiliado e doado pela Prefeitura Municipal à Polícia Militar para implantação do Posto Policial, atendendo uma demanda da população por mais segurança.
Na ocasião, o prefeito Luciano Duque destacou a implantação de mais um posto policial em parceria com a Polícia Militar e anunciou o início das obras de saneamento do açude de Varzinha.
“Depois da Primeira Companhia no Vila Bela estamos entregando mais um equipamento junto com a Polícia Militar, um posto que vem para trazer mais segurança para Varzinha e também para Caiçarinha da Penha e Tauapiranga. Agradeço a todos que contribuíram, aos vereadores de oposição e situação, ao comando da Polícia Militar e a população por mais essa conquista. E quero anunciar também que conseguimos os canos junto à Codevasf e ao deputado Fernando Filho e vamos iniciar a obra de saneamento do açude da comunidade, implantando uma rede de esgoto para que a partir do ano que vem a populaç ão tenha água limpa para utilizar”, afirmou.
O Posto Policial dispõe de viatura própria e guarnição diária com três policiais militares. “Isso era um pedido da população, ouvimos os representantes da comunidade, fizemos um estudo de situação, o governo do Estado entrou com armamento, viatura e efetivo e o governo municipal com a instalação e mobília do local, e juntos nessa parceria realizamos o sonho da comunidade de Varzinha e de toda zona rural próxima, onde vamos trazer projetos sociais como o PROERD, Patrulha Mirim, Patrulha Maria da Penha e esportes, porque entendemos que não é somente repressão, os projetos sociais são fundamentais”, destacou o comandante do 14º BPM, Tenente-Coronel Girley Figueiredo.
Moradora de Varzinha, Lúcia Araújo comemora a chegada da Polícia Militar na comunidade. “A gente lutou, fez abaixo-assinado porque estavam acontecendo muitos assaltos e Varzinha precisava de segurança, agora estamos felizes e agradecidos”.
Mesma opinião compartilha o jovem morador Michel oliveira. “Fazia um tempo que esperávamos a presença da polícia por causa dos delitos na região, começamos a nos unir e fomos atendidos e hoje nos sentimos muito mais seguros”, disse.
Do site da Rádio Pajeú A Rádio Pajeú esteve entre as noiteiras dentro da programação da Festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios. A iniciativa da Paróquia de mesmo nome, encabeçada pelo Padre Gilvan Bezerra, teve como mote os 60 anos da emissora diocesana, comemorados dia 4 de outubro. A noite também foi dedicada a […]
A Rádio Pajeú esteve entre as noiteiras dentro da programação da Festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios. A iniciativa da Paróquia de mesmo nome, encabeçada pelo Padre Gilvan Bezerra, teve como mote os 60 anos da emissora diocesana, comemorados dia 4 de outubro. A noite também foi dedicada a comunidades rurais e Sindicato da categoria.
Nomes da emissora entre funcionários, voluntários e parceiros estiveram presentes como Anchieta Santos, Alani Ramos, Apolônia Ribeiro, Ney Gomes, Alexandre Morais, Joselita Amador, Samuelson Humberto, André Luiz, Leandro Simões, Rosa Amélia, Maria Gomes, Cristina Silva, Tito Barbosa, dentre outros.
O Padre José Cícero, Pároco de Tabira, destacou a importância da emissora na propagação das notícias da Diocese e no cumprimento do seu papel de evangelizar e informar com qualidade. Também parabenizou o Padre Gilvan e a comunidade católica pelo novo e moderno sistema de som. Na homilia, fez referência ao papel de São João como um dos mais próximos e profundos apóstolos de Cristo, destacando o papel da amizade.
Padre Gilvan fez referência ao papel da Rádio Pajeú e ao fato de que a festa é a única com todas as noites do novenário transmitidas, por ser a Paróquia local, onde está sediada a emissora, tratando o fato como um privilégio, também a parabenizando pelos 60 anos.
Em nome da emissora o Gerente Administrativo, Nill Júnior, destacou o papel de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, seu amor pelo Senhor Bom Jesus dos Remédios, a ponto de, com o nome já dedicado à Paróquia, criar uma Fundação que ajuda a manter a Rádio, o Museu do Rádio e o prédio do Cine São José.
“Nossa geração teve o privilégio de conviver com três bispos. E é bom saber que a obra de Dom Mota e Dom Francisco tem a mesma atenção de seus sucessores, inclusive de Dom Egídio, que seguiu os passos de Dom Francisco”. Também agradece a todos, inclusive sócios e ouvintes pela contribuição com o que chamou de modelo de comunhão em torno de um veículo de comunicação.
Em reportagem com o título “Dilma sente a dor de Neymar”, o jornal diz que a ausência do jogador pode ameaçar o otimismo com a seleção que tem beneficiado a presidente Dilma. A matéria publicada na edição desta segunda-feira, 07, do jornal britânico diz que quando o jogador colombiano disputou a bola com Neymar, “ele […]
Em reportagem com o título “Dilma sente a dor de Neymar”, o jornal diz que a ausência do jogador pode ameaçar o otimismo com a seleção que tem beneficiado a presidente Dilma.
