Sebastião Oliveira e prefeito Joelson anunciam construção de creche em Calumbi
Por André Luis
O município de Calumbi terá uma nova creche após a assinatura de convênio com o Governo do Estado, oficializado na terça-feira (9). O investimento será de R$ 7,4 milhões, destinados à construção da unidade, que contará com dez salas.
Além disso, a cidade receberá R$ 990 mil provenientes de emenda parlamentar do deputado federal Waldemar Oliveira.
O presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira, destacou a importância do projeto:
“É mais uma grande conquista para a população de Calumbi. Uma das prioridades do Governo do Estado tem sido a área da educação. Trata-se de um antigo pleito das mães calumbienses que a governadora Raquel Lyra teve a sensibilidade de atender. A creche possibilitará um futuro com mais oportunidades para diversas famílias sertanejas.”
O prefeito Joelson também comentou a iniciativa:
“A cidade aguardava ansiosa por este momento. Já assinamos eletronicamente o convênio. Calumbi agradece a realização desse sonho à governadora Raquel Lyra e ao empenho de Sebastião e Waldemar Oliveira.”
Serão beneficiados cerca de 750 artistas, grupos e agremiações integrantes da cadeia da cultura do Estado, que estão impedidos de trabalhar por conta da pandemia da Covid-19 O governador de Paulo Câmara sancionou, nesta sexta-feira (18), a Lei do Auxílio Emergencial do Ciclo Carnavalesco 2022, que concede apoio financeiro aos artistas e grupos culturais que […]
Serão beneficiados cerca de 750 artistas, grupos e agremiações integrantes da cadeia da cultura do Estado, que estão impedidos de trabalhar por conta da pandemia da Covid-19
O governador de Paulo Câmara sancionou, nesta sexta-feira (18), a Lei do Auxílio Emergencial do Ciclo Carnavalesco 2022, que concede apoio financeiro aos artistas e grupos culturais que se apresentaram nos últimos três carnavais no Estado e ficaram impedidos de promover suas atividades por conta da pandemia da Covid-19.
A iniciativa foi viabilizada por meio da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria de Turismo e Lazer e pela Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). O edital será lançado neste sábado (19.02), nos sites www.cultura.pe.gov.br e www.empetur.pe.gov.br.
“Infelizmente, a maior festa popular de Pernambuco não vai acontecer novamente este ano. Mas a gente não pode deixar, de maneira nenhuma, de prestigiar a nossa cultura e os nossos artistas, que têm nos ajudado tanto neste período de pandemia com mensagens de esperança e respeito à ciência. Estão sendo disponibilizados mais de R$ 6 milhões do orçamento do Estado, alcançando um público de 750 artistas e garantindo um cachê que eles possam utilizar para o seu sustento, sua cultura e sua arte”, afirmou Paulo Câmara.
Para ter acesso ao benefício, o artista, grupo ou agremiação precisará fazer a inscrição online na plataforma Prosas, pelo site www.prosas.com.br, e preencher as informações solicitadas no formulário.
Para facilitar o acesso ao benefício não serão exigidas certidões negativas, apenas documentação formal (RG, CPF e contrato social ou documentação equivalente para os casos de grupos ou agremiações). No caso dos grupos culturais, será necessário que quatro integrantes autorizem a inscrição, sinalizando quantos profissionais serão beneficiados com o auxílio.
“Esse gesto importante é a materialização de uma proteção da diversidade cultural pernambucana. É um esforço conjugado de toda a máquina pública, de todo o governo, para diminuir o impacto da pandemia na cadeia de valor da cultura”, pontuou o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto.
As inscrições serão divididas nas categorias Cultura Popular e Dança e Música. Entre os contemplados estão segmentos do afoxé, blocos líricos, bois, caboclinhos, cavalos marinhos, cirandas, clubes de alegorias, grupos de coco, escolas de samba, maracatus, orquestras de frevo, tribos, troças, ursos, entre outros ligados à cultura popular, além de artistas e grupos que trabalham com MPB, samba, pagode, brega e pop regional.
Os valores definidos para cada beneficiado equivalem a 80% do último cachê pago pela Fundarpe/Empetur, tendo um piso de R$ 3 mil e um teto de R$ 30 mil.
Os pagamentos serão realizados logo após a divulgação do resultado final, em parcela única e sem a necessidade de apresentação ou contrapartida, até a primeira quinzena de abril.
“Esse auxílio Emergencial do Carnaval é muito bem vindo. Já são dois anos sem participar de festejos, o que é muito desgastante. Mas esse empenho do governador vem em uma boa hora e só podemos agradecer”, comemorou o cantor e compositor Jota Michiles.
Também participaram da cerimônia de sanção os secretários estaduais José Neto (Casa Civil), Rodrigo Novaes (Turismo e Lazer) e Alexandre Gabriel (Assessoria Especial); o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto; os deputados estaduais Fabrízio Ferraz, Simone Santana e Henrique Queiroz Filho; além de diversos artistas de Pernambuco.
