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Serra: Pesquisa vai definir nome do grupo de Sebastião Oliveira.

Por Nill Júnior

Em tese, critério favorece Carlos Evandro, caso possa ser candidato

O deputado Sebastião Oliveira disse em entrevista à Vilabella FM que em fevereiro uma pesquisa vai definir o nome do grupo para disputar a prefeitura contra Márcia Conrado, candidata governista à Capital do Xaxado. Com base nesse critério, o favorito é o ex-prefeito Carlos Evandro, com Victor Oliveira, que disputou em 2016, correndo por fora.

 “Nós fizemos uma pesquisa em novembro e marcamos outra para fevereiro com a empresa. Eu só não posso dizer a data [que será realizada] porque pode contaminar a pesquisa. Eles vão entrar em campo agora em fevereiro e nos entregar o resultado ainda em fevereiro. Nós vamos chamar o grupo de novo para discutir a pesquisa, ou aqui ou Recife. A pesquisa vai ficar pronta até o final de fevereiro. Disso eu tenho certeza. E vamos chamar o grupo e definir a candidatura, que precisa botar o bloco na rua, porque já o momento”.

“Será anunciado dessa maneira [mediante pesquisa]. E eu torço para que seja dessa maneira. E que estejamos absolutamente juntos”, disse ‘Sebá’, classificando com imbatível uma possível chapa Carlos/Victor ou Victor/Carlos:

“Victor é meu primo, ele goza da minha confiança, tem todas as condições para dirigir Serra Talhada. Carlos Evandro já foi testado como prefeito por duas vezes, tem experiência administrativa e que vença o melhor. Obviamente, não tenha dúvida que a chapa dos dois seria campeã em qualquer disputar que eles estivesse, independente de quem está na cabeça ou de quem está na vice. Eu tenho certeza que seria ou será uma chapa vitoriosa.”, afirmou. Além da pesquisa, Oliveira afirmou que o nome precisa estar filiado ao seu partido, o AVANTE.

Indagado sobre se acreditava mesmo na viabilidade de Carlos Evandro para estas eleições, Sebastião disse que o que impediria o médico para uma disputa este ano seria somente uma decisão colegiada que, segundo ele, não existe.

“Carlos não tem nenhuma condenação em colegiado. Esse é o primeiro ponto. O que vale é ter condenação em colegiado. E ele [Carlos] não tem. Então, eu vi pessoas que foram candidatas como Joaquim Neto que tiveram amplas condições de serem candidatos agora por Gravatá, então isso é uma coisa que não me preocupa”.

“Quem tem que ter esse preocupação é Carlos Evandro e a bancada jurídica do nosso partido que eu acho que estão absolutamente tranquilos”, afirmou ‘Sebá’, complementando:

“Se eles passam tranquilidade para mim, Carlos e Waldemar, então eu estou tranquilo também e estou cuidando da pauta positiva do nosso grupo, de que é trazer ações para cá [Serra Talhada] e trazer todos, que todos se sintam agraciados pelas coisas que estamos trazendo para cá porque essa não é uma conquista minha, mas é de todo o grupo”.

Com reprodução do Farol de Notícias

Outras Notícias

Guilherme Coelho comemora pontuação em pesquisa

O candidato ao Senado Guilherme Coelho, comemorou os 8,3% de intenções de votos aferidos na pesquisa Opinião divulgada nesta terça-feira (9). A pontuação lhe garantiu o terceiro lugar e animou o candidato, considerando que o primeiro lugar nas pesquisas, André de Paula (PSD) está com 10,4%,  uma diferença de apenas 2.1%. Segundo a sua assessoria: […]

O candidato ao Senado Guilherme Coelho, comemorou os 8,3% de intenções de votos aferidos na pesquisa Opinião divulgada nesta terça-feira (9).

A pontuação lhe garantiu o terceiro lugar e animou o candidato, considerando que o primeiro lugar nas pesquisas, André de Paula (PSD) está com 10,4%,  uma diferença de apenas 2.1%.

Segundo a sua assessoria: “estratificando por região, Guilherme Coelho teve destaque obtendo 63,4% das intenções de voto, somando as regiões do Sertão (14,5%) e São Francisco (48,9%). Nenhum outro candidato teve resultados tão expressivos mesmo considerando as regiões de suas bases eleitorais”.

“Estes números nos animam muito. Oficializamos há pouco nossa proposta ao senado e os pernambucanos estão acolhendo muito bem o nosso projeto. Estou sendo ouvido e bem recebido onde tenho andado. Tenho experiência e compromisso com o nosso estado, e quero retribuir toda confiança que estão depositando em mim como Senador de Pernambuco”, ressalta Guilherme Coelho, que está disputando a vaga no Senado pela chapa da candidata ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB).

A pesquisa foi encomendada pelo Blog do Magno Martins e feita pelo instituto Opinião Pesquisas Sociais que aplicou dois mil questionários em 80 municípios de diferentes regiões do estado, entre os dias 5 e 7 de agosto. Registro: BR-02516/2022 e PE-01429/2022.