A matéria publicada na edição desta segunda-feira, 07, do jornal britânico diz que quando o jogador colombiano disputou a bola com Neymar, “ele fraturou mais do que a terceira vértebra da estrela do Barcelona”. “Ele balançou as esperanças de uma nação de ganhar a Copa do Mundo”, diz o texto.
Um dos argumentos do FT é que Neymar é o garoto-propaganda da seleção e sua ausência do artilheiro brasileiro “ajudará a determinar o humor nacional antes das cruciais eleições presidenciais de outubro”.
O jornal afirma que “a presidente Dilma Rousseff tem sido beneficiada até agora por uma Copa do Mundo sem problemas e pode ter um novo impulso no caso de uma vitória da seleção no torneio”. “Mas o otimismo sobre a melhora da equipe após o início irregular será frustrado pela perda de Neymar e a suspensão de Thiago Silva contra a Alemanha amanhã”.
Ao contrário do período em que era aliada, Lyra não apontará recursos vultosos para Festa de Setembro. Luciano Duque faz defesa e acusa gestão de desorganizada ao elaborar projetos A ida de Raquel Lyra a Serra Talhada nesta quinta para o Ouvir Para Mudar inaugura o novo modelo de relação da gestão estadual com o […]
Ao contrário do período em que era aliada, Lyra não apontará recursos vultosos para Festa de Setembro. Luciano Duque faz defesa e acusa gestão de desorganizada ao elaborar projetos
A ida de Raquel Lyra a Serra Talhada nesta quinta para o Ouvir Para Mudar inaugura o novo modelo de relação da gestão estadual com o governo da prefeita Márcia Conrado, que após um período como “aliada chave no Sertão”, definiu pelo apoio ao socialista João Campos.
Segundo Josenildo Barbosa, Presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada, o governo Raquel Lyra não contribuiu financeiramente nem institucionalmente com o evento.
“A Prefeitura de Serra Talhada está fazendo todo esse esforço está sendo feito sem qualquer patrocínio do Governo do Estado. Nem um centavo, nem da Fundarpe, nada. A Fundação Cultural encaminhou diversos ofícios solicitando apoio e, até agora, não obtivemos nenhuma resposta positiva. Isso é uma falta de respeito”, reclamou.
Pouco mais de um ano atrás, antes das notícias de rompimento político, de abril desse ano, Márcia Conrado ia às redes celebrar que as atrações eram bancadas graças à Raquel Lyra.
“Acabei de receber uma ligação onde a nossa governadora Raquel Lyra libera para Serra Talhada além de Limão Com Mel, Solange Almeida para completar nossa festa dia 5. Espero todos vocês lá”, comemorou Márcia em 5 de maio do ano passado, nos preparativos para a Emancipação. Na festa de setembro do ano passado, também houve suporte estadual
Agora, pão e água. Na imprensa, o Deputado Luciano Duque culpou a desorganização na elaboração de projetos da gestão Márcia e apontou os problemas enfrentados na organização do evento.
Duque até revelou o ofício de Josenildo, que pedia atrações como Wesley Safadão, Eric Land, Felipe Amorim, Tarcísio do Acordeon, Simone Mendes, Zé Vaqueiro, Leonardo e Rey Vaqueiro.
Duque chegou a apontar o prazo do ofício, mas convenhamos, isso nunca foi problema quando Márcia e Raquel era aliadas.
Por outro lado, Márcia expõe a governadora através de aliados já antecipando o ambiente eleitoral. Mas sabia das dificuldades de acesso após seu reposicionamento político.
O episódio praticamente confirma que não haverá clima para a presença da prefeita no Ouvir Para Mudar, nesta quinta-feira. Havia dúvidas sobre sua presença. Agora, há quase certezas de que a prefeita não vai.
O fato é que o fechar de portas do Estado gera um desafio para a gestão: manter o nível da programação recorrendo a outras fontes de financiamento, sem comprometer as contas municipais. Emendas parlamentares seriam um caminho.
Quanto à governadora, um recado óbvio: ela tem priorizado apoio a prefeitos alinhados politicamente, como no circuito Pernambuco Meu País, presente na sua ampla maioria em cidades cujos gestores têm alinhamento político. Nenhuma novidade.
A Comissão de Esporte e Lazer da Alepe realizou, na sexta-feira (3), uma audiência pública sobre o retorno, com mais segurança, das torcidas organizadas aos estádios pernambucanos. Como resultado do debate, um Grupo de Trabalho reunindo representantes de instituições públicas e da sociedade civil será formado para avaliar a questão e possíveis melhorias na aplicação […]
A Comissão de Esporte e Lazer da Alepe realizou, na sexta-feira (3), uma audiência pública sobre o retorno, com mais segurança, das torcidas organizadas aos estádios pernambucanos.
