Serra Talhada participa do Fórum de Prefeitas e Prefeitos do Pajeú pelo Clima e Pelas Águas
Por André Luis
O secretário de Meio Ambiente de Serra Talhada, Sinézio Rodrigues, participou, nesta quinta-feira (10), do Fórum de Prefeitas e Prefeitos do Pajeú pelo Clima e Pelas Águas, realizado na cidade de Floresta. O Fórum teve como foco principal o debate sobre as ações sustentáveis para a bacia do Rio Pajeú.
O fórum reuniu gestores de municípios pajeuzeiros, sociedade civil organizada, lideranças e autoridades de diversas áreas relacionadas para discutir cenários, problemas, desafios e potencialidades da região, no intuito de promover ações para avançar nos eixos do saneamento básico e da gestão hídrica e climática da bacia do Rio Pajeú.
O evento também teve como objetivo a construção da Carta das Prefeitas e dos Prefeitos do Pajeú pelo Clima e pelas Águas, um manifesto de aliança regional pela articulação de ações integradas dos municípios da bacia do Rio Pajeú, na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável que garanta a segurança hídrica, energética e climática da região.
Segundo Sinézio Rodrigues, haverá reuniões constantes das cidades da região para debater e definir ações simultâneas no sentido de revitalizar o Rio Pajeú. O secretário aproveitou a ocasião para apresentar as iniciativas de Serra Talhada em defesa de um meio ambiente sustentável.
“Nós estamos trabalhando no sentido de fortalecermos cada vez mais a política ambiental em nosso município e região. Serra Talhada já apresentou seu primeiro Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa, criou uma comissão municipal sobre mudança do clima e já concluiu e em breve apresentará o seu Plano Local de Ação Climática. O município vem realizando diversas ações de mitigação e adaptação a essas mudanças, como instalação de lâmpadas de LED na iluminação pública, o plantio de mudas nativas nos espaços públicos, a implantação de ciclofaixas e a construção de parques e praças com áreas verdes. Além disso, a cidade também é signatária do Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia, signatária da ACA Brasil, aderiu ao Race to Zero (Corrida ao Zero) da COP 26 e também é associada à rede ICLEI América do Sul”, explicou Sinézio Rodrigues, que representou a prefeita Márcia Conrado no evento.
Além da Secretaria de Meio Ambiente, a comitiva serra-talhadense contou ainda com representantes da Secretaria Municipal de Agricultura e Recursos Hídricos. No final do evento, foi apresentada uma Carta das Prefeitas e Prefeitos do Pajeú pelo Clima e Pelas Águas.
Encerrado o prazo para a troca de partidos entre os que vão disputar as eleições em outubro deste ano, o DEM (Democratas) passa a ser a quinta maior bancada na Câmara dos Deputados, com 44 parlamentares e a presidência da Casa, nas mãos de Rodrigo Maia (RJ), que é também pré-candidato à Presidência da República […]
Encerrado o prazo para a troca de partidos entre os que vão disputar as eleições em outubro deste ano, o DEM (Democratas) passa a ser a quinta maior bancada na Câmara dos Deputados, com 44 parlamentares e a presidência da Casa, nas mãos de Rodrigo Maia (RJ), que é também pré-candidato à Presidência da República pela sigla.
Em 2014, o partido liderado por Antônio Carlos Magalhães Neto (BA) elegeu 21 deputados federais. Antes da janela partidária – período de um mês para trocas, terminado em 6 de abril -, reunia 33 nomes e era o oitavo maior grupo.
De acordo com a Câmara, o DEM hoje só é menor que PT (60 deputados), MDB (53), PP (52) e PSDB (47).
“Esse crescimento, nós não queremos que seja meramente circunstancial. Não seremos apenas um partido congressual”, afirma ACM Neto, prefeito de Salvador e presidente do partido. “Nós vamos ter sete candidatos a governador e oito candidatos ao Senado com chances reais de eleição, e temos hoje uma pré-candidatura posta de Rodrigo [Maia] a presidente da República. A vocação do partido não será apenas para ser um partido forte no Congresso. A perspectiva é uma visão de longo prazo.”
As atuais 35 legendas políticas tinham até sexta-feira (13) para atualizar suas listas de filiados, mas a Justiça Eleitoral não divulga informações detalhadas sobre as alterações nos quadros dos partidos.