Ela tem que convencer as pessoas’, diz Humberto sobre candidatura de Marília

Folha PE A decisão do PT de ter candidatura própria no Recife em 2020 ou de reeditar a eleição de 2018 – quando Marília Arraes foi rifada da corrida ao Governo do Estado por conta da aliança nacional com o PSB – continua movimentando a política da capital pernambucana. O senador Humberto Costa, líder do […]

Foto: Alfeu Tavares / FolhaPE

Folha PE

A decisão do PT de ter candidatura própria no Recife em 2020 ou de reeditar a eleição de 2018 – quando Marília Arraes foi rifada da corrida ao Governo do Estado por conta da aliança nacional com o PSB – continua movimentando a política da capital pernambucana.

O senador Humberto Costa, líder do partido no Senado e um dos que defende a aliança com a Frente Popular, se posicionou sobre o assunto em entrevista à Rádio Folha (96,7), nesta quarta-feira (22) e manteve sua defesa da manutenção da legenda na Frente Popular.

“Exatamente na capital onde esse núcleo hegemônicpo do PSB tem uma relação conosco nós vamos produzir esse rompimento?”, questionou Humberto. Segundo o senador, na próxima terça-feira (28), haverá uma reunião para discutir a eleição no Recife, com a presença do ex-presidente Lula, da presidente nacional do PT Gleisi Hoffman, do presidente estadual da sigla, Doriel Barros; do presidente da sigla no Recife, Cirilo Mota. O próprio senador e a deputada federal Marília Arraes estarão presentes no encontro.

Humberto disse que no encontro se colocará disponível para defender o que for decidido pelo partido, seja a candidatura de Marília ou a manutenção da aliança. E lembrou que o gesto não foi feito pela companheira de legenda em 2018. “A própria Marilia Arraes não votou em mim, votou no senador Bolsonarista. Mas se precisar votar nela, votarei”, disse.

Humberto deu um recado direto para Marília, pedindo que ela construa o convencimento dos diretórios locais em torno de sua candidatura. “Ninguém é candidato da cúpula do PT, não existe isso. Ela tem que construir com os filiados do Recife e os dirigentes esse caminho. Ela tem que convencer as pessoas”, sugeriu. “Se ela tiver somente a indicação do PT nacional é insuficiente. Ela tem que ganhar o partido no município”, frisou.

Se o PT for tomar hoje uma decisão no seu diretório, na sua executiva, a posição seria fazer aliança. Tem que ter um trabalho dela de conversar com todo mundo e convencer as pessoas de que é melhor ter uma candidatura. Se a nacional disser que vai ter candidato vai ser uma coisa inédita. Mas quem vai fazer a campanha são as pessoas aqui”, comentou. “Nunca estive fechado para dialogar com ela. É bom que exista essa condição hoje da gente poder conversar”, avaliou Humberto.

Acumulando Cultura e Obras, Edgley Freitas nega interesse de ser candidato a Prefeito de Tabira

Mesmo sem aumento salarial e com mais trabalho, o Secretário de Cultura Edgley Freitas, respondendo interinamente pela Secretaria de Obras, considera a missão gratificante. Foi durante  entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Em apenas sete dias completados ontem, Edgley, que substitui Mário Amaral (que assumiu mandato na Câmara de Vereadores) comemora a correção de calçamentos em várias […]

Edgley na Cidade

Mesmo sem aumento salarial e com mais trabalho, o Secretário de Cultura Edgley Freitas, respondendo interinamente pela Secretaria de Obras, considera a missão gratificante. Foi durante  entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Em apenas sete dias completados ontem, Edgley, que substitui Mário Amaral (que assumiu mandato na Câmara de Vereadores) comemora a correção de calçamentos em várias ruas com uma caçamba de asfalto conquistada com um parceiro, não revelado.

Freitas disse que ainda não debateu com o prefeito Sebastião Dias a situação do saneamento global, paralisada. Ele disse que as dificuldades apresentadas por Mário existem, mais é preciso buscar soluções. Inclusive já citou a existência de uma conta com mais de R$ 120 mil  para atuar na melhoria da pavimentação.

Edgley agradeceu o empenho de outros secretários em apoio ao seu trabalho em Obras e até dos colegas da Cultura.

Sucessão: Sobre a possibilidade de liderar uma chapa como candidato a Prefeito apoiado pelo prefeito Sebastião Dias, deixou claro que não tem esta pretensão. Quer apenas ajudar.

A pergunta surgiu porque Edgley foi apontado como provável vice de uma chapa ao lado do secretário de saúde Alan Dias. Detalhe: por ser filho do prefeito, Alan somente poderá disputar, se Sebastião Dias renunciar, coisa que ele não vai fazer, pois a vice Genedy Brito, é sua adversária.

Licitadas as empresas que vão pavimentar ruas de Tabira:  Parece que agora vai. Com os R$ 2 milhões conquistados pelo Ministro Armando Monteiro, quando exercia o mandato de Senador, a Prefeitura de Tabira usará R$ 1 milhão para o calçamento de ruas e o outro para fazer o asfaltamento de vias no centro da cidade.

