Serra: prefeita lança projeto de distribuição de absorventes para alunas da rede municipal
Por André Luis
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Educação, lançou, nesta sexta-feira (12), o Projeto Segue o Fluxo: Dignidade Menstrual para Meninas.
Lançado na Escola Municipal Barão do Pajeú, no Distrito de Bernardo Vieira, o projeto prevê a distribuição mensal de absorventes higiênicos para as alunas em idade menstrual de todas as escolas da Rede Municipal de Ensino.
Fruto da Indicação ao Executivo nº 110/2021, de autoria da vereadora Alice Conrado, o Projeto Segue o Fluxo: Dignidade Menstrual para Meninas irá contemplar aproximadamente 2 mil alunas em idade menstrual, com investimento inicial de R$ 14.492,75, na primeira aquisição dos produtos higiênicos.
“Fizemos o lançamento do projeto na Escola Barão do Pajeú e a partir da próxima semana iniciaremos a distribuição dos absorventes em todas as demais escolas da cidade e zona rural, contemplando duas mil alunas em idade menstrual”, informou a secretária de Educação, Marta Cristina.
De acordo com a prefeita Márcia Conrado, a iniciativa é fundamental para evitar a evasão escolar durante o ciclo menstrual das alunas.
“Nós sabemos que infelizmente muitas meninas e mulheres ainda convivem em situação de pobreza menstrual, sem acesso a itens básicos de higiene como absorventes, o que leva muitas meninas a faltarem às aulas nos dias em que estão menstruadas. Foi pensando nisso que construímos esse projeto a partir de uma indicação da vereadora Alice Conrado, onde vamos distribuir mensalmente absorventes para todas as alunas em idade menstrual no município, evitando a evasão escolar e proporcionando mais dignidade para as nossas alunas”, afirmou a prefeita, que fez a entrega simbólica do primeiro kit higiênico à aluna Maria Janaina Pereira, de 16 anos, estudante do 9º ano da Escola Barão do Pajeú.
Estiveram na solenidade de lançamento do projeto em Bernardo Vieira a prefeita Márcia Conrado; a secretária de Educação, Marta Cristina; a secretária de Saúde, Lisbeth Lima; os vereadores Alice Conrado, Manoel Enfermeiro, China Menezes, José Raimundo, Rosimério de Cuca e Antônio da Melancia; além de lideranças comunitárias, diretores, funcionários, pais e alunos (as) da Escola Barão do Pajeú.
Do G1 Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta (2) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 37% das intenções de voto para o Senado. Na sequência, o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 30%. Simone Fontana (PSTU) e Albanise Pires (PSOL) têm 1% cada. Oxis (PCB) não pontuou. A pesquisa mostra números diferentes da […]
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta (2) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 37% das intenções de voto para o Senado. Na sequência, o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 30%. Simone Fontana (PSTU) e Albanise Pires (PSOL) têm 1% cada. Oxis (PCB) não pontuou. A pesquisa mostra números diferentes da pesquisa do Maurício de Nassau, divulgada esta tarde, mostrando quadro contrário, com Fernando a frente de João Paulo.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo. No levantamento anterior, divulgado em 26 de setembro, João Paulo tinha 37% e Fernando Bezerra Coelho, 29%. Simone Fontana (PSTU) tem 1%, Albanise Pires (PSOL) – 1% e Oxis (PCB) – 0%.
Realizada entre os dias 1º e 2 de outubro, a pesquisa contou com 1.264 entrevistas em 45 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PE-00036/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00933/2014.
Segundo a Prefeitura de Itapetim, nesta quarta-feira (16), o município alcançou 36,02% da população vacinada contra a Covid-19. Ao todo foram aplicadas até agora 6.616 doses, sendo 4.787 pessoas contempladas com a 1ª dose e 1.829 itapetinenses já imunizados com a 2ª dose. A partir desta quinta-feira (17), terá início o agendamento para vacinação de […]
Collor: ‘Fiz com dor no coração. O admirava’ Sérgio Moro: ‘Há exageros processuais’ STF: ‘É fonte de insegurança jurídica’ Do Poder 360 Procurador-geral da República de 1989 a 1995, o advogado Aristides Junqueira denunciou Fernando Collor ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelas irregularidades citadas no impeachment do então presidente em 1992. As discussões no Congresso […]
Foto: Instituto dos Advogados Brasileiros/Divulgação
Collor: ‘Fiz com dor no coração. O admirava’
Sérgio Moro: ‘Há exageros processuais’
STF: ‘É fonte de insegurança jurídica’
Do Poder 360
Procurador-geral da República de 1989 a 1995, o advogado Aristides Junqueira denunciou Fernando Collor ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelas irregularidades citadas no impeachment do então presidente em 1992.
