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Serra: Cancelada festa com Zé Vaqueiro e Toca do Vale

Por Nill Júnior

Urgente

A Agência M2 Shows e Eventos anunciou na manhã desta terça-feira (1º) o cancelamento da festa “Tome Forró”, com Zé Vaqueiro e Toca do Vale, agendada para acontecer na  próxima sexta-feira, dia 04 de fevereiro, no estacionamento do Shopping Serra Talhada. 

A decisão foi tomada durante reunião entre o Ministério Público, Vigilância Sanitária, Procuradoria Municipal e organizadores do evento.

Na reunião, o promotor de Justiça, Rodrigo Amorim, reiterou as condições impostas pelo atual decreto estadual para a realização do evento, como a obrigatoriedade dos protocolos sanitários, passaporte vacinal e testagem negativa para Covid-19.

Diante das prerrogativas do decreto estadual, a M2 Shows e Eventos admitiu não ter condições de garantir o cumprimento das medidas, optando pelo cancelamento do evento. Uma nova data será anunciada posteriormente.  A empresa divulgou comunicado  nas redes sociais:

“Em virtude do aumento de casos da gripe HIN2 e Covid-19 no município de Serra Talhada/PE, a M2 Shows e Telex Shows vêm através dessa comunicar o adiamento do evento TomeForró que aconteceria dia 04 na sexta-feira. Decisão essa em comum acordo com a Promotoria e com os órgãos do município. Responsabilidade e segurança em primeiro lugar. Em breve lançaremos a nova data”, diz a nota.

Outras Notícias

“Dilma foi que inaugurou os ataques”, diz Jarbas Vasconcelos

O Senador e candidato a deputado federal Jarbas Vasconcelos falou na tarde desta quarta (17) que a presidente Dilma Roussef foi quem “inaugurou” os ataques nesta campanha, e que isso é uma forma de desespero com o crescimento da candidata do PSB Marina Silva. “É Dilma, não é nem o PT. Dilma é que está […]

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O Senador e candidato a deputado federal Jarbas Vasconcelos falou na tarde desta quarta (17) que a presidente Dilma Roussef foi quem “inaugurou” os ataques nesta campanha, e que isso é uma forma de desespero com o crescimento da candidata do PSB Marina Silva.

“É Dilma, não é nem o PT. Dilma é que está impondo (os ataques). Ela sabe que a situação dela é de desespero e parte para mentira. Você vê os editoriais de dois grandes jornais nacionais, a Folha e o Estadão, dizerem exatamente isso, de que não é possível uma presidente da República mentir tanto quanto Dilma está mentindo”, disparou o senador, durante um almoço em homenagem ao deputado Tony Gel, promovido pelo Caxangá Ágape, em um restaurante em Boa Viagem.

Segundo o senador, a presidente sabe do “perigo” que representa uma eleição em dois turnos, e por isso iniciou a ofensiva. “O segundo turno é feito um táxi, um taxímetro. Ele é zerado no dia 5 à noite. No dia 6, amanhece zerado, com tempo igual, inserções iguais, tudo igual. Aí ela não vai ter condições mais de mentir, pois o País vai estar atento a dois candidatos apenas.”

Jarbas acrescentou que não é a primeira vez que o PT usa, segundo ele, da mentira para vencer as eleições. “O PT já venceu com a privatização da Petrobras, contra (Geraldo) Alckmin e contra (José) Serra (ambos do PSDB). Agora é o pré-sal, autonomia do Banco Central… Tudo isso vai ser esclarecido devidamente quando tiver tempo. Serão duas mulheres que vão disputar uma eleição, com o mesmo tempo”, explicou.

Marina critica primeiras medidas econômicas de Dilma

do Estadão Conteúdo A ex-ministra Marina Silva criticou duramente as primeiras medidas tomadas pela presidente Dilma Rousseff na economia após o segundo turno das eleições. Marina, que disputou a sucessão presidencial pelo PSB, não quis fazer comentários sobre os nomes cogitados para os ministérios do novo governo, mas acusou a presidente de tomar o rumo […]

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do Estadão Conteúdo

A ex-ministra Marina Silva criticou duramente as primeiras medidas tomadas pela presidente Dilma Rousseff na economia após o segundo turno das eleições. Marina, que disputou a sucessão presidencial pelo PSB, não quis fazer comentários sobre os nomes cogitados para os ministérios do novo governo, mas acusou a presidente de tomar o rumo conservador, que na campanha tanto criticou.

A Executiva da Rede Sustentabilidade, partido que Marina não conseguiu ainda legalizar, realizou dois dias de reunião, em Brasília. A ex-ministra informou que os integrantes da agremiação, que se filiaram ao PSB para a disputa eleitoral deste ano, continuarão até que se consiga as cerca de 32 mil assinaturas, que ainda faltam para viabilizar o partido.

Marina acusou de “marketing selvagem” o que o PT teria feito durante a campanha e que agora se mostraria incoerente. “Uma coisa foi o marketing selvagem para se ganhar a eleição e outra coisa agora é a realidade. A nossa atitude de oposição independente é coerente com aquilo que falamos durante a campanha. Seremos contrários ao que julgarmos que seja ruim e favoráveis ao que for bom”, disse a ex-candidata.

Entre os pontos criticados por Marina está o aumento da taxa de juros e o anúncio da redução do superávit primário em 2014 logo após o fim das eleições. O Banco Central elevou a Selic de 11% para 11,25% ao ano em outubro, surpreendendo o mercado financeiro. “Uma outra coisa que antes era tratada como um tabu durante a campanha eram os preços administrados. E já vimos ações tomadas logo após a eleição. Esta é a diferença entre a realidade e o mundo colorido do marketing selvagem do PT”, completou.

