Serra: Rodrigo Novaes nega cautelar, mas determina apuração sobre contrato de R$ 84 mil da Câmara
Por André Luis
O conselheiro Rodrigo Novaes, do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), negou o pedido de medida cautelar apresentado pelo Ministério Público de Contas (MPCO) contra a Câmara Municipal de Serra Talhada, mas determinou a abertura de um procedimento interno para apurar as supostas irregularidades no contrato alvo da representação.
A ação do MPCO, assinada pelo procurador Cristiano Pimentel, questionava o Contrato nº 013/2025, firmado por inexigibilidade de licitação com a empresa Geraldo Cristovam Sociedade Individual de Advocacia, no valor de R$ 84 mil, para prestação de serviços de assessoria e consultoria jurídica voltados à revisão do Regimento Interno, do Código de Ética e da Lei Orgânica do Município.
Em sua decisão, publicada no Diário Oficial do TCE-PE nesta terça-feira (11), Novaes afirmou que “os elementos constantes dos autos não são suficientemente robustos para o deferimento da medida cautelar”, frisando a necessidade de aprofundar a análise sobre o caso.
O conselheiro também destacou que, neste momento inicial, “não é possível aferir a correta extensão dos contratos apontados pelo MPCO”, motivo pelo qual optou por não suspender o contrato, mas determinou que a Diretoria de Controle Externo do TCE instaure um procedimento interno para examinar as questões levantadas.
Com isso, o contrato firmado pela Câmara segue em vigor, enquanto o Tribunal realiza nova apuração para verificar se houve ou não irregularidades na contratação.
Agência Brasil – A Câmara dos Deputados aprovou hoje (9) o texto-base do Projeto de Lei (PL) 2.295/15, que regulamenta pontos infraconstitucionais da reforma política. A votação dos destaques ficou para a próxima terça-feira (14). O substitutivo apresentado limita o gasto de campanhas eleitorais de candidatos à Presidência da República, governos estaduais e prefeituras municipais, com […]
Agência Brasil –A Câmara dos Deputados aprovou hoje (9) o texto-base do Projeto de Lei (PL) 2.295/15, que regulamenta pontos infraconstitucionais da reforma política. A votação dos destaques ficou para a próxima terça-feira (14).
O substitutivo apresentado limita o gasto de campanhas eleitorais de candidatos à Presidência da República, governos estaduais e prefeituras municipais, com base no valor declarado na eleição anterior à entrada da lei em vigor. Para o primeiro turno, o limite estabelecido é 70% do gasto declarado para o cargo, na circunscrição eleitoral em que houve apenas um turno e 50% do maior gasto para onde houver dois turnos. Caso haja segundo turno, o limite de gasto será 30% superior ao previsto anteriormente.
No caso das eleições para senador, deputados estaduais, distrital e vereador, o limite será 70% do maior gasto declarado para o cargo, na circunscrição eleitoral. Para os deputados federais, o projeto limita o valor da campanha a 65% do maior gasto efetuado para o cargo no país.
“Procuramos colocar um teto nos gastos de campanha acima do teto dos gastos que temos hoje. Por exemplo, hoje um partido coloca R$ 1 milhão de teto para os seus deputados e outro coloca R$ 15 milhões, então há disparidades enormes. Então, colocamos um teto que será corrigido daqui para a frente pela inflação”, disse o relator. Maia estimou que, no caso das eleições para deputados federais, o teto deve ficar entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões.
O projeto determina ainda que uma empresa pode contribuir com até 2% do faturamento bruto no ano anterior à eleição, sem poder exceder o limite de R$ 20 milhões. Pela proposta, esse será o valor máximo que um partido poderá receber de uma única empresa. Também proíbe que pessoas jurídicas, que mantenham contratos de execução de obras com órgãos da administração direta e indireta, façam doações para campanhas eleitorais na circunscrição em que têm o contrato. Antes a restrição abrangia também as empresas com contratos de prestação de serviços ou fornecimento de bens. Mas essa restrição foi retirada a pedido dos líderes partidários.
