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Serra: Prefeitura antecipa folha por conta da Festa de Setembro

Por Nill Júnior

São injetados quase R$ 10 milhões na economia 

Em virtude da realização da 232ª Festa de Nossa Senhora da Penha, a Prefeitura de Serra Talhada antecipou o pagamento da folha para servidores efetivos, contratados e comissionados, além dos inativos.

No último dia 29 de agosto foi efetivado o pagamento dos servidores da Educação, no valor de R$ 3,3 milhões. Dia 30 de agosto foi a vez dos inativos/aposentados, no valor de R$ 3 milhões.

Os servidores das demais secretarias e órgãos municipais receberam nesta sexta-feira (02/09), somando mais R$ 3,3 milhões.

“A gestão fez todo um planejamento para que pudéssemos antecipar a folha de pagamento de setembro, injetando quase dez milhões na economia do município, que já vive um momento de grande movimentação em virtude da festa da nossa Padroeira”, comentou a prefeita Márcia Conrado.

Outras Notícias

Hospital de Referência à Covid-19 (Antigo Alfa) atinge marca de 1,3 mil curados

Unidade, que conta com 230 leitos, foi inaugurada em abril para atender exclusivamente os pacientes com o novo coronavírus Após completar cinco meses de funcionamento, o Hospital de Referência à Covid-19 em Boa Viagem – antigo Hospital Alfa – alcançou a marca de 1,3 mil pacientes recuperados da doença. A alta de Édna de Souza […]

Unidade, que conta com 230 leitos, foi inaugurada em abril para atender exclusivamente os pacientes com o novo coronavírus

Após completar cinco meses de funcionamento, o Hospital de Referência à Covid-19 em Boa Viagem – antigo Hospital Alfa – alcançou a marca de 1,3 mil pacientes recuperados da doença. A alta de Édna de Souza Rocha Gonzaga, de 53 anos, na manhã desta quarta-feira (16/09), pontuou o número.

A paciente, que chegou ao Hospital de Referência em 11 de agosto, ficou 36 dias internada na unidade, entre leitos de UTI e enfermaria, e agora vai realizar o desejo de reencontrar os familiares, especialmente os três filhos e o neto.

“Durante o período que estive aqui fui muito bem tratada, mas não vejo a hora de estar novamente com minha família, com meus filhos.” Dona Édna conta que algumas vezes imaginou que o momento do reencontro não chegaria. “Eu pensei que não fosse vencer essa doença. Não desejo que ninguém passe por ela, e para quem está passando, meu conselho é que lute para se recuperar”, comentou.

André Gonzaga, filho de Dona Édna, a acompanhou na saída do Hospital. “Nós ficamos muito preocupados com ela durante a internação, mas os médicos sempre entravam em contato, dando notícias, informando sobre a recuperação dela, e é uma sensação indescritível reencontrá-la com saúde. Com certeza, chegando em casa, vamos festejar bastante”, disse, agradecendo também ao hospital pelo tratamento oferecido à mãe.

REFERÊNCIA – O Hospital de Referência em Boa Viagem funciona, hoje, com 100% de sua capacidade, tendo 230 leitos ativos – sendo 130 de enfermaria e 100 de UTI. O equipamento foi requisitado administrativamente pelo Governo de Pernambuco em março e, em tempo recorde, a estrutura, que estava sem energia elétrica, água encanada nem rede de gases, passou por ampla reestruturação e abriu as portas no dia 16 de abril, atuando de forma dedicada à atenção aos pacientes com a Covid-19. Atualmente, a unidade é a maior em número de leitos exclusivos para os casos do novo coronavírus, e tem papel fundamental no enfrentamento à pandemia em Pernambuco.

“Para garantir a assistência adequada aos pacientes com a Covid-19, o Governo do Estado, por determinação do governador Paulo Câmara, está fazendo o maior esforço sanitário e de mobilização de insumos, equipamentos e recursos humanos de nossa história. Foram mais de dois mil leitos abertos para o atendimento aos pacientes, sendo mais de 900 de UTI. E o Hospital Alfa, que em um curto espaço de tempo passou por uma grande readequação e teve que ser completamente equipado, é um exemplo desse esforço. A unidade, que hoje completa cinco meses, tem sido determinante para que possamos estar salvando vidas durante esta pandemia”, destaca o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo.

