DER-PE lança licitação para implantação da PE-357, trecho que ligará Calumbi à BR-232
Por André Luis
Obra, com valor estimado em mais de R$ 20 milhões, terá 6,98 km de extensão e é celebrada como “início de um sonho” para o município de Calumbi
O Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER-PE) publicou o aviso de licitação para a contratação de uma empresa de engenharia especializada na implantação da Rodovia PE-357. O trecho em questão ligará a BR-232 (próximo a Varzinha) ao KM 6,98 (próximo à Fazenda Círilo), totalizando 6,98 km de extensão. O valor máximo estimado para a obra é de R$ 20.261.053,26.
O processo licitatório, de número 0003.2026.CEL.CE.0003.DER-PE, será realizado na modalidade Concorrência Eletrônica Nº 0003/2026. A disputa terá início em 24 de abril de 2026, às 10:00 (horário de Brasília). O edital completo estará disponível para consulta no site www.portaldecompraspublicas.com.br a partir de 8 de abril de 2026, às 08:00 (horário de Brasília)
O prefeito Joelson comemorou o lançamento do edital, descrevendo-o como o “início de um sonho que um dia foi distante”. Ele destacou que este primeiro trecho da PE-357 terá início na BR-232 e se estenderá até o Sítio Campos.
Joelson ressaltou que a conquista é “coletiva e fruto de muita luta”, agradecendo a todos que contribuíram, em especial à Governadora Raquel Lyra, ao presidente do Avante, Sebastião Oliveira, e ao Deputado Federal Waldemar Oliveira.
Na tarde desta quarta-feira (18), a Compesa emitiu um comunicado avisando sobre o desabastecimento em alguns sítios da zona rural de Afogados da Ingazeira. Segundo a empresa, o desabastecimento, que será apenas esta semana, é consequência da redução da vazão dos poços que abastecem a Adutora de Zé Dantas. Segundo o comunicado não haverá distribuição […]
Na tarde desta quarta-feira (18), a Compesa emitiu um comunicado avisando sobre o desabastecimento em alguns sítios da zona rural de Afogados da Ingazeira. Segundo a empresa, o desabastecimento, que será apenas esta semana, é consequência da redução da vazão dos poços que abastecem a Adutora de Zé Dantas.
Segundo o comunicado não haverá distribuição de água nos distritos de Itã, Roça de Dentro, Serra Branca, Riacho Fundo, Cachoeira, Santo Antonio II e Sitio Leite.
A Compesa comunica ainda que “a equipe de manutenção de poços estará ainda esta semana realizando manutenção nos referidos poços para melhorias e retorno do abastecimento normal”.
Estadão Em uma vitória para o Palácio do Planalto, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, na tarde de hoje, manter a nomeação de Moreira Franco (PMDB) para a Secretaria-Geral da Presidência da República. O ministro negou os pedidos apresentados pelo PSOL e pelo Rede Sustentabilidade, que recorreram ao STF para […]
Em uma vitória para o Palácio do Planalto, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, na tarde de hoje, manter a nomeação de Moreira Franco (PMDB) para a Secretaria-Geral da Presidência da República.
O ministro negou os pedidos apresentados pelo PSOL e pelo Rede Sustentabilidade, que recorreram ao STF para barrar a nomeação.
A decisão acaba com a briga de liminares que vinham ocorrendo graças a decisões de juízes de primeira instância e desembargadores – ora afastando, ora mantendo Moreira – em resposta a ações populares movidas em todo o País.
Em sua decisão, Celso de Mello não mencionou explicitamente a decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) que retirou o foro privilegiado de Moreira Franco. O Decano da Corte, no entanto, ressaltou que a prerrogativa de foro é “consequência natural e necessária decorrente da investidura no cargo de ministro de Estado”.
Homem de confiança de Temer, Moreira Franco tomou posse como ministro no dia 3 de fevereiro, quatro dias depois de a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, homologar as delações de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht. Apelidado de “Angorá” na planilha da empreiteira, o peemedebista foi citado mais de 30 vezes na delação de Cláudio Melo Filho, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht.
“A nomeação de alguém para o cargo de Ministro de Estado, desde que preenchidos os requisitos previstos no art. 87 da Constituição da República, não configura, por si só, hipótese de desvio de finalidade (que jamais se presume), eis que a prerrogativa de foro – que traduz consequência natural e necessária decorrente da investidura no cargo de Ministro de Estado (CF, art. 102, I, “c”) – não importa em obstrução e, muito menos, em paralisação dos atos de investigação criminal ou de persecução penal”, escreveu Celso de Mello em sua decisão.
