Serra FM entra no ar em fase experimental. Programação vai ao ar em dezembro
Por Nill Júnior
No dia do Radialista a população de Serra Talhada ganhou um presente. Hoje, entrou no ar a Rádio Serra FM, operando em caráter experimental no município. Você já pode aferir qualidade e abrangência do sinal.
A emissora será representada legalmente pela Associação de Radiodifusão do Vale do Pajeú. Tem todos seus equipamentos homologados pela a Anatel. Sob licença de funcionamento, a estação vem com a indicação ZYR 714 599 e a frequência 87,9 Mhz
“Quanto à programação, a expectativa é de que no início de dezembro a emissora seja inaugurada e entre com a sua grade definitiva, com serviços de utilidade pública, informações e entretenimento”, comemora Marcos Oliveira.
Serão beneficiados com os recursos unidades de Caruaru, Ipojuca, Belo Jardim e Garanhuns Do blog da Folha O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou, neste sábado (28), a liberação de recursos para quatro campis do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) na Região Metropolitana e no Agreste pernambucano. No campus de Caruaru será construído o bloco […]
Serão beneficiados com os recursos unidades de Caruaru, Ipojuca, Belo Jardim e Garanhuns
Do blog da Folha
O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou, neste sábado (28), a liberação de recursos para quatro campis do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) na Região Metropolitana e no Agreste pernambucano. No campus de Caruaru será construído o bloco para o curso de engenharia mecânica. Os campi de Ipojuca e Garanhuns vão receber uma biblioteca cada. Já o campus de Belo Jardim ganhará um bloco para o curso de informática e uma obra da rede de esgotamento sanitário. O montante da verba para as cinco obras é de cerca de R$ 15 milhões.
Para Mendonça Filho, a liberação dos recursos cumpre o compromisso com a educação técnica. “Estamos investindo forte aqui em Caruaru com a biblioteca que será entregue em breve e o bloco de engenharia mecânica”, afirmou o ministro. “E o mesmo estamos fazendo nos campi de Ipojuca e Garanhuns, que receberão duas novas bibliotecas com as condições de infraestrutura muito positivas, para que os alunos tenham acesso a uma educação técnica e tecnológica de melhor qualidade. Isso sem falar no sonhado espaço para o curso de informática no campus de Belo Jardim”, apontou.
O valor liberado para a construção do bloco de engenharia mecânica do campus de Caruaru é de R$ 1.236.854,00. O prazo previsto para execução da obra é de seis meses. Para a construção da biblioteca de Ipojuca, o valor de recursos é de R$ 2.887.250,38. O prazo previsto para execução da reforma é de oito meses. Já em Garanhuns o repasse é de R$ 3.037.974,47. O prazo previsto para execução da reforma também é de oito meses.
O novo bloco de informática do campus de Belo Jardim terá o montante liberado de R$ 6.622.901,08. A previsão é de que a obra seja concluída no início de 2019. O diretor geral do campus, Francisco das Chagas, agradeceu a presença de Mendonça Filho e destacou a importância desse novo bloco para o município. “O ministro não tem medido esforços para trazer benefícios à cidade de Belo Jardim. Esse curso de informática vai atender uma demanda importante e trará educação de qualidade para toda a região”, afirmou o diretor. Já a rede de esgotamento sanitário e tratamento de efluentes tem a obra orçada em R$ 1.140.429,92.
A Prefeitura de São José do Egito está apoiando a participação da Associação das Artesãs de São José do Egito (ASSOCIARTE) na 25ª edição da Fenearte, feira que ocorre no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. O apoio envolve suporte institucional e logístico e foi articulado pela gestão do prefeito Fredson Brito. A Fenearte […]
A Prefeitura de São José do Egito está apoiando a participação da Associação das Artesãs de São José do Egito (ASSOCIARTE) na 25ª edição da Fenearte, feira que ocorre no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. O apoio envolve suporte institucional e logístico e foi articulado pela gestão do prefeito Fredson Brito.
A Fenearte é considerada a maior feira de artesanato da América Latina e reúne expositores de diversos estados brasileiros e países. A edição deste ano tem como tema “Maracatu, dança ancestral”, com foco na valorização da cultura popular e da economia criativa.
As artesãs egipcienses estão apresentando ao público o artesanato produzido no município, com peças que representam elementos da tradição local. A presença da ASSOCIARTE no evento é vista como uma oportunidade para dar visibilidade à produção das artesãs da região.
