Neste sábado dia, 3 de julho, organizações sociais, sindicatos, lideranças populares e partidos políticos vão às ruas de Serra Talhada.
O movimento pede o impeachment de Jair Bolsonaro “por crimes contra à vida da população brasileira durante a pandemia e por prevaricação em relação às denúncias de corrupção no contrato de compra de vacinas da Covaxin”.
Além disso, o movimento também exige a celeridade na vacinação, auxílio emergencial de R$ 600 até o controle efetivo da pandemia, investimentos em Educação, Saúde e Cultura, bem como a defesa dos povos indígenas e do meio ambiente, a não aprovação da Reforma Administrativa e o combate ao racismo e à homofobia.
A concentração da manifestação será em frente à Escola Solidônio Leite, a partir das 9 horas, com encerramento em frente ao Pátio da Feira Livre de Serra Talhada. Essa será a terceira mobilização contra Bolsonaro a ser realizada em Serra Talhada, desde o mês de maio.
O ato está sendo promovido pelo PT, PSOL, FETAPE, SINTEST, ADUFERPE, MST e o Movimento Diverso. Os organizadores convocam todas e todos a participarem do ato, respeitando as medidas de biossegurança e protocolos sanitários, com máscaras e com álcool em gel, mantendo o distanciamento físico mínimo de 2 metros para evitar exposição à covid-19.
O advogado Bernardo Fenelon, especialista em acordos de delação premiada, deixou nesta semana a defesa do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro Mauro Barbosa Cid. A decisão do advogado foi antecipada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”, e também foi informada ao blog. Segundo o blog apurou, a cisão foi motivada por uma […]
O advogado Bernardo Fenelon, especialista em acordos de delação premiada, deixou nesta semana a defesa do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro Mauro Barbosa Cid.
A decisão do advogado foi antecipada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”, e também foi informada ao blog.
Segundo o blog apurou, a cisão foi motivada por uma “quebra de confiança” na relação entre Mauro Cid e a defesa.
Até o início da semana, Bernardo Fenelon ainda respondia pelos avanços judiciais das investigações envolvendo Mauro Cid.
Quando “O Globo” e a GloboNews revelaram documentos que mostravam o militar tentando vender um Rolex dado a Bolsonaro pelo rei da Arábia Saudita, por exemplo, o advogado afirmou ao g1 que não poderia responder sobre o caso porque a defesa ainda não tinha tido acesso ao material.
Até a manhã deste domingo (13), ainda não estava definido o nome do novo advogado do ex-auxiliar de Bolsonaro. Com isso, Mauro Cid ainda não tinha divulgado nenhuma nota oficial sobre as revelações dos últimos dias.
Bernardo Fenelon é o segundo advogado a deixar a defesa de Mauro Cid desde o início do ano. Até maio, o militar era defendido por Rodrigo Roca, próximo à família Bolsonaro.
O senador Ciro Nogueira (PP-PI) afirmou que renuncia ao cargo se ficar comprovada qualquer vinculação entre ele e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, ambos presos pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato por suspeitas de envolvimento com esquema de lavagem de dinheiro. Em entrevista à Rádio Estadão […]
O senador Ciro Nogueira (PP-PI) afirmou que renuncia ao cargo se ficar comprovada qualquer vinculação entre ele e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, ambos presos pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato por suspeitas de envolvimento com esquema de lavagem de dinheiro. Em entrevista à Rádio Estadão nesta terça-feira, Nogueira disse não conhecer o doleiro e afirmou que apenas se encontrou com Paulo Roberto para tratar de obras da Petrobras em seu Estado.
“Me comprometo a renunciar ao mandato de senador se houver alguma vinculação financeira, alguma vinculação que possa ter desvio de ética, de conduta da minha pessoa, com essas pessoas”, afirmou o senador. Ciro Nogueira foi um dos citados pelo ex-diretor em seu depoimento à Justiça pelo acordo de delação premiada. De acordo com reportagem da revista Veja, outros onze nomes foram vinculados ao suposto esquema de pagamento de propinas na Petrobras.
Em nota encaminhada à imprensa nesta manhã, o senador reiterou sua intenção de renunciar ao mandato e negou as suspeitas de envolvimento com o esquema de corrupção. “Não há nada de verdadeiro em alegações que me coloquem como partícipe de qualquer comportamento censurável no que concerne a Petrobras ou seus ex-diretores”, diz a nota.
