Lojas de perfumes, tecidos, joias e diversos produtos de varejo passarão por severa fiscalização e contagem de estoques.
A Secretaria da Fazenda de Pernambuco – Sefaz-PE iniciou, hoje (terça-feira/04), mais uma ação de prevenção e combate a sonegação de impostos, à regularização de pendências com o Estado e à prática/garantia da emissão de notas fiscais (Nota Fiscal do Consumidor-NFC-e). A Operação Dia dos Namorados, como é denominada a ação, é direcionada aos principais shoppings centers do estado e grandes centros comerciais.
Neste período, as vendas no comercio são intensificadas e os lojistas estarão recebendo a visita do Fisco: “Nosso objetivo é coibir a prática da sonegação fiscal e garantir a arrecadação dos impostos estaduais, impedindo também a concorrência desleal que finda atrapalhando os empresários do setor varejista”, explica Luiz Rodolfo, diretor de Operações Estratégicas-DOE da SEFAZ-PE.
Durante a Operação Dia dos Namorados, equipes da DOE estarão distribuídas em estabelecimentos comerciais pré-estabelecidos pelos seus próprios auditores, para o cumprimento médio de 80 (oitenta) ordens de serviço para contribuintes do varejo, tecidos e produtos importados.
Durante o trabalho também será realizada a verificação da regularidade de mercadorias, através da contagem de estoque com foco nos segmentos estratégicos como joias e perfumaria, selecionados pela Sefaz-PE, por apresentarem recorrentes problemas no cumprimento das obrigações tributárias.
A defesa de José Amaral ingressou com Agravo Regimental número 0004432-86.2004.815.0371. A alegação era de que teria havido cerceamento de defesa naquele processo, em razão da intimação do advogado dativo de Zé Amaral não ter sido realizado de forma pessoal, conforme as prerrogativas previstas no do artigo 5º, da Lei 1.060/50. Segundo a defesa, a […]
O Desembargador Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho
A defesa de José Amaral ingressou com Agravo Regimental número 0004432-86.2004.815.0371.
A alegação era de que teria havido cerceamento de defesa naquele processo, em razão da intimação do advogado dativo de Zé Amaral não ter sido realizado de forma pessoal, conforme as prerrogativas previstas no do artigo 5º, da Lei 1.060/50.
Segundo a defesa, a intimação teria que ser dessa forma porque Zé Amaral não constituiu advogado naquele processo, sendo nomeado advogado dativo para sua defesa, ou seja, o juiz indicou um advogado para atuar na causa, e este advogado teria direito a essas prerrogativas, devendo todos os atos serem anulados a partir dessa irregularidade.
No entanto, a 4ª Câmara Especializada Frederico Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, presidida pelo desembargador Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho, por unanimidade, negou provimento ao recurso, não decretando a nulidade em razão de não ter sido evidenciado ou demonstrado nenhum prejuízo à defesa do vice-prefeito.
Dessa modo, nada se altera no processo em que Zé Amaral foi condenado em segundo grau, juntamente com outros réus, por receberam, de maneira fraudulenta, pagamentos de dívidas do ex-prefeito de Santa Cruz/PB, Luiz Diniz Sobreira.
FolhaPE As estradas de Pernambuco ainda sofrem as consequências das chuvas ocorridas no fim de semana. Na manhã desta segunda-feira (29), a recomendação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) era de que as pessoas evitassem as rodovias que levam à Zona da Mata Sul. Na Mata Sul, segundo a PRF, uma barreira deslizou em Palmares, mas […]
As estradas de Pernambuco ainda sofrem as consequências das chuvas ocorridas no fim de semana. Na manhã desta segunda-feira (29), a recomendação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) era de que as pessoas evitassem as rodovias que levam à Zona da Mata Sul.
Na Mata Sul, segundo a PRF, uma barreira deslizou em Palmares, mas sem obstruir totalmente a via. Em Ribeirão, a água já baixou, mas ainda há areia na pista, decorrente de deslizamento de barreiras, mas o Departamento Nacional Infraestrutura de Transportes (DNIT) já providencia a limpeza da via. No quilômetro 152, a pista já não está mais com água.
Ainda há pontos de alagamento na BR 232 nos quilômetros 112, em Bezerros, 119 e 120 em Caruaru, segundo a PRF. A BR 104 não possui registro de interdição. O Batalhão da Policia Rodoviária informou sobre um alagamento que está interrompendo o trânsito nas rodovias estaduais e dificultando a passagem de carros grandes: PE- 60, PE – 46 ,PE – 73, PE- 96 e PE – 120.
Capital: no Recife, apesar da água, a Companhia de Trânsito e Transporte (CTTU) informou que o trânsito está fluindo bem, sem grandes atrasos, somente um pouco mais lento na avenida Mascarenhas de Morais, próximo ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, localizada no bairro da Imbiribeira, e na avenida Dois Rios.