Dobrar o número de deputados, porém, pode ser uma faca de dois gumes. A verba recebida pelo partido do fundo eleitoral será calculada com base no número de parlamentares anterior à janela.
“Não somos um partido apenas focado nas eleições parlamentares. Vamos equilibrar entre deputados, governadores, senadores e a candidatura de Rodrigo. Uma coisa que nos desfavorece é que o Democratas tem uma receita de 20 [deputados] para uma despesa de tudo isso que eu acabei de dizer”, diz ACM Neto.
“Nós hoje temos 44 deputados, mas a nossa receita para a composição do fundo partidário e do fundo eleitoral foi feita com o retrato do passado, quando o partido era menor. Isso não muda após a janela partidária e impõe ainda mais restrições, especificamente no que se refere a financiamento de campanha para a gente. Nós vamos ter que ser bastante inteligentes na organização e na distribuição desses recursos.”
O presidente do DEM credita seu fortalecimento a dois principais motivos: a atitude de Maia e sua articulação política, “um grande elemento de atração” para novos filiados; e o processo de renovação do partido, que surgiu em 2007 por meio de uma refundação do PFL (Partido da Frente Liberal), “o que acabou atraindo muita gente”.
“Queremos ser um partido para ocupar uma posição protagonista na construção desse novo momento da política brasileira que vai surgir a partir das eleições de 2018”, afirma o prefeito baiano.
DEM pode acabar ao lado de Bolsonaro?
A pouco menos de seis meses para as eleições, ainda é arriscado palpitar sobre quem permanecerá no páreo presidencial e chegará a um possível segundo turno. Por enquanto, tudo não passa de “especulação”, na avaliação do cientista político Paulo Fábio Dantas Neto, da UFBA (Universidade Federal da Bahia), mas o DEM pode acabar ao lado de Jair Bolsonaro (PSL).
“Do jeito que a carruagem vai, minha impressão é que Rodrigo Maia vai acabar com Bolsonaro. Todos os movimentos do que se chama de ‘centro’ estão sendo feitos em sentido centrífugo. É um espalhamento de candidaturas, de projetos, em que se fica sempre com a ideia de que vai surgir lá adiante uma solução que vai esvaziar o Bolsonaro”, ele afirma. “Só que não há indício ainda de por onde isso vai acontecer.”
Dantas entende que o DEM vem se esforçando para se dissociar do governo e do MDB e que tem investido em sua marca, com um estilo mais “agressivo” de Maia no último ano. Na reta final, porém, sua candidatura pode não vingar.
“O DEM está ensaiando um movimento demarcatório, mas a tendência é eles entrarem numa composição. Pode ser para o centro? Acho que pode. Mas esse processo pode dar mais em aproximação pragmática com o esquema de Bolsonaro do que outra coisa. Se isso vier a acontecer, detonaria o projeto liberal do partido”, afirma.
O presidente da sigla discorda desse raciocínio.
“Nesse quadro de grande pulverização, com quatro meses praticamente para as convenções partidárias, é impossível, neste momento, você prever quem pode ser o candidato mais forte, mais competitivo, em qualquer campo, não só no campo do centro”, diz ACM Neto. “Tirando o Lula do jogo, fica tudo nivelado. Por que, então, Rodrigo não pode ser esse nome que virá, lá na frente, a reunir todo o apoio do campo do centro? Pode ser. Nós estamos apostando nisso e vamos trabalhar para isso.”
“Jogo de risco”
Na pesquisa Datafolha mais recente, divulgada neste domingo (15), o deputado Rodrigo Maia teria até 1% das intenções de voto, dependendo do cenário, e ficaria fora do segundo turno.
“Eles [DEM] estão fazendo um jogo de risco, a meu ver. Se o quadro do segundo turno permitir uma candidatura de centro, o projeto do partido está salvo. Eles continuarão tentando se diferenciar. Mas o que está no horizonte é o contrário, é Bolsonaro chegar para uma série de forças liberais, o DEM incluído, mas não apenas, e dizer assim: ‘Ou é isso [me apoiam] ou vai voltar o povo da esquerda’. E aí você tem uma eleição com essas escolhas”, analisa o professor Dantas.
