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Senado conclui primeiro turno da votação da Reforma da Previdência

Por Nill Júnior
Foto: Pedro França/Agência Senado

G1

O Senado concluiu nesta quarta-feira (2) o primeiro turno da votação da reforma da Previdência. Os senadores rejeitaram os três destaques (sugestões de mudança) que estavam em análise (veja detalhes mais abaixo).

O texto-base já havia sido aprovado na noite da terça-feira (1º). Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), o texto ainda precisa passar por mais uma votação em plenário, o segundo turno. Para a reforma ser aprovada, deve contar com a aprovação de pelo menos 49 dos 81 senadores.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou a primeira sessão de discussão do segundo turno para esta quinta-feira (3). Devem ser feitas três sessões de discussões antes da votação.

Os destaques eram uma preocupação para o governo, uma vez que poderiam prejudicar a economia prevista para a União com a reforma – atualmente de R$ 800 bilhões em dez anos.

Segundo uma estimativa da equipe econômica repassada pelo líder do PSL, senador Major Olímpio (PSL-SP), os destaques rejeitados nesta quarta-feira poderiam reduzir a economia em R$ 201,3 bilhões em dez anos.

Outros três destaques foram retirados pelos partidos que os apresentaram e, portanto, nem chegaram a ser votados pelos senadores. Essas modificações teriam impacto de mais R$ 274,7 bilhões.

Para o relator da Previdência no Senado, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o resultado da votação não foi “ótimo”, mas foi “muito bom”.

“Alcançamos um resultado muito bom. não é um resultado ótimo, mas como diz o ditado, o ótimo é inimigo do bom”, afirmou Tasso.

Outras Notícias

PSL criou candidata laranja em PE para receber verba pública de R$ 400 mil, diz jornal

Maria de Lourdes Paixão, de 68 anos, foi a terceira maior beneficiada com a verba do partido do presidente Jair Bolsonaro em todo o País e teve apenas 274 votos Do Blog da Folha O grupo do atual presidente do Partido Social Liberal (PSL), Luciano Bivar, que recentemente foi eleito segundo vice-presidente da Câmara dos […]

Prestação de contas de Lourdes Paixão no site do TSE mostra movimentações – Foto: Reprodução/TSE

Maria de Lourdes Paixão, de 68 anos, foi a terceira maior beneficiada com a verba do partido do presidente Jair Bolsonaro em todo o País e teve apenas 274 votos

Do Blog da Folha

O grupo do atual presidente do Partido Social Liberal (PSL), Luciano Bivar, que recentemente foi eleito segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, teria criado uma candidata laranja em Pernambuco para receber R$ 400 mil de dinheiro público nas eleições de 2018. A informação foi publicada em reportagem da Folha de S.Paulo neste domingo (10).

Segundo o jornal, Maria de Lourdes Paixão, de 68 anos, foi a terceira maior beneficiada com a verba do partido do presidente Jair Bolsonaro em todo o País. Ela, que concorreu a deputada federal, teve apenas 274 votos. O dinheiro do fundo partidário do PSL, diz a Folha de S.Paulo, foi enviado pela direção nacional da sigla para a conta da candidata no dia 3 de outubro, quatro dias antes do primeiro turno da eleição.

A prestação de contas de Lourdes Paixão no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que 95% dos R$ 400 mil foram gastos em uma gráfica para imprimir 9 milhões de santinhos e cerca de 1,7 milhão de adesivos. A candidata laranja é secretária administrativa do PSL em Pernambuco.

A candidata foi procurada pela reportagem e informou não se lembrar do nome do contador nem de quanto gastou ou o volume de material que encomendou. Ela também não soube explicar as razões de ter sido escolhida candidata e ter recebido a terceira maior fatia da verba do partido.  “Recebi um valor expressivo do partido, mas acontece que quando eu vim receber já era campanha final, entendeu, e não deu tempo para eu me expandir”, justificou Lourdes.

A reportagem ainda informa que visitou os endereços informados pela gráfica na nota fiscal e na Receita Federal e não encontrou sinais de que o estabelecimento tenha funcionado nesses locais durante a eleição.

O vice-presidente nacional do PSL, Antonio de Rueda, e o fundador da sigla, Luciano Bivar, disseram à reportagem que têm pouca informação sobre a candidatura de Maria de Lourdes e negaram que se trate de manobra de fachada.

“Caguei para a CPI, não vou responder nada”, diz Bolsonaro sobre carta de senadores

Em carta, cúpula se manifesta sobre o depoimento do deputado Luis Miranda Por Daniel Medeiros/Folha de Pernambuco Usando palavra de baixo calão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na noite desta quinta-feira (8) que não vai responder a uma carta do presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-MA), do vice-presidente da comissão, Randolfe […]

Em carta, cúpula se manifesta sobre o depoimento do deputado Luis Miranda

Por Daniel Medeiros/Folha de Pernambuco

Usando palavra de baixo calão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na noite desta quinta-feira (8) que não vai responder a uma carta do presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-MA), do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e do relator Renan Calheiros (MDB-AL) provocando o mandatário a se manifestar sobre o depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF) a respeito do caso Covaxin.