Por Heitor Scalambrini* A reestruturação do setor elétrico brasileiro completará 27 anos em 2022. Teve início em 1995 com a lei no 8987 de 13 de fevereiro, que tratou do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. Um dos objetivos desta reforma, como diziam na época, era a criação de um mercado competitivo, […]
A reestruturação do setor elétrico brasileiro completará 27 anos em 2022. Teve início em 1995 com a lei no 8987 de 13 de fevereiro, que tratou do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.
Um dos objetivos desta reforma, como diziam na época, era a criação de um mercado competitivo, através de investimentos privados, que resultaria no aumento da eficiência dos serviços elétricos oferecidos à população, e a diminuição do preço da energia para o consumidor.
Promessa enganosa, mentirosa, pois hoje pagamos, segundo a Agência Internacional de Energia, a terceira maior tarifa de energia elétrica do mundo, e os serviços prestados são de qualidade questionável.
Hoje é evidente uma deterioração dos serviços elétricos prestados por falta de gestão, planejamento, investimentos e de organização. O que tem resultado nos preços das tarifas, pago principalmente pelo consumidor cativo (pequeno e médio consumidor industrial e residencial e serviços públicos), literalmente nas nuvens. O espírito da privatização e do neoliberalismo dos anos de 1990 foi mantido inteiramente, com suas mentirosas e enganosas justificativas de sempre.
Segundo os “especialistas (?)”, transvestidos de lobistas, aqueles mesmos que, ora estão no balcão da iniciativa privada, ora no balcão do setor público; o que impactam nas tarifas para o consumidor são: os impostos, subsídios, cobrança de outorgas em licitações, não autorização e demora de liberação para os empreendimentos energéticos, entre outros pontos. Lembrando também as acusações recorrentes feitas a São Pedro, pela falta de chuvas. Todavia tais posições devem ser refutadas, pois geralmente defendem seus próprios interesses, e de seus “patrões”, agindo como lobistas, e contra o interesse da grande maioria da população. Não vão ao ponto central da questão, obviamente.
E o ponto central são os contratos de concessão realizados na privatização. Tais contratos têm pontos extremamente favoráveis às empresas, ao concessionário, pois transferem à população todos os riscos do negócio, criando uma situação excepcional e de privilégios para as concessionárias que deveriam prestar o serviço com continuidade, qualidade e modicidade tarifária, por sua própria conta e risco.
Mas porque as distribuidoras ganham tanto dinheiro, cobrando tarifas que fogem da realidade econômica do país? Se tem dúvida, nobre leitor, veja os balancetes anuais das empresas. Cito como exemplo o grupo Neoenergia, cujo lucro líquido em 2020 foi de 2,8 bilhões de reais. A Companhia Energética de Pernambuco-Celpe, uma de suas distribuidoras, teve crescimentos de lucro líquido extraordinários. Saltou em 2018, 98,4% em relação a 2017, 62% em relação a 2019, e 20% a mais em 2020.
A resposta a esta enorme transferência de recursos para as empresas está nos contratos draconianos de privatização (contratos de concessão), reconhecidos como “juridicamente perfeitos”, garantindo que não haja a diminuição de lucros das empresas.
A noção de equilíbrio econômico-financeiro, introduzida nos contratos, funciona como mecanismo de proteção ao capital (estrangeiro) investido no setor elétrico, garantindo que tais investimentos sejam sempre muito bem remunerados. Criando no setor elétrico o “capitalismo sem risco”.
Na prática os aumentos nas tarifas das concessionárias, concedidos pela ANEEL, está previsto na lei. As distribuidoras serão ressarcidas desde que ocorra qualquer interferência que afete os preços da energia por elas adquirida. Até interferências divinas são levadas em conta. Assim é o consumidor que sempre paga, via aumento das tarifas, subsidiando a saúde financeira das empresas, e seus ganhos estratosféricos.
Os conhecidos defensores do processo de privatização, se confundem com os mesmos que querem taxar o Sol, instalar novas usinas nucleares, instalar mais e mais termelétricas a combustíveis fósseis, em nome da diversificação da matriz elétrica e da segurança energética. Escondem da população seus reais interesses, que não tem nada a ver com uma política energética sustentável, justa, democrática e de interesse nacional.
Estes mesmos “vendilhões da Pátria” propagavam (propagam) aos “quatro cantos” que com a privatização das empresas estatais, inclusive da Eletrobrás, haveria redução das tarifas e melhoria dos serviços prestados à população. E que os Estados assim poderiam (poderão) investir mais e mais nas áreas sociais, como educação e saúde, deixando para o capital privado a tarefa de ampliar e melhorar o setor. Quem não se lembra deste discurso tão presente? Quem ainda acredita neste blá, blá, blá?
Então, como únicas alternativas aos consumidores restam duas saídas. Reclamar ao Bispo de Itu, ou como cidadãos conscientes, se insurgir contra mais este descalabro que avilta seus interesses e os interesses nacionais (tudo “legal” e com a conivência dos governos).