Sobre essa hipótese, o presidente do Democratas diz que existe uma chance de arriscar justamente porque o cenário ainda está muito indefinido.
“Bolsonaro está trabalhando há dois anos, acabou sendo identificado como um contraponto ao Lula, tem um segmento específico da sociedade que se identifica com ele. Tirando isso, todos estão num patamar muito próximo. É uma oportunidade para apostar na própria candidatura, não tenho dúvida”, afirma ACM Neto.
A reportagem do UOL tentou entrevistar Rodrigo Maia para comentar os cenários eleitorais, mas sua assessoria informou que ele não estava disponível.
Há pouco mais de um mês, o deputado afirmou que seria uma “negligência política” formar uma chapa com o tucano Alckmin e que não seria garoto propaganda do Planalto.
“Tenho responsabilidade de construir um projeto para que a gente não entregue o governo para partidos de esquerda”, afirmou à “Folha de S. Paulo”. “Representamos um novo ciclo, com a certeza de que compor chapa com o PSDB hoje é participar de um projeto em que entregaremos o governo para aqueles que não governarão da forma que acreditamos.”
ACM Neto reforça o coro de que o DEM não se associará ao governo Temer (MDB). O partido, ele ressalta, cumpriu o papel de “garantir a estabilidade institucional” na fase de transição seguinte ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2016, mas agora olha para frente.
“Quando a gente trata de eleição de 2018, nós estamos tratando de futuro. Não tem sentido ficar preso ao contexto de governo, o que não quer dizer que a gente vai para a oposição, de maneira alguma. Mas nós precisamos ter liberdade para conversar com todo mundo, como temos feito, e inclusive para construir com partidos que não necessariamente estejam na base do governo”, afirma.
“Oportunidade de recomeçar”
Integrante da base aliada do governo, o Democratas foi fundado em 2007 e se apresenta como “o partido das novas ideias”. Liberal de centro-direita, tem à sua frente herdeiros do PFL (Partido da Frente Liberal), do qual se originou e que existiu entre 1985 e 2007.
Antônio Carlos Magalhães, na Bahia, e César Maia, no Rio de Janeiro, estão entre os expoentes da extinta sigla. ACM, avô do atual presidente do DEM, morreu em 2007, e César Maia, pai do deputado Rodrigo, é atualmente vereador no Rio.
Para o cientista político Dantas, a retomada de projetos originados no fim dos anos 1980 é o que dá novo fôlego ao partido, ainda que associado a antigos sobrenomes da política nacional.
“Embora a sua imagem fosse sempre a de um partido que tinha como marca um comportamento fisiológico, o PFL foi um partido que realizou, lá no começo dos anos 1990, logo após a Constituinte, um esforço de formulação, de elaboração de proposições que foi muito significativo e surpreendente”, ele explica.
Segundo estudos realizados pelo professor da UFBA, uma revisão da Constituição prevista para 1993 motivou o PFL a tentar reverter o que, no seu entendimento, estava falho no capítulo da reforma econômica da Carta Magna. O esforço foi em vão, pois pouco foi alterado na Constituição, com seis emendas apenas aprovadas na revisão e sem muito efeito.
No entanto, o conteúdo desse projeto que não decolou acabou sendo aproveitado depois pelo governo do PSDB, com Fernando Henrique Cardoso.
“Essa oportunidade de recomeçar aparece num momento em que se desfez aquela polarização que se tinha estabilizado durante mais de duas décadas na política brasileira. O formato de competição se desestruturou e se abriu a oportunidade de o DEM ser um dos desaguadouros desse campo da centro-direita que se fortaleceu no país nos últimos anos”, ele avalia.
“O PFL antigo não é apenas o do fisiologismo, do governismo, da tradição patrimonialista. Não é isso, é também esforço de formulação. Esses caras podem pegar agora um pouco disso e com mais chance.”
“No Brasil de 20 e poucos anos atrás, a possibilidade de uma perspectiva mais claramente liberal tinha menos possibilidade de avançar do que no Brasil de hoje. A sociedade se tornou uma sociedade mais palatável a isso, mas essas coisas talvez não estejam maduras a ponto de eles [DEM] terem uma candidatura presidencial competitiva. Acho que não estão”, conclui o professor.