“Sabe qual a minha resposta? Caguei! Caguei para a CPI, não vou responder nada!”, afirmou Bolsonaro em sua live semanal. O presidente voltou a atacar senadores independentes e de oposição e referiu-se aos três da cúpula da CPI como “imbecil”, “hipócrita” e “analfabeto”.

“Não vou responder nada para estes caras, não vou responder nada para este tipo de gente”, disse Bolsonaro.

“Tomamos essa iniciativa de maneira formal, tendo em vista que no dia de hoje, após 13 dias, Vossa Excelência não emitiu qualquer manifestação afastando, de forma categórica, pontual e esclarecedora, as graves afirmações atribuídas à Vossa Excelência, que recaem sobre o líder de seu governo”, afirmam os senadores na carta protocolada no fim da tarde na Presidência da República.

São José do Egito registra 6º homicídio do ano

São José do Egito registrou o sexto homicídio do ano, mantendo infelizmente, uma triste média de um assassinato ao mês e caminhando a passos largos para manter o alto índice de homicídios. Na última terça-feira (20), Natália Rafaela Santos Bernardo, 20 anos, foi morta a tiros, possivelmente de espingarda calibre 12. Segundo informações repassadas ao […]

São José do Egito registrou o sexto homicídio do ano, mantendo infelizmente, uma triste média de um assassinato ao mês e caminhando a passos largos para manter o alto índice de homicídios.

Na última terça-feira (20), Natália Rafaela Santos Bernardo, 20 anos, foi morta a tiros, possivelmente de espingarda calibre 12. Segundo informações repassadas ao blog do Marcello Patriota, dois homens arrombaram a porta e invadiram a casa aonde estava Natália e sua companheira em Tuparetama e a sequestraram, levando-a em sentido ignorado.

Na manhã desta quarta-feira (21), o corpo foi encontrado entre o Povoado de Mundo Novo e a comunidade dos Grossos na altura do Sítio Melancias, em São José do Egito com sinais de violência, perfurações de tiros e facadas.

Para a Polícia a companheira disse que se escondeu num quarto e não viu os algozes.

Segundo informações da Polícia Militar o efetivo do 23º BPM, durante patrulhamento, foi acionado pela central de operações para verificar um possível homicídio na zona rural. Chegando ao local, a polícia civil já se encontrava, havia isolado o corpo, que sofreu disparo de arma de fogo de grosso calibre, foi atingida do lado direito da cabeça e na perna direita.

A vítima tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas e usava uma tornozeleira eletrônica. O efetivo permaneceu no local até o IC-Instituto de Criminalística realizar a perícia e encaminhar o corpo para os devidos procedimentos legais. O corpo foi encaminhado para o IML-Caruaru.

A Polícia está investigando o crime, mas ainda não conseguiu identificar os autores. O Modus Operandi foi queima de arquivo e/ou acerto de contas. As informações são do blog do Marcello Patriota.

Sicoob Pernambuco reúne empresários em Reunião de Negócios na cidade de Taperoá-PB

Nesta quinta-feira (6), o Sicoob Pernambuco reuniu empresários de Taperoá, Livramento, Assunção e Juazeirinho no Restaurante Casa de Pedra na cidade de Taperoá. O intuito da reunião foi apresentar o Sicoob e o Cooperativismo Financeiro mostrando os diferenciais de uma Instituição Financeira Cooperativa, bem como os números e resultados do Sicoob Nacional e Sicoob Pernambuco. […]

Nesta quinta-feira (6), o Sicoob Pernambuco reuniu empresários de Taperoá, Livramento, Assunção e Juazeirinho no Restaurante Casa de Pedra na cidade de Taperoá. O intuito da reunião foi apresentar o Sicoob e o Cooperativismo Financeiro mostrando os diferenciais de uma Instituição Financeira Cooperativa, bem como os números e resultados do Sicoob Nacional e Sicoob Pernambuco.

O evento contou com a participação do Gerente Regional do Sertão Carlos Henrique de Oliveira, da Supervisora de Produtos Serviços e Marketing Lisandra Lucena, do Gerente da Agência Félix Adriano e dos funcionários da agência de Taperoá.

O Sicoob possui mais de 7 milhões de cooperados, está presente em todo o território nacional com mais de 4.000 pontos de atendimento, sendo a 1ª no ranking do SFN em número de agências espalhadas pelo país. Com 55 mil cooperados, o Sicoob Pernambuco possui 34 agências estando presente em 32 municípios com 28 agências em Pernambuco e 06 agências na Paraíba e com o Atendimento Digital com atuação em todo o Brasil. Em 2023, o Sicoob Pernambuco tem previsão de abertura de mais 03 agências nas cidades de Ouricuri, Araripina e Exu.