Como resultado do debate, um Grupo de Trabalho reunindo representantes de instituições públicas e da sociedade civil será formado para avaliar a questão e possíveis melhorias na aplicação do Estatuto do Torcedor.
Após episódios de violência há cerca de dez anos, as principais torcidas organizadas de Pernambuco – Jovem (Sport), Inferno Coral (Santa Cruz) e Fanáutico (Náutico) – foram proibidas pela Justiça de entrar nos estádios. No ano passado, o juiz Augusto Sampaio Angelim, da 5ª Vara da Fazenda Pública, decretou a extinção compulsória dessas três agremiações.
O secretário de Defesa Social, Humberto Freire de Barros, abordou a atuação do grupo de trabalho da SDS que, desde 2019, discute ações de segurança cidadã nos jogos de futebol.
Segundo ele, a cada partida, considerando os riscos envolvidos, os clubes são chamados para desenvolver um plano de segurança que garanta a realização adequada do evento.
Entretanto, embora a lei estabeleça que a proteção do torcedor cabe à entidade detentora do mando de jogo e a seus dirigentes, os clubes não vêm disponibilizando a segurança privada recomendada, fragilizando o planejamento.
“A segurança dos eventos esportivos e o direito de torcer vão ser garantidos quando todos cumprirem devidamente o seu papel nessa missão”, afirmou Barros.
“Quando algo sai errado, respinga em todos os participantes dessa máquina”, reforçou o diretor-adjunto da Diretoria de Planejamento Operacional da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Alexandre Tavares. Ele lembrou que, nos dias de jogos, além dos estádios, a PMPE cuida da segurança da área externa, das estações de metrô, dos terminais de ônibus e corredores viários.
Os torcedores organizados que participaram do debate, por sua vez, pediram a abertura de canais para que possam contribuir com a segurança nos estádios e mudar a cultura de violência associada a esses grupos.
“Violência se combate trazendo festa às arquibancadas, liberando os instrumentos para as torcidas organizadas, identificando e punindo as pessoas físicas envolvidas em arbitrariedades, e não as pessoas jurídicas”, defendeu Alex Minduín, presidente da Associação Nacional das Torcidas Organizadas do Brasil (Anatorg).
Para o juiz Flávio Fontes, titular do Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo e Criminal do Torcedor da Capital, o problema são as pessoas infiltradas que podem cometer crimes nessas agremiações. Ele recordou que o Estatuto as obriga a manter um cadastro de membros e sugeriu a implantação, nos estádios pernambucanos, de sistema de reconhecimento facial, como ocorre em outros Estados. Titular da Promotoria do Torcedor, José Bispo de Melo também argumentou que as organizadas nunca apresentaram o cadastro quando solicitado pelo Ministério Público Estadual.
O presidente da Torcida Organizada do Sport, Márcio Soares, reagiu à extinção compulsória da Jovem. Segundo ele, esse tipo de grupo gera sentimento de identidade e pertencimento para “jovens abandonados pelo Estado”. “Não será uma decisão administrativa que vai fazer com que essas pessoas sumam. Elas vão continuar aí, com suas contradições. O que a gente precisa fazer é um trabalho forte de educação, para salvar as próximas gerações”, assinalou.
Adriano Costa, do Coletivo Democracia Santacruzense, ressaltou a função social das torcidas e disse que, após dez anos de proibição, os casos de violência não diminuíram. Na visão dele, o comportamento reflete a vivência diária dos jovens e da repressão policial. “A festa na arquibancada é um movimento cultural: traz maracatu, frevo, brega. Além disso, movimenta a economia, o turismo e o futebol”, explicou.
Representante das Torcidas Organizadas do Santa Cruz, Jonathas Soares alegou que o GT Futebol da SDS precisa ouvir o torcedor, que “conhece o dia a dia da arquibancada”. Álvaro Fernandes, do Movimento Frente Popular Rubro-Negra, reclamou de censura ao direito de torcer: “Não vejo o Galo da Madrugada ser punido por brigas dentro do bloco”, comparou.
Presidente da Comissão de Esporte da Alepe, o deputado João Paulo Costa (Avante) assinalou que a discussão atual coincide com o momento de reabertura das arenas esportivas ao público, graças ao avanço da vacinação contra a Covid-19. “Queremos a retomada das torcidas nos estádios com a maior segurança possível, para que os pais possam levar seus filhos, e as mulheres os frequentem sem medo”, argumentou.
A audiência pública foi realizada a pedido da deputada Teresa Leitão (PT), que recebeu o apelo de uma representação de torcedores dos três maiores times do Estado. “O primeiro passo é oficializar esse Grupo de Trabalho para fazer uma leitura mais profunda do que foi colocado e analisar a efetivação do Estatuto do Torcedor”, pontuou.
O evento teve a participação, ainda, da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) e da Comissão de Direito Desportivo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Pernambuco.
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