Assim, se uma empresa tem compromissos contratuais com a prefeitura de uma cidade, não poderá doar para campanhas de candidatos do município. Se tiver contrato com o governo federal, estará impedida de doar para eleição de presidente da República. “Nosso objetivo específico com esse limite é dar uma resposta a tudo que vem acontecendo no país em razão da Lava Jato”, disse Maia.
O tempo das campanhas também fica reduzido para 45 dias, permitindo a propaganda a partir do dia 15 de agosto. Na TV e no rádio, o horário político inicia 35 dias antes do pleito. Se o projeto apresentado for aprovado, as legendas definirão, entre o fim de julho e o início de agosto, quem vai concorrer. O projeto também reduz o tempo das campanhas no rádio e na TV. Atualmente, os partidos têm até 30 de junho para escolher seus candidatos, com a campanha começando na rua e na internet a partir de 6 de julho.
O projeto cria ainda uma cláusula de barreira para os candidatos a cargos majoritários e proporcionais participarem de debates televisivos, assegurando a participação daqueles cujos partidos tenham mais de nove representantes na Câmara dos Deputados. Também limita a presença de apoiadores nos programas eleitorais a 10% do tempo total da campanha.
Outra mudança, determina o registro impresso de voto na urna eletrônica. Além disso, a proposta ainda reserva, nas três eleições que se seguirem à aprovação da lei, no mínimo de cinco a 15 por cento do montante do Fundo Partidário de cada partido, para o financiamento de campanhas nas eleições proporcionais das mulheres candidatas.
Deputados do PT, PSOL, PSB e PCdoB criticaram o modo como o texto, um substitutivo do relator Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi apresentado. Segundo eles, a matéria só poderia ter sido colocada em apreciação após a conclusão das votações da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma política.
“A proposta apresentada legitima o financiamento empresarial das campanhas. Na verdade, o que a proposta faz é respaldar uma proposta constitucional de uma matéria que ainda passa por avaliação de sua redação final. O que está acontecendo aqui nem é uma reforma política, nem uma reforma eleitoral verdadeira”, disse o deputado Glauber Braga (PSB-RJ).
Mesmo com as críticas, o texto foi aprovado em votação simbólica. Antes, o relator, a pedido de líderes partidários, admitiu todas as 96 emendas apresentadas à proposta.
Ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres foi preso essa manhã em Brasília, após chegar dos Estados Unidos. Ele foi levado para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Segundo informações de agora, Anderson não resistiu e já foi recebido por um delegado da Polícia Federal. Depois de passar pela PF, ele deve ficar […]
Ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres foi preso essa manhã em Brasília, após chegar dos Estados Unidos.
Ele foi levado para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Segundo informações de agora, Anderson não resistiu e já foi recebido por um delegado da Polícia Federal.
Depois de passar pela PF, ele deve ficar preso na carceragem do 19º Batalhão da Polícia Militar (PMDF), conhecida como “Papudinha”. O ex-chefe da pasta estava nos Estados Unidos.
Torres é investigado no âmbito do inquérito que apura os atos antidemocráticos após a depredação dos prédios na Praça dos Três Poderes. Ele teve prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na última terça-feira (10/1).
Nesta quinta-feira (12/1), a PF encontrou a minuta de um decreto na casa de Anderson Torres, que previa um plano para evitar a vitória de Lula nas eleições de 2022, o que complicou ainda mais sua situação. Assessores de Bolsonaro tem receio de que o ex-ministro delate o ex-presidente.
Gestor disse que tinha respeito pelo ex-prefeito, que cada um é livre para tomar suas definições, mas que não teve tempo de discutir eleição. “Não tem candidatura definida nem lançada da minha parte”. O jornalista Magno Martins aproveitou a presença do prefeito de Afogados da Ingazeira em Brasília para perguntar como ele viu a aproximação […]
Gestor disse que tinha respeito pelo ex-prefeito, que cada um é livre para tomar suas definições, mas que não teve tempo de discutir eleição. “Não tem candidatura definida nem lançada da minha parte”.
O jornalista Magno Martins aproveitou a presença do prefeito de Afogados da Ingazeira em Brasília para perguntar como ele viu a aproximação de Totonho Valadares com o Senador Fernando Bezerra Coelho mirando as eleições de 2020. O gestor evitou ao máximo polemizar, mas deixou nas entrelinhas que não quer debater o projeto Totonho agora.