Em diplomação, Wellington da LW promete levar experiência privada para gestão pública

Além dele, Delegado Israel e vereadores eleitos tomaram posse Em solenidade online, o prefeito eleito do município de Arcoverde Wellington da LW e seu vice, Delegado Israel Rubis foram diplomados ontem pela manhã. O líder do MDB local participou da solenidade  direto da sua residência, com a presença de alguns correligionários. Entre eles, a prefeita […]

Além dele, Delegado Israel e vereadores eleitos tomaram posse

Em solenidade online, o prefeito eleito do município de Arcoverde Wellington da LW e seu vice, Delegado Israel Rubis foram diplomados ontem pela manhã.

O líder do MDB local participou da solenidade  direto da sua residência, com a presença de alguns correligionários. Entre eles, a prefeita Madalena Britto e o atual vice prefeito Wellington Araújo .

Wellington agradeceu aos 17.832 arcoverdenses que o elegeram e estendeu os agradecimentos à família, esposa, correligionários e militância.

Em sua fala, reforçou o compromisso de trabalhar por um novo modelo de política onde irá unir a sua experiência na iniciativa privada com os moldes da gestão pública.

“Aos cidadãos arcoverdenses, quero reforçar aqui o compromisso assumido de fazer uma gestão séria, comprometida com a geração de emprego e renda, justiça social e com o zelo pelo bem público. Trabalharei incansávelmente pra honrar a missão de servir por igual à toda a população, sem qualquer distinção, inclusive de cores ou posição partidária”, destacou o prefeito diplomado.

Wellington também reconheceu e chamou de “grande trabalho e dedicação” o exercício de dois mandatos  da prefeita Madalena nos últimos oito anos.

Na mesma solenidade foram diplomados os vereadores eleitos no pleito de 2020.

Foram eles Luciano Pacheco (MDB), Zirleide Monteiro (PTB), Siqueirinha (PSB), Everaldo Lira (PTB), Célia (PSB), João Taxista (PSB), Luiza Margarida (PSB), Sargento Brito (PTC), João Marcos (MDB) e Rodrigo Roa (Avante).

Presidente do PDT considera apoio a Raquel Lyra para garantir vaga de Marília Arraes no Senado

Segundo o pedetista, no entanto, a prioridade ainda seria compor a chapa de João Campos Do Blog da Folha O presidente do PDT e ex-ministro da Previdência Social do Governo Lula, Carlos Lupi, indicou, no último domingo (21), estar avaliando a possibilidade de apoiar a reeleição da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), nas eleições […]

Segundo o pedetista, no entanto, a prioridade ainda seria compor a chapa de João Campos

Do Blog da Folha

O presidente do PDT e ex-ministro da Previdência Social do Governo Lula, Carlos Lupi, indicou, no último domingo (21), estar avaliando a possibilidade de apoiar a reeleição da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), nas eleições estaduais, para garantir uma vaga no Senado para Marília Arraes (Solidariedade), segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo.

De acordo com Lupi, a prioridade do PDT seria compor a provável chapa majoritária do prefeito do Recife e possível candidato ao governo estadual, João Campos (PSB), com o nome de Marília Arraes, que pode estar migrando para o partido pedetista. Neste caso, a ex-deputada faria uma dobradinha com o também pré-candidato ao Senado Humberto Costa (PT).

No entanto, em meio a um cenário que conta com Silvio Costa Filho (Republicanos) e Miguel Coelho (União Brasil), nomes que também podem estar na chapa do atual pessebista, Lupi afirma que o PDT pode optar por um plano B e apoiar Raquel Lyra nas eleições.

“Se ela [Marília Arraes] está vindo para o partido para concorrer ao Senado, preciso de uma composição que garanta isso. Por isso, podemos evoluir para o apoio à Raquel, caso haja necessidade. Não é a hipótese favorita, mas pode acontecer”, afirmou.