As discussões no Congresso levaram à queda de Collor em dezembro daquele ano. Mas, a denúncia apresentada por Aristides à Suprema Corte acabou rejeitada por 5 a 3 em 1994 por falta de provas.
“Faria hoje a mesma coisa que fiz naquela época (…) A minha denúncia não era tão ruim assim para 3 ministros do Supremo acatarem. Mas para mim, trabalhando no Ministério Público, eu não perdia nunca. Eu sempre ganhava. Por ter cumprido meu dever, eu estava sempre ganhando”, diz.
Para o ex-PGR, houve imprudência da procuradoria nas investigações envolvendo o presidente Michel Temer.
“Eu vejo com muito mais prudência aguardar o término do mandato do que investigar agora. Isto é perturbar, ao meu ver, o andamento normal, da conduta do presidente da República”, afirma.
Aristides critica ainda a superexposição de integrantes da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, acostumados a conceder entrevistas e a se manifestar nas redes sociais.
“Eu vejo uma exibição muito grande, que não é própria do Ministério Público. O Ministério Público deve ser 1 órgão recatado. E não 1 órgão que fique aparecendo para a imprensa”.
Defensor de autoridades com foro privilegiado no STF, como os senadores Agripino Maia (DEM-RN), Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Eduardo Braga (PMDB-AM), Aristides Junqueira diz que a Corte é hoje uma fonte de insegurança jurídica para o país.
“Essa cisão que está existindo não pode continuar dessa forma. Causa insegurança jurídica na população, inclusive para os operadores de direito”.
Ele falou com o Poder360 na última 6ª feira (27.abr.2018) em seu escritório e Brasília. Eis a conversa:
Poder360: Houve precipitação da PGR nas investigações envolvendo Michel Temer?
Aristides Junqueira: Precipitação não sei se é o termo. O fato é que no meu sentir houve imprudência com relação a essa conduta. Sabe-se que o presidente da República não pode ser responsabilizado por fatos ocorridos antes do seu mandato.
Você pode até dizer que é possível investigar, mas a investigação tem uma finalidade: responsabilizar. Aí é que está a imprudência.
Eu vejo com muito mais prudência aguardar o término do mandato do que investigar agora. Isto é perturbar, ao meu ver, o andamento normal, da conduta do presidente da República.
Mas o presidente é investigado também por atos supostamente ocorridos no mandato. As ações controladas, a anexação de 1 áudio sem perícia… houve imprudência nesse caso também?
Não. Se o fato é no curso do mandato, aí sim, não vejo problema nenhum. Desde que o fato se relacione ao exercício do mandato. Não sei se houve precipitação no oferecimento de denúncia. Eu não saberia dizer, porque não conheço o processo nem quais os passos da investigação.
Como o senhor avalia a atuação do juiz Sérgio Moro?
É um juiz estudioso. Persegue o combate à corrupção não é de hoje. Há exageros? Eu penso que há. Até processuais. Mas é um juiz competente. Sério. Penso que ninguém discorda que ele foi a causa eficiente desse desnudamento da corrupção no país inteiro. Deve-se a ele.
Quais exageros processuais o senhor apontaria?
Ele próprio já pediu desculpa. As gravações telefônicas realizadas depois do prazo contra a ex-presidente Dilma e Lula.
Há exageros da força-tarefa em Curitiba?
Eu vejo uma exibição muito grande, que não é própria do Ministério Público. O Ministério Público deve ser 1 órgão recatado. E não 1 órgão que fique aparecendo para a imprensa. Penso que se deve, até pelo princípio da transparência, dar satisfação e explicação ao povo. Mas não fazendo daquilo 1 espetáculo midiático.
O famoso powerpoint ao oferecer a denúncia contra o ex-presidente Lula…
Pode até ser em powerpoint, não é esse o problema. Agora, colocar isso na televisão para o Brasil inteiro escutar é espetáculo midiático. Não tem nada a ver com a função do Ministério Público.
Qual sua opinião sobre as constantes manifestações de procuradores e juízes nas redes sociais e em entrevistas?
Acho contraproducente para a seriedade das coisas da Justiça penal. Isso não colabora em nada para que você trate as coisas com mais seriedade. Espetáculo não leva a 1 resultado sério da Justiça penal.
Como o senhor analisa o processo que levou à condenação do ex-presidente?
Houve uma condenação de 1º grau, confirmada em 2º grau. E os juízes são esses. A ordem democrática é essa. Dentro do Poder Judiciário tudo seguiu 1 rito.
Agora, parece que surgiu 1 problema da competência do juiz Sérgio Moro. É algo que precisa ser resolvido. É uma questão séria. Não sei se esse tenha sido, também, 1 extrapolamento da força-tarefa e do juiz Sérgio Moro em Curitiba
A competência em razão do lugar onde crime é praticado, é uma competência relativa. Se não foi alegada a incompetência, morre. Agora, se foi alegada, pode até anular o processo. Estou falando o que diz a lei. Parece que hoje no Brasil nós estamos querendo abandonar a lei e pegar outros critérios de Justiça que não a lei.
