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Serra: Victor vai à rua sem caciques da sua campanha e comemora participação

Por Nill Júnior

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O candidato do PR em Serra Talhada, Victor Oliveira voltou ao Alto Bom Jesus na noite desta segunda-feira. Sábado, o candidato esteve lá acompanhado das principais lideranças da coligação Frente Popular, Sebastião Oliveira,  Geni Pereira e Carlos Evandro.

Mas na noite desta segunda o candidato republicano, ao lado do candidato a vice, Marcus Dantas, conseguiu a adesão do mesmo número de pessoas que estavam no sábado e andou pelas ruas próximas a igreja deste bairro que é o mais populoso de Serra Talhada, segundo informação de sua assessoria ao blog.

Ao final da caminhada Dantas fez um discurso relatando que a cada dia mais pessoas estão conhecendo de perto o candidato de Inocêncio Oliveira e comprovam que ele está preparando para ser o prefeito da cidade.

“Mais uma vez olhamos nos olhos dos moradores e vimos neles a vontade de mudar, tenho certeza que a hora da virada está chegando” completou o neto de Inocêncio Oliveira.

Outras Notícias

Afogados: II Feira do Empreendedor tem avaliação positiva

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, comemorou o sucesso da segunda edição da feira do empreendedor, realizada no município, na semana que passou. Quase duzentos participantes nos mais diversos cursos e palestras e a participação de 77 empreendedores expondo e fazendo negócios durante o evento. A Praça Arruda Câmara se transformou em uma […]

thumbnail_artesaos-2O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, comemorou o sucesso da segunda edição da feira do empreendedor, realizada no município, na semana que passou.

Quase duzentos participantes nos mais diversos cursos e palestras e a participação de 77 empreendedores expondo e fazendo negócios durante o evento. A Praça Arruda Câmara se transformou em uma grande sala de bons negócios.

“Estamos apostando no empreendedorismo como alternativa para esses tempos difíceis. Estamos ampliando nossas ações e fortalecendo as nossas parcerias para dar ao empreendedor local amplas condições de conquistar mercados e ampliar seus negócios,” afirmou o Prefeito José Patriota. Essa segunda edição teve um acréscimo de mais de 200% no número de participantes, em relação à feira do ano passado.

O encerramento, com chave de ouro, da II Feira do Empreendedorismo de Afogados da Ingazeira, aconteceu com o desfile da grife sertaneja “Moda Matuta”, coordenada pela Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú. Um verdadeiro show de beleza, talento e criatividade sertaneja.

Segundo a Secretária de Administração, Flaviana Rosa, a parceria com o SEBRAE tem sido fundamental para o fomento das ações empreendedoras. “Hoje Afogados é, nas palavras do próprio SEBRAE, um exemplo de ação empreendedora, um exemplo de parceria institucional,” finalizou.

Durante a Feira do Empreendedor, a Secretaria de Administração, em parceria com AD-Diper e SEBRAE promoveram um mutirão para emissão da carteira do Artesão. O documento é a identificação oficial do artesão, e permite que ele possa participar de feiras e eventos do gênero em todo o Brasil.

Antes, para obter o documento, o artesão precisava se deslocar ao Recife. Além de vencer a distância, eles também tinham que enfrentar a burocracia, retirada do caminho agora pela Prefeitura de Afogados. As carteiras do artesão foram entregues pelo Prefeito José Patriota, na cerimônia de encerramento da Feira do Empreendedorismo.

Homenagem a alunos: três alunos afogadenses da rede municipal receberam medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática. Destaque para o aluno Bruno Vinícius da Silva, estudante da Escola Municipal Ana Melo, que ganhou medalha de Ouro na referida olimpíada.

As alunas Geovana Maria e Beatriz Silva, da Escola Dom Mota, receberam Prata e Bronze. Os três alunos foram homenageados pelo Prefeito José Patriota durante o encerramento da II Feira do Empreendedorismo, na noite de sábado (03).

PGR pede a condenação de Daniel Silveira por crimes contra as instituições democráticas

Segundo a vice-procuradora-geral da República, o discurso que incentiva a violência não está amparado pela Constituição Federal. A Procuradoria-Geral da República (PGR), na sessão desta quarta-feira (20) do Supremo Tribunal Federal, pediu a condenação do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), pelos crimes de coação no curso do processo e atentado ao ​Estado Democrático de Direito […]

Segundo a vice-procuradora-geral da República, o discurso que incentiva a violência não está amparado pela Constituição Federal.

A Procuradoria-Geral da República (PGR), na sessão desta quarta-feira (20) do Supremo Tribunal Federal, pediu a condenação do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), pelos crimes de coação no curso do processo e atentado ao ​Estado Democrático de Direito (artigos 344 e 359-L do Código Penal). 

Segundo a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, o discurso que incentiva e instiga a violência não está amparado pela Constituição Federal. O deputado é réu na Ação Penal (AP) 1044.