“A vida politica de cada pessoa, de cada liderança se dá em função do contexto e interesses de cada um. Cada um é livre para tomar suas definições. Não sei até aonde se vai, mas estamos analisando. Não tive tempo de discutir eleição. As necessidades do povo são muitas. Não tenho nenhuma conclusão sobre isso. Tenho muito respeito com ele e sempre definiu a forma dele escolher. É muito cedo e nem tive tempo pra pensar em eleição. Tenho defendido que a gente não deflagre campanha fora prazo como a lei manda e nesse período de dificuldade”, disse, para depois citar alguns desafios administrativos na educação e saúde. Disse que melhorou todos os indicadores de saúde, fazendo referência inclusive de forma indireta ao ciclo de Totonho como prefeito.
Magno perguntou se há espaço para buscar entendimento. “Não sei se ele quer entendimento. A gente não conversou ainda, acho muito cedo. Toda pretensão é democrática, natural. Mas não sei, pra ser sincero, é difícil falar sem pensar”.
Magno perguntou se Patriota irá procura-lo. “Eu converso com todo mundo. Na hora que for necessário, tenho conversado. Se não foi suficiente pra todo mundo, mas sobre eleição e campanha tenho falado muito pouco. Falta um ano pra eleição e a pauta da população não é essa. Tô muito ocupado com meu tratamento de saúde, que deve ser uma prioridade, o povo tem entendido, eu agradeço muito e sobretudo com os problemas que afligem a população. Eu sou gestor, eu não sou candidato a nada, eu só tenho que agradecer à população”.
Por fim Magno emendou se o candidato de Patriota era o vice Alessandro Palmeira, o Sandrinho. “Não tem candidatura definida nem lançada da minha parte”.
Combate à desinformação e notícias falsas também estão na agenda Tomou posse nesta segunda-feira (23) o novo vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Erik Simões, que ficará na corte durante o biênio 2026-2028. Simões foi eleito para o cargo por aclamação pelos desembargadores eleitorais. Após a assinatura do termo de […]
Combate à desinformação e notícias falsas também estão na agenda
Tomou posse nesta segunda-feira (23) o novo vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Erik Simões, que ficará na corte durante o biênio 2026-2028. Simões foi eleito para o cargo por aclamação pelos desembargadores eleitorais.
Após a assinatura do termo de posse e do juramento, as boas vindas à Justiça Eleitoral foram dadas pelo ouvidor do TRE-PE, desembargador Humberto Vasconcelos, que destacou as características de busca pelo diálogo e conciliação como sendo marcantes da carreira do novo vice-presidente. Desde de maio de 2016, Simões exerce o cargo de Coordenador Geral da Conciliação do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
O presidente do TRE-PE, desembargador Fernando Cerqueira, destacou os desafios para as próximas eleições, entre elas, a correta aplicação dos recursos públicos nas campanhas, o respeito à cota de gênero, o combate da violência política de gênero e à desinformação. “Todas as sessões temos processos violência de gênero, cota de gênero e prestação de contas. São temas que nos trazem muita preocupação”, alertou o presidente do TRE-PE.
“A experiência e o perfil conciliadores de Erik Simões chegam no TRE-PE em um momento crucial, em que o diálogo, a ética e a inclusão social são fundamentais para o fortalecimento da confiança da população na Justiça Eleitoral”, assegurou Cerqueira. O procurador eleitoral, Wellington Saraiva, lembrou a importância da Justiça Eleitoral para a democracia. “A Justiça Eleitoral vem se mantendo sóbria, firme e altiva e está conseguindo dar provas da confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro”, ressaltou.
Em seu discurso, Simões afirmou que chega ao TRE-PE para juntar esforços na realização das Eleições 2026, com a prevalência da vontade do eleitor, “sem que quaisquer meios coercitivos comprometam a manifestação livre e consciente da população”. Ele acrescentou os riscos que o uso indiscriminado de ferramentas de Inteligência Artificial podem trazer para a formação da opinião do eleitor, por meio da desinformação e criação de notícias falsas. “Vamos proteger a verdade do voto dos pernambucanos”, garantiu.