A governadora Raquel Lyra sancionou, na noite desta quinta-feira (4), a lei que autoriza o Executivo pernambucano a contratar empréstimos de até R$ 3,4 bilhões com bancos nacionais e internacionais. A proposta foi aprovada em dois turnos na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) na última quarta-feira (3). Com a sanção da norma, o Estado poderá […]
A governadora Raquel Lyra sancionou, na noite desta quinta-feira (4), a lei que autoriza o Executivo pernambucano a contratar empréstimos de até R$ 3,4 bilhões com bancos nacionais e internacionais. A proposta foi aprovada em dois turnos na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) na última quarta-feira (3).
Com a sanção da norma, o Estado poderá incrementar significativamente investimentos em áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura, por exemplo. Devido à queda da principal fonte de arrecadação do Estado, o ICMS, e do desequilíbrio nas finanças herdado da gestão anterior – um déficit primário de R$ 567 milhões e um orçamento menor em pelo menos R$ 7 bilhões -, os empréstimos possibilitarão reforçar o orçamento público e realizar obras e ações.
“Com esse dinheiro vamos conseguir chegar na ponta, garantindo mais estradas, segurança, água, saneamento para quem vive na cidade e na zona rural, e com isso começar a mudar Pernambuco de verdade. Nós estamos trabalhando incansavelmente para trazer mais qualidade de vida para a nossa gente”, afirmou Raquel Lyra.
A governadora foi à Alepe no último mês de abril para entregar o projeto de lei aos deputados estaduais pernambucanos. No texto, a chefe do Executivo estadual apresentou aos parlamentares sua ideia de contratar um empréstimo de até 90 milhões de dólares junto ao Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) para o Projeto de Saneamento Rural de Pernambuco (PROSAR-PE), e outro de até 200 milhões de dólares visando investimentos no programa Juntos Pela Segurança. A recuperação das estradas que cortam o Estado também foi citada como prioridade dentro do projeto.
Após o governo de Michel Temer (PMDB) fechar cerca de 400 unidades do Farmácia Popular, com a promessa de manter a distribuição de medicamentos gratuitos em instituições privadas, o programa, agora, corre risco de acabar de uma vez por todas, com novas mudanças propostas. Hoje, o projeto tem uma rede credenciada de 30 mil estabelecimentos […]
Após o governo de Michel Temer (PMDB) fechar cerca de 400 unidades do Farmácia Popular, com a promessa de manter a distribuição de medicamentos gratuitos em instituições privadas, o programa, agora, corre risco de acabar de uma vez por todas, com novas mudanças propostas.
Hoje, o projeto tem uma rede credenciada de 30 mil estabelecimentos que ofertam, de graça ou com até 90% de desconto, remédios para as doenças mais comuns entre os brasileiros.
Para o criador do programa e líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), o fim do Farmácia Popular seria uma sentença de morte para milhares de pessoas.
“O programa garante à população acesso a remédios essenciais quem têm doenças como diabetes e hipertensão. Negar esses medicamentos ao povo é, praticamente, declarar uma sentença de morte a milhões de brasileiros que não têm condições de custear um tratamento”, afirmou.
O Farmácia Popular foi criado em 2004, no primeiro governo Lula, e beneficia cerca 9,87 milhões de pessoas no País. Medicamentos contra a hipertensão, o diabetes e a asma representam perto de 90% da demanda total do programa que, segundo dados do Ministério da Saúde, cobre 80% do País.
O governo estuda uma nova fórmula de calcular o preço dos medicamentos oferecidos pelo programa, com base no valor de atacado e nos custos de aquisição e distribuição dos produtos. Representantes do setor farmacêutico e sanitaristas acreditam que as alterações devem inviabilizar o programa.
Segundo Humberto, ao contrário do que promete o ministro da Saúde, os cortes no programa não barateiam o sistema.
“A conta deve ser inversa. Sem acesso aos medicamentos de uso diário, as pessoas vão acabar demandando muito mais do SUS com internações, por exemplo. O que a gente vê é um completo descaso com a população e um jogo feito para atender interesses privados específicos. É inadmissível que o governo Temer acabe com um dos programas mais bem avaliados do Ministério da Saúde”, disse o senador.
O presidente Jair Bolsonaro se mantém como o presidente com a pior avaliação da série do Datafolha, desde Fernando Collor de Mello, em 1990. Segundo pesquisa mais recente do instituto, divulgada nesta segunda-feira (8), na Folha de S.Paulo, 33% da população considera Bolsonaro um presidente ruim ou péssimo, 31% regular e 33% bom ou ótimo. Em […]
O presidente Jair Bolsonaro se mantém como o presidente com a pior avaliação da série do Datafolha, desde Fernando Collor de Mello, em 1990. Segundo pesquisa mais recente do instituto, divulgada nesta segunda-feira (8), na Folha de S.Paulo, 33% da população considera Bolsonaro um presidente ruim ou péssimo, 31% regular e 33% bom ou ótimo.