“E a razão é uma só: a mera outorga da condição político-jurídica de Ministro de Estado não estabelece qualquer círculo de imunidade em torno desse qualificado agente auxiliar do Presidente da República, pois, mesmo investido em mencionado cargo, o Ministro de Estado, ainda que dispondo da prerrogativa de foro ‘ratione muneris’, nas infrações penais comuns, perante o Supremo Tribunal Federal, não receberá qualquer espécie de tratamento preferencial ou seletivo, uma vez que a prerrogativa de foro não confere qualquer privilégio de ordem pessoal a quem dela seja titular”, concluiu Celso de Mello.
De acordo com Celso de Mello, a nomeação de qualquer pessoa para o cargo de ministro de Estado “não representa obstáculo algum a atos de persecução penal que contra ela venham eventualmente a ser promovidos perante o seu juiz natural, que, por efeito do que determina a própria Constituição (…), é o Supremo Tribunal Federal”.
Prezado Nill, Como fui xingado de “aprendiz de coronel” pelo presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto, em discurso aqui em Carnaíba, gravado e noticiado pelo seu blog, venho, por meio desta nota, apresentar a devida resposta à ridícula declaração do cômico deputado. Quem faz a política coronelista não quer a verdade de um povo; quer […]
Como fui xingado de “aprendiz de coronel” pelo presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto, em discurso aqui em Carnaíba, gravado e noticiado pelo seu blog, venho, por meio desta nota, apresentar a devida resposta à ridícula declaração do cômico deputado.
Quem faz a política coronelista não quer a verdade de um povo; quer um povo subjugado e escravo. Em Carnaíba, desde 2005, quando assumi a prefeitura, sempre foi implantada a política da libertação do povo! De Educação de qualidade; município amplamente premiado nesse segmento, inclusive pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Aliás, por falar em TCE, ressalto que tenho todas, repito, TODAS, as minhas contas aprovadas enquanto prefeito municipal.
Quem me acusa de coronel é a mesma pessoa que profere palavras deselegantes contra a Governadora do Estado, em episódio grotesco que tomou a mídia nacional envergonhando o povo pernambucano com tamanha grosseria.
Na verdade, Nill, coronel é quem usa da truculência para impor sua verdade, e isso, em verdade, nunca fiz.
Talvez a sanha em me taxar de coronel, derive do fato de ter sido fragorosamente derrotado pelo nosso candidato em Carnaíba por uma grande diferença de voto nas eleições em 2022. Minha história fala por mim: quatro vezes prefeito, vereador mais votado da história, Presidente da Amupe, candidato a vice-governador pelo PSB de Arraes e Eduardo em 2002, partido que tenho 31 orgulhosos anos de filiado.
Peço gentilmente que o Presidente da Alepe compare os indicadores de Educação e Saúde de Carnaíba com os municípios onde ele atua. Particularmente com o município de Canhotinho, onde sua esposa é Prefeita, e Quipapá, cidade onde o filho era Prefeito até pouco tempo atrás.
O histórico de Anchieta Patriota é de defesa da democracia. Sou filho do Pajeú, terra de gente respeitadora, onde os debates políticos são realizados com respeito e reverência à história de cada um, o que não se observa nas tristes palavras do Deputado que visitou nossa Carnaíba. Fui forjado no movimento estudantil, como presidente do diretório acadêmico de medicina; lutei pela instalação da Assembleia Nacional Constituinte, militei pelas “Diretas Já!”
Nossas réguas são diferentes e minha história demonstra isso.
Após mais de dois meses lutando contra a Covid-19, o prefeito de Santana do Ipanema, Isnaldo Bulhões Barros (MDB) acabou não resistindo e faleceu na manhã desta quarta-feira (8). O filho de Isnaldo foi o primeiro a se pronunciar sobre o falecimento. O gestor sertanejo recebeu o resultado positivo para o coronavírus em 21 de […]
Após mais de dois meses lutando contra a Covid-19, o prefeito de Santana do Ipanema, Isnaldo Bulhões Barros (MDB) acabou não resistindo e faleceu na manhã desta quarta-feira (8). O filho de Isnaldo foi o primeiro a se pronunciar sobre o falecimento.
O gestor sertanejo recebeu o resultado positivo para o coronavírus em 21 de maio, mas acabou sendo internado somente em junho no Hospital do Coração, em Maceió. Em meados deste mesmo mês ele teve uma piora no quadro de saúde.