Sem fornecer os nomes, uma fonte revelou que uma empresa de Custódia foi licitada para efetuar o asfaltamento e uma empresa de Bodocó fará a pavimentação em paralelepípedos.

Ministro do TCU investigado sobre fraudes fiscais

Da Folha de S.Paulo – Gabriel Mascarenhas, Marina Dias e Rubens Valente A Polícia Federal e o Ministério Público Federal encontraram indícios de que o ministro do Tribunal de Contas da União Augusto Nardes pode ter recebido R$ 1,65 milhão de uma empresa investigada sob suspeita de envolvimento com fraudes fiscais. Como ministro do TCU, […]

Da Folha de S.Paulo – Gabriel Mascarenhas, Marina Dias e Rubens Valente

augusto-nardes-no-poder-e-politica-1376516409771_1024x768_0A Polícia Federal e o Ministério Público Federal encontraram indícios de que o ministro do Tribunal de Contas da União Augusto Nardes pode ter recebido R$ 1,65 milhão de uma empresa investigada sob suspeita de envolvimento com fraudes fiscais.

Como ministro do TCU, Nardes só pode ser investigado e processado com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal). Nesta terça (6), a Justiça Federal decidiu que os autos serão encaminhados à Procuradoria-Geral da República, para que opine sobre o prosseguimento das investigações.

Relator das contas da presidente Dilma Rousseff no TCU, Nardes tornou-se alvo de suspeitas porque foi sócio até 2005 de uma empresa chamada Planalto Soluções e Negócios, registrada em nome de seu sobrinho, Carlos Juliano.

A empresa é investigada pela Operação Zelotes, que apura suspeitas de fraudes praticadas para comprar decisões do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão do Ministério da Fazenda que julga recursos de empresas contra multas aplicadas pela Receita Federal.

Segundo os investigadores, Nardes e o sobrinho receberam na Planalto vários pagamentos da SGR Consultoria, que teria corrompido conselheiros do Carf para favorecer empresas que recorreram ao órgão para discutir multas.

Os pagamentos, no valor total de R$ 2,6 milhões, teriam ocorrido entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, quando Nardes já era ministro do TCU e estava desligado da Planalto. O ministro diz desconhecer os pagamentos.

Segundo os investigadores, há referências a Nardes em mensagens eletrônicas enviadas em janeiro de 2012 pela secretária da SGR, Gegliane Bessa, ao dono da empresa, o ex-conselheiro do Carf José Ricardo Silva, um dos principais suspeitos do caso.

Nas mensagens, Gegliane diz ter pago R$ 1,65 milhão a uma pessoa identificada como “Tio” e R$ 906 mil a “Ju”. Para os investigadores, há “fortes indícios” de que “Tio” é Nardes e “Ju”, seu sobrinho.

Lista de delator da Petrobras cita nomes de 28 políticos, diz jornal

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa listou o nome de 28 políticos supostamente envolvidos no escândalo na estatal durante cerca de 80 depoimentos, no âmbito de delação premiada na Operação Lava Jato, ocorridos entre agosto e setembro, segundo informações do jornal “O Estado de S. Paulo”. Segundo a reportagem, a lista de […]

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O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa listou o nome de 28 políticos supostamente envolvidos no escândalo na estatal durante cerca de 80 depoimentos, no âmbito de delação premiada na Operação Lava Jato, ocorridos entre agosto e setembro, segundo informações do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Segundo a reportagem, a lista de políticos envolvidos no esquema inclui ministros e ex-ministros do governo Dilma Rousseff (PT), deputados, senadores, um governador e ex-governadores. Constam também na relação nomes de parlamentares da base aliada do governo e da oposição. Na lista dos partidos estão PT, PMDB, PSB, PSDB e PP.

No documento, está o ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Antonio Palocci. O petista teria encomendado a Costa, segundo a reportagem, dinheiro para a campanha da presidente, da qual era coordenador. O pedido teria sido de R$ 2 milhões.

Costa também relatou pagamento de propina ao ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, para que uma CPI que investigava a Petrobras fosse encerrada, caso revelado pela Folha em outubro. O pagamento, segundo o depoimento ao qual o “Estado” teve acesso, foi de R$ 10 milhões.

Outros nomes também já haviam sido ligados ao esquema em vazamentos anteriores.

Em setembro, a revista “Veja” divulgou nomes de 12 políticos que constariam nos depoimentos de Paulo Roberto Costa, dentre eles, Renan Calheiros (PMDB-AL), Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Roseana Sarney (PMDB-MA) e Eduardo Campos (PSB-PE). A revista mencionava também o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari, que não aparece no documento apresentado pelo “Estado”.

A Folha de S.Paulo também já havia revelado a menção ao nome do candidato ao governo do Rio neste ano, Lindbergh Farias (PT).

No depoimento do doleiro Alberto Youssef –que assim como Costa, assinou delação premiada– também consta o nome da senadora e ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann.

A informação de que o nome do líder do PT no Senado, Humberto Costa, constava no depoimento do ex-diretor da Petrobras também já havia sido revelada.

A integrantes da CPI da Petrobras, Costa disse ter delatado entre 35 e 40 congressistas.