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Segundo o Ibope Aécio tem 51% e Dilma 49% dos votos válidos

Por Nill Júnior

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Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (15) mostram que o candidato do PSDB, Aécio Neves, tem 51%, e a candidata do PT, Dilma Rousseff, 49% dos votos válidos no segundo turno da disputa para a Presidência da República. A margem de erro das duas pesquisas é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Por isso, os dois estão empatados tecnicamente.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Em votos totais, Aécio tem 45% e Dilma, 43%, em ambas as pesquisas, o que configura um empate técnico dentro do limite da margem de erro.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 204 municípios entre os dias 12 e 14 de outubro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01097/014.

Outras Notícias

Sebrae impulsiona 7ª Feira de Empreendedorismo de Afogados

Evento reúne tecnologia, criatividade e boas trocas para fortalecer pequenos negócios no Sertão pernambucano A 7ª Feira de Empreendedorismo de Afogados da Ingazeira, um dos maiores eventos do segmento no Sertão do Pajeú, acontece de 28 a 30 de novembro, trazendo como tema “Empreendedorismo digital: conectando ideias, transformando o futuro”. O Sebrae Pernambuco terá papel […]

Evento reúne tecnologia, criatividade e boas trocas para fortalecer pequenos negócios no Sertão pernambucano

A 7ª Feira de Empreendedorismo de Afogados da Ingazeira, um dos maiores eventos do segmento no Sertão do Pajeú, acontece de 28 a 30 de novembro, trazendo como tema “Empreendedorismo digital: conectando ideias, transformando o futuro”. O Sebrae Pernambuco terá papel de protagonismo no evento, oferecendo apoio estrutural e capacitações para empreendedores locais.

O evento conta com 142 estandes de negócios, distribuídos nas praças Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara e Padre Carlos Cottart. A estrutura incluirá uma praça de alimentação, palco cultural em formato 360º e tecnologia de ponta, com o objetivo de promover experiências inovadoras no mundo dos negócios.

Desde outubro, os expositores vêm participando de capacitações promovidas pelo Sebrae, com foco em gestão financeira, marketing, gastronomia e outros temas relevantes. O objetivo das formações é aprimorar a qualidade dos produtos e serviços apresentados na feira, que terá segmentos variados como artesanato, moda autoral e gastronomia.

Um dos destaques será o desfile de moda autoral, promovendo a criatividade e a inovação das marcas locais. Além disso, o Sebrae disponibilizará ferramentas tecnológicas para que os visitantes explorem novos modelos de negócios, conectando o empreendedorismo tradicional ao digital, por meio dos óculos de realidade aumentada, que mostram como a inovação pode impulsionar negócios futuros. No estande do Sebrae também haverá atendimento a empresários e potenciais empreendedores da região.

Realizado pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira, com parceria do Sebrae/PE, o evento é uma oportunidade de promover o desenvolvimento e a valorização dos pequenos negócios, essenciais para a economia regional. A feira ainda conta com o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e da Sala do Empreendedor do município.

Emídio Vasconcelos avalia ano e fala de perspectivas para 2018

O petista Emídio Vasconcelos é o convidado do Debate das Dez desta segunda (26) na Rádio Pajeú, para fazer uma avaliação do ano político em Afogados da Ingazeira, quando foi o candidato da oposição à Prefeitura municipal. Emídio obteve 2. 650 votos, ou 14,11% dos votos válidos, sendo derrotado pelo prefeito José Patriota, que alcançou […]

emidio-registro-12-08-16-600x400O petista Emídio Vasconcelos é o convidado do Debate das Dez desta segunda (26) na Rádio Pajeú, para fazer uma avaliação do ano político em Afogados da Ingazeira, quando foi o candidato da oposição à Prefeitura municipal.

Emídio obteve 2. 650 votos, ou 14,11% dos votos válidos, sendo derrotado pelo prefeito José Patriota, que alcançou 15.639 votos, ou 83,25%.

Emídio,  que fala em vitória política, também avalia o ano para o PT, sem dúvidas o de maior dificuldades para a legenda, que viu a queda de Dilma Rousef em abril e a prisão de parte de seus membros mais influentes, sob acusação de participação no esquema da Lava Jato.  O partido alimenta a possibilidade de Lula disputar a presidência em 2018.

