Serra: Câmara de Vereadores aprova criação do Fundo Municipal de Turismo
Por André Luis
A Câmara Municipal de Serra Talhada aprovou, nesta terça-feira (27), o Projeto de Lei que cria o Fundo Municipal de Turismo (Funtur). A iniciativa representa um avanço importante para o fortalecimento do setor turístico, ao viabilizar a captação e aplicação de recursos destinados à promoção, valorização e estruturação do turismo no município.
Com o Funtur, a gestão municipal passa a contar com um instrumento estratégico para apoiar projetos, eventos, ações de capacitação e investimentos em infraestrutura turística. A medida também facilita o acesso a recursos estaduais e federais, fortalecendo a cadeia produtiva do turismo e ampliando as oportunidades de emprego e renda para a população.
A prefeita Márcia Conrado acompanhou de perto a tramitação do projeto e destacou a importância da aprovação. “Com o fundo municipal, o município passa a ter mais instrumentos para planejar e executar ações voltadas ao turismo, com possibilidade de acessar recursos estaduais e federais”, afirmou. Segundo ela, o Funtur contribuirá para a criação de políticas públicas permanentes para o setor.
O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Elyzandro Nogueira, também celebrou a iniciativa. “Esse fundo é uma ferramenta que pode ampliar o apoio aos empreendedores do setor e contribuir para a valorização dos atrativos culturais e naturais da cidade”, disse. O Funtur será gerido pela Secretaria em parceria com o Conselho Municipal de Turismo (Comtur), garantindo transparência e participação social.
O vice-presidente Michel Temer deu sinais de que pode encaminhar um projeto de lei que acabe com a reeleição a partir de 2018, caso se torne presidente. Temer esteve junto com Aécio Neves pelo menos em duas situações nesta quarta-feira. O vice posou ao lado do senador e pediu apoio institucional do partido. Aécio declarou […]
O vice-presidente Michel Temer deu sinais de que pode encaminhar um projeto de lei que acabe com a reeleição a partir de 2018, caso se torne presidente.
Temer esteve junto com Aécio Neves pelo menos em duas situações nesta quarta-feira. O vice posou ao lado do senador e pediu apoio institucional do partido.
Aécio declarou que a legenda vai contribuir com o país e não pretende criar dificuldades para que tucanos sejam convidados para ministérios.
A condição da equipe de Temer é a adoção de uma lista de propostas que o PSDB acha “emergenciais”. Caso Temer coloque em prática, “ficará livre para montar seu ministério com os melhores nomes que encontrar”, segundo Aécio.
Nesta quinta, Aécio viaja para São Paulo para apresentar as ideias de Temer a Alckmin e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
57,5% das irregularidades refere-se a inelegibilidade do candidato pela Lei da Ficha Limpa. Do Diário de Pernambuco O Ministério Público Eleitoral (MP) identificou irregularidades em 1.077 pedidos de registros de candidatura em todo o país — o que corresponde a 5% das solicitações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maior parte (57,5%) refere-se a inelegibilidade […]
57,5% das irregularidades refere-se a inelegibilidade do candidato pela Lei da Ficha Limpa.
Do Diário de Pernambuco
O Ministério Público Eleitoral (MP) identificou irregularidades em 1.077 pedidos de registros de candidatura em todo o país — o que corresponde a 5% das solicitações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maior parte (57,5%) refere-se a inelegibilidade pela Lei da Ficha Limpa, o que pode ser um sinal negativo para a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril, após condenação em segunda instância no caso do triplex do Guarujá (SP).
O dado ainda é parcial e considera as contestações apresentadas até 20 de agosto. Segundo o MPE, a estimativa é que tenham sido apresentadas 310 ações de impugnação. Ao todo, 19% das inelegibilidades são decorrentes de rejeição de contas públicas. A verificação das informações foi facilitada pelo acordo firmado entre o MP Eleitoral e o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Contas, e o Tribunal de Contas da União (TCU).