Perguntada os nomes cogitados para o Ministério da Fazenda – primeiro Luiz Carlos Trabuco e, depois, Joaquim Levy, ambos do Bradesco – logo após o PT ter cunhado a expressão “candidata dos banqueiros” para classificar Marina durante a campanha, a ex-ministra afirmou preferir não comentar nomes antes de um anúncio oficial do governo.

Ainda assim, Marina lembrou que Levy foi braço direito do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e classificou o economista como “competente”. Ela lembrou que Palocci foi o responsável pelo superávit fiscal que superou a meta de 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2005 e chegou a 4,84%. “E a presidente Dilma criticou muito isso (a elevação do superávit) durante a campanha.”

Em queda livre, ninguém sabe se Bolsonaro termina o mandato, avalia Humberto

Os dados divulgados pela pesquisa Ibope, que mostram o presidente Jair Bolsonaro (PSL) numa queda constante de popularidade e confiança, aumentam o clima de instabilidade política e suscitam dúvidas de que Bolsonaro conseguirá terminar o mandato. Esta é a avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).  O levantamento foi feito em parceria […]

Foto: Roberto Stuckert Filho

Os dados divulgados pela pesquisa Ibope, que mostram o presidente Jair Bolsonaro (PSL) numa queda constante de popularidade e confiança, aumentam o clima de instabilidade política e suscitam dúvidas de que Bolsonaro conseguirá terminar o mandato. Esta é a avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).  O levantamento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e apresentado nessa quarta-feira (25).

Segundo o Ibope, 34% da população consideram o governo ruim ou péssimo. O percentual é maior do que o registrado em junho (32%) e sete pontos maior do que o contabilizado em abril (27%). Os que consideram a gestão ótima ou boa caíram de 35%, em abril, para 31%. Já os que classificaram a administração como regular permaneceram em 32%.

Outro dado que mostra a queda permanente na avaliação do presidente é o da confiança.  A maioria dos eleitores disse não confiar no presidente (55%). Eram 51% em junho e 45% em abril. Já os que disseram confiar caíram para 42% dos entrevistados. Em abril, eram 51%.

“É um governo em queda livre. Bolsonaro se elegeu sem participar de um debate, distribuindo fake news. Agora, isso vai ficando cada vez mais claro para população. Temos um presidente que jamais esteve à altura do cargo que ocupa. Passa os dias pregando o ódio,  enquanto os quase 13 milhões de desempregados do Brasil seguem esperando uma solução para a crise econômica que não veio e nem virá”, disse Humberto.

Para o senador, a queda na popularidade deve afetar diretamente o apoio do presidente no Congresso. “Bolsonaro não tem base e fica cada vez mais isolado no parlamento e nas ruas. Vai ficando cada dia mais difícil ele conseguir aprovar aquilo que quer. Tenho muitas dúvidas, inclusive, se ele conseguirá terminar o mandato”, afirmou o senador.

Sertanejo que foi vitima da ditadura é cremado em SP

O afogadense Edval Freitas da Silva, filho mais velho do saudoso comerciante Fernando Simão foi cremado nesta terça (13) depois que faleceu ontem em São Paulo. Edval era irmão de Osvaldo Simão e da nutricionista Ledinha Freitas. Foi advogado, formado na Faculdade de Direito do Recife em 1963. Vítima da ditadura, foi preso político em […]

Informações: Comissão da Verdade/Blog do Finfa

O afogadense Edval Freitas da Silva, filho mais velho do saudoso comerciante Fernando Simão foi cremado nesta terça (13) depois que faleceu ontem em São Paulo.

Edval era irmão de Osvaldo Simão e da nutricionista Ledinha Freitas. Foi advogado, formado na Faculdade de Direito do Recife em 1963.

Vítima da ditadura, foi preso político em 1964 e por esta razão viveu 8 anos na Europa (França e Bélgica), onde estudou Ciências políticas.

De lá, foi professor na África. Voltou ao Brasil onde trabalhou até seus 70 anos na Fundap, na área de pesquisa em desenvolvimento urbano.

Em 2001, foi indenizado pelo governo em virtude da ]tortura ao qual foi submetido. Teve sua história de defesa da democracia e combate à ditadura militar registrada pela Comissão Estadual da Verdade Dom Hélder Câmara.

IFPE Afogados abre seleção para 3 cursos técnicos subsequentes

Inscrições vão até o dia 18 de julho pelo site da Cvest O IFPE Afogados da Ingazeira abriu inscrições para 120 vagas distribuídas igualmente em três cursos técnicos subsequentes: Agroindústria, Eletroeletrônica e Saneamento. Os cursos são voltados para quem já concluiu o Ensino Médio e serão oferecidos no turno vespertino. A duração é de dois […]

Inscrições vão até o dia 18 de julho pelo site da Cvest

O IFPE Afogados da Ingazeira abriu inscrições para 120 vagas distribuídas igualmente em três cursos técnicos subsequentes: Agroindústria, Eletroeletrônica e Saneamento. Os cursos são voltados para quem já concluiu o Ensino Médio e serão oferecidos no turno vespertino. A duração é de dois anos.

As inscrições podem ser feitas de 05 a 18 de julho, pelo site: [cvest.ifpe.edu.br]cvest.ifpe.edu.br, conforme edital unificado publicado nesta sexta (02).

Mais uma vez, a seleção se dará por meio de análise de desempenho escolar dos candidatos, comprovado por histórico escolar. A Comissão local alerta para a importância da leitura atenta do edital para o envio da documentação correta.

Dúvidas poderão ser tiradas pelos seguintes contatos: (87) 99938-4523 e [email protected]. A Cvest abriu um canal direto de atendimento ao candidato pelo site: https://atendimentoingresso.ifpe.edu.br/