O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9658-0554.

“Temos um arquivo colossal”, diz editor do Intercept

Editor-executivo do “The Intercept Brasil”, Leandro Demori afirma em entrevista exclusiva ao O POVO que os arquivos obtidos pelo site jornalístico sobre diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol contêm “centenas e centenas” de áudios, mensagens e vídeos. Neles, antecipa o jornalista, as evidências revelam uma zona cinzenta da maior operação […]

Editor-executivo do “The Intercept Brasil”, Leandro Demori afirma em entrevista exclusiva ao O POVO que os arquivos obtidos pelo site jornalístico sobre diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol contêm “centenas e centenas” de áudios, mensagens e vídeos. Neles, antecipa o jornalista, as evidências revelam uma zona cinzenta da maior operação de combate à corrupção da história do País: a Lava Jato. De acordo com Demori, “não há dúvida em relação à autenticidade” dos arquivos que vêm causando estupor no País.

O POVO – Há uma quase ansiedade em relação aos próximos capítulos da série Vaza Jato, do “The Intercept Brasil”. Qual é a real dimensão do conteúdo que vocês têm em mãos?

Leandro Demori – A gente não está falando sobre o tamanho do arquivo. Não posso responder isso. O que posso dizer é que é um arquivo muito grande, um arquivo colossal, e que foram centenas e centenas de diálogos de grupos e de situações. Estamos falando aí de anos, praticamente a maior parte dos anos da Operação Lava Jato. É realmente muito grande, já fizemos um sobrevoo até agora, já conseguimos mergulhar um pouco mais, mas é um trabalho de longo prazo. É uma maratona, não é uma corrida de 100 metros.

OP – Há prognóstico de novos conteúdos ainda nesta semana?

Demori – O Intercept não está falando nem quais são as próximas matérias nem quais são as próximas pessoas diretamente envolvidas, não está divulgando prazos ou datas. Não fizemos isso. Não estamos fazendo isso para evitar especulações, porque é um assunto delicado que trata de interesses públicos e que mexe com muita coisa. O que fizemos nesta semana foi publicar os contextos dos fatos de uma das reportagens, que era aquela reportagem que mostrava os diálogos do ex-juiz Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol.

OP – Adotou-se uma postura, comum ao Intercept, que foi publicar na íntegra os diálogos com o contexto. Isso vai ser seguido nas próximas reportagens? Vão sempre publicar a integra dos conteúdos?

Demori – A gente vai publicar sempre tudo que for possível, mantendo a intimidade e a privacidade das pessoas, e mantendo também algumas histórias que eventualmente estejamos apurando. Essa é a estratégia.

OP – Até agora, uma parte dos veículos de imprensa deu mais importância à origem das mensagens e ao modo pelo qual elas foram obtidas do que propriamente ao conteúdo. Como avalia isso do ponto de vista jornalístico?

Demori – Olha, pra mim isso tudo é mau jornalismo. O que interessa mais à população brasileira, ou seja, o que tem maior interesse público nesse debate? É a isso que se diz jornalismo. Jornalismo é uma profissão que lida fundamentalmente com interesse público. A gente serve à sociedade. Portanto, jornalismo é um serviço. O que tem mais interesse público neste momento no País: saber como operaram procuradores e o juiz da maior ação de combate à corrupção da história do Brasil? Ou você ficar especulando se houve ataque hacker de celular de x, y ou z? Quem define a linha editorial a partir das especulações não está servindo ao interesse público. Se não serve ao interesse público, faz mau jornalismo. Os motivos, não sei.

OP – O senhor acha que cabia ao site, e de modo geral ao jornalista, essa preocupação com a origem da informação? Vocês, em algum momento, chegaram a se perguntar se deveriam ou não publicar esse conteúdo?