Em publicação nas redes sociais, o prefeito Fredson Brito parabenizou as participantes e reafirmou o compromisso da gestão com o segmento:
“Nossa cultura, nossos artesãos e toda a cadeia de economia criativa de São José do Egito sempre vão receber o apoio devido de nossa gestão. Parabéns à ASSOCIARTE pelo talento e o empenho de suas artesãs. Sucesso na FENEARTE, em 2026 estaremos de volta elevando ainda mais o potencial da Terra da Poesia”, afirmou.
“A Prefeitura destaca que o investimento no setor cultural contribui para o desenvolvimento humano, social e econômico, além de preservar tradições e promover o município em âmbito nacional e internacional”, destaca a assessoria de comunicação.
Do Afogados On Line Há exatos 9 anos falecia o porta-voz do povo sertanejo, o bispo emérito da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, aos 82 anos. Ele faleceu no sábado, 7 de outubro de 2006, por volta das 12h30, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do hospital Santa Joana, […]
Há exatos 9 anos falecia o porta-voz do povo sertanejo, o bispo emérito da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, aos 82 anos. Ele faleceu no sábado, 7 de outubro de 2006, por volta das 12h30, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do hospital Santa Joana, em Recife. Faleceu após novo quadro de infecção respiratória de rápida e grave evolução para sepse e choque séptico com parada cárdio-respiratória.
Dom Francisco nasceu no dia 3 de abril de 1924, em Reriutaba, a 309 km de Fortaleza, Ceará. Filho de Francisco Austregésilo de Mesquita e Maria Clausídia Macedo de Mesquita, foi ordenado padre em 8 de dezembro de 1951, na cidade cearense de Sobral.
Antes de assumir missão como bispo, Dom Francisco foi professor e reitor do Seminário, professor do Colégio Diocesano e Assistente de Ação Católica, em Sobral (de 1952-1961). Entre as várias atividades como bispo, esteve à frente da diocese de Afogados da Ingazeira (PE), de 1961 a 2001. Dom Francisco tomou posse como segundo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira no dia 16 de setembro de 1961. Ele chegou num avião, em companhia do Secretário do Interior e Justiça do Estado de Pernambuco, que representou o governador Cid Sampaio.
Foi bispo conciliar do Vaticano II (1962-1965). Responsável pelo Setor da Pastoral Rural do Regional Nordeste 2 da CNBB, Secretário do mesmo Regional e acompanhante da CRC do Nordeste 2. Foi produtor e apresentador do Programa “A Nossa Palavra”, na Rádio Pajeú.
Em 2001, quando celebrou 40 anos de sagração episcopal, dom Francisco foi homenageado na Assembléia Legislativa de Pernambuco, pelo então deputado estadual Orisvaldo Inácio (PMDB).
Em toda sua vida, Dom Francisco combateu os poderosos, esteve ao lado dos mais humildes, lutou ao lado de sua gente nas secas que assolaram o Nordeste. Dentre outras coisas, ganhou notoriedade no país ao defender a legitimidade dos saques em feiras para matar a fome. Senão, vejamos entrevista de Dom Francisco ao Diário de Pernambuco, em 2 de Maio de 1998.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO – É crime ou pecado saquear merenda escolar, feiras livres ou depósitos públicos de alimentos?D. Francisco Austregésilo de Mesquita – Quando há necessidade, os bens se tornam comuns. Por isso, o saque é uma ação legítima e legal, desde que seja realizado somente nos casos em que a sobrevivência do homem está ameaçada. Isso está, inclusive, previsto no artigo 23 do Código Penal Brasileiro. Da mesma forma que a legítima defesa exclui do crime aquele que, para salvar a própria vida, tira a vida do outro. A Justiça, por exemplo, tira o crime de um filho que mata o pai, quando o filho matou o pai para poder se manter vivo. Ou você mata, ou morre. Os seguranças do presidente da República também podem matar uma pessoa para protegê-lo. Entretanto, é crime quando alguém saqueia um supermercado por vandalismo ou porque pretende montar uma bodega. Todos são iguais diante de Deus. Infelizmente, a divisão somos nós que fazemos. Aliás, muito mal feita.
