Secretário de infraestrutura de Princesa Isabel, na Paraíba, é preso por estupro
Por Nill Júnior
O secretário de infraestrutura de Princesa Isabel, Givaldo Rodrigues de Morais, de 44 anos, foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (20) suspeito de estupro. Ele foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e segue detido na carceragem. A informação é do G1 PB.
A expectativa é que ele passe ao longo do dia por audiência de custódia e caberá à justiça decidir se decreta a prisão preventiva ou permite que ele responda ao processo em liberdade.
De acordo com a Polícia Civil da Paraíba, o crime teria acontecido por volta de 1h30. A vítima tem 21 anos e também é de Princesa Isabel. Ela acompanhava o pai para se submeter a uma cirurgia e o secretário se ofereceu a levá-los para João Pessoa. Os três estavam hospedados num mesmo hotel no bairro de Tambaú, na orla da capital paraibana.
Viviane Cavalcante, a delegada responsável pelo caso, pegou o depoimento da vítima. Ela disse que o homem entrou em seu quarto e a dopou. Quando acordou, mandou mensagens para uma amiga, que por sua vez chamou a polícia. O suspeito foi preso e a vítima encaminhada para o Instituto de Polícia Científica para passar por exames de corpo de delito, toxicológico e sexológico.
A delegada disse ainda que, segundo o depoimento da vítima, não houve conjugação carnal, mas “outros atos”. Ela não especificou que atos seriam esse. O suspeito nega o crime. De toda forma, o procedimento foi colocado em sigilo para não comprometer as investigações.
O prefeito de Princesa Isabel, Ricardo Pereira, declarou pouco depois da repercussão do crime que estava exonerando o secretário de forma imediata, para que ele possa ter direito à ampla defesa. Ele destacou também que a sua gestão tem um “compromisso ético” com as mulheres e que atos individuais de servidores da Prefeitura são “pessoais e intransferíveis”.
Givaldo Rodrigues de Morais já tinha sido preso em 2015, na Operação Sem Limites, que investigava o uso indiscriminado de armas na região de Princesa Isabel. Na época ele era vereador e foi preso por posse ilegal de armas junto a outras cinco pessoas.
Em decisão liminar, ministro estabeleceu que o Estado tem o dever constitucional de transparência na formação do preço dos combustíveis e determinou que Petrobras forneça documentos e atos internos sobre as balizas para fixação de preços nos últimos 60 meses. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar nesta sexta-feira (17) para […]
Em decisão liminar, ministro estabeleceu que o Estado tem o dever constitucional de transparência na formação do preço dos combustíveis e determinou que Petrobras forneça documentos e atos internos sobre as balizas para fixação de preços nos últimos 60 meses.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar nesta sexta-feira (17) para suspender a eficácia do convênio ICMS 16/2022 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e decidiu que as alíquotas do ICMS dos combustíveis devem ser uniformes em todo território nacional. O ministro também estipulou uma série de medidas que devem ser observadas pelos estados e pela Petrobras.
Até que uma nova norma seja editada pelo Confaz a respeito do ICMS, conforme os termos da liminar, a base de cálculo do imposto para os combustíveis passa ser fixada pela média de preços praticados nos últimos 60 (sessenta) meses. A medida se baseia no artigo 7º da Lei Complementar (LC) 192/2022, que trata do óleo diesel, para os demais combustíveis, com efeitos a partir do dia 1º de julho de 2022.
A decisão foi tomada no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7164, apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU) e que discute a eficácia de cláusulas do Convênio ICMS 16/2022.
A AGU sustentava, incialmente, que a aprovação do convênio poucos dias após a promulgação da LC 192/2022, que prevê a cobrança de alíquota única do imposto sobre gasolina, etanol e diesel, entre outros combustíveis, “causou perplexidade”, porque as normas dão continuidade a um “sistema de tributação disfuncional, federativamente assimétrico e injustamente oneroso para o contribuinte”.