O MP Eleitoral tem cinco dias -a contar da publicação dos editais – para apresentar as ações. Até o dia da divulgação do balanço parcial foi priorizada a atuação nos casos em que o próprio MP identificou irregularidades. Nas impugnações promovidas por partidos e candidatos, a Justiça Eleitoral tem até 17 de setembro para rejeitar ou não as solicitações.
Um agricultor foi assassinado a queima roupa dentro de sua casa no Sítio Santo Amor em Triunfo. Segundo familiares ao Farol de Notícias o caso é intrigante e ainda sem solução. Eles pedem justiça. No último domingo (19), Gilberto Henrique da Silva, 66 anos recebeu um tiro por uma fresta da janela de sua sala que tirou […]
Um agricultor foi assassinado a queima roupa dentro de sua casa no Sítio Santo Amor em Triunfo.
Segundo familiares ao Farol de Notícias o caso é intrigante e ainda sem solução. Eles pedem justiça.
No último domingo (19), Gilberto Henrique da Silva, 66 anos recebeu um tiro por uma fresta da janela de sua sala que tirou sua vida de imediato, o crime chocou a população triunfense.
“O ocorrido foi por volta das 18h30, ele estava com o seu filho e o irmão, que é especial, em casa, escutaram os cachorros latindo, foram olhar o que era e não tinha nada, entraram em casa e o senhor ficou assistindo TV e o seu filho foi até a cozinha ver o tio que estava jantando e pegar café para o pai, foi quando ele escutou o tiro. O assassino apoiou a espingarda na janela e deram o tipo, só foi um disparo que quebrou o pescoço dele na hora, tudo que a família quer é justiça, que a polícia pegue o culpado e prenda”, relatou o familiar.
O homicídio que chocou o município não foi divulgado pelo 14º BPM. A orientação do Secretaria de Defesa Social (SDS) é que crimes de homicídios não sejam divulgados à imprensa, para ‘maquiar’ os números da violência em Pernambuco.
Filha de Luiz Carlos e Olga Prestes está em Carnaíba, onde lança livros A professora Anita Prestes, filha de Luiz Carlos e Olga Benário Prestes, lança hoje em Carnaíba, onde se homenageia Zé Dantas, parceiro de Luiz Gonzaga, dois livros de sua autoria. Um sobre sua mãe, Olga, que virou tema de filme no Brasil […]
Filha de Luiz Carlos e Olga Prestes está em Carnaíba, onde lança livros
A professora Anita Prestes, filha de Luiz Carlos e Olga Benário Prestes, lança hoje em Carnaíba, onde se homenageia Zé Dantas, parceiro de Luiz Gonzaga, dois livros de sua autoria. Um sobre sua mãe, Olga, que virou tema de filme no Brasil em 2004.
Mais cedo, Anita esteve na Escola Joaquim Mendes, falando para alunos, e esteve no Programa Manhã Total, na Rádio Pajeú. Na rádio, ela falou sobre a passagem da Coluna Prestes pela região do Pajeú, inclusive com uma travessia no rio em cheia, e de um suposto encontro com o bando de Lampião. “Ele recebeu dinheiro para enfrentar a coluna, mas não fez o combate”. Teria havido um encontro, mas não houve confronto, porque o grupo não buscou o embate.
Anita nasceu na prisão feminina do Campo de Concentração de Barnimstrasse (Alemanha), durante o período ditatorial de Hitler. Foi afastada da mãe com 14 meses de idade, quando terminou a fase de amamentação. Sua entrega à avó paterna, Leocádia Prestes, deu-se apenas graças à intensa campanha de solidariedade mundial conhecida como Campanha Prestes, pela libertação dos presos políticos brasileiros após os Levantes de 1935. Anita retornaria ao Brasil apenas após 1945, data da redemocratização após o Estado Novo.
Olga e Prestes conseguiram viver na clandestinidade por mais alguns meses, mas acabaram presos em 1936. Na prisão, descobriu que estava grávida de Prestes. No mesmo ano foi deportada para a Alemanha nazista. Foi presa pela Gestapo ao chegar na Alemanha em 18 de outubro de 1936 e então levada para a Barnimstrasse, prisão de mulheres da Gestapo, onde teve sua filha, Anita, que ficaria em seu poder até o fim do período de amamentação e depois, entregue à avó D. Leocádia. Olga é executada em 23 de abril de 1942, com 34 anos de idade, na câmara de gás com mais 199 prisioneiras, no campo de extermínio de Bernburg.
