Sertânia: Novembro Azul garante exame de ultrassonografia da próstata
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está desenvolvendo diversas atividades para marcar o Novembro Azul, mês dedicado às ações relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem.
Nesta quinta-feira (19), mais de 40 homens atendidos nas Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF) Cerâmica e 13 de Maio realizaram no Hospital Municipal Maria Alice Gomes Lafayette a ultrassonografia da próstata por via abdominal. Eles passaram por uma triagem e, em caso de necessidade, serão encaminhados para o serviço especializado.
“As atividades do Novembro Azul estão sendo realizadas em todas as unidades básicas de saúde. No dia 24 deste mês teremos aqui em Sertânia uma unidade móvel que vai reforçar a realização de exames de PSA e ultrassonografia da próstata por via abdominal”, afirmou o secretário de Saúde, Antônio Carlos Santana.
Câncer de próstata
O câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. As taxas da manifestação da doença são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos.
Cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, tem os riscos de mortalidade reduzidos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer e corresponde a 6% do total de óbitos por este grupo.
Durante Encontro do Congemas, realizado no Recife, gestores da assistência social debatem o fortalecimento de políticas públicas para a proteção social Durante o 23 Encontro Nacional do Congemas, o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, destacou que o desenvolvimento econômico e o social devem caminhar lado a lado e, assim, promover a redução das desigualdades. “O […]
Durante Encontro do Congemas, realizado no Recife, gestores da assistência social debatem o fortalecimento de políticas públicas para a proteção social
Durante o 23 Encontro Nacional do Congemas, o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, destacou que o desenvolvimento econômico e o social devem caminhar lado a lado e, assim, promover a redução das desigualdades.
“O Nordeste vai liderar o desenvolvimento econômico do Brasil até 2033. Isso é resultado do esforço que temos feito nos últimos meses, mas mostra que, com todo esse crescimento, as desigualdades regionais ainda vigoram”, afirmou. Os dados são da análise Cenários Regionais de Atividade Econômica, divulgado pela Tendências Consultoria.
Segundo Danilo Cabral, a proteção social é fundamental para que esse crescimento possa resultar na melhoria da qualidade de vida da população. O PIB (Produto Interno Bruto) do Nordeste deve crescer acima da média nacional, considerando os importantes investimentos que serão realizados na região, especialmente pelo Novo PAC.
Em contrapartida, o Nordeste é a região que concentra o maior percentual da população em condição de miséria. Esse contingente aumentou nos anos recentes, cresceu 4,2 pontos percentuais entre 2018 e 2021, segundo dados da Pnad Contínua, 2018, pesquisa realizada pelo IBGE. Tanto que tem o maior número de pessoas atendidas pelo Bolsa Família, cerca de 10 milhões.
“Por isso, é preciso continuar a defender e a reafirmar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) como uma política pública como foi concebido: a proteção social não é favor de ninguém, é dever de Estado e direito do cidadão”, frisou Danilo Cabral.
O superintendente ressaltou que o desenvolvimento social é um dos sete eixos do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), aprovado pelo Conselho Deliberativo da Sudene, e tem entre suas prioridades o fortalecimento da proteção social para a redução da fome e da miséria na área de atuação da Autarquia.
Danilo Cabral foi autor da Proposta de Emenda Constitucional 383/2017, a chamada PEC do SUAS, enquanto deputado federal. A proposição estabelece que 1% das Receitas Líquidas da União (RCL) deve ser destinada para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social. O texto tem amplo apoio dos gestores e das entidades ligadas à assistência social e está pronto para ser votado pela Câmara dos Deputados.
Com participação de gestores da assistência social de todo país, de representantes do Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, da sociedade civil, o Encontro do Congemas teve como tema “Reconstrução do Sistema Único de Assistência Social: o desafio coletivo na eliminação da fome e da pobreza, na ampliação da proteção social no Brasil”. Fundado em 2001, o Congemas é uma associação civil, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, que reúne os gestores municipais de assistência social.
Vítima era de Tuparetama e se chamava Josiberto, conhecido por Bacural trocador. Um homem de 37 anos morreu após o choque de um Vectra com um caminhão na PE 275, entre o Ambó, Brejinho e São José do Egito, na madrugada deste domingo (30). Segundo informações apurados pelo blog, a vítima era de Tuparetama e […]
Vítima era de Tuparetama e se chamava Josiberto, conhecido por Bacural trocador.