Demori – Nós não estamos falando sobre a nossa fonte, então não dá informação sobre isso. Mas, nesse caso, a gente adotou o mesmo padrão de qualquer outro caso, que é o mesmo padrão adotado pelo melhor jornalismo feito no mundo inteiro, que é: você recebe uma informação, um pacote de documentos, verifica a autenticidade e verifica se existe interesse público naquilo. A partir do momento em que os documentos são autênticos e são de interesse público, você faz uma apuração consistente em cima para não cometer nenhuma injustiça. E, depois, você leva isso a conhecimento público. É assim que se faz bom jornalismo no New York Times, no The Guardian, no Washington Post, no La Republica, no Le Monde Diplomatique e na melhor imprensa europeia e norte-americana. Então foi exatamente isso que a gente fez.

OP – Obviamente que vocês sabiam que aquele conteúdo era, e é, explosivo e provocaria um terremoto político em Brasília e na própria Operação Lava Jato. Vocês estavam preparados para esta repercussão, inclusive do ponto de vista jurídico?

Demori – A partir do momento em que a gente recebeu o material, e começou a avaliar o material, identificando a autenticidade dele, a gente entendeu que aquilo era algo muito grande e muito importante por se tratar de uma operação que, nos últimos anos, tomou conta do noticiário e mexeu muito com o cenário político, econômico e eleitoral. Uma operação que mexeu muito com a vida social do Brasil. Do emprego ao voto, foi isso que a Lava Jato fez, para o bem e para o mal. A gente sabia que aquilo teria impacto bastante relevante. Obviamente a gente se cercou de muitas precauções. O Intercept tem uma preocupação jurídica muito forte, porque a gente sabe que pode ser alvo de guerra jurídica. Estamos preparados para isso. Nossos advogados leram todas as matérias. Tínhamos muita preocupação de não usarmos palavras equivocadas e cometermos injustiças. E depois nós nos asseguramos de que o arquivo fosse resguardado num lugar seguro fora do País para que não sofresse tentativa de bloqueio de conteúdo, com o sequestro do arquivo. Ou que o arquivo fosse copiado, roubado ou caísse em mãos erradas, fazendo com que todas as informações que são privadas, de foro íntimo, que o Intercept não vai divulgar, causassem algum tipo de dano público à pessoa.

OP – A decisão de fazer a publicação seriada, ou por capítulos, se deve exclusivamente à extensão do conteúdo? Porque o País fica em suspenso aguardando as próximas revelações. Acha que isso cria um clima prejudicial ou é natural diante de uma tarefa desse tamanho?

Demori – A ideia é basicamente organizar a cobertura, não deixar que isso fique solto. A gente criou um sistema organizado, que as pessoas possam ter uma ideia de “timeline” também, que possam voltar e entender as histórias, que crie organização e não se perca nisso. A ideia de fazer desse jeito foi por causa disso.

OP – Quando receberam as informações, deve ter havido dúvida em relação à autenticidade do conteúdo. Nesse momento, vocês partiram para uma fase de checagem para saber se algumas informações correspondiam a atitudes e desdobramentos na Lava Jato?

Demori – A gente fez vários processos de checagem de autenticidade, um deles foi esse, de bater fases e datas que aconteceram na Operação Lava Jato na época. Para saber se o mundo real estava correspondido naquela massa gigantesca de chats e situações que seria impossível que alguém conseguisse fraudar aquilo com aquela riqueza de detalhes. Outra coisa: existe a voz de cada um dos personagens. A gente consegue identificar, é facilmente perceptível quem está conversando. E outra coisa é que não temos só chats, mas também áudios. Temos um monte de arquivos de áudios e vídeos. Centenas e centenas e centenas de áudios. Esses áudios não são falsificáveis. É impossível que alguém conseguisse falsificar, com a voz das pessoas envolvidas nesse processo, centenas e centenas. Eles estão ali para corroborar também a autenticidade. E, claro, tem a análise técnica. Existe uma forma de avaliar tecnicamente que esses arquivos têm uma autenticidade. Tanto garantimos, que quando as reportagens começaram a sair, nenhum dos envolvidos (ex-juiz, procurador e Lava Jato) colocou em dúvida a autenticidade do material. O atual ministro inclusive falou que não via nada de mais nas conversas. Não há dúvida em relação à autenticidade, e qualquer tentativa de voltar atrás nas opiniões é mero esforço de mudar a narrativa da história.