Para a procuradora, Silveira, por meio de suas redes sociais, usou mensagens depreciativas e linguagem repugnante capazes de pôr em perigo a paz pública, colocou em xeque a existência do Poder Judiciário e atacou o direito de personalidade de um dos ministros, mediante grave ameaça a sua integridade física.

“A imunidade parlamentar não é exceção dos deveres e valores do Estado de Direito”, afirmou. “Atacar as instituições do Estado é pôr em xeque a subsistência do regime constitucional e da segurança geral dos cidadãos”.

A PGR entende que as condutas praticadas pelo parlamentar preenchem os elementos objetivos do crime de coação ao processo, na medida em que atingiram a Justiça como instituição e como função, e de atentado à soberania, pois tentaram impedir o exercício dos Poderes constitucionais. 

A seu ver, as ações tinham o objetivo de constranger os ministros do STF a não praticarem atos legítimos, compreendidos nas suas funções. A vice-procuradora assinalou que o crime antes previsto no artigo 18 da Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170/1983) de impedir o livre exercício de um dos Poderes da União foi encampado pelo artigo 359-L do Código Penal (atentado ao Estado Democrático de Direito).

Ainda na avaliação da vice-procuradora, o discurso de apoio à intervenção militar, a lembrança de eventos como os ataques com explosivos à sede do STF e as várias ameaças dirigidas aos magistrados nos vídeos divulgados por Silveira são indicativos de risco à segurança de um órgão de Estado.

Paulo Câmara retira subsidio dado por Eduardo e conta de luz ficou mais cara

Do JC Online A promessa na campanha de 2006 e cumprida durante nove anos (tanto nos governos Eduardo Campos e João Lyra Neto como no primeiro ano do de Paulo Câmara), isentando de ICMS todo consumidor de energia elétrica que provasse ser de baixa renda, foi quebrada. Desde o dia 1º, continuará com o benefício de […]

continuará com o benefício de não pagar 25% sobre a conta de energia da Celpe apenas quem consumir até 140 KWh/mês
continuará com o benefício de não pagar 25% sobre a conta de energia da Celpe apenas quem consumir até 140 KWh/mês

Do JC Online

A promessa na campanha de 2006 e cumprida durante nove anos (tanto nos governos Eduardo Campos e João Lyra Neto como no primeiro ano do de Paulo Câmara), isentando de ICMS todo consumidor de energia elétrica que provasse ser de baixa renda, foi quebrada. Desde o dia 1º, continuará com o benefício de não pagar 25% sobre a conta de energia da Celpe apenas quem consumir até 140 KWh/mês.

Isso quer dizer que mesmo estando cadastrada na companhia, agora uma família de baixa renda que consumir acima desse volume vai pagar o imposto sobre tudo o que for registrado no medidor. Uma conta de 140 kWh custa, hoje, R$ 35, e deve passar para R$ 50.

A decisão de voltar a cobrar ICMS nas contas de que quem consome acima de 140kWh/mês foi publicada no dia 22 no Diário Oficial (Decreto nº 42.527), que introduziu uma série de alterações na legislação. O decreto pôs fim ao convênio que vigorou desde o primeiro dia de governo de Eduardo Campos até o último dia 31.

Isentar a cobrança de ICMS (25% sobre o consumo efetivo) foi uma das bandeiras da campanha de Eduardo Campos anunciada como cumprida já no dia seguinte à sua posse. O argumento publicado no DOE do dia 22 de dezembro último por Paulo Câmara é a adequação de vários decretos que regulavam essa isenção.

Na verdade, ele está dentro da proposta dele em aumentar as receitas. Em 2015, a Celpe se transformou numa das âncoras das receitas, via ICMS, para o governo. Primeiro, pelo aumento das tarifas da Celpe pela Aneel, depois pelo aumento de consumo das indústrias que entraram em funcionamento no ano e porque é uma receita garantida, pois a Celpe é obrigada, por lei, a repassar o ICMS no mês seguinte ao da fatura emitida, independentemente de ela ser paga ou não pelo consumidor.

Em 2007, ao anunciar a redução do ICMS nas contas de energia, Eduardo Campos estimou que o cumprimento da sua maior promessa de campanha deveria reduzir a conta de 677 mil famílias. Naquele ano, os consumidores pagavam duas alíquotas de ICMS, uma de 20% e outra de 25%. Com a isenção, o Estado deixou de arrecadar R$ 3 milhões por mês, ou R$ 36 milhões/ano. Até agora não foram divulgadas estimativas de quanto o decreto aumentará na receita do Estado.

O caso Airton Freire e o erro de narrativa

Desde o início das denúncias contra o padre Airton Freire,  há uma estratégia clara da sua defesa, dos seus adoradores, que o preferem em detrimento do que ensina o próprio Cristo,  de parte da imprensa,  e dos que têm alguma dependência política ou econômica da estrutura por ele montada. Numa estratégia conhecida,  recorrem à máxima de […]

Desde o início das denúncias contra o padre Airton Freire,  há uma estratégia clara da sua defesa, dos seus adoradores, que o preferem em detrimento do que ensina o próprio Cristo,  de parte da imprensa,  e dos que têm alguma dependência política ou econômica da estrutura por ele montada.