Posteriormente, a União aditou o pedido para suspender a eficácia da “íntegra do Convênio nº 16/2022 do Confaz, ou, ao menos, do seu Anexo I, por arrastamento à inconstitucionalidade das cláusulas quarta, quinta e Anexo II, aplicando-se durante este período o que prevê o artigo 7º da LC 192/2022”.
Antes de analisar o pedido, o ministro abriu possibilidade de conciliação e realizou reunião com os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL); o ministro da AGU, Bruno Bianco; a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo; a Secretária Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques Consentino; e os 27 secretários estaduais e Distrital de Fazenda.
Após o recebimento das informações dos estados e da Advocacia-Geral da União, verificou-se não ser possível a conciliação pretendida. Assim, para evitar situação de insegurança jurídica em face dos questionamentos e dos impactos práticos da presente ação, o ministro proferiu a decisão.
Em seus termos, foram acolhidos os pedidos para suspender a eficácia da íntegra do Convênio ICMS 16/2022, editado pelo Confaz. Também se fixou orientação a fim de que as alíquotas de ICMS-combustível sejam: uniformes em todo o território nacional (arts. 150, V, 152 e 155, §4º, IV, “a”, CRFB/88); seletivas, na maior medida possível, em função da essencialidade do produto e de fins extrafiscais, de acordo com o produto (arts. 145, §1º, e 155, §4º, IV, “a”, in fine, CRFB/88); e “ad rem” ou específicas, por unidade de medida adotada (art. 155, §4º, IV, “b”, CRFB/88 c/c art. 3º, V, “b”, LC 192/2022).
Ainda, segundo a decisão, se determinou que na definição das alíquotas os estados considerem: um intervalo mínimo de 12 meses entre a primeira fixação e o primeiro reajuste dessas alíquotas, e de seis meses para os reajustes subsequentes (artigo 6º, §4º, da LC 192/2022); observem o princípio da anterioridade nonagesimal quando implicar aumento de tributo (artigo 6º, §4º, in fine, LC 192/2022); não ampliem o peso proporcional do ICMS na formação do preço final ao consumidor, tendo em consideração as estimativas de evolução do preço dos combustíveis (artigo 6º, §5º, LC 192/2022); observem o princípio da transparência tributária, de maneira a proporcionar, mediante medidas normativas e administrativas, o esclarecimento dos consumidores acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços (artigo 150, parágrafo 5º, CRFB/88).
Ao final, o ministro adotou medidas instrutórias no sentido de fortalecer o dever constitucional de transparência na formação dos preços dos combustíveis.
No curso da instrução processual e da tentativa de conciliação, os secretários estaduais de Fazenda e a União trouxeram elementos de discussão acerca dos efetivos impactos que eventuais alterações na atual sistemática de incidência do ICMS proporcionariam no preço final dos combustíveis percebido pelo consumidor nos postos de revenda.
Ou seja, segundo a decisão, não só a alíquota tributária sobre os combustíveis gera, em maior ou menor medida, impacto sobre o seu preço, mas também a política de preços praticada pela Petrobras, especialmente em função dos reajustes nos anos de 2021 e 2022, que tem reflexo direto no preço final.
Transparência
O ministro afirmou na decisão que a Petrobras, na qualidade de sociedade de economia mista da União e integrante da Administração Pública Indireta, deve atentar para Constituição e leis que regem sua atividade, em especial a Lei do Petróleo (Lei 9.478/1997) e a Lei das Estatais (Lei 13.303/2016), o que inclui os princípios da transparência; a conciliação entre a livre iniciativa e a função social da propriedade e da defesa do consumidor; bem como para o atendimento aos imperativos da segurança nacional, ao relevante interesse coletivo e sua função social.