Um homem de 37 anos morreu após o choque de um Vectra com um caminhão na PE 275, entre o Ambó, Brejinho e São José do Egito, na madrugada deste domingo (30).
Segundo informações apurados pelo blog, a vítima era de Tuparetama e se chamava Josiberto, conhecido por Bacural trocador.
O acidente ocorreu por volta das 15h30, no quilômetro 40 da rodovia. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o Vectra, que era conduzido por Josiberto, colidiu frontalmente com um caminhão Ford Cargo 1119.
A vítima teve múltiplas fraturas e morreu no local. O motorista do caminhão não se feriu.
As causas do acidente estão sendo apuradas. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) e o Corpo de Bombeiros estiveram no local para atender a ocorrência.
A identidade do condutor do caminhão ainda não foi divulgada.
Matheus Quidute voltou a relatar situações dramáticas vividas com pacientes infectados com a Covid-19. Por André Luis EXCLUSIVO O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, ouviu nesta quinta-feira (21), o médico afogadense Matheus Quidute, que atua na linha de frente de combate a pandemia provocada pelo novo coronavírus em hospitais do Recife. Hoje, […]
Matheus Quidute voltou a relatar situações dramáticas vividas com pacientes infectados com a Covid-19.
Por André Luis
EXCLUSIVO
O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, ouviu nesta quinta-feira (21), o médico afogadense Matheus Quidute, que atua na linha de frente de combate a pandemia provocada pelo novo coronavírus em hospitais do Recife. Hoje, ele tem atendido, além de no IMIP, no Santa Joana e no Hospital Esperança Recife.
O médico revelou como está a real situação dos hospitais da capital e demonstrou preocupação com os casos de internamento por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sirags), que tem aumentado em todo o estado.
“Estamos exaustos dessa rotina que já vem aí há quase um ano. Por aqui, desde o final de dezembro vem tendo um importante crescimento de casos, que voltaram a lotar as UTIs, tanto dos hospitais públicos como nos privados e estamos revivendo aquele ‘bum’ do ano passado”, relatou Matheus.
Ele disse que a situação é preocupante, porque os profissionais da saúde têm encontrado casos graves e que, apesar de terem aprendido a lidar melhor com a doença, às vezes não têm muito o que fazer.
“Mesmo agora sabendo conduzir de forma mais profissional, com mais conhecimento, mais embasamentos técnicos e científicos, chega um ponto em que não temos mais o que oferecer ao paciente, a não ser, esperar uma reação do organismo contra a Covid-19”, afirmou.
Matheus relatou o caso de um paciente transferido de Manaus para o Recife. “Comparamos duas tomografias deste paciente. Em dois dias ele piorou de 25% para 80% do acometimento do pulmão”, relatou Quidute.
Ele revelou que não existe um controle cem por cento do vírus, da forma como ele vai agir no corpo humano. “Temos o que fazer, mas, ao mesmo tempo, isso depende de como cada pessoa vai responder”, revelou Matheus destacando a imprevisibilidade da doença. “Você pega dois pacientes com perfis idênticos. Um não é intubado e se recupera, o outro é intubado e evolui à óbito”, completou.
Quidute lembrou que o programa de vacinação é longo e destacou que não é porque a pessoa se vacinou que pode sair por aí descumprindo os protocolos sanitários. Lembrou a situação de calamidade que vive o estado do Amazonas e chamou as pessoas a terem consciência. “Não tem jeito. O melhor combate é a prevenção. Continuar higienizando corretamente as mãos, usando a máscara e o principal, evitar aglomerações.
O médico ainda relatou outros casos comoventes vivenciados por ele. “Um casal estava internado em estado grave na UTI do Santa Joana por conta da Covid-19. Ele faleceu, ela ainda está em estado gravíssimo na UTI”, relatou.
Outro relato foi de uma paciente que foi internada e o marido havia falecido há uma semana por conta de complicações com a Covid-19. “Ela pediu para que cuidassem dela antes de intubar. Foi intubada, teve um sangramento grave pelo sistema nervoso central e entrou em protocolo de morte encefálica”, lembrou.
“São muitos os relatos. Pacientes que vão ser intubados e começam a chorar porque as pessoas já sabem que o fato de você estar indo pro tubo, tem 50% de chances de sair ou não”, disse.
“O coronavírus não escolhe endereço, nem classe social. Não escolhe nada. Temos que conviver com situações tristes e constrangedoras que deixam a gente com uma visão diferente da vida. É triste demais”, desabafou.