Numa estratégia conhecida,  recorrem à máxima de repetir como em um mantra e induzir à mentira de que há apenas uma denunciante contra o sacerdote: a personal stylist Sílvia Tavares.  Isso porque,  de todas as vítimas,  Sílvia,  a seu modo, se expõe excessivamente nas redes sociais,  como no vídeo em que comemora a prisão do sacerdote.  Aliás,  é a única que adota essa postura, o que ajuda a narrativa de quem tenta descredenciá-la. O pior, quer determinar um estereótipo da mulher vítima de violência sexual: ela não pode ter o rosto de Sílvia,  o jeito “espalhafatoso” de Sílvia,  os olhos de Sílvia,  a conduta pública de Sílvia.

Mas, sigamos: como os demais inquéritos correm em segredo de justiça e as demais vítimas não têm rosto, isso reforça a jogada de quem quer induzir ao grave erro de que a questão é saber quem está com a verdade: se o padre e seu entorno ou Sílvia.  Essa intenção de induzir a opinião pública a isso é comprovada por dois fatos recentes: a nota da defesa acusando Sílvia de destruir provas da suposta inocência do padre e a carta aberta, batizada equivocadamente de artigo, buscando desmontar a sua versão dos fatos.

Quando parte da imprensa cai nesse lugar comum,  como querem eles, ajuda a confundir a opinião pública,  fazendo muitos se perguntarem se o padre é de fato culpado,  ou inocente.

Só que a verdade é que o caso Sílvia representa no máximo 20% de tudo que foi apurado. São cinco denúncias,  com vasta riqueza de detalhes e provas, como no caso do único homem vítima que se apresentou até agora: ele apresentou áudios comprovadamente do padre o atraindo para a cabaninha de taipa, além de vídeos pornôs enviados por mensagem. Os outros três casos, de mulheres vitimadas,  também trazem evidências e provas, inclusive do modus operandi.  As vítimas sequer se conheciam.

“O relato das vítimas merece credibilidade.  E quando recebemos qualquer noticia crime dessa natureza,  buscamos todos os elementos para que corroborem pra elucidação de todos os fatos e as circunstâncias em torno”, disse a Delegada Andreza Gregório,  titular e coordenadora da Força Tarefa, na coletiva de 26 de julho.

E seguiu: “todas as mulheres que nos procuraram relataram de uma forma detalhada, segura. São mulheres e um homem que não se conhecem,  não tem nenhum relacionamento entre eles. Detalham de forma emocionada, demonstram dor em relembrar todos esses fatos e não há nenhum indicativo de que possam estar inventando ou fantasiando algo contra um homem que por elas era tido como um homem santo”.

Concluiu dizendo que todos os elementos coletados até o momento,  que não podem ser detalhados dado o sigilo nas investigações,  corroboram com essa linha, seja através de depoimentos,  seja através de outras provas técnicas.

“A prisão preventiva foi decretada considerando a garantia da ordem pública,  a reiteração dessas condutas religiosas e a necessidade para melhor instrução do devido processo criminal”.

Os investigadores inclusive alegam que novos casos já começaram a ser investigados dada a repercussão dos cinco primeiros. Há inclusive possibilidade de aumento da Força Tarefa. Outras supostas vítimas procuraram o Disque Denúncia (81) 9 8488-7082.

Apesar disso, segue a reprodução do embate Airton x Sílvia, não porque é o certo a se fazer,  mas porque é o que tem gerado mais likes e cliques, ou porque atende aos interesses de quem quer assim. Jornalismo não existe pra isso. Nessa, não contem comigo.

Tuparetama: Câmara aprova PL proibindo criação e pastoreio de animais em vias públicas

Na Sessão Ordinária da última segunda-feira (12), a Câmara de Vereadores de Tuparetama aprovou o Projeto de Lei (PL) N° 01/2023, que dispõe sobre a proibição de toda e qualquer atividade de criação e pastoreio de animais de pequeno a grande porte nas vias e logradouros públicos do município. O descumprimento do PL terá sanções […]

Na Sessão Ordinária da última segunda-feira (12), a Câmara de Vereadores de Tuparetama aprovou o Projeto de Lei (PL) N° 01/2023, que dispõe sobre a proibição de toda e qualquer atividade de criação e pastoreio de animais de pequeno a grande porte nas vias e logradouros públicos do município.

O descumprimento do PL terá sanções como a imediata apreensão dos animais; aplicação da multa de dez por cento do valor da venda do animal; e no caso de reincidência, a multa será de vinte por cento e voltando a reincidir a multa passará a ser de cinquenta por cento do valor da venda do animal.

“É permitido o manejo de animais nos locais estabelecidos no caput, de um cercado para outro, quando houver necessidade devidamente comprovada”, diz o PL.

Ainda segundo o Projeto de Lei, os donos dos animais apreendidos terão o prazo de 72 horas para retirá-los, após esse prazo os animais serão leiloados para o pagamento da multa e o restante doado a uma instituição sem fins lucrativos.