A fim de garantir informações adicionais sobre a política de preços praticada nos mercados do petróleo e gás natural, em conformidade à Lei federal 9.478/1997, o ministro André Mendonça solicitou à Petrobras que encaminhe ao relator os documentos e atos internos em que foram discutidas e estabelecidas as balizas para formação dos preços nos últimos 60 meses, garantindo-se o devido sigilo às informações, que serão autuadas em apartado.
O ministro também solicitou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANS) e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que prestem informações quanto às medidas adotadas, dentro de suas competências legais, em relação à política de preços praticada e a atuação da empresa.
Ainda não há previsão para julgamento de mérito em plenário.
Evento do Cimpajeú discutiu modernização da iluminação pública e reforço na segurança de Solidão. Na manhã da quarta-feira (26), o município de Solidão – PE esteve representado pelo prefeito Mayco da Farmácia, pelo secretário de Obras Uleton Nobre e pela diretora de Convênios Aparecida Silva na audiência pública promovida pelo Consórcio de Integração dos Municípios […]
Evento do Cimpajeú discutiu modernização da iluminação pública e reforço na segurança de Solidão.
Na manhã da quarta-feira (26), o município de Solidão – PE esteve representado pelo prefeito Mayco da Farmácia, pelo secretário de Obras Uleton Nobre e pela diretora de Convênios Aparecida Silva na audiência pública promovida pelo Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), em Afogados da Ingazeira, para discutir o Projeto de Parceria Público-Privada (PPP) voltado para a modernização da iluminação pública.
O encontro, realizado no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), reuniu representantes de diversos municípios consorciados, reforçando a importância da união regional na busca por soluções inovadoras para a infraestrutura urbana.
A iniciativa busca proporcionar mais eficiência energética e economia aos cofres públicos, além de garantir mais segurança e qualidade de vida à população com um sistema de iluminação moderno e sustentável.
Após o evento, o prefeito de Solidão esteve na sede do 23º Batalhão de Polícia Militar, onde entregou ofícios ao comandante, Tenente-Coronel Aristóteles, apresentando demandas de segurança do município. Durante a reunião, foram discutidas medidas estratégicas para reforçar o policiamento na cidade, intensificar ações preventivas e fortalecer o trabalho conjunto entre a gestão municipal e as forças de segurança.
“A segurança pública é um dos pilares fundamentais para o bem-estar da população. O diálogo com as forças de segurança e a apresentação das demandas municipais são passos essenciais para garantir medidas eficazes que atendam às necessidades da comunidade”, destacou o prefeito Mayco.
Por Juliana Lima Os vereadores serra-talhadenses Gin Oliveira e Vandinho da Saúde testaram positivo para Covid-19. A informação foi confirmada pelos próprios parlamentares nas redes sociais na noite desta sexta-feira (21). Os dois são vacinados e estão bem, mantendo o isolamento domiciliar. “Quero informar que testei positivo para Covid-19, vou me isolar o tempo necessário, […]
Os vereadores serra-talhadenses Gin Oliveira e Vandinho da Saúde testaram positivo para Covid-19. A informação foi confirmada pelos próprios parlamentares nas redes sociais na noite desta sexta-feira (21). Os dois são vacinados e estão bem, mantendo o isolamento domiciliar.
“Quero informar que testei positivo para Covid-19, vou me isolar o tempo necessário, quero reforçar também que é super importante o uso da máscara, álcool e distanciamento social, estou bem. Apenas com um pequeno desconforto, mas já estou tomando medicação, tudo está nas mãos de Deus”, escreveu Gin, que é vice-presidente da Câmara de Vereadores e líder do governo Márcia Conrado na casa.
É a quarta vez que Vandinho da Saúde é diagnosticado com o vírus. “Passando aqui para comunicar que testei positivo pela quarta vez para Covid-19, infelizmente é uma doença que estamos expostos a ela todo o tempo, o momento é de nos cuidar e cuidar dos nossos familiares, estou vacinado mas infelizmente contraí essa doença novamente, agora tomar todas as medidas necessárias para se recuperar o mais rápido possível”, escreveu o parlamentar, que também integra a base governista.