O recém-empossado frisou sua experiência de mais de dez anos atuando em conciliação, na Coordenação de Conciliação do TJPE, onde é desembargador, e como presidente do Fórum Nacional de Mediação e Conciliação, que reúne representantes dos tribunais de justiça das 27 unidades da federação. “É necessário a sensibilidade para autocomposição, permitindo que as partes cheguem a uma solução”, esclareceu. “Sempre que viável buscaremos a mediação ou conciliação”.
A sessão solene do pleno do Tribunal contou com a presença da governadora e da vice-governadora de Pernambuco, Raquel Lyra e Priscila Krause, respectivamente. O presidente do TJPE, desembargador Francisco Bandeira de Melo, o senador Humberto Costa e o vice-prefeito do Recife, Victor Marques, entre outras autoridades, também participaram da mesa de honra. Além desses, desembargadores e presidentes dos demais tribunais de Pernambuco marcaram presença.
Formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, o novo vice-presidente do TRE-PE é titular da Primeira Câmara de Direito Público do TJPE. Entre suas atribuições no Tribunal de Justiça, também estava a coordenação das ações de cidadania judiciária, no âmbito da Política Nacional de Atenção a Pessoas em Situação de Rua, o PopRua, que oferece atendimento rápido e desburocratizado às pessoas em vulnerabilidade social. Saiba mais aqui.
O prefeito Zeca Cavalcanti realizou uma Coletiva de Imprensa para o lançamento do Carnaval 2025 em Arcoverde. Neste ano, a Folia de Momo da cidade vai durar 17 dias com uma programação diversificada e em dose tripla, entre 15 de fevereiro e 4 de março. “Não teremos apenas um Carnaval, nossa ideia é oferecer um […]
O prefeito Zeca Cavalcanti realizou uma Coletiva de Imprensa para o lançamento do Carnaval 2025 em Arcoverde. Neste ano, a Folia de Momo da cidade vai durar 17 dias com uma programação diversificada e em dose tripla, entre 15 de fevereiro e 4 de março.
“Não teremos apenas um Carnaval, nossa ideia é oferecer um Ciclo Carnavalesco que garanta diversão para a população e atrativos para o turismo que venha aquecer a economia da cidade”, afirmou a secretária de Turismo, Esportes e Eventos, Nerianny Cavalcanti.
O Ciclo Carnavalesco 2025, em Arcoverde, será aberto com o Baile Municipal, que vai acontecer no dia 15 de fevereiro. A proposta é resgatar os grandes momentos do Baile, marcado pela tradição de reunir as famílias, numa noite com diversão garantida. Na coletiva de hoje, foi anunciada uma atração de peso para o baile: a cantora Elba Ramalho já foi confirmada. Ela vai animar a festa juntamente com a banda Super Oara, outro peso-pesado nas tradições musicais arcoverdenses.
O ponto alto do ciclo carnavalesco se dará nos dias 20,21,22 e 23 de fevereiro, quando acontecerá o Carnaval antecipado de Arcoverde. Um palco central, armado no Bandeirante, vai receber grandes atrações regionais, estaduais e nacionais. Quatro atrações já foram confirmadas: Rafa e Pipo, Netinho, Márcio Dhuka e Almir Rouche, prometem atrair grandes públicos. Outros nomes serão confirmados em breve e também haverá atrações culturais em polos descentralizados.
Já a Folia dos Bois – expressão típica de nossa cultura popular – voltará a acontecer nos dias do Carnaval propriamente dito. Entre o sábado de Zé Pereira, que este ano cairá no dia 1º de março, e a terça-feira de carnaval (no dia 04), haverá desfiles e apresentações em vários pontos da cidade.
“Nossa meta é resgatar os grandes carnavais de Arcoverde, contribuindo diretamente não só para oferecer momentos de alegria, cultura e lazer para nossa população, como também fortalecer a economia, impulsionando o comércio, estimulando o turismo, gerando renda para as famílias com o aumento do fluxo turístico na cidade”, concluiu o prefeito.
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