Do Uol Já são nove os presos sob suspeita de ligação com os atentados terroristas em Paris na última sexta-feira (13). Nesta terça-feira (17), a Alemanha prendeu sete pessoas, que se somam a outras duas detidas na Bélgica no fim de semana. Os dois homens presos na Bélgica, identificados como Mohammed Amri, 27, e Hamza […]
Já são nove os presos sob suspeita de ligação com os atentados terroristas em Paris na última sexta-feira (13). Nesta terça-feira (17), a Alemanha prendeu sete pessoas, que se somam a outras duas detidas na Bélgica no fim de semana.
Os dois homens presos na Bélgica, identificados como Mohammed Amri, 27, e Hamza Attou, 21, admitiram ter dado carona a Salah Abdeslam, que está foragido e é procurado pela polícia. Abdeslam teria alugado dois carros possivelmente usados nos atentados. Os belgas negam terem dado apoio aos terroristas.
Segundo o advogado de Amri, citado pelo jornal britânico “Guardian”, o homem pegou Abdeslam no sábado pela manhã em Paris e afirmou que foi apenas “buscar um amigo na França”. Já a advogada de Attou disse que ele somente acompanhava Amri e Abdeslam. Eles teriam saído de Paris às 4h da manhã de sábado, retornando a Bruxelas.
De acordo com o jornal belga “Het Nieuswblad”, Mohammed Amri e Hamza Attou deram explicações contraditórias durante os interrogatórios policiais, e um deles (Attou) afirmou que Abdeslam tinha sido levado por eles no sábado até o estádio Roi Baudouin, em Bruxelas, onde aconteceria nesta terça-feira o amistoso entre Bélgica e Espanha, que foi adiado. Segundo Amri, eles o teriam deixado no distrito de Molenbeek, onde a polícia realizou uma extensa operação de busca e apreensão na segunda.
Alvo de um mandado de prisão internacional, Abdeslam alugou um Volkswagen Polo preto, registrado na Bélgica, que foi encontrado estacionado em frente à casa de espetáculos Bataclan, onde 89 pessoas foram assassinadas. Ele também teria alugado um segundo carro: o Renault Clio encontrado em Paris nesta terça-feira, que pode ter servido na preparação dos ataques.
Sobre os sete presos na Alemanha hoje, ainda não há confirmação de suas identidades nem de sua participação efetiva nos atentados à capital francesa. Eles foram detidos em Alsdorf, cidade alemã a 430 km de Paris, na fronteira com a Bélgica, perto de Aachen.
Em comunicado, a polícia de Aachen explicou que, após receber uma pista sobre a presença de indivíduos suspeitos na cidade, um grupo de operações especiais prendeu pela manhã duas mulheres e um homem.
Outras quatro pessoas foram detidas temporariamente mais tarde, afirmou a polícia, sem dar mais detalhes do porque a operação é mantida em andamento. A identidade destas também não foi divulgada.
Segundo a imprensa alemã, as três primeiras pessoas foram presas quando abandonavam um carro perto de uma agência de emprego em Alsdorf, cidade com cerca de 45 mil habitantes.
Em entrevista à emissora N-TV, o porta-voz da polícia de Aachen, Werner Schneider, revelou que os três são estrangeiros e estão sendo interrogados para determinar se têm envolvimento com os atentados terroristas de Paris.
Segundo os primeiros detalhes da operação divulgados pelo jornal “Aachener Zeitung”, que cita testemunhas, os três primeiros suspeitos foram detidos por volta das 9h30 locais (6h30 em Brasília). O carro que eles usavam foi cercado por viaturas. Os agentes obrigaram o trio a descer e realizou a prisão.
Fontes consultadas pela edição digital da revista “Der Spiegel” descartaram que o homem detido seja Salah Abdeslam. De acordo com a revista, Kamal A., 29, Lava M., 28, e Didem A., 32, são moradores da cidade alemã.
A prisão ocorreu após uma vendedora de um supermercado ter avisado à polícia que viu Salah Abdeslam com o trio.
Por Inácio Feitosa* Uma reflexão íntima sobre Recife, sua paisagem urbana e nosso comportamento coletivo Eu amo Recife. Amo sua história, seus rios, suas pontes, seu mar, sua cultura vibrante e sua identidade única. Mas amar uma cidade também é ter coragem de olhar para ela com honestidade. E há algo que me inquieta profundamente: […]
Uma reflexão íntima sobre Recife, sua paisagem urbana e nosso comportamento coletivo
Eu amo Recife. Amo sua história, seus rios, suas pontes, seu mar, sua cultura vibrante e sua identidade única. Mas amar uma cidade também é ter coragem de olhar para ela com honestidade. E há algo que me inquieta profundamente: nós nos acostumamos a conviver com o feio. E pior – deixamos de perceber o quanto isso diz mais sobre nós do que sobre o concreto que nos cerca.
