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Serra: evento junino reúne futuros adversários

Por Nill Júnior
Luciano Duque e Nena Magalhães, em clique de Júnior Campos
Luciano Duque e Nena Magalhães, em clique de Júnior Campos

O tradicional São João da Fazenda São Miguel em Serra Talhada, puxado pelo forrozeiro Assisão, esquentou mais ainda neste ano eleitoral. Como era de se esperar, três dos quatro principais candidatos a Prefeitura estiveram no evento.

O Prefeito candidato a reeleição Luciano Duque (PT), com sua comitiva, o médico Nena Magalhães, acompanhado do Deputado Augusto César (PTB) e o jovem Victor Oliveira, com auxiliares alternavam sorrisos e troca de afagos com potenciais eleitores. Só Marquinhos Dantas não apareceu. Evangélico, evita eventos do gênero.

Não faltaram também apertos de mãos entre os próprios pré-candidatos, flagrados pelos veículos da cidade. Nena Magalhães trocou apertos de mãos com Duque e Oliveira.

O encontro com o jovem do PR era o mais aguardado, pelo mal estar causado pelas declarações de Sílvio Costa em evento de Nena, quando o chamou de “menino”. Mas, prevaleceu a política dos bons costumes e da educação.

Outras Notícias

Datafolha: Lula tem 52% dos votos válidos no 2º turno, e Bolsonaro, 48%

O Datafolha divulgou neste sábado (29) sua última pesquisa antes do segundo turno da eleição presidencial. Encomendada pela Globo e pela “Folha de S.Paulo”, a sondagem aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 52% dos votos válidos e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 48%. Os eleitores vão às urnas […]

O Datafolha divulgou neste sábado (29) sua última pesquisa antes do segundo turno da eleição presidencial.

Encomendada pela Globo e pela “Folha de S.Paulo”, a sondagem aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 52% dos votos válidos e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 48%. Os eleitores vão às urnas neste domingo (30).

O novo levantamento foi feito nesta sexta-feira (28) e neste sábado, e os resultados referem-se à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Segundo o Datafolha, Lula e Bolsonaro “estão no limite dessa margem, com maior probabilidade de o petista estar à frente”.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

O Datafolha entrevistou 8.308 mil pessoas, em 253 municípios, nos dias 28 e 29 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-08297/2022.

Prestigiada por Henry e Costa, Lúcia Moura ingressou no PMDB

Partido é presidido por Daniel Valadares. Já Totonho estará no debate das Dez dizendo para onde vai Continua intenso o processo de filiação do PMDB em Pernambuco, com desdobramentos no Pajeú. Na presença presidente estadual do partido e vice-governador  Raul Henry do líder da sigla na Alepe, Ricardo Costa e do presidente da legenda em Afogados […]

Lúcia Moura assina ficha de filiação no PMDB
Lúcia Moura assina ficha de filiação no PMDB
Raul Henry, Lúcia Moura, Daniel Valadares e Ricardo Costa
Raul Henry, Lúcia Moura, Daniel Valadares e Ricardo Costa

Partido é presidido por Daniel Valadares. Já Totonho estará no debate das Dez dizendo para onde vai

Continua intenso o processo de filiação do PMDB em Pernambuco, com desdobramentos no Pajeú.

Na presença presidente estadual do partido e vice-governador  Raul Henry do líder da sigla na Alepe, Ricardo Costa e do presidente da legenda em Afogados Daniel Valadares, , a vice- prefeita do município, médica Lúcia Moura, que estava sem partido, ingressou oficialmente na legenda esta manhã. Lúcia é um dos trunfos do PMDB no debate sucessório no município.

Já o ex-prefeito Totonho Valadares é o convidado do Debate das Dez do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Tido como fiel da balança no cenário municipal, Totonho, hoje no PSB, já teve sua migração cotada para PMDB, PCdoB e PSDB, este último no fim de semana. A pergunta que todo mundo quer ver Totonho responder é em que partido vai amarrar sua filiação.

Maciel Júnior apresenta melhora

O radialista Maciel Júnior apresentou importante melhora nas últimas horas segundo o último boletim médico. Ele saiu do coma induzido após 11 dias e deixou s entubação. Segundo o boletim do Hospital Esperança, ele permanecerá por 24 horas na Umidade de Terapia Intensiva sendo observado pela equipe médica. Maciel Júnior é  comentarista da Rádio Jornal […]

O radialista Maciel Júnior apresentou importante melhora nas últimas horas segundo o último boletim médico.

Ele saiu do coma induzido após 11 dias e deixou s entubação.

Segundo o boletim do Hospital Esperança, ele permanecerá por 24 horas na Umidade de Terapia Intensiva sendo observado pela equipe médica.

Maciel Júnior é  comentarista da Rádio Jornal e luta contra a infecção por Covid-19.