DIÁRIO – O senhor acha que a polícia deve agir para conter os saques?DFAM – Essa é uma outra questão. O policial não pode ser irresponsável e passar por cima de uma ordem superior. Ele tem que ser disciplinado e manter a ordem. Se uma autoridade mandar um policial guardar um depósito de alimentos, então ele deve agir de todas as formas para proteger esse depósito. Se tiver que atirar, que atire nos pés. Não precisa matar. Ele não tem culpa de prejudicar ou impedir que alguém se alimente.
DIÁRIO – É legítima uma ordem que determina a alguém guardar alimentos quando tem tanta gente morrendo de fome?DFAM – Eu considero omissão de socorro quando alguém impede que fulano ou sicrano se alimente. Acho até que essa pessoa que dá uma ordem como esta merece um processo. É bom que fique claro que a omissão de socorro deve recair sobre a pessoa que deu a ordem de fechar as portas de um galpão cheio de alimentos, por exemplo, e não de quem a está executando. Não é o policial que está tentando agir com disciplina que deve ser responsabilizado. Porém, quem julga é a Justiça e não eu.
DIÁRIO – O senhor acha que o presidente Fernando Henrique Cardoso está sendo omisso e merece ser processado?DFAM – Não acho que ele está cometendo um crime. Fernando Henrique já declarou que não vai faltar comida nem dinheiro para atender todas as pessoas que estão com fome. Os programas para combater os problemas provocados pela estiagem, segundo o presidente, também devem ser implantados em mais alguns dias.
DIÁRIO – O senhor considera que o presidente está sendo correto quando diz que os municípios onde forem registrados saques correm o risco de não serem atendidos?DFAM – Não acredito que o presidente tenha ameaçado excluir os municípios onde estão acontecendo os saques, como foi publicado em todos os jornais do país. Quem saqueia não é a cidade, mas um grupo. Ele não seria irresponsável a ponto de dizer isso. Além do mais, estamos em um ano eleitoral. E ele precisa de votos.
DIÁRIO – E se as declarações forem verdadeiras?DFAM –Se o presidente realmente disse isso, então ele não pensou antes. Acho que ele não terá coragem de cumprir as ameaças. Mas, se ele cumprir o que disse e alguém chegar a morrer de fome porque o município foi excluído do programa de combate aos efeitos da seca do governo federal, então eu acho que o Fernando Henrique merece um processo. Ele estaria omitindo socorro a quem precisa. Mas, eu volto a repetir: não acredito que o presidente tenha dito uma coisa como essa.
DIÁRIO – Depois que o senhor e o arcebispo da Paraíba, d. Marcelo Carvalheira, defenderam os saques como uma necessidade, Fernando Henrique reagiu. Ele criticou os líderes políticos e religiosos que incentivam a ação e chamou essas pessoas de demagogas. O que o senhor acha da posição do presidente?DFAM – Toda pessoa tem o direito de se defender e reclamar. Até mesmo o pior criminoso. Ainda mais quando a defesa é justa, correta e verdadeira. Quando tem fundamento e não são apenas palavras. Quando não atinge e fere outras pessoas. Mas, não estou aqui para julgar as intenções íntimas de uma pessoa. Só Deus julga. Entretanto, a impressão que tenho é que os políticos só querem o voto do povo. Não vejo ações objetivas e que visem ao desenvolvimento da população. Às vezes, eu penso que os políticos só querem atingir os seus próprios interesses. Esquecem que são mandatários do povo. Eles esquecem que a população tem todo o direito de reclamar, quando achar que as ações dos políticos não estão atendendo suas necessidades.
DIÁRIO – O senhor acha que as declarações de Fernando Henrique foram justas?DFAM – Não acho justo o que ele disse. Nós religiosos não estamos insuflando os saques pelo interior do Nordeste. Além do mais, acho que ele deveria ir a público e reconhecer que a ação não é um crime, quando praticado em caso de necessidade. Pela lei, as pessoas que participam de um ataque às feiras são excludentes de criminalidade.
DIÁRIO – Os ataques às feiras livres ou supermercados costumam ser pacíficos?DFAM – Ninguém pode dizer que levou um beliscão de um trabalhador rural durante um saque. Os agricultores não agem com violência. São muito pacíficos e conservadores. Eles chegam às feiras livres apenas com um saco vazio na mão para poder encher de alimentos. Às vezes, os trabalhadores rurais encontram alguns policiais fazendo a fiscalização. Muitos destes policiais são filhos dos próprios agricultores que estão passando fome. O que eles vão fazer? Além disso, muitas das pessoas que participam do saque são homens de idade. Dificilmente, teriam força para brigar, corporalmente.
