Segunda empresa tem ovos apreendidos em SJE por venda irregular
Por Nill Júnior
Granja da Graça comercializa ovos sem selo regular de inspeção, diz Vigilância
A Vigilância Sanitária de São José do Egito apreendeu um lote de ovos sendo comercializados com selo obrigatório vencido no município.
Segundo o blog apurou, um lote da empresa Granja da Graça foi apreendido pelo mesmo motivo no Pajeú Autosserviço em São José do Egito.
A atuação vem na mesma semana de atuação do MP, que investiga empresa com uso de rótulo falso com selo de inspeção federal (SIF) pertencente a outra empresa.
A empresa também tem que apresentar documentação comprovando regularidades a órgãos como CPRH e Ministério da Agricultura. O selo vencido não indica necessariamente que os ovos estão impróprios para o consumo, mas tê-lo atualizado comprova esse condição.
A primeira empresa identificada foi a Distribuidora de Ovos Pé de Serra Ltda. O MPPE também cita a possibilidade de enquadramento no artigo 272 do Código Penal, que trata da falsificação, corrupção ou adulteração de produtos alimentícios. Segundo a portaria, essas práticas podem representar risco à saúde pública e violar normas de fabricação e comercialização de alimentos.
O Ministério Público determinou a adoção de diversas diligências. Entre elas, a requisição de informações à Prefeitura de São José do Egito sobre as condições sanitárias do local de produção e as licenças municipais da empresa. Também foram solicitados à ADAGRO os laudos das inspeções realizadas nos últimos cinco anos e as providências adotadas pelo órgão. À CPRH, foi pedido o envio de eventuais licenças ambientais concedidas à distribuidora.
Debate político por conta dos ovos
Na cidade, integrantes da gestão Fredson Britto alegam que a fiscalização não aconteceu como deveria na gestão anterior, do ex-prefeito Evandro Valadares. As acusações são também de que a granja seria de pessoas próximas ao ex-gestor. A Vigilância tem defendido que a atuação a partir das investigações “será impessoal e séria”.
Da Redação
Na postagem inicial, foi apresentadas imagens da fiscalização, que identificava outras marcas que não foram alvo de recolhimento. O texto evidencia desde o início que a apreensão refere-se aos ovos da Granja da Graça. A imagem foi imediatamente atualizada e o post em rede social, corrigido.
O quebra cabeças eleitoral do sertão O mapa político do Sertão para as eleições do ano que vem vai sendo fechado. Esta semana, mais uma peça do quebra cabeças foi montada com a definição da chapa oposicionista que vai enfrentar o bloco governista em Carnaíba. Gleybson Martins cedeu e Ilma Valério será candidata a prefeita […]
O mapa político do Sertão para as eleições do ano que vem vai sendo fechado. Esta semana, mais uma peça do quebra cabeças foi montada com a definição da chapa oposicionista que vai enfrentar o bloco governista em Carnaíba. Gleybson Martins cedeu e Ilma Valério será candidata a prefeita do bloco, com as bênçãos do presidente da ALEPE, Álvaro Porto.
É mais uma cidade onde a disputa está definida, com o grupo governista fechado em torno da chapa Berg Gomes e Cícero Batista. Mas em linhas gerais a região tem mais indefinições que certezas, a partir das maiores cidades.
Em Serra Talhada, só há a certeza da candidatura a reeleição da prefeita Márcia Conrado. Na Capital do Xaxado, a oposição tem que escolher se quer entregar de bandeja, com nomes como Ronaldo de Dja, Duquinho, Faeca Melo e companhia, ou se vai definir a existência de uma eleição de verdade, o que só ocorrerá com a candidatura do Deputado Luciano Duque.
Em Arcoverde, outro polo regional importante, o prefeito Wellington Maciel tenta reverter o desgaste administrativo e a crise política, com dois pedidos de impeachment pela frente. Mais a frente, definirá se disputa a reeleição ou se apoia um outro nome. Ventila-se nos bastidores o vereador Luciano Pacheco. Na oposição, mesmo que Zeca Cavalcanti lidere com pequena margem sobre Madalena Brito, se diz que a ex-prefeita tem mais garrafas vazias pra vender, com melhor condição de estruturar uma campanha competitiva.
São José do Egito tem no bloco governista uma tendência maior em torno do prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, já anunciado pelo prefeito Evandro Valadares como o ungido, restando acalmar os ânimos do grupo do candidato a estadual Paulo Jucá, que preferia outro nome, sendo vencido pela desistência de Eclérinton Ramos e falta de um nome com o mesmo calibre potencial de Augusto. Na oposição, Fredson Brito tem se movimentado com mais perspectivas de unir a oposição, mas a volta de João de Maria ao poder na Câmara pode dar novos elementos ao debate que ainda tem Zé Marcos e Romério Guimarães.