Suspeita de interferência de Bolsonaro eleva pressão por CPI do MEC no Senado

Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação. […]

Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário

Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação.

A ideia é ter força suficiente para pressionar o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a não segurar a instalação do colegiado, como fez com a CPI da Covid no ano passado, que só foi instalada por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).

O entendimento é que as suspeitas de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas investigações ajudaram a aumentar essa pressão sobre o chefe do Senado.

Os oposicionistas também tentam evitar que haja defecções de nomes que já assinaram a lista, como o do senador Alexandre Giordano (MDB-SP), um dos últimos a defender a criação da comissão investigativa.

Ao mesmo tempo, a bancada do governo tenta desidratar as intenções dos opositores sugerindo a instalação de CPI que investigue suspeitas relacionadas aos governos do PT.

A possibilidade de instalação de uma CPI do MEC ganhou força após a prisão, na última quarta-feira (22), do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, suspeito de beneficiar um balcão de negócios de pastores que gerenciava liberação de verbas da pasta.

Até o momento, 28 senadores já assinaram o requerimento para que haja a CPI. O mínimo necessário é 27. A ideia é que o pedido seja protocolado nesta terça-feira (28).

Pacheco tem indicado que vê com ressalvas a instalação de uma comissão sobre o tema. Ele afirmou considerar que a proximidade do período eleitoral “prejudica o escopo de uma CPI”.

Além disso, afirmou que a prisão de Ribeiro foi um “fato relevante”, mas não “determinante” para a abertura da comissão.

Essas falas, porém, foram feitas antes da divulgação de uma escuta em que o ex-ministro afirma à filha ter recebido um telefonema do presidente Jair Bolsonaro no qual o chefe do Executivo teria indicado que haveria busca e apreensão por parte da PF.

No ano passado, Pacheco segurou por mais de dois meses a instalação da CPI da Covid e leu o requerimento apenas após decisão do STF.

Desta vez, ele não deve se posicionar oficialmente a respeito do tema da CPI do MEC até a medida estar protocolada.

Confira aqui a íntegra da reportagem de Matheus Teixeira e José Marques na Folha de S. Paulo.

Com discurso mais ameno, Valdemir Filho reconhece falta de recursos na Saúde

Vereador eleito promete cobrar da nova gestão em Tabira O vereador eleito pelo MDB em Tabira, Valdemir Filho, esteve falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, que foi apresentado nesta quarta-feira (2) pelo comunicador Júnior Alves. Valdemir disse que manifestou o seu interesse em ser presidente da Câmara e colocou o seu nome, […]

Vereador eleito promete cobrar da nova gestão em Tabira

O vereador eleito pelo MDB em Tabira, Valdemir Filho, esteve falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, que foi apresentado nesta quarta-feira (2) pelo comunicador Júnior Alves.

Valdemir disse que manifestou o seu interesse em ser presidente da Câmara e colocou o seu nome, mas em seguida retirou e todos fecharam em torno do nome de Edmundo Barros.

Com 776 votos, Valdemir entrou na 7ª vaga no Poder Legislativo e vem para o seu primeiro mandato já assumindo um lugar na mesa diretora como 1º secretário. Ele falou que não tem interesse em rachar o grupo, mas já confirmou que vai concorrer à presidência no biênio seguinte ao de Edmundo.

Durante os períodos de pré-campanha e campanha, Valdemir sempre fez um discurso forte de oposição dizendo que a atual gestão recebia milhões em recursos e não cumpria o seu papel. Agora, num tom bem mais ameno, o vereador eleito reconheceu que “as dificuldades existem e os recursos são limitados”.

Valdemir garantiu que, apesar de ser governista a partir de janeiro de 2021, irá cobrar da nova gestão as promessas de campanha, sobretudo na Saúde. “Se vier o dinheiro lá e tiver faltando, eu vou cobrar. Não importa quem seja o prefeito ou a prefeita”, afirmou.