Gin Oliveira e Vandinho da Saúde cumprem o primeiro mandato parlamentar em Serra Talhada. Gin foi eleito com 1.055 votos e Vandinho com 1.110 votos.
Do jornalista Magno Martins Diferente do presidente Bolsonaro, que há 40 dias abriu o Palácio do Planalto para uma entrevista exclusiva à Rede Nordeste de Rádio, da mesma forma o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, farrapou na entrevista que havia marcado, confirmado e reconfirmado ao longo dos últimos dias, […]
Diferente do presidente Bolsonaro, que há 40 dias abriu o Palácio do Planalto para uma entrevista exclusiva à Rede Nordeste de Rádio, da mesma forma o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, farrapou na entrevista que havia marcado, confirmado e reconfirmado ao longo dos últimos dias, inclusive hoje, para a Rede Nordeste de Rádio.
A assessoria do ministro informou, inicialmente, que ele não poderia ficar os 50 minutos da entrevista ao vivo, no máximo meia hora, porque tinha agenda às 19 horas com o presidente Bolsonaro. Quando abri o programa, às 18 horas, sua assessoria informou que ele estava um pouco atrasado, mas que já estava em deslocamento do gabinete do presidente para o seu gabinete, onde instalamos o estúdio volante para a entrevista.
O assessor de Imprensa, Felipe Campos, chegou a informar que o ministro já estava bem próximo, que em cinco minutos estaria na entrevista. Logo depois, informou que Tarcísio havia voltado ao gabinete do presidente e que não poderia mais conceder a entrevista agendada há 10 dias.
Gostaria de saber se o ministro da Infraestrutura dá o mesmo tratamento aos veículos do Sul e Sudeste. Será que se fosse a Rede Globo ele faria um papelão dessa magnitude? Ainda bem que gravei duas entrevistas ontem, se não teria ficado hora enchendo linguiça.
Só posso concluir que o ministro não teve a mínima consideração com o Nordeste e não com a nossa rede de emissoras. Na verdade, deu uma banana ao Nordeste.
Projeto solidário do vice-prefeito Márcio Oliveira arrecada alimentos para famílias carentes. Festa será animada por Felipão, Harry Estigado, Ciel Rodrigues e Forrozão 1000 Realizado pelo vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, o Juventude em Ação chega ao seu terceiro ano consecutivo e será realizado no sábado (18.05), a partir das 18h, na Estação do Forró. […]
Projeto solidário do vice-prefeito Márcio Oliveira arrecada alimentos para famílias carentes. Festa será animada por Felipão, Harry Estigado, Ciel Rodrigues e Forrozão 1000
Realizado pelo vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, o Juventude em Ação chega ao seu terceiro ano consecutivo e será realizado no sábado (18.05), a partir das 18h, na Estação do Forró. A festa será animada pelas atrações Felipão, Harry Estigado, Ciel Rodrigues e Forrozão 1000.
Os ingressos são limitados e estão sendo trocados por 2 quilos de alimentos não perecíveis na tenda montada na Praça Sérgio Magalhães e na Start Print, no Alto Bom Jesus, no horário das 09h às 17h.
“O Juventude em Ação é um projeto que visa promover esporte, lazer, entretenimento e solidariedade, atendendo dezenas de crianças e adolescentes no município. Chegamos esse ano a terceira edição do evento e temos certeza que será um grande sucesso, assim como foi nos anos anteriores. Convidamos toda a sociedade para participar prestigiando a festa no sábado, dia dezoito, e ao mesmo tempo contribuir com a doação de alimentos para famílias carentes”, explicou Márcio Oliveira.
O projeto beneficente Juventude em Ação já arrecadou mais de 15.000 quilos de alimentos e beneficiou mais de 1.500 famílias em Serra Talhada nas duas primeiras edições.
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