E em Afogados da Ingazeira? Se nada mudar, e não parece que vá acontecer, a chapa Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares deve ser repetida. No outro lado, a cada dia o debate avança mais para a unidade em torno de Danilo Simões, que será o fato novo da eleição. Sandrinho aparenta ter um bloco bem mais coeso para pavimentar a sua reeleição, mas o fato é que a entrada de Danilo na pior das hipóteses dá uma configuração diferente à disputa, sem aquela cara de eleição plebicitária com o candidato Zé Negão e seu teto eleitoral.
Tem mais
Algumas outras cidades tem situações curiosas e desenhos peculiares. Em Solidão, Djalma Alves diz que pode conseguir o feito de uma eleição com chapa única em torno de sua sobrinha, Rafaela Gomes. Em Iguaracy, Zeinha tem que dizer como conduzirá a eleição com três pré-candidatos competitivos: Pedro Alves, Marquinhos e Albérico Rocha.
Tradição por indefinição
A cidade de Tabira parece estar em stand by aguardando a candidatura de Flávio Marques. Ele depende de uma mudança de entendimento do TSE para conseguir ser candidato. Se não der certo, a impressão é de que o processo vira angu de caroço e Nicinha Melo passa a ter chance de reeleição.
Quem vai?
Em Flores, Marconi Santana ainda não confirmou se vai mesmo apoiar Jeane Lucas. E na oposição, dizem que Soraya Murioka quer voltar. Se não for ela, Onofre Souza vai de novo. Já em Santa Terezinha, ainda não apareceu um nome competitivo para enfrentar Delson Lustosa.
Tupan Folia
Tuparetama é outra cidade marcada pela indefinição. Sávio Torres deixiou claro na Cidade FM que não cravou Diógenes Patriota seu candidato. E a oposição segue entre Danilo, Plécio e quem chegar na roda. Até Dêva, o ex-prefeito que pode ser tudo, inclusive nada.
Cada um com seu cada um
Em Ingazeira, ninguém aparece valendo dizendo que vai disputar contra Luciano Torres. Diferente de Brejinho, onde Gilson Bento já sabe que vai enfrentar Túlio Vanderlei. E de Calumbi, já que até Joelson sabe que vai disputar com Cícero Simões, que mostra o título pra todo mundo saber que tá ficha limpa.
Os vizinhos
Dos candidatos a reeleição, João Batista ou Luciano Bonfim? Um deles vai trabalhar para a situação ficar no poder mais quatro anos em Triunfo, mas precisam combinar com o opositor, Dr Eduardo Melo. Já em Santa Cruz da Baixa Verde, Irlando Pará também deve ter oposição: Zé Bezerra ao que tudo indica será o nome do bloco.
Quem será
Em Sertânia, o prefeito Ângelo Ferreira deve mesmo apoiar Paulo Henrique. Na oposição, a empresária Pollyanna Abreu, apoiada pelos Lins e Sinval Siqueira, que tem tocado agenda aliada ao governo de Raquel Lyra.
O mistério de Adelmo
Em Itapetim, o prefeito Adelmo Moura segue fazendo mistério sobre o nome que terá seu apoio. Depois do afastamento da vereadora Jordânia Siqueira (PSB), tem opções como Júnior de Diógenes (PSB), Júnior Moreira, Aline Karine e Chico de Laura. Na base da oposição, Anderson Lopes segue como sempre candidato.
Frase da semana:
“Estou na mão de Deus”.
Do padre Ailton Costa, horas antes de ter o infarto que tirou sua vida, na celebração do domingo, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. O seu sepultamento ocorre hoje, em Carnaíba.
Agência Brasil – Um dos advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Roberto Teixeira divulgou nota hoje (5) sobre a 24ª fase da Operação Lava Jato, na qual cita que houve “clara tentativa das autoridades de intimidar um dos advogados do ex-presidente, violando suas prerrogativas profissionais”, e diz que vai levar o caso ao conhecimento […]
Agência Brasil – Um dos advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Roberto Teixeira divulgou nota hoje (5) sobre a 24ª fase da Operação Lava Jato, na qual cita que houve “clara tentativa das autoridades de intimidar um dos advogados do ex-presidente, violando suas prerrogativas profissionais”, e diz que vai levar o caso ao conhecimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Ele reclama, especificamente, que no comunicado de condução coercitiva do ex-presidente Lula, na véspera, o juiz Sérgio Moro se referiu a ele [Teixeira] como pessoa notoriamente próxima a Lula, e que representou os empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar na aquisição de um sítio em Atibaia (SP), minutando escrituras e recolhendo assinaturas em seu escritório de advocacia.
Ele questiona “o que esses fatos demonstram”, além do simples exercício da advocacia? Teixeira menciona que prestou assessoria a Fernando Bittar e Jonas Suassuna na aquisição do Sítio Santa Bárbara, município de Atibaia (SP), da mesma forma que já representou centenas de outros clientes em assuntos envolvendo direito imobiliário. No seu entender, “não há qualquer justificativa para que tal fato seja indicado no pedido do Ministério Público Federal (MPF) e na fundamentação da decisão judicial que autorizou, dentre outras coisas, medidas invasivas em relação ao ex-presidente Lula, de cuja defesa também participo”.