No Brasil, Anita Prestes graduou-se, em 1964, em Química Industrial pela Escola Nacional de Química da antiga Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1966, durante o regime militar, obteve o título de mestre Em Química Orgânica.
No início da década de 1970, Anita exilou-se na extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Em agosto de 1972, foi indiciada em virtude da militância política. Julgada à revelia em julho de 1973, foi condenada à pena de quatro anos e seis meses pelo Conselho Permanente de Justiça para o Exército.
Em dezembro de 1975, Anita Prestes recebia o título de doutora em Economia e Filosofia pelo Instituto de Ciências Sociais de Moscou. Quatro anos depois, em setembro de 1979, a Justiça extinguia a punibilidade da sentença que a condenou à prisão, com base na primeira Lei de Anistia no Brasil. Em 2004, recebeu a indenização de R$100 mil pela Lei de Anistia, que doou ao Instituto Nacional de Câncer.
Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense, título concedido em janeiro de 1990 pela tese acerca da Coluna Prestes, sob orientação de Maria Yedda Linhares, Anita Prestes foi professora de História do Brasilno Departamento de História da UFRJ, cargo conquistado por meio de concurso público em 1992 e do qual se aposentou em 2007. É presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes.
Comunista, disse que há uma campanha para tentar criminalizar o movimento pela direita, como nessa campanha. E disse que o governo Bolsonaro não conseguirá implementar todas as mudanças que tem sinalizado pela pressão das massas. Citou o exemplo da reforma trabalhista. “Já há um movimento contrário. Muitas coisas não poderão ser implementada pela pressão popular”, disse. Ela também criticou o projeto Escola Sem Partido.
Congresso em Foco O presidente Jair Bolsonaro divulgou uma nota confirmando a demissão do ex-secretário da Cultura Roberto Alvim, que está sendo criticado por ter parafraseado o ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels, ao divulgar o novo prêmio do governo para a Cultura. No documento, Bolsonaro disse que esse “pronunciamento infeliz” tornou “insustentável” a permanência […]
O presidente Jair Bolsonaro divulgou uma nota confirmando a demissão do ex-secretário da Cultura Roberto Alvim, que está sendo criticado por ter parafraseado o ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels, ao divulgar o novo prêmio do governo para a Cultura. No documento, Bolsonaro disse que esse “pronunciamento infeliz” tornou “insustentável” a permanência de Alvim no cargo.
“Comunico o desligamento de Roberto Alvim da Secretaria de Cultura do Governo. Um pronunciamento infeliz, ainda que tenha se desculpado, tornou insustentável a sua permanência”, afirmou o presidente na nota divulgada pelo Palácio do Planalto, no início da tarde desta sexta-feira (17).
No documento, Bolsonaro ainda manifestou apoio à comunidade judaica e disse que repudia “ideologias totalitárias e genocidas” como o de Adolf Hitler. “Reitero nosso repúdio às ideologias totalitárias e genocidas, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas. Manifestamos também nosso total e irrestrito apoio à comunidade judaica, da qual somos amigos e compartilhamos valores em comum”, disse o presidente.
O posicionamento oficial de Bolsonaro sobre o caso foi publicado após fontes palacianas anteciparem que o presidente havia decidido pela demissão de Alvim por conta da repercussão negativa das falas do ex-secretário da Cultura.
Em vídeo publicado na noite dessa quinta-feira (16), Roberto Alvim parafraseou um discurso nazista para dizer que, a partir de agora, a arte brasileira seria heroica, nacional e imperativa.
O discurso foi criticado por políticos de todas as correntes ideológicas e por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil e a Confederação Israelista. Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) cobrou a demissão de Alvim. E o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que é judeu, disse que era inadmissível ter representantes políticos que apoiem o nazismo.
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