DIÁRIO – O senhor recebeu críticas ou sentiu oposição de algum bispo que participa do encontro em Itaici (SP) por ter feito as declarações sobre os saques?DFAM – Ao contrário. Recebi muitos elogios e parabéns. Se tem alguém contra o que foi dito, até agora não se pronunciou. Também não saí por aí perguntando quem é a favor ou contra o que eu disse. Sou muito ocupado. Aliás, sou um dos bispos mais ativos neste encontro de Itaici. Além disso, tenho mais o que fazer que me preocupar com outras opiniões.
DIÁRIO – O senhor realmente incita e apoia os saques como está todo mundo pensando por ai?DFAM – Não incito e não apoio os saques. Apenas lamento. Também é importante que fique claro que eu não condeno as pessoas que atacam as feiras livres, supermercados, depósitos públicos de alimentos e merenda escolar, quando a intenção é matar a fome da família. A fome é má conselheira. Mas, se um grupo e trabalhadores resolve assumir a responsabilidade e agir dessa maneira, respeito a decisão e me coloco à disposição para defendê-lo e esclarecer as coisas.
DIÁRIO – O senhor já participou de reuniões com trabalhadores rurais que organizavam algum saque. Alguém já contou ter feito algum ataque à feiras durante a confissão. Se já o fez, o senhor isentou a pessoa do pecado?DFAM – Nem que me furassem com pontas de faca até a morte eu contaria o teor de uma confissão. Mas eu garanto para você que ninguém nunca me disse que participou de um ataque à feira. Também nunca participei e nem pretendo participar de reuniões que discutam as estratégias para saquear um supermercado. No mês passado, quando aconteceu um saque ao depósito da Ceagepe de Afogados da Ingazeira, eu soube à tarde, quando estava em casa, reunido com 80 pessoas.
DIÁRIO – O senhor acha que o saque em Afogados foi justo?DFAM – Eles levaram pouca coisa. Cerca de dez toneladas de comida. Acho que foi justo sim. Eu considero uma afronta manter um depósito com 26 toneladas de alimentos, todos do Comunidade Solidária, o programa da dona Rute Cardoso, na porta de um monte de gente que está morrendo de fome. Nenhum quilo iria ser entregue para as pessoas que estão famintas em Afogados. Na cidade, tem gente comendo palma e pega-pinto, uma espécie de batata. O pega-pinto é uma planta queas pessoas costumam utilizar para fazer chá. É chegar ao extremo. Numa situação como esta, como é que alguém pode ficar de braços cruzados e deixar os alimentos estocados no depósito?
DIÁRIO – Depois de provocar polêmica com suas declarações em todo o país, o senhor acha que vai voltar para Afogados da Ingazeira como herói?DFAM – Todo mundo me conhece em Afogados e sabe o que penso. Ninguém vai me tratar diferente ou como herói, somente por conta do que aconteceu. Nada do que fiz merece ser chamado de heroísmo. Já moro na cidade há 37 anos e quando voltar, na próxima semana, tudo vai continuar da mesma maneira.
DIÁRIO – Quando chegar em Afogados, como o senhor pretende de engajar na luta contra a fome das pessoas castigadas pelos efeitos da seca?DFAM – Vou continuar trabalhando como sempre. Primeiro tenho que ficar por dentro da realidade do município. Dos problemas que a estiagem está provocando. Deveremos receber doações e fazer a distribuição de alimentos, mas, isso é apenas um paliativo. Se for necessário, vou atrás de autoridades e de pessoas em condições de ajudar para pedir mais solidariedade.
DIÁRIO – O senhor acha que as cestas básicas que o governo federal pretende distribuir são suficiente para reduzir os impactos provocados entre as pessoas castigadas pela seca?DFAM – A cesta básica é um paliativo que não resolve nada. Ainda mais agora que reduziu o tamanho. Passou de 25 quilos para nove quilos. A alternativa é criar emprego. Isso é o que o povo quer. Ninguém está interessado em esmolas. O governo também pode fazer ações de caráter permanente, como projetos de infra-estrutura.
