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Secretária de Educação de Tabira recebe mais de R$ 13 mil em janeiro

Por Nill Júnior

A Secretária de Educação de Tabira, professora Lyedja Symea Ferreira Barros Carvalho, concunhada da atual prefeita Nicinha Melo, recebeu no mês de janeiro de 2021, o valor de R$ 13.701,40 (treze mil, setecentos e um reais e quarenta centavos).

Consta em seu contracheque o pagamento de uma gratificação da Unidade Setorial do Controle Interno no valor de R$ 3.744,06, concedida através da Portaria nº 117/2020. O questionamento a ser respondido é que nessa portaria não consta o nome da Secretária de Educação, Lyedja Barros, sendo o pagamento realizado no mês de janeiro indevido, segundo denúncia ao blog.

A Unidade Setorial formada por servidores efetivos foi designada para cuidar da transição de Governo e não podem ser destituídos a qualquer título das suas funções até a entrega da Prestação de Contas do exercício 2020, ao Tribunal de Contas do Estado e a Câmara Municipal de Vereadores, até a data de 31 de março de 2021, conforme artigo 11 da Lei Municipal 509/2009.

No detalhe da remuneração do mês de dezembro, é possível comparar e visualizar que a servidora não recebeu essa gratificação no mês e que só faz jus ao pagamento do vencimento base (R$ 7.448,12) + Quinquênio 20% (R$ 971,60) + Decis Judicial Quinq. FUNDEB (R$ 971,60), totalizando o valor de R$ 9.953,34, deduzindo o 1/3 de férias (R$ 2.995,21). Lyedja assumiu a Secretaria de Educação em 1° de janeiro e optou pelo vencimento do cargo efetivo já que o salário de Secretário em Tabira é de R$ 4.600,00.

Outras Notícias

Itapetim realiza 2ª Caminhada das Mulheres e encerra semana de prevenção

A programação da Semana de Prevenção à Violência contra a Mulher em Itapetim foi encerrada na manhã deste domingo (08) com a realização da 2ª Caminhada das Mulheres. A mobilização saiu da Praça Simão Leite e seguiu até o Cruzeiro Mirante, reunindo um grande público feminino. A caminhada contou com a participação da prefeita Aline […]

A programação da Semana de Prevenção à Violência contra a Mulher em Itapetim foi encerrada na manhã deste domingo (08) com a realização da 2ª Caminhada das Mulheres. A mobilização saiu da Praça Simão Leite e seguiu até o Cruzeiro Mirante, reunindo um grande público feminino.

A caminhada contou com a participação da prefeita Aline Karina, da secretária da Mulher, Edilene Machado, e equipe, da presidente do Conselho da Mulher, sargento Edinubia, além de outros secretários e diretores municipais.

A Semana de Prevenção à Violência contra a Mulher foi realizada ao longo de toda a semana pelo Governo Municipal de Itapetim, por meio da Secretaria da Mulher, em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo e com o apoio das demais secretarias e diretorias municipais. A programação incluiu atividades voltadas à conscientização, ao diálogo e à valorização das mulheres, além de ações culturais realizadas durante o período.

A iniciativa também contou com a parceria da Câmara de Vereadores, do Ministério Público, da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Patrulha Maria da Penha, representada pelas sargentos Anita e Francilene.

As atividades foram realizadas dentro da programação relacionada ao Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo, 8 de março, com ações voltadas ao debate sobre a prevenção da violência e à promoção de políticas públicas voltadas às mulheres.

Ex-prefeitos de Calumbi e Santa Terezinha tem contas de 2015 e 2016 aprovadas

A Primeira Câmara do TCE emitiu parecer prévio recomendando às câmaras municipais de Calumbi e Santa Terezinha a aprovação, com ressalvas, das contas de Governo nos exercícios financeiros 2015 e 2016. Como interessados os ex-prefeitos Erivaldo José da Silva, o Joelson, que geriu Calumbi, e Adeilson Lustosa da Silva, o Delson Lustosa, ex-prefeito de Santa […]

A Primeira Câmara do TCE emitiu parecer prévio recomendando às câmaras municipais de Calumbi e Santa Terezinha a aprovação, com ressalvas, das contas de Governo nos exercícios financeiros 2015 e 2016.