OP – Foi isso que o ministro e o procurador fizeram. Disseram que havia a possibilidade de que o hacker tenha feito enxertos ou adulterado uma ou outra declaração que estava contida ali. Acha que isso é uma mudança de narrativa de Moro e Dallagnol?

Demori – Eu vou responder com o que o ministro Sergio Moro falou, porque acho que mais claro do que isso é impossível. A gente colocou na nossa reportagem que ia deixar muito claro que o Intercept recebeu material muito antes de o ex-juiz declarar que seu celular tinha sido supostamente hackeado. Mesmo assim, quando Moro declara que seu celular foi hackeado, ele mesmo diz que nada foi subtraído do celular dele.

OP – Uma das consequências da divulgação das reportagens tem sido uma reação raivosa nas redes sociais. Como vocês avaliam os riscos, inclusive pessoais? Vocês têm recebido ameaças?

Demori – A redação do Intercept já recebe ameaças há bastante tempo. A gente trata de temas complexos. Basta lembrar que a gente fez uma grande cobertura do assassinato da vereadora Marielle Franco, fomos o primeiro veículo a apontar o envolvimento de milícias. Enfrentamos também um processo eleitoral bastante turbulento com ameaças constantes. A gente tem uma expertise nisso e estamos preparados.

OP – Que imagem surge da Lava Jato a partir do arquivo de vocês? Há uma fissura na imagem da força-tarefa?

Demori – O que dá pra saber até agora, pelas reportagens, é que a chave de leitura da Lava Jato mudou. E ela necessariamente precisa mudar. A partir das revelações que o Intercept trouxe, veem-se claramente muitas intenções por trás da operação que não estavam à luz do sol. Muita gente, antes do domingo passado, poderia ter convicções pessoais sobre a não isenção do ex-juiz Moro ou sobre exageros e passadas de linha dos métodos da força-tarefa, mas agora, à luz do que já foi publicado, percebe-se uma outra ótica de olhar a operação. Essa ótica é mais do mundo real, da vida real. Não é a ótica da linguagem burocrática, não é a ótica das entrevistas de paletó, não é a ótica dos microfones oficiais, não é a ótica das coletivas de imprensa. Agora temos uma ótica realmente de como operou a Lava Jato.

OP – É possível que haja outras menções a figuras do Judiciário ao longo dos próximos capítulos?

Demori – Para evitar especulações, a gente não pode falar. Não podemos. O que foi mostrado no programa do Reinaldo (Azevedo, na última quarta-feira) foi porque o ex-juiz Sergio Moro, que não contestou a autenticidade dos diálogos, disse que não via nada de mais naquele tipo de relacionamento. O que fiz foi trazer um trecho de pequeno diálogo entre Moro e Dallagnol citando um ministro do STF (Luiz Fux) para mostrar de novo para que a população julgue esse tipo de reação.

Sertânia: candidato a vice na chapa governista participa de sabatina em Rádio 

Candidato a vice-prefeito na chapa de Ângelo Ferreira participou, nesta terça-feira, de entrevista na Rádio Sertânia FM Candidato a vice-prefeito de Sertânia pela Frente Popular, Toinho Almeida (MDB), que disputa a reeleição com o prefeito Ângelo Ferreira (PSB), participou, nesta terça-feira (03.11), de uma entrevista na Rádio Sertânia FM.  As entrevistas fazem parte de uma […]

Candidato a vice-prefeito na chapa de Ângelo Ferreira participou, nesta terça-feira, de entrevista na Rádio Sertânia FM

Candidato a vice-prefeito de Sertânia pela Frente Popular, Toinho Almeida (MDB), que disputa a reeleição com o prefeito Ângelo Ferreira (PSB), participou, nesta terça-feira (03.11), de uma entrevista na Rádio Sertânia FM. 

As entrevistas fazem parte de uma sabatina promovida pela emissora e acontecem no programa Fala Sertânia edição especial – Eleições 2020. 

Toinho, que também foi secretário de Agricultura e Meio Ambiente do município, foi o primeiro entrevistado, de acordo com o sorteio realizado pela rádio. Na ocasião, ele destacou os compromissos da Frente Popular com os sertanienses.