DIÁRIO – Como eram as cestas básicas distribuídas durante a seca de 1993?DFAM –Eram uma vergonha. Vinham coisas que não correspondiam à realidade alimentar do povo. As cestas eram incompletas. Não era uma cesta preparada com feijão, farinha e milho. Era mal feita. Às vezes, só vinha arroz e de baixa qualidade. Aquele que estava ficando ruim no depósito. A distribuição é quase sempre feita com critérios políticos. Ninguém quer perder o voto. Depois, eles dizem: eu ajudei você.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, entregou nesta quinta-feira, 19/02, a reforma e ampliação da Escola Municipal José Rufino Alves, no bairro da Caxixola. Desde a sua inauguração, o equipamento nunca havia passado por uma remodelação tão profunda, que mais que dobrou o número de vagas para os estudantes da localidade. Agora, a escola […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, entregou nesta quinta-feira, 19/02, a reforma e ampliação da Escola Municipal José Rufino Alves, no bairro da Caxixola. Desde a sua inauguração, o equipamento nunca havia passado por uma remodelação tão profunda, que mais que dobrou o número de vagas para os estudantes da localidade.
Agora, a escola conta com 7 novas salas de aula, todas climatizadas. Também foram construídos novos banheiros masculino e feminino para alunos e funcionários, uma nova secretaria, sala de professores, direção, coordenação, cozinha, refeitório, depósito de merenda e de material de limpeza, almoxarifado, além de um parquinho infantil.
Para a prefeita Márcia Conrado, “a entrega da reforma e ampliação da Escola José Rufino Alves demonstra o respeito com quem estuda, com quem ensina e com quem acredita na educação. Essa escola agora está diferente. São novas salas de aula, todas climatizadas, com mais conforto para nossos alunos e para nossos professores. Esse é o nosso jeito de governar: trabalhando, entregando e cuidando das pessoas, frisou.
O secretário de Educação de Serra Talhada, Edmar Júnior, frisou que, com a ampliação, será implantado o Ensino Fundamental II no bairro da Caxixola. “Isso significa que nossos meninos e meninas não vão mais precisar sair daqui para continuar seus estudos. Eles vão crescer, aprender e construir o futuro dentro da própria comunidade”, enfatizou Edmar.
Na apuração paralela realizada pela Rádio Pajeú neste domingo (6), o atual prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), foi reeleito com 57,61%, ou 13.061 votos. O candidato da oposição, Danilo Simões (PSD), obteve 42,39%, ou 9.609 votos. A campanha de Sandrinho focou na continuidade de projetos voltados para a educação, saúde e infraestrutura, consolidando a […]
Na apuração paralela realizada pela Rádio Pajeú neste domingo (6), o atual prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), foi reeleito com 57,61%, ou 13.061 votos.
O candidato da oposição, Danilo Simões (PSD), obteve 42,39%, ou 9.609 votos.
A campanha de Sandrinho focou na continuidade de projetos voltados para a educação, saúde e infraestrutura, consolidando a confiança do eleitorado em seu governo.
Sandrinho terá onze dos treze vereadores na nova Câmara. Na sua base, Vicentinho, César Tenório, Reinaldo Lima, Cícero Miguel, Raimundo do Foto, Gal Mariano, Cancão, Douglas Eletricista, Mário Martins, Simone da Feira e Lucineide do Sindicato. A oposição ficou com Zé Negão e Edson do Cosmético.
Iguaracy: Dr. Pedro Alves vence com 58% dos votos
Em Iguaracy, a eleição também foi marcada por uma vitória expressiva. Dr. Pedro Alves (PSDB) foi eleito prefeito com 58% dos votos, totalizando 4.328 votos, ao lado de seu vice Marquinhos Melo (PSDB). O adversário, Albérico Rocha (PSB), ficou com 42%, somando 3.116 votos.
A vitória de Dr. Pedro Alves representa a continuidade na administração local, com o compromisso de investir em saúde e infraestrutura para a população.
Tabira: Flávio Marques vence e mantém a tradição de não reeleição
Em Tabira, a eleição deste domingo seguiu a tradição do município de não reeleger prefeitos. Faltando apenas uma urna para ser computada, Flávio Marques (PT) lidera com 50,6% dos votos, contra 46,8% de Nicinha Melo, o que já indica sua vitória.
Tabira, conhecida por seu histórico de alternância no poder, continuará sob uma nova administração, com Flávio Marques prometendo focar no desenvolvimento econômico e social da cidade. Registre-se, a única exceção foi Sebastião Dias reeleito em 2016. E só.
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