Como interessados os ex-prefeitos Erivaldo José da Silva, o Joelson, que geriu Calumbi, e Adeilson Lustosa da Silva, o Delson Lustosa, ex-prefeito de Santa Terezinha. Os processos tiveram a relatoria do conselheiro Ranilson Ramos.

Apesar do julgamento pela regularidade, o relator fez algumas determinações aos atuais gestores dos municípios, a destacar: elaborar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual apresentando conteúdo que atenda aos requisitos exigidos pela Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ainda envidar esforços na melhoria da capacidade de pagamento imediato dos compromissos de curto prazo e atentar para o regular recolhimento das contribuições previdenciárias devidas ao RGPS e RPPS.

Os votos foram aprovados por unanimidade. Representou o Ministério Público de Contas a procuradora Maria Nilda.

Fredson Brito terá maioria oposicionista na Câmara ou vai virar o jogo?

O candidato oposicionista Fredson Brito (Republicanos) conquistou a vitória nas eleições municipais de São José do Egito. No entanto, apesar do triunfo nas urnas para a prefeitura, o cenário político para a governabilidade vai precisar de costura política. A base do candidato derrotado George Borja (PSB), que tem Evandro Valadares, Paulinho Jucá e cia, conseguiu […]

O candidato oposicionista Fredson Brito (Republicanos) conquistou a vitória nas eleições municipais de São José do Egito.

No entanto, apesar do triunfo nas urnas para a prefeitura, o cenário político para a governabilidade vai precisar de costura política.

A base do candidato derrotado George Borja (PSB), que tem Evandro Valadares, Paulinho Jucá e cia, conseguiu eleger a maioria dos vereadores, com oito dos 13 assentos da Câmara Municipal.

A base de apoio de Fredson na Câmara é composta por Aldo da Clipsi, Albérico Tiago, Daniel Siqueira (que já lançou o nome para disputar a presidência da Câmara), Vicente de Vevéi e Damião de Carminha.

Enquanto isso, a oposição ao novo prefeito conta com uma bancada formada por Adeílton de Bráz, Romerinho Dantas, Patrícia de Bacana, Fernanda de Flávio Jucá, Beto de Marreco, Tadeu do Hospital, Luiz de Raimundo e Gerson Sousa.

Com essa configuração, Fredson Brito, que assume a prefeitura em um cenário de divisão política, terá que buscar diálogo e articulação para aprovar projetos e garantir a governabilidade.

Em se tratando de São José do Egito,  não haverá como dizer que essa formatação se mantém até o dia da posse. No bloco dos eleitos,  há quadros que mudaram mais de uma vez de base no curso do mandato, eleitos cuja uma banda da família já apoiou Brito, e partidos que podem ser atraídos para o time governista, como o União Brasil.

Depoimento de Barros expõe entranhas da briga entre Centrão e militares

Congresso em Foco O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão. A posse na semana passada do senador Ciro […]

Congresso em Foco

O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão.

A posse na semana passada do senador Ciro Nogueira (PP-PI) na Casa Civil da Presidência é o ápice dessa disputa, com ampla vitória para o Centrão. Mas há um ponto paralelo onde essa disputa se deu e se dá de forma intensa: o Ministério da Saúde.

Para o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), foi especialmente dentro do ministério que mais se intensificou a briga entre os dois grupos. E Ricardo Barros é o grande pivô dessa disputa.

O atual líder do governo na Câmara foi ministro da Saúde no governo Michel Temer. Em diversos momentos, diante da frenética troca de comando na pasta durante a pandemia de covid-19, seu nome foi cogitado para retornar ao cargo. Na avaliação de Renan Calheiros, Ricardo Barros deixou implantado, porém, ali um grupo sobre o qual tem influência.

Já o grupo militar foi se implantando no ministério a partir do general Eduardo Pazuello. O general entrou no ministério na gestão de Nelson Teich, substituindo João Gabbardo como secretário-executivo.