Por exemplo…
Ouvir a população, pressão das ruas. Isso é 1 perigo. Enquanto a rua está aplaudindo, é porque não é com ela. Não é aquele que está na rua aplaudindo que está sofrendo qualquer injustiça. Mas quando for ele, as coisas mudam.
Prisão após 2ª Instância fere o princípio Constitucional da presunção de inocência?
No meu modo de pensar, fere. A não ser que você tenha uma forma de interpretar que negue até o que a lei quer dizer. Eu acho que a Constituição diz claramente que não pode. Presunção de inocência é até o trânsito em julgado.
Como o senhor avalia a tentativa de garantir mais 1 degrau ao condenado, permitindo a execução da pena após o STJ?
É uma interpretação em que se chega ao ideal constitucional. Melhor seria que a Constituição dissesse que o trânsito em julgado se dá com a última decisão do Supremo Tribunal Federal.
O STF é fonte de insegurança jurídica para o país?
Eu penso que sim. Decisões unânimes, outras apertadas [sobre o mesmo fato]. Penso que a solução tenha de partir do próprio Tribunal. Essa cisão que está existindo não pode continuar dessa forma. Causa insegurança jurídica na população, inclusive para os operadores de direito.
Prisões preventivas alongadas têm sido criticadas por funcionarem como forma de se forçar uma delação. Como o senhor avalia?
Eu acho isso lastimável. De acordo com a própria lei, a delação premiada deve ser espontânea, ela deve ser voluntária. Ela não pode ser forçada. E usar prisão preventiva, prisão temporária, condução coercitiva, todas essas coerções, ainda que legais, com essa finalidade, me parece 1 desvio de finalidade gritante que não pode ser aceito.
Como o senhor avalia a explosão no número de acordos de delação premiada?
É muito ruim. A sensação que nos dá é que está sendo muito mal aplicada. Primeiro, porque há uma falta de voluntariedade naquele que delata. Normalmente, ele está sendo constrangido a fazer isso, se não pelo Ministério Público, pelo próprio juiz.
É preciso que os órgãos de persecução penal sejam mais inteligentes do que os bandidos. Ir atrás de métodos para comprovar a ocorrência de fatos delituosos por meio de métodos eficientes. E não o cômodo método do ‘fala aí que eu te dou 1 benefício’.
Essa barganha no processo penal não me agrada. Não sou adepto disso. Sempre pensei que todos os órgãos de persecução penal devam encontrar métodos de apuração, e não esse método cômodo, e não sei se muito ético, de barganhar.
O senhor foi criticado na época do impeachment do presidente Fernando Collor por suposta fragilidade da acusação. Faria algo diferente?
Não faria não. Quem fez diferente foi o Supremo. No Mensalão mudaram o entendimento. O que levou à absolvição foi a falta de ato de ofício. Ninguém negou que ele recebia benefícios indevidos. Um carro, reforma na Casa da Dinda. Faria hoje a mesma coisa que fiz naquela época. Mas o fiz com muita dor no coração. Afinal de contas era 1 presidente da República que eu admirava.
Principalmente em uma função que era minha ‘menina dos meus olhos’ na Procuradoria da República, cuidar da infância e da juventude. O Collor era 1 presidente da República que deu muito espaço para nós do Ministério Público nessa questão de infância e juventude. Em contato com a Unicef, etc. Foi 1 tempo muito bom.
Essa crítica que se fazia à minha denúncia era anterior ao julgamento. Eu cheguei a dizer que o único condenado seria eu. E realmente, além do Paulo César Farias e alguns outros condenados, eu acabei condenado. Mas comigo tinham 3 votos que eu julgo importantíssimos: José Paulo Sepúlveda Pertence, Néri da Silveira e Calos Velloso.
A minha denúncia não era tão ruim assim para 3 ministros do Supremo acatarem. Mas para mim, trabalhando no Ministério Público, eu não perdia nunca. Eu sempre ganhava. Por ter cumprido meu dever, eu estava sempre ganhando”.
A falta de ato de ofício para configurar a corrupção levou à absolvição do ex-presidente. No Mensalão, no caso Lula e no recebimento da denúncia contra o senador Aécio Neves o entendimento foi outro. É uma jurisprudência que veio para ficar?
Espero que fique. Porque o dispositivo penal não fala nisso.
Em 1991, o senhor enviou manifestação ao STF pedindo intervenção federal no Pará. Depois, em Mato Grosso. Considera necessária a intervenção no Rio?
O conceito de intervenção federal hoje está cada vez mais brando. Não é preciso mudar o governo do Estado. Faz-se isso parcialmente. Agora, se era necessária ou não, eu não sei dizer.