Toinho fez uma extensa prestação de contas dos últimos anos e destacou que a cidade seguirá avançando nos próximos quatro anos.

No segundo bloco da entrevista, Toinho foi questionado sobre temas como Desenvolvimento Social e Cidadania e Infraestrutura. Ele pontuou as ações nessas áreas, como a ampliação do Centro de Convivência do Idoso (CCI). Já na área estrutural, Toinho falou sobre a mudança do pátio da feira livre de Sertânia. 

“Já temos um local definido, vamos tirar a feira livre do espaço que temos hoje, que é ocupado no meio da rua. Uma contribuição para a melhoria da qualidade de vida, principalmente das famílias que moram ali, e o pátio será construído onde se chama o ‘Curral da Prefeitura’, padronizado, coberto, com bancas, trazendo uma segurança e conforto para quem vende e para o consumidor”, disse. 

Durante a entrevista, o candidato a vice-prefeito também pontuou as pavimentações de ruas, onde ele explicou que a meta era de calçar uma rua por mês, ao longo dos quatro anos de gestão, mas que já são mais de 70 ruas calçadas na sede, vilas, distritos e povoados. A expectativa é fechar a gestão em dezembro em torno de 80 ruas calçadas.

Na área de educação, Toinho falou da acessibilidade para as pessoas com deficiência, não só nas escolas como nos espaços da rua, que a prefeitura sempre contribuiu com profissionais dentro das escolas para esse público, também com transporte equipado oferecendo segurança.

O último bloco foi destinado às considerações finais, onde Toinho a construção, ampliação de postos de saúde, incluindo unidades básicas de saúde, na sede, vilas, povoados e sítios, a aquisição de 12 novas ambulâncias e melhorias no Hospital Maria Alice Gomes Lafayette. Ele ainda falou sobre as políticas públicas destinadas para o homem do campo a exemplo do Programa Aração de Terra, com serviços destinados a promover qualidade de vida de quem mora na zona rural do município.

Djalma reage bem, está consciente e orientado, diz Hospital

A última atualização do quadro de saúde do prefeito Djalma Alves,  63 anos, traz boas notícias depois do susto. O paciente está estável hemodinamicamente, consciente e orientado. Outra boa notícia é que ele foi extubado e, dado o quadro geral, está evoluindo bem. A informação foi apurada pelo blog junto à unidade. Na cirurgia, foi necessária […]

A última atualização do quadro de saúde do prefeito Djalma Alves,  63 anos, traz boas notícias depois do susto.

O paciente está estável hemodinamicamente, consciente e orientado.

Outra boa notícia é que ele foi extubado e, dado o quadro geral, está evoluindo bem. A informação foi apurada pelo blog junto à unidade.

Na cirurgia, foi necessária a retirada do baço. O prefeito segue na UTI da unidade sendo monitorado.

O gestor de 63 anos ainda será, tão logo seja apropriado, passar por um procedimento na perna que foi fraturada no acidente.

Uma certeza é de que a atual estrutura do Hospital Regional Emília Câmara e sua equipe foram fundamentais para estabilizar o quadro. “Uma transferência traria complicações que poderiam ser irreversíveis”, disse uma pessoa próxima.

A equipe que salvou Djalma tem o cirurgião Cícero Janio, mais Dr Erivaldo, Dr Ernando (ortopedista) e o anestesista Roberto Calumbi.

Djalma se envolveu em um acidente no final da tarde deste sábado nas imediações do Sítio Poço Dantas, município de Tabira.

Ele conduzia um veículo D-20 que se chocou com uma Hilux na PE 309 entre Solidão e Tabira.

As informações dão conta de que ao ser socorrido, Djalma reclamava de muitas dores.

Não foi ainda identificado o nome de quem guiava a Hillux, muito menos qual a dinâmica do acidente. Preliminarmente, um nome ligado a Djalma diz que a Hillux teria invadido a mão contrária e atingido o carro em que estava o prefeito, mas essa informação ainda é extra oficial.

Foto: S1 Notícias