Provocado a dar uma nota entre 1 e 10 com relação à responsabilidade da população para o agravamento da pandemia, o médico deu 11.
Questionado, enquanto médico, como se sentia ao ver pessoas se aglomerando em festas, Quidute deu um riso de nervoso e disse acompanhar com tristeza e revolta um perfil no Instragram que divulga festas clandestinas, que tem acontecido desde as comemorações da virada de ano.
“Você vê colegas postando isto. Mesmo estando na linha de frente. Estão sendo coniventes com esse tipo de evento. Então, a gente olha para esses eventos e vê que essas pessoas vão chegar em casa e podem infectar o pai, a mãe, os avós, tios… atendemos várias situações de famílias todas contaminadas porque baixaram a guarda no ano novo, e aí depois fica se lamentando, constrangidos com a situação”, criticou o médico.
Matheus lembrou de ter ficado muito constrangido, ao ver colegas de profissão que participaram destes eventos e postaram nas redes sociais. “Eu vivenciei colegas aí da região, que participaram de eventos nestas últimas semanas e postaram nas redes sociais, isso é revoltante e depois tá se vacinando… é uma coisa que não tem lógica, mas cada um que tenha consciência de seus atos. E que responda por eles”, asseverou Quidute.
Matheus também criticou pessoas que tem usado de poder econômico e conhecimento para furar as filas de vacinação país afora. “Isto é revoltante, é um absurdo, desumano, é egoismo puro”, pontuou.
Diante da tramitação do projeto de reforma da Previdência, cujo texto deverá ser enviado ao plenário da Câmara dos Deputados ainda este mês, o governador Paulo Câmara externou sua preocupação em relação aos possíveis impactos negativos da proposta junto à parcela mais pobre dos brasileiros. O chefe do Executivo estadual lembrou que a matéria, atualmente […]
Diante da tramitação do projeto de reforma da Previdência, cujo texto deverá ser enviado ao plenário da Câmara dos Deputados ainda este mês, o governador Paulo Câmara externou sua preocupação em relação aos possíveis impactos negativos da proposta junto à parcela mais pobre dos brasileiros.
O chefe do Executivo estadual lembrou que a matéria, atualmente na Comissão Especial, é bem diferente daquela que foi enviada, em fevereiro, pelo Governo Federal. Após pressão social e dos governadores, especialmente os do Nordeste, pontos tidos como “inegociáveis” foram retirados. No entanto, Paulo Câmara frisou que o debate em torno da reforma tem ocorrido como se ela fosse a única saída para equilibrar as contas públicas.
Seguem as declarações do governador na íntegra:
“Importante ter a oportunidade de esclarecer a todos os pernambucanos nossa posição em relação à reforma da Previdência, cuja tramitação ocorre no Congresso Nacional. Temos muitas preocupações sobre esse tema, diante do que vimos acontecer. Uma proposta que foi originalmente apresentada de maneira insatisfatória, e que precisa ser muito bem trabalhada. Após a retirada de alguns pontos fundamentais, muita coisa precisa ainda ser discutida.
Essa discussão tem um ponto inicial que precisa ficar muito claro: o documento que foi entregue e apresentado esta semana é muito diferente do proposto pelo presidente da República em 20 de fevereiro. Na proposta inicial, havia muitas questões difíceis de serem aceitas. Alguns absurdos, inclusive, como oferecer R$ 400 para idosos que não conseguem o tempo mínimo de contribuição via BPC – Benefício de Prestação Continuada.
O próprio texto original tinha a exigência de 20 anos de contribuição para a aposentadoria rural, ou seja, justamente as pessoas que começam a trabalhar mais cedo e em condições mais adversas. Isso condenava muitos dos trabalhadores rurais a nunca se aposentarem. Já tinha uma parcela significativa desses profissionais aqui – e Pernambuco é um exemplo disso – que são safristas, ou seja, recolhem o INSS apenas 6 meses no período da safra. Com a exigência de 20 anos, na prática, seriam necessários mais de 40 anos para estarem aptos a uma aposentadoria. São essas as pessoas que mais precisam de uma aposentadoria e da garantia de uma velhice saudável.