Após quase 100 dias sem efetuar transações da Agência do Banco do Brasil, como um dos correspondentes, a Agência dos Correios da cidade de Carnaíba, através da Regional em Salgueiro, informou na ultima sexta-feira que os Correios voltou às atividades com os serviços do Banco do Brasil. Segundo o gerente Hamilton Aleixo, depois de um longo […]
Após quase 100 dias sem efetuar transações da Agência do Banco do Brasil, como um dos correspondentes, a Agência dos Correios da cidade de Carnaíba, através da Regional em Salgueiro, informou na ultima sexta-feira que os Correios voltou às atividades com os serviços do Banco do Brasil.
Segundo o gerente Hamilton Aleixo, depois de um longo período buscando solucionar o problema que impedia a realização dos serviços bancários, “comunicamos a população de Carnaíba que os serviços bancários de outrora já está normalizado, efetuando pagamentos, saques e transações além de pagamentos de boletos”, disse.
A cidade de Carnaíba, localizada no Sertão de Pernambuco, está sem agência bancária do Banco do Brasil desde o dia 2 de Fevereiro de 2018, que segundo o blog de Cauê Rodrigues, após um ataque de ladrões que em uma ação de assalto acabaram explodindo a agência que posteriormente foi demolida.
Os usuários do Banco do Brasil utilizavam os Correios que ainda tentava facilitar a vida dos usuários de Carnaíba e Quixaba, que após ter os serviços suspensos também pelos Correios, passaram a fazer suas transações em agências de cidades como Afogados da Ingazeira, Flores, Serra Talhada e Princesa Isabel (PB).
O Governo de Pernambuco liberou em julho mais R$ 1,1 milhão em parcelas do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) para municípios do Sertão do São Francisco. A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) gerencia o FEM e é a responsável pelos repasses que, desta vez, beneficiam seis das sete cidades que compõem […]
O Governo de Pernambuco liberou em julho mais R$ 1,1 milhão em parcelas do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) para municípios do Sertão do São Francisco. A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) gerencia o FEM e é a responsável pelos repasses que, desta vez, beneficiam seis das sete cidades que compõem a região: Afrânio (R$ 181,1 mil), Cabrobó (R$ 140,9 mil), Dormentes (R$ 181,1 mil), Lagoa Grande (R$ 135,2 mil), Orocó (R$ 300,3 mil) e Santa Maria da Boa Vista (R$ 184,5 mil).
Os recursos repassados por cada edição do FEM são divididos em quatro parcelas, liberadas de acordo com o andamento das obras. Os valores pagos neste mês correspondem às obras de 11 planos de trabalhos, em diferentes estágios de execução. A pavimentação de ruas é o tipo de obra que mais se repete, sendo assim em Afrânio, Dormentes, Lagoa Grande, Cabrobó e Orocó.
Em Santa Maria da Boa Vista foram liberadas três parcelas para três planos de trabalhos diferentes (abastecimento d’água, recuperação de prédio para instalação de unidade do Samu e recapeamento asfáltico). Já em Orocó, além dos planos de pavimentação, foram pagos valores para obras de construção de duas quadras poliesportivas descobertas, com alambrado, arquibancadas e iluminação, nos sítios Remanso e Casa Nova, além da construção de prédio para abrigar a sede da Coordenadoria da Mulher do Município.
Márcio Stefanni, secretário de Planejamento e Gestão, ressalta o caráter gerador de emprego e renda que o FEM possui, além de ser uma ação que garante um caminho para a travessia deste momento de crise. “O País todo passa por crise, mas Pernambuco passa de forma diferente e o FEM é uma das formas que a gente tem de amenizar a dificuldade, uma parceria entre o Estado e todos os municípios de Pernambuco, que se transforma em calçamento, numa ligação de água no interior, entre outras obras escolhidas pelo prefeito de acordo com as demandas da população”, afirmou o secretário.
Adilson Gomes Filho, secretário executivo de Apoio aos Municípios da Seplag, afirmou que, além das liberações que foram assinadas em Petrolina no último dia 14, foi realizada uma importante reunião da equipe da Seplag com três secretários da prefeitura de Petrolina para tratar do FEM no município. “O objetivo da reunião de trabalho foi destravar o FEM em Petrolina. Problemas que se arrastavam desde a gestão passada foram solucionados durante a conversa e o Fundo agora está com o caminho livre para continuar ajudando a população da cidade”, afirmou.
Além das parcelas para o Sertão do São Francisco, a Seplag ainda liberou valores para um plano de trabalho em Santa Filomena (R$ 55,2 mil), cidade do Sertão do Araripe. Desde 2015, o Governo do Estado já repassou R$ 143 milhões para obras em todos os municípios de Pernambuco. Só para o Sertão do São Francisco já foram R$ 6,5 milhões liberados.
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