Bolsonaro analisa Moro como vice na chapa em 2022

O presidente Jair Bolsonaro avaliou abertamente neste sábado, 21, a possibilidade de uma chapa com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, como seu vice nas eleições de 2022. Ele disse que é cedo para se apostar na composição com o ex-juiz da Operação Lava Jato. Mas afirmou que Moro, apesar de ainda não ter virado […]

O presidente Jair Bolsonaro avaliou abertamente neste sábado, 21, a possibilidade de uma chapa com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, como seu vice nas eleições de 2022. Ele disse que é cedo para se apostar na composição com o ex-juiz da Operação Lava Jato. Mas afirmou que Moro, apesar de ainda não ter virado político, “está em adaptação”.

A menção a Moro acontece na semana em que seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), foi alvo de busca e apreensão em investigação sobre suposto desvio de verbas na Assembleia Legislativa do Rio.

Segundo o presidente, “todo mundo fala” que o ministro, caso concorra à eleição presidencial de 2022, “tem muita chance”. “Agora, tem de perguntar pro Moro se ele quer, ele agora sabe o que é política.”

Ao mesmo tempo, Bolsonaro admitiu que, se for preciso, pode substituir o general Hamilton Mourão como candidato a vice. “Se eu estiver bem, posso ser candidato à reeleição. Questão do vice é peça fundamental na campanha. Mourão está indo bem. Agora, vamos supor que eu esteja razoavelmente bem e tenha que trocar essa peça: já falei com Mourão sobre isso aí.”

O presidente reconheceu que teve uma relação “tumultuada” com Mourão no começo do governo. Agora, segundo ele, isso está superado. Bolsonaro disse que Mourão “está indo muito bem”, mas que, se preciso, poderá escolher outro candidato a vice em 2022. “É uma pessoa bastante equilibrada e sensata. Até ele, se quiser, vamos supor que outro cara queira ser candidato a presidente e ele queira ser vice. Direito dele”, declarou.

A ideia de ter Moro como vice foi sugerida no começo do mês pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo e amigo de Bolsonaro, Luiz Eduardo Ramos. Ao Estado, ele afirmou que a chapa seria imbatível. Bolsonaro afastou, então, a solução. Disse que estava casado com Mourão. “Sou sem amante.”

Convite. O nome de Moro volta ainda a ser mencionado depois que pesquisa Ibope mostrou que a avaliação negativa do governo cresceu de 34% para 38%, e sua aprovação oscilou de 31% para 29%. Pesquisas mostraram ainda que a aprovação de Moro é maior do que a do presidente. Neste sábado, Bolsonaro convidou jornalistas para uma visita ao Palácio da Alvorada, um dia depois de ofender repórteres na porta do local.

Na sexta-feira, Bolsonaro se exaltara ao ser questionado sobre a operação de busca que teve Flávio como alvo. Neste sábado, evitou elevar o tom de voz. Chegou a dizer que questionamentos sobre o processo não teriam réplica, mas acabou respondendo às perguntas. Na conversa, em tom informal, Bolsonaro usava uma camiseta do Flamengo e afastava moscas com tapas no ar. Ele disse que a condução da investigação contra Flávio pelo Ministério Público do Rio “está sendo um abuso” e que, se teve um “estardalhaço enorme”, pode ter sido por “falta de materialidade”.

“O processo tá em segredo de Justiça. Tá, né. Quem é que julga, o MP ou o juiz? Os caras vazam e julgam. Paciência, pô, qual a intenção, um estardalhaço enorme, será porque falta materialidade para ele? E que vale o desgaste agora? Quem está feliz com essa exposição absurda na mídia? Alguém está feliz com isso. Agora, se eu não tiver a cabeça no lugar, eu alopro”, afirmou.

E defendeu a necessidade de controle do Ministério Público. “É assim que deve se comportar o Ministério Público? Vou até fazer uma questão sobre o abuso de autoridade, vetos derrubados. Se chega a esse ponto. Todo poder deve ter um controle. Não é só o Executivo. Quando começa buscar pelo em ovo, eu sou réu no Supremo. Já sofri muito.”

Bolsonaro disse que se controla ao falar com jornalistas e que a mídia o “provoca” para conseguir manchete. E que reflete sobre algumas declarações e se arrepende. Comparou a relação com a imprensa ao futebol: “Ali na frente, de vez em quando, você manda seu colega para a ponta da praia (base da Marinha que teria sido usada como local de tortura na ditadura). Depois vai tomar uma tubaína com ele”. Após ter dito a um jornalista que ele tinha “uma cara de homossexual terrível”, o presidente reconheceu o erro: “Não devia ter falado”.

Bolsonaro fez um balanço do primeiro ano de governo. “É uma vida sacrificante. Geralmente, é uma monotonia”, disse. E completou: “Tá difícil dia para ser feliz, cara. É só problema. A felicidade é que não tem aparecido nada sobre corrupção. Pode aparecer, nunca se sabe, né? Mas não apareceu nada.”