Eu trouxe dois exemplos aqui de como esse texto atingia diretamente os mais necessitados, uma fatia enorme de trabalhadores pernambucanos, nordestinos, idosos, muito pobres, e tivemos a oportunidade de discutir essa reforma de maneira responsável. Ela nunca será a salvação deste País, mas a gente tem que discutir, e sempre me coloquei de maneira responsável, firme, ao tratar dela. Neste primeiro momento, fui contra, porque o texto estava claramente contrário aos direitos do mais pobres, e nunca vou abrir mão desses pontos: o BPC que eu falei, a aposentadoria rural, a retirada da capitalização, que é um registro que faz com que as pessoas se aposentem sem condição de dignidade, a gente não podia aceitar.
Também não podemos aceitar que se tire a Previdência da Constituição. É um direito fundamental e tem que estar prevista na Constituição. Não pode ser alterada todo ano através de lei complementar ou ordinária. São temas inegociáveis. E houve, por parte do Congresso, através da pressão que muitos dos governadores, principalmente do Nordeste, fizeram, a intenção de retirar esses pontos. Com a retirada, chegou a hora de discutir com mais profundidade o texto. Enquanto a reforma ainda se baseia numa suposta economia, sacrificando o pobre e os trabalhadores do regime geral que ganham menos, a gente vai continuar trabalhando para que ela avance sem prejudicar essas pessoas.
A gente espera ter um texto que acabe com privilégios. Ninguém é a favor de privilégios, e que assegure os direitos dos que mais precisam e aponte novas formas de financiamento para os Estados e municípios. Retirá-los da reforma não é uma solução que vai ajudar o Brasil. Pelo contrário, vai criar um sistema deliberativo mais complicado e eu quero, como governador de Pernambuco, ter a oportunidade de debater esse tema com transparência, responsabilidade, sem me omitir de maneira nenhuma, mas não concordando com absurdos nem com sacrifícios para a população mais pobre, que mais precisa.
Ainda há tempo. Nossa discussão e as reuniões do fórum dos governadores do Nordeste, do fórum dos governadores do Brasil, são justamente para que os Estados tenham condições de discutir com seriedade a Previdência que queremos, que garanta os direitos dos mais pobres mas, ao mesmo tempo, com a responsabilidade de saber que esse tema precisa ser debatido com muita responsabilidade, diálogo e transparência.
Quero garantir que, aqui em Pernambuco, o nosso debate sobre questões que atinjam a população mais pobre sempre será feito com transparência, verdade e, acima de tudo, buscando melhorar as condições de vida das pessoas e nunca piorar, nunca tirar direitos.”
Promovido pela Arpen-PE, evento acontece neste sábado, às 08h30, no Hotel Olho D’água dos Bredos. A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de Pernambuco (Arpen-PE) realiza neste sábado (03/09) o I Encontro Regional de Registradores do estado. O evento acontecerá no Hotel Olho D’água dos Bredos, em Arcoverde, a partir das 8h30, e visa […]
Promovido pela Arpen-PE, evento acontece neste sábado, às 08h30, no Hotel Olho D’água dos Bredos.
A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de Pernambuco (Arpen-PE) realiza neste sábado (03/09) o I Encontro Regional de Registradores do estado.
O evento acontecerá no Hotel Olho D’água dos Bredos, em Arcoverde, a partir das 8h30, e visa discutir melhorias para a categoria, além de levar atualização aos registradores e prestadores de serviços que atuam nos cartórios pernambucanos. Participam do encontro profissionais de todas as regiões (RMR, Zona da Mata, Agreste e Sertão).
De acordo com o presidente da Arpen-PE, Marcos Torres, essa é a primeira vez que um evento como este é realizado em Pernambuco. “Esse intercâmbio entre os registradores e cartórios é essencial para que possamos trocar experiências, avaliar o que vem sendo positivo e o que pode ser melhorado na prestação do serviço à população, além de proporcionarmos a integração da categoria em busca de melhorias para o todo”, esclarece Marcos.
A programação tem início às 8h30, com o credenciamento dos participantes, e às 9h com a abertura oficial do evento. Na sequência, a oficiala titular do RCPN de Itapissuma, Anna Carolina Andrade, fará uma palestra sobre a Lei 14.382/22 e as mudanças de LPR – prenomes, oposição, sobrenomes e união estável, entre outros. A segunda temática, sobre e-proclamas, será abordada pela oficiala titular do RCPN Sertânia, Natália Cordeiro.
O evento será finalizado com uma palestra do oficial titular do RCPN de Petrolina e presidente da Arpen, Marcos Torres, que irá palestrar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
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