O pré-candidato a governador Miguel Coelho afirmou nesta terça-feira (10) que o pacote de R$ 222,5 milhões anunciado pelo governador Paulo Câmara para a saúde dos municípios é na verdade o pagamento de uma dívida do governo do estado que estava acumulada há dez anos. De acordo com o ex-prefeito de Petrolina, os repasses deveriam […]
O pré-candidato a governador Miguel Coelho afirmou nesta terça-feira (10) que o pacote de R$ 222,5 milhões anunciado pelo governador Paulo Câmara para a saúde dos municípios é na verdade o pagamento de uma dívida do governo do estado que estava acumulada há dez anos.
De acordo com o ex-prefeito de Petrolina, os repasses deveriam ter sido feitos aos municípios nos anos de 2012, 2014, 2016 e 2018, porém o estado não pagou e deixou o montante acumular.
“Isso é tudo dívida, é repasse que o governo do estado não pagava desde 2012. Acumulou uma dívida em dez anos e agora acha que o povo de Pernambuco ficou besta, de que ele anunciou um grande investimento. Na verdade está cumprindo a sua obrigação que levou dez anos para poder cumprir, então a gente não pode mais ter essa política miúda, que diminui o tamanho do nosso estado”, afirmou.
Em nota, o governo do estado informou que os recursos são destinados a quatro políticas estratégicas, por intermédio dos programas de cofinanciamento: Política Nacional de Hospitais de Pequeno Porte (HPP); Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF); Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); e Política Estadual de Fortalecimento da Atenção Primária (PEFAP).
Um homem morreu após ser atingido por um raio nesta quarta-feira (15) em Juru, no Sertão da Paraíba. Segundo informações de parentes repassadas à Polícia Militar, a vítima morava na Zona Rural do município e teria sido atingido. Identificado como Marcos Fernandez Leite da Silva, Nandinho, 26 anos, era casado e tinha um filho. Ele […]
Um homem morreu após ser atingido por um raio nesta quarta-feira (15) em Juru, no Sertão da Paraíba.
Segundo informações de parentes repassadas à Polícia Militar, a vítima morava na Zona Rural do município e teria sido atingido.
Identificado como Marcos Fernandez Leite da Silva, Nandinho, 26 anos, era casado e tinha um filho.
Ele estava trabalhando na Fazenda Âncora, zona rural do município, quando foi atingido pela descarga elétrica.
A tarde dessa quinta foi marcada por chuvas com raios nos sertões de Pernambuco e Paraíba.
Se você estiver em casa: Não use telefones com fio ou celulares conectados à rede elétrica; não se aproxime de tomadas, canos, janelas e portas metálicas; não utilize ou toque em equipamentos ligados à rede elétrica. Todos estes meios podem conduzir a eletricidade e te ferir se um raio cair próximo a você!
Se você estiver na rua: Não segure objetos metálicos longos; não empine pipas ou brinquedos similares, como aeromodelos; e não se aproxime de objetos metálicos como cercas, varais, portões ou antenas. Estas situações também aumentam as chances de se ferir com um raio.
Atividades como jogar futebol em campo aberto, caminhar em áreas descampadas como canteiros de obra, terrenos baldios e estradas, e subir em locais altos como telhados, terraços e montanhas são atividades de grande risco que devem ser evitadas.
A Agência do Bradesco de Afogados da Ingazeira é uma das piores do país, a se levar em conta a qualidade do atendimento e as queixas dos que procuram a unidade. O tempo médio de espera na agência a depender do serviço prestado pode chegar, pasmem, a duas horas. Um desrespeito sem tamanho. “Fui cliente […]
A Agência do Bradesco de Afogados da Ingazeira é uma das piores do país, a se levar em conta a qualidade do atendimento e as queixas dos que procuram a unidade. O tempo médio de espera na agência a depender do serviço prestado pode chegar, pasmem, a duas horas. Um desrespeito sem tamanho.
“Fui cliente do Bradesco por muito tempo, mas quando voltei pra Afogados encerrei minha conta no banco porque o atendimento é caótica. Se você observar não existe fila determinada pra nada, é todo mundo misturado aguardando o atendimento. Não tem cadeiras pra sentar, um caos”, disse à Rádio Pajeú esta manhã a radialista Juliana Lima. Esta manhã, inúmeros clientes reclamaram da qualidade do atendimento e filas de espera na agência.