Filho de ex-ministro Lobão é preso na 65ª fase da Lava Jato

G1 Márcio Lobão, filho do ex-senador e ex-ministro Edison Lobão, foi preso na manhã desta terça-feira (10) na 65ª fase da Lava Jato, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). A prisão é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado e foi efetuada no Rio de Janeiro (RJ). A nova etapa da operação investiga crimes […]

G1

Márcio Lobão, filho do ex-senador e ex-ministro Edison Lobão, foi preso na manhã desta terça-feira (10) na 65ª fase da Lava Jato, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). A prisão é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado e foi efetuada no Rio de Janeiro (RJ).

A nova etapa da operação investiga crimes de corrupção e lavagem de dinheiro proveniente de pagamento de vantagens indevidas relacionadas à Transpetro, que é subsidiária da Petrobras, e à Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

Segundo o MPF, Márcio Lobão e Edison Lobão solicitaram e receberam propinas dos Grupos Estre e Odebrecht em R$ 50 milhões entre 2008 e 2014.

O mandado de prisão foi expedido contra Márcio Lobão porque, conforme o MPF, há indícios de que ele permanecia praticando o crime de lavagem de dinheiro em 2019. Ao G1, a defesa de Márcio Lobão disse que ainda não obteve acesso aos autos – “de modo que resta prejudicado qualquer posicionamento neste momento”.

Opinião: o 31 de março de 1964, data para ser discutida e não comemorada.

Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História pela UFPE e professor dos cursos de História, Direito e Psicologia da AESA/CESA/ESSA) Na última semana, o porta voz da presidência, divulgou uma posição do governo Bolsonaro em retomar o processo de comemoração do movimento civil militar que teve início em 31 de março, mas. Que só […]

Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História pela UFPE e professor dos cursos de História, Direito e Psicologia da AESA/CESA/ESSA)

Na última semana, o porta voz da presidência, divulgou uma posição do governo Bolsonaro em retomar o processo de comemoração do movimento civil militar que teve início em 31 de março, mas. Que só consolidou-se no 01 de abril do ano de 1964. Pelo tom utilizado pelo porta voz da presidência, a posição do governo representado pelo capitão da reserva Jair Bolsonaro, era de que este evento seria digno de ser rememorado. A despeito de toda polêmica ensejada por este assunto, que teve como último desdobramento a recomendação da juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª vara da justiça federal de Brasília, proibindo a comemoração, o que se encontra em jogo à respeito desta questão é uma espécie de disputa pela memória, daqueles que acham que 1964 deve ser comemorado e os que não entendem, quais os motivos de rememorar ou festejar um dos mais violentos e intolerantes períodos da nossa recente história política brasileira.

No campo da História está disputa é compreendida como uma disputa de narrativas, que não fica delimitado ao campo do discurso, mas se efetiva na prática, quando no último processo eleitoral tivemos jovens que clamavam pela volta de um regime militar, como o possível ordenador da sociedade. Discurso amplamente irradiado, pelo presidente capitão e seus simpatizantes.

O professor Carlos Moura, docente da UPE, em artigo de opinião publicado no último dia 28 no jornal Diário de Pernambuco, analisa está questão apresentando de maneira brilhante que depois de todo esforço realizado pelas discussões provocadas pelo significado de 1964, em nossa História recente a celebração vai de encontro com o processo de fortalecimento de temas que passam pela Democracia e defesa dos Direitos Humanos. Não podemos relativizar coisas como tortura e falta de liberdade, ou fazer como demonstra o nosso presidente capitão reverenciar figuras como o Ustra e o aparato civil-militar que ceifou a vida de vários homens e mulheres, que após um movimento que tirou do poder um presidente que tinha o direito de concluir o seu mandato, instaurou uma fase de perseguição àqueles que não concordavam com a solução fornecida pelos orquestradores do Golpe.

Como sociedade temos que de maneira critica e madura, observar que qualquer regime que suprima as liberdades individuais, coletivas e os direitos sociais ou que, procure construir formulas que não se encontrem no interior da discussão do contraditório e tenham uma feição Democrática, não pode ser celebrado, principalmente, quando qualquer regime que seja pratique a opressão sobre os cidadãos e desenvolva um terrorismo do Estado, no qual parte do exercito brasileiro e das suas elites estiveram envolvidas. A nossa rememoração a respeito do dia 31 de março, deve ser o de superar e selar de vez, enquanto, sociedade os elementos que nos fizeram chegar a um regime de exceção que não resolveu nossos problemas fundacionais: as desigualdades regionais e o pouco apreço a Democracia, como o melhor sistema político dentro dos possíveis.

Não devemos celebrar o 31 de março como evento inaugurador de uma Nova Era, como em vários momentos Bolsonaro nas variadas exposições na mídia procura legitimar. Caso exista algo para celebrar, ou melhor, rememorar a respeito dos 21 anos que os militares e os civis antidemocráticos estiveram nos comandos de nossa nação, é que não precisamos de um governo que suprima a liberdade de expressão e a Democracia, mas que possamos lembrar-nos deste momento para que ele seja superado e não volte a nos atormentar em outros 31 de marços.