Que não reste dúvidas. Foi a maracutaia do famigerado equilíbrio econômico-financeiro, introduzida sob encomenda nos contratos de privatização, é quem garante que as distribuidoras sempre ganhem (muito) às custas do consumidor.
Daí a necessidade de reverter esta situação com a modificação destes contratos draconianos.
A consequência desta desastrada e nefasta política no setor elétrico penaliza perversamente os consumidores que estão pagando uma conta abusiva para altos lucros de poucos, em detrimentos do prejuízo de muitos. Revisão já dos contratos de privatização das distribuidoras de energia elétrica. O resto são churumelas.
*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
Presidente da Casa convocou eleição da Mesa Diretora para o dia 27 A Câmara de Vereadores de Solidão, no Sertão de Pernambuco, voltou do recesso, e teve sua primeira reunião ordinária na última quinta-feira (20). A sessão contou com a presença de oito dos nove vereadores, faltando apenas Edileuza Godê. A informação é do Blog […]
Presidente da Casa convocou eleição da Mesa Diretora para o dia 27
A Câmara de Vereadores de Solidão, no Sertão de Pernambuco, voltou do recesso, e teve sua primeira reunião ordinária na última quinta-feira (20). A sessão contou com a presença de oito dos nove vereadores, faltando apenas Edileuza Godê. A informação é do Blog do Veras.
A presidente da Casa, vereadora Adriana de Lima, abriu a sessão que foi marcada por vários requerimentos cobrando da gestão Djalma Alves a colocação de vários quebra-molas em pontos estratégicos da cidade, e outros requerimentos pedindo as denominações de ruas que se encontra sem nomes.
A presidente da Câmara convocou a eleição para escolha dos membros da nova Mesa Diretora da Casa, que irá acontecer na sessão da próxima quinta-feira, dia 27, às 19 horas.
Um acordo fechado entre os parlamentares, à candidata será a atual presidente Adriana de Lima, que irá disputar a reeleição em chapa única. A presidente admitiu que outra chapa na pode entrar na disputa, mas até agora ninguém tinha se manifestado.
Foto: Beto Dantas/ Portal de Prefeitura Gestora municipal disse, em entrevista, que a cidade precisa de mais de 200 profissionais da área da Educação. Em entrevista ao Portal de Prefeitura, no mês de dezembro, a prefeita reeleita da cidade de Camaragibe, Doutora Nadegi Queiroz disse que a cidade da Região Metropolitana do Recife precisa de […]
Gestora municipal disse, em entrevista, que a cidade precisa de mais de 200 profissionais da área da Educação.
Em entrevista ao Portal de Prefeitura, no mês de dezembro, a prefeita reeleita da cidade de Camaragibe, Doutora Nadegi Queiroz disse que a cidade da Região Metropolitana do Recife precisa de concurso público para professores. Segundo a gestora municipal, a expectativa da realização das provas é no segundo semestre de 2021.
Nadegi fez questão de pontuar que a cidade precisa de mais de 200 profissionais da área da Educação e que a realização do concurso é fundamental para acabar com problemáticas que a cidade passou durante o ano de 2020.
“Eu não tenho dúvidas que precisamos de concursos públicos, seja para professor, para guarda municipal, para agente de saúde, para médicos. Precisamos realizar. Quando realizamos as provas, você encerra a problemática de promover a seleção pública. Concurso público é fundamental”, afirmou Nadegi.
Durante a conversa com o radialista e jornalista Rodolfo Kosta, a gestora reeleita explicou a situação da suspensão de contratos dos professores da rede municipal. A ideia de Nadegi é recontratar todos os profissionais quando a crise sanitária da pandemia do novo coronavírus passar.
Prefeita antecipou que além da necessidade de professores, precisa ao menos, de 50 guardas municipais para a cidade. Entre agentes de saúde cogita uma demanda de 30 a 40 ou no máximo 50 servidores.
Médica ginecologista, Nadegi assumiu o cargo de gestora municipal em 2019 e exonerou quase todos os cargos e secretarias na antiga gestão de Meira. Montando sua própria equipe e se afastando de uma vez do ex-prefeito, Nadegi foi em buscas de alianças para seguir no comando do município.
Doutora Nadegi foi reeleita prefeita da cidade de Camaragibe no dia 15 de novembro deixando para trás o seus principais oponentes: Jorge Alexandre (Solidariedade) e Beto Accioly (PP). A cidade do Grande Recife elegeu a primeira mulher a conquistar o cargo de gestor do poder executivo municipal.
A cidade de Camaragibe é sexto município mais populoso da Região Metropolitana, ficando atrás do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e Cabo de Santo Agostinho.
O município surgiu dos antigos engenhos como o Camaragibe, criando em 1549 e considerado um dos mais prósperos da região até a invasão Holandesa. De acordo com o ultimo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município possuía uma população de 151.587 habitantes, espalhados em uma área de 51,257 km².
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