O advogado Airton Tavares esclarece que mesmo não havendo legislação federal, longos períodos de espera abrem espaço para ações judiciais. “Há leis municipais que regulamentam como razoável entre 15 e 30 minutos de fila. Mas as pessoas ficam muito tempo e não reclamam seus direitos”. Para comprovação, basta a senha solicitada na entrada confrontada com o horário do atendimento.
Curioso o relato de mal atendimento personalizado na unidade. “Um dos funcionários, um jovem geralmente engravatado só aparece pra tratar mal ou desautorizar na maioria das vezes pessoas simples que buscam atendimento, sempre através dos outros funcionários que recebem suas ordens. Ele tem um modus operanti. Manda e depois se tranca em uma sala. Chega a ser patético”, relata um ouvinte.
Claro, registre-se que há bons funcionários, mas a impressão é de que faltam lideranças que coordenem um bom trabalho. Geralmente o atendimento frio e impessoal começa pela Gerência da unidade.
Também não há demonstração de interesse em melhorar. Ao contrário, queixas como as de hoje costumam ser criticadas pelos próprios funcionários em grupos privados.
“Há sim uma possibilidade de o cliente que passar tempo excessivo entrar com ação judicial. Já existem ações exitosas”, acrescenta o advogado.
Outro problema recente teve relação com a não compensação de documentos. Houve relatos de quem pagou boletos ou outros documentos e depois recebeu cobrança de SPC ou Serasa por não compensação. Ações correm na justiça.
Resposta no Twitter: a conta do Bradesco no Microblog tomou conhecimento da queixa através da conta do blog. Após se certificar de que a agência em questão era a de Afogados da Ingazeira, o Banco prometeu providências. “Vamos notificar a área responsável do ocorrido”. A conferir.
Por Anchieta Santos Mesmo não tendo pretensão de voltar a disputar a Prefeitura de Tabira o médico Josete Amaral(PTB), vai dando as cartas na política da cidade. No último final de semana o ex-prefeito da cidade das tradições esteve reunido com o Ministro Armando Monteiro tratando da sucessão municipal. Hoje o bloco governista se encontra […]
Mesmo não tendo pretensão de voltar a disputar a Prefeitura de Tabira o médico Josete Amaral(PTB), vai dando as cartas na política da cidade.
No último final de semana o ex-prefeito da cidade das tradições esteve reunido com o Ministro Armando Monteiro tratando da sucessão municipal. Hoje o bloco governista se encontra para tratar de sucessão e receber o recado do principal líder político do PTB em Pernambuco.
O Prefeito Sebastião Dias sonhar em ter o apoio do mesmo grupo para disputar a reeleição e parte do grupo sonha que o gestor desista da reeleição e que um novo nome seja escolhido. Tudo pode acontecer na reunião de hoje ás 7 da noite em Tabira, inclusive nada.
Mário Amaral admite rompimento e diz que o Prefeito Sebastião Dias governa “no mundo da lua” : Falando à imprensa pela primeira vez depois de sua recente passagem pela Câmara de vereadores, o suplente Mário Amaral, Presidente do PTB disse ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, por considerar que um vínculo foi quebrado com sua saída da secretaria de obras preferiu não voltar.
Mesmo admitindo o sinal verde do prefeito Sebastião Dias, Mário disse que ouviu as ponderações do ex-prefeito Josete Amaral e decidiu não retornar a pasta. Admitindo que o discurso de crise não casa com a folha de pessoal cheia de distorções apresentada, Mário disse que o prefeito tem que economizar e cortar na própria carne e governar bem no tempo que resta.
Mário admitiu que o grupo do ex-prefeito Josete se afastou da administração de Sebastião Dias fazendo uma oposição propositiva, sem interesse de atrapalhar. O ex-secretário de Obras admitiu que Sebastiao ainda está flutuando (vive no mundo da lua), mesmo estando no 3º ano de governo.
Sobre o nome de Zé Amaral para prefeito, Mário disse que o irmão é um candidato promissor, não está impondo o nome e que tem condições de governar bem a cidade.
Você precisa fazer login para comentar.