Em comparação ao levantamento feito há cerca de três meses, houve variações mínimas, no sentido de queda de apoio ao presidente, mas o cenário aponta para um país rachado em três.
A pesquisa Datafolha foi realizada entre 4 e 5 de julho com 2.860 pessoas em 130 cidades de todo o país. Todas elas com mais de 16 anos. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
A reprovação do presidente cresceu em todas as regiões do país. De abril até agora, passou: de 39% para 41% no Nordeste; de 30% para 34% no Sudeste; de 22% para 27% nas regiões Centro-Oeste e Norte e de 22% para 25% no Sul, região que segue como bastião bolsonarista (a aprovação do presidente nos três estados que formam o Sul do país está em 42%).
O instituto de pesquisa também perguntou sobre a avaliação do governo Bolsonaro (não apenas da figura do presidente). E as respostas também mostram queda na avaliação. O contingente que considera o governo ótimo ou bom caiu de 59% para 51% desde abril. Entre aqueles que consideram a gestão regular, a margem subiu de 16% para 21%, e os que consideram a gestão ruim ou péssima a proporção variou de 23% para 24%.
Sobre a percepção das realizações do presidente, para 61%, Bolsonaro fez menos do que o esperado. Já 22% consideram que o presidente fez o que era previsível e 12% disseram que Bolsonaro superou a expectativa. Segundo o Datafolha, há três meses os dados eram semelhantes.
Também foi perguntado se Bolsonaro se comporta como um presidente. Caiu de 27% para 22% os que responderam afirmativamente e passou de 23% para 25% os que não acham que Bolsonaro se comporta como um presidente. Também variou de 27% para 28% o grupo que considera que ele segue a liturgia do cargo na maioria das vezes, e de 20% para 21% os que reprovam sua postura no Planalto.
Apoio continua forte entre eleitorado
A Folha avalia que o perfil de quem aprova o presidente segue as linhas divisórias do eleitorado. Bolsonaro tem mais apoio entre os brancos (42%), seguido pelos pardos (31%) e negros (25%). Ele também é melhor avaliado entre os homens (38%, ante 29% de mulheres).
O apoio a ele cresceu, inclusive, entre seus eleitores. Em abril, 54% deles o consideravam ótimo ou bom para o cargo, proporção que passou para 60% na pesquisa mais recente. Na contramão, caiu de 33% para 29% o grupo de eleitores seus que consideram seu papel de presidente regular, mas se manteve em 9% os eleitores que votaram em Bolsonaro no 2º turno insatisfeitos (ruim/péssimo) com seu papel no Planalto.
A reunião do diretório estadual do PT, inicialmente agendada para o próximo dia sábado (6), foi remarcada para o dia 14 de dezembro. “Marcamos a reunião sem reparar que era um feriadão”, disse a deputada estadual e presidente estadual do PT, Teresa Leitão. A petista se referiu ao dia 8 de dezembro, feriado de Nossa […]
A reunião do diretório estadual do PT, inicialmente agendada para o próximo dia sábado (6), foi remarcada para o dia 14 de dezembro. “Marcamos a reunião sem reparar que era um feriadão”, disse a deputada estadual e presidente estadual do PT, Teresa Leitão. A petista se referiu ao dia 8 de dezembro, feriado de Nossa Senhora da Conceição, um dos mais tradicionais do Estado.
O objetivo do PT em remarcar a reunião foi evitar que o encontro fosse esvaziado. Ao se darem conta da data, os dirigentes então começaram a contatar integrantes de todas as chapas do partido para ver se haveria quórum suficiente para o evento. Após algumas consultas, chegou-se à conclusão que o melhor seria adiar a reunião e remarcá-la para o fim de semana seguinte.
Até o final da tarde desta terça-feira (02), nem todas as chapas haviam sido consultadas. No entanto, o levantamento feito pelos dirigentes foi suficiente para definir o adiamento. As principais pautas do diretório já estão definidas. “Devemos aprofundar a avaliação das eleições e os desafios do PT para o próximo período”, destacou Teresa Leitão.
Recentemente, alguns petistas pernambucanos estiveram no encontro do diretório nacional do PT realizado em Fortaleza. O encontro, que ocorreu sexta e sábado passados, teve a participação da presidente Dilma Rousseff. Os dirigentes locais fizeram uma reunião à parte com os colegas de partido do Nordeste para debater a participação dos filiados da região no segundo mandato de Dilma. Esse tema de voltar à tona no encontro do diretório estadual.
Para o vice-presidente do PT estadual, Bruno Ribeiro, o assunto é de grande importância. “Essa é uma boa bandeira. O Nordeste tem que ser construtor das políticas de governo e não apenas beneficiário. Há um anseio pela ampliação (da participação nordestina”, destacou o dirigente.
Você precisa fazer login para comentar.