Em uma das últimas semanas, IB teve cerca de 70% do pulmão comprometido pela infecção causada pelo novo coronavírus.
A família ainda não divulgou informações sobre o velório e enterro. Contudo, devido à situação da pandemia, a cerimônia deverá ser bastante reservada e pode acontecer na própria capital alagoana, onde o político possui residência fixa.
A Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) também lamentou a morte do prefeito. Quem respondia pelo comando do município era a filha e vice-prefeita, Christiane Bulhões, que assumirá titularidade do cargo.
O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não […]
O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não nomeada — senadores de oposição disseram que Queiroga vai precisar responder sobre a sua real autonomia no comando da pasta.
Por outro lado, senadores da base do governo afirmaram que o episódio foi um ato corriqueiro de administração e não traz nenhuma evidência de interferência política sobre a Saúde. Eles também lamentaram a nova convocação de Queiroga e destacaram como algo que pode atrapalhar a condução do combate à pandemia, ao tirar o ministro da linha de frente.
O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acredita que o depoimento de Luana Araújo dá nova dimensão à ideia de um “gabinete paralelo” no governo federal, trabalhando à margem do Ministério da Saúde. Para Randolfe, esse núcleo não foi neutralizado com a chegada de Marcelo Queiroga, ao contrário do que o ministro teria sinalizado.
— Existe um gabinete negacionista, um grupo que continua impedindo que os melhores quadros da ciência brasileira possam contribuir no enfrentamento à pandemia. Até os senadores governistas confirmaram que ela preenche os requisitos técnicos. Qual a razão para se vetar um quadro dessa qualidade?
O senador Humberto Costa (PT-PE) entende que as afirmações de Queiroga à CPI sobre ter autonomia para montar sua equipe estão em dúvida e fazem parte das contradições que o ministro precisará explicar em seu novo depoimento. O senador, que foi ministro da Saúde no governo Lula, também disse que as credenciais técnicas de Luana Araújo são claras, mas não teriam ajudado o país no contexto atual.
— O ministério tem uma burocracia de carreira muito importante, funcionários experientes e bem formados. O que aconteceu foi que, durante a gestão [de Eduardo] Pazuello esse pessoal foi colocado para escanteio. O ministério tem quadros, o problema não foi esse. Pode encher o ministério de epidemiologista e infectologista que, com essa orientação, não vai dar certo nunca.
Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) elogiou as contribuições que a médica trouxe à comissão sobre a ação do vírus e as possibilidades de tratamento, mas ressaltou que ela não apresentou fatos novos que possam apontar para intervenção política indevida na condução da pandemia.
— Ela afastou essa hipótese. Ninguém sabe porque exatamente ela não foi nomeada. O que se vê são teorias. Todos ali conhecem como funciona a administração em relação a nomeações. O ato administrativo é discricionário. Não há nenhum elemento novo no sentido de condenar o governo.
Marcos Rogério acrescentou, ainda, que vê um “ato político” na segunda convocação de Marcelo Queiroga, e lamentou que o ministro tenha que interromper suas atividades à frente da pasta para voltar à CPI. Ele pediu ao presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), que compreenda essa situação.
— Espero que o presidente tenha consciência do importante papel que o ministério está cumprindo neste momento e deixe o ministro trabalhar. Que a CPI não sirva de obstáculo à ação legítima do Ministério da Saúde. Como vamos fazer o ministro parar a sua agenda para vir a uma CPI que virou um palanque?
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) elogiou o depoimento “assertivo” de Luana Araújo, a quem classificou como uma profissional “altamente qualificada”. Nas suas falas, disse o senador, ela conseguiu separar a ciência do debate político. Tudo isso, concluiu ele, pressiona ainda mais o ministro da Saúde.
— Ela mostrou que tinha projetos altamente qualificados para a saúde pública e foi impedida de atuar. Que Queiroga esclareça esse ponto. Quando ele vai constatar o mesmo que seus antecessores: que a parte política do governo não permite que os técnicos trabalhem?
O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou que tanto a audiência com a médica quanto a reconvocação de Marcelo Queiroga são atitudes “protelatórias” para que a CPI não investigue governos estaduais. O senador foi crítico à forma como Luana Araújo se referiu a profissionais que defendem o “tratamento precoce” — que ela chamou de “neocurandeirismo” — e também disse crer que o ministro Queiroga não deveria retornar à comissão.
— O ministro tem a função de coordenar o trabalho da pandemia. Se for esse o desejo do presidente e relator, ele estará aqui perdendo tempo precioso para ajudar a saúde do Brasil inteiro.
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