Recife não nasceu feia. Tornou-se, lentamente, ao longo de décadas, uma cidade marcada por degradações visíveis que foram sendo naturalizadas até perderem a capacidade de causar incômodo. A paisagem urbana passou a refletir descuidos acumulados, mas também uma perigosa acomodação social.
Sempre me chama atenção a entrada da cidade pelo encontro da BR-101 com a BR-232. Um emaranhado de viadutos sem paisagismo, concreto cru, sujeira e abandono. Ali começa o primeiro retrato de uma capital que deveria acolher com beleza e organização. O mesmo ocorre no caminho para o aeroporto pelo bairro de Afogados: desordem visual, comércio irregular espalhado, calçadas deterioradas. É como se a cidade pedisse desculpas antes mesmo de receber quem chega.
No Recife Antigo, área que deveria ser um santuário urbano, convivemos há anos com fios pendurados, postes saturados, poluição visual que esconde o valor do patrimônio histórico. A promessa recente de embutir essa fiação revela o quanto demoramos para reagir. Enquanto isso, pichações cobrem muros, prédios e monumentos sem distinção, apagando memórias e ferindo a estética da cidade.
Quando caminho pelo Centro – Boa Vista, Santo Antônio, São José – vejo prédios abandonados, fachadas em ruínas e imóveis que contam histórias esquecidas. Sob viadutos espalhados pela cidade, acumulam-se sujeira e espaços mortos. Sempre penso no quanto esses locais poderiam ser transformados em equipamentos culturais. Sonho com bibliotecas urbanas nesses vazios – as Viadutotecas – como forma de devolver dignidade a áreas que hoje simbolizam abandono.
Outro cenário que me incomoda é o entorno do Hospital das Clínicas da UFPE, tomado por barracas desordenadas que escondem a arquitetura institucional atrás de improvisos. E não consigo ignorar a presença constante dos flanelinhas dominando ruas e pontos turísticos, constrangendo o cidadão e naturalizando uma forma velada de extorsão urbana. Praças transformadas em lava-jatos improvisados completam esse retrato de descaso cotidiano.
Nada disso é novo. Esses problemas existem há décadas. Eles sobreviveram porque foram tolerados por governos sucessivos, mas também porque nós, recifenses, aprendemos a aceitá-los sem resistência. E é aqui que minha crítica se volta para dentro. O feio não está apenas na arquitetura; está no comportamento social. Está no lixo jogado na rua, na indiferença diante das pichações, na aceitação passiva da desordem e no silêncio coletivo que permite que o provisório vire permanente.
Muitos dirão que sou pessimista. Dirão que Recife tem a Rua do Bom Jesus, uma das mais bonitas do mundo. E é verdade. Mas sempre me pergunto: quando foi a última vez que a visitamos com olhar atento? Quantos prédios degradados estão ali pedindo cuidado? Quantas vezes tentamos estacionar sem sermos constrangidos?
E há ainda o antigo prédio do Grupo Nassau, de João Santos, no Marco Zero. A troca brutal da fachada original por vidro foi um golpe violento na paisagem histórica. O que era belo tornou-se um corpo estranho no coração simbólico da cidade. Nunca vi um movimento firme para exigir a recomposição arquitetônica daquele imóvel no centro mais emblemático de Recife.
Eu continuo acreditando na beleza da minha cidade. Mas amar Recife é não aceitar o feio como destino. É desejar sempre mais cuidado, mais respeito ao patrimônio, mais ordem urbana e mais consciência cidadã.
Porque uma cidade só permanece bonita quando seu povo se recusa a se acomodar diante da própria degradação. Quando o feio deixa de incomodar, ele se instala não apenas nos muros e nas ruas, mas também dentro de nós.
por Anchieta Santos O Prefeito Sebastião Dias passou de defensor a carrasco dos estudantes universitários em Tabira. Quando era vereador, o poeta foi relator do projeto durante o governo Josete Amaral que concedeu a ajuda ao transporte dos estudantes universitários. Ao assumir a Prefeitura, Sebastiao chorou por só poder pagar 50% do transporte. E agora […]
O Prefeito Sebastião Dias passou de defensor a carrasco dos estudantes universitários em Tabira. Quando era vereador, o poeta foi relator do projeto durante o governo Josete Amaral que concedeu a ajuda ao transporte dos estudantes universitários.
Ao assumir a Prefeitura, Sebastiao chorou por só poder pagar 50% do transporte. E agora sem pagar o transporte, completados três meses ontem, com débito superior a 18 mil reais aos 02 ônibus, os motoristas não suportaram mais e pararam as atividades para desespero dos estudantes.
Ontem também os garis reclamam atraso em seus pagamentos. A crise é tanta que tem gente do comercio tabirense que já não aguenta mais vender a Prefeitura.
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