Na saída de Teich, ficou um tempo como ministro interino até ser efetivado para se tornar o mais subserviente dos ministros da Saúde na gestão Bolsonaro. Aquele que disse: “É simples assim: um manda e o outro obedece”.

A partir de Pazuello, entram na trama militares hoje investigados na CPI, como o ex-número dois de Pazuello no ministério coronel Élcio Franco e o ex-secretário substituto de Logística coronel Marcelo Blanco.

Embora reservadamente os senadores da CPI admitam que Ricardo Barros, por sua experiência como parlamentar, não vá se deixar enredar pelo interrogatório na comissão, seu depoimento é cercado de expectativa pela possibilidade de ajudar a desvendar como se dava essa briga intestina entre os grupos no ministério da Saúde.

O nome de Ricardo Barros veio à tona na CPI no depoimento do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, Luís Ricardo, funcionário do Ministério da Saúde.

Os irmãos Miranda denunciaram que havia uma “pressão anormal” para que se apressasse o processo de aquisição da vacina indiana Covaxin, do laboratório Barath Biotech. Se adquirida, essa vacina seria a primeira a ser comprada não diretamente do laboratório produtor, mas com a ação de um atravessador, a Precisa Medicamentos.

Os irmãos Miranda denunciaram que levaram a situação ao presidente Jair Bolsonaro, falando da pressão e de irregularidades que superfaturavam o preço da vacina. E Bolsonaro nada teria feito de concreto para apurar o caso.

Já no final da sessão na CPI, pressionado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS), Luís Miranda acabou, aos prantos, admitindo que, na conversa com o presidente, o próprio Bolsonaro mencionara um nome por trás dessa pressão para que o contrato fosse fechado. O nome era Ricardo Barros.

Berg Gomes lidera disputa em Carnaíba, diz DataTrends

No levantamento estimulado, Berg lidera com 51%, contra 21% de Ilma. Em votos válidos, 70% contra 30% de Ilma O candidato governista apoiado por Anchieta Patriota, Berg Gomes, lidera a corrida eleitoral pela Prefeitura de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, com 70% dos votos válidos. Os dados são da pesquisa do Instituto DataTrends registrada no […]

No levantamento estimulado, Berg lidera com 51%, contra 21% de Ilma. Em votos válidos, 70% contra 30% de Ilma

O candidato governista apoiado por Anchieta Patriota, Berg Gomes, lidera a corrida eleitoral pela Prefeitura de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, com 70% dos votos válidos.

Os dados são da pesquisa do Instituto DataTrends registrada no TSE sob o número PE-0217/2024 e divulgada neste sábado. A margem de erro é de 4,85% e o grau de confiança de 95%. No total, foram aplicados 400 questionários entre os dias 24 e 25 de julho de 2024.

A candidata de oposição, Ilma Valério, aparece com 30% dos votos válidos. Na espontânea, a vantagem de Berg é de 15 pontos. Berg tem 26% e Ilma 11%, respectivamente. Anchieta Patriota foi citado por 1% dos entrevistados, enquanto 62% não souberam ou não quiseram responder.

No levantamento estimulado, Berg lidera com 51%, contra 21% de Ilma. Brancos e nulos somam 4% e não sabe ou não respondeu, 24%.

Potencial de voto de Berg Gomes – Votaria com certeza (51%), poderia votar (8%), não votaria de jeito nenhum (21%), não conhece o suficiente (8%) e não sabe ou não respondeu (12%).

Potencial de voto de Ilma Valério – Votaria com certeza (20%), poderia votar (12%), não votaria de jeito nenhum (50%), não conhece o suficiente (6%) e não sabe ou não respondeu (12%).

Avaliação da gestão – O governo do prefeito Anchieta Patriota tem 79% de aprovação e 17% de rejeição. Não sabe ou não respondeu, (4%).

POOL DE COMUNICAÇÃO – A Pesquisa DataTrends é divulgada por um pool de blogs composto por Alberes Xavier, Edmar Lyra, Edenevaldo Alves, FalaPE, Blog do Finfa, Giro Mata Norte, Silvinho, Roberto Gonçalves, Pernambuco Urgente, Roberto Almeida, Radar Político 365, Didi Galvão e Bocão.