De acordo com Roberto Teixeira, “a leitura do pedido apresentado pela ‘Força Tarefa Lava Jato’ ao juiz Sérgio Moro indica a intenção do MPF de envolver a minha atuação profissional nas investigações”. Razão pela qual pretende interpelar a OAB e o CNJ.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depôs ontem (4) por cerca de três horas no escritório da Polícia Federal, no Aeroporto de Congonhas, zona sul paulistana. Segundo o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), as declarações foram prestadas para dois procuradores, na presença de três advogados. Dentre eles: Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins.
Por André Luis Nesta quarta-feira (16), o vice-prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, cumpriu, ao lado do deputado estadual Waldemar Borges, agenda com a governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra. Diógenes participou da reunião que Raquel teve com os deputados da atual e da futura legislatura, no Beach Class Convention, em Boa Viagem. “Raquel disse que […]
Nesta quarta-feira (16), o vice-prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, cumpriu, ao lado do deputado estadual Waldemar Borges, agenda com a governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra.
Diógenes participou da reunião que Raquel teve com os deputados da atual e da futura legislatura, no Beach Class Convention, em Boa Viagem.
“Raquel disse que esta pronta para trabalhar, unir forças independente de lado partidário. Na destaca-se, assunto sobre, saúde e estradas”, revelou Diógenes.
Diógenes Patriota pleiteia, junto ao prefeito Sávio Torres, disputar a Prefeitura de Tuparetama em 2024 pelo grupo da situação.
“Com delegados em todas as delegacias, a região do Pajeú viveu recentemente um período de paraíso”. A afirmação foi feita ontem pelo Promotor Lúcio Luiz de Almeida a Rádio Pajeú, que em seguida lamentou que atualmente cinco delegacias estejam sem delegados. Além da crítica do MP, os técnicos da Secretaria de Defesa Social escalam os […]
“Com delegados em todas as delegacias, a região do Pajeú viveu recentemente um período de paraíso”. A afirmação foi feita ontem pelo Promotor Lúcio Luiz de Almeida a Rádio Pajeú, que em seguida lamentou que atualmente cinco delegacias estejam sem delegados.
Além da crítica do MP, os técnicos da Secretaria de Defesa Social escalam os delegados para acumular cidades, dando uma prova de não conhecerem a região.
Senão, vejamos: a Delegado da cidade de Brejinho, que fica a 16 quilômetros de Itapetim, acumula Ingazeira, numa distância de 72 quilômetros. Enquanto isso, o delegado de Solidão que poderia acumular Ingazeira numa distância de 34 quilômetros, responde por Itapetim que fica a 70 quilômetro.
O ar refrigerado das salas da secretaria não ajuda os homens da segurança a conhecerem Pernambuco e os seus problemas. A análise é de Anchieta Santos ao blog.
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) entrou, nesta quinta-feira (3) com uma representação no Ministério Público de Pernambuco contra o acordo de Cooperação nº 27/2021 firmado entre e o governo federal e a Associação Brasileira de Bancos (AABC). O termo publicado pela Secretaria de Governo Digital (SGD), vinculada ao Ministério da Economia, oferece gratuitamente às […]
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) entrou, nesta quinta-feira (3) com uma representação no Ministério Público de Pernambuco contra o acordo de Cooperação nº 27/2021 firmado entre e o governo federal e a Associação Brasileira de Bancos (AABC).
O termo publicado pela Secretaria de Governo Digital (SGD), vinculada ao Ministério da Economia, oferece gratuitamente às instituições financeiras dados biométricos e biográficos da população para “degustação” dos bancos privados e outras empresas do ramo financeiro, colocando em risco a privacidade e a segurança de mais de 117 milhões de brasileiros.
A representação junto ao MPPE objetiva suspender o convênio até que sejam esclarecidos seus termos à sociedade brasileira e investigado a sua legalidade.
O documento protocolado sob o número 1.26.000.000383/2022-78 apresentado pelo parlamentar ao Procurador Chefe Alfredo Falcão Júnior denuncia tal a falta de clareza do termo e insegurança no uso dessas informações. Por exemplo, quais as informações, o prazo de uso e depois de apropriado, como garantir que as instituições financeiras ligadas a AABC irão eliminar essas informações dos seus bancos de dados.
“Essa acordo precisa ser esclarecido e debatido com a sociedade, inclusive com as entidades afins à segurança no uso de dados. Como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Secretaria Nacional do Consumidor (SENACON), Congresso Nacional e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não há clareza sobre quais informações as instituições financeiras terão acesso, por quanto tempo, suas restrições e o propósito desse acordo acerca de seus riscos para a população brasileira”, alerta Carlos Veras.
Para o deputado, o acordo parece infringir a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD – Lei 13.709/2018. “Os dados têm valor de petróleo nos tempos atuais. O tal acordo de colabaração não esclarece como serão usadas as informações pessoais. Isso representa um ataque à LGPD, com riscos político, social e econômico para o cidadão brasileiro”, adverte Veras.
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