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SDS pune PMs que desviaram quase R$ 500 mil de combustíveis

Por Nill Júnior
Esquema usava créditos do cartão Ticket Card e desviava dinheiro do abastecimento de viaturas

Coronel  e capitão eram lotados no Batalhão de Salgueiro

Dois policiais militares, entre eles um coronel, acusados de participação num grande esquema de desvio de combustíveis em Pernambuco, foram punidos pela Secretaria de Defesa Social (SDS). Segundo as investigações, quase R$ 500 mil teriam sido desviados entre os anos de 2004 e 2007.

O coronel Dilson Silva e Meira e o capitão Marcos Aurélio da Silva Fausto, que eram lotados no 8º Batalhão da Polícia Militar (município de Salgueiro), estariam entre os líderes do esquema, que utilizava créditos do cartão Ticket Card para desviar o dinheiro que deveria ser destinado para o abastecimento de combustíveis nas viaturas.

Após investigação, a Corregedoria Geral da SDS decidiu que os policiais deveriam ser punidos com a perda das patentes. A decisão, assinada pelo secretário Antônio de Pádua, foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (19).

Além de processo administrativo, os policiais respondem criminalmente. O coronel, o capitão e outros quatro PMs são réus pelo crime de peculato (desvio de dinheiro público) há dez anos. O processo segue em tramitação na Vara de Justiça Militar, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Outras Notícias

Trânsito 2 : São José do Egito volta a encabeçar triste estatística de acidentes no Pajeú

No Debate desta sexta na Rádio Pajeú, a cidade de São José do Egito voltou a figurar negativamente no ranking dos municípios que mais registram acidentes, principalmente com motos, segundo a representante do Comitê de Prevenção de Acidentes da X Geres, Janaína Sá. “Quando municipalizou o trânsito, nos primeiros meses São José do Egito teve […]

201108180808371313667037No Debate desta sexta na Rádio Pajeú, a cidade de São José do Egito voltou a figurar negativamente no ranking dos municípios que mais registram acidentes, principalmente com motos, segundo a representante do Comitê de Prevenção de Acidentes da X Geres, Janaína Sá.

“Quando municipalizou o trânsito, nos primeiros meses São José do Egito teve queda brusca no número de acidentes e melhorou sua posição. Hoje, infelizmente na área da X Geres, voltou a liderar o ranking de acidentes, seguida de Tabira e Afogados da Ingazeira”.

Segundo ela, a Operação Lei Seca deverá voltar a atuar na região em outubro deste ano. Janaína alega que a periodicidade não é maior porque há muitas solicitações para a vinda da equipe às cidades.

Segundo a Capitã Mireli, o caso de São José do Egito é a prova de que a municipalização por si não resolve o problema. “No início transcorreu tudo bem, mas agora estamos tendo problemas para reduzir os índices de acidentes de trânsito”, revelou.

Ficou claro que por questões ligadas principalmente a efetivo, em cidades como São José, o suporte de equipes municipais de trânsito é essencial para fiscalização  e redução de acidentes. Em linhas gerais, a reclamação de quem tem monitorado o problema é de que a fiscalização na cidade afrouxou por parte da Secretaria que cuida do trânsito.

Zeca Cavalcanti apresenta seu primeiro projeto na Câmara: concede desconto progressivo para planos de saúde

O deputado Federal Zeca Cavalcanti (PTB-PE) apresentou o projeto de Lei (PL 176/2015) que concede desconto progressivo nas mensalidades para o usuário do plano de saúde que utiliza com pouca frequência os serviços contratados da saúde suplementar. “O contratante do serviço de saúde ganha um estímulo a mais por levar uma vida saudável. Nosso interesse […]

Dep Zeca Cavalcanti PTB-PEO deputado Federal Zeca Cavalcanti (PTB-PE) apresentou o projeto de Lei (PL 176/2015) que concede desconto progressivo nas mensalidades para o usuário do plano de saúde que utiliza com pouca frequência os serviços contratados da saúde suplementar.

“O contratante do serviço de saúde ganha um estímulo a mais por levar uma vida saudável. Nosso interesse é que o cidadão procure hábitos saudáveis e preventivos em seu dia a dia, como a boa alimentação e a prática de exercício. A partir daí, certamente, utilizará com menos frequência os serviços médicos e poderá ser recompensado financeiramente por sua pouca utilização do Plano de Saúde”, explica o parlamentar que também é médico.

Ao apresentar a proposta, Zeca Cavalcanti lembrou de recente entrevista do médico Drauzio Varela, que ressaltou a existência de programas de incentivos financeiros no exterior, para empregados de empresas deixarem de fumar. A proposta do parlamentar altera a Lei que regulamenta a Saúde Suplementar (Lei nº 9.656/98) e determina que a Agência Nacional de Saúde (ANS) normatize essa proposta de Lei.

De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), atualmente, o setor de plano de saúde conta com 1.433 operadoras com 50,5 milhões de consumidores em plano de assistência médica e 21,3 milhões de planos exclusivamente odontológicos.

Hoje são com quatro leis de fundamental importância para os contratantes dos planos de saúde: o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90); a lei que regulamenta a Saúde Suplementar (Lei nº 9.656/98); a criação da Agencia Nacional de Saúde (Lei 9961/00) e o Estatuto do Idoso que proíbe valores diferenciados, em razão da idade, aos beneficiários do plano de saúde (Lei 10.741/03).

Cervejaria com sangue sertanejo lança marca em Recife

A Cervejaria Alfaia, nascida na raiz da cultura pernambucana e encravada no Sertão do Estado, no município de Ingazeira, vai lançar hoje a noite em Recife dois rotulos: a German Lager e Red Ale. A Lager é um tipo de cerveja fermentada e armazenada em baixas temperaturas. Já a Ale é um tipo de cerveja produzida a […]

Diogo Carvalho, ingazeirense responsável pelo projeto

A Cervejaria Alfaia, nascida na raiz da cultura pernambucana e encravada no Sertão do Estado, no município de Ingazeira, vai lançar hoje a noite em Recife dois rotulos: a German Lager e Red Ale.

A Lager é um tipo de cerveja fermentada e armazenada em baixas temperaturas. Já a Ale é um tipo de cerveja produzida a partir de cevada maltada usando uma levedura que trabalha melhor em temperaturas mais elevadas, proporcionando  um sabor frutado.

O lançamento é nessa sexta (12) às 18h no Mafuá do Januário, R. Cap. Zuzinha, 184 – Boa Viagem, Recife.

Produzida em Parceria com a cervejaria Navegantes, terá em breve uma unidade de fabricação na Ingazeira. O projeto é assinado por Diogo Carvalho, Engenheiro Químico, formado pela UFPE e natural da cidade.

Quando concluída, a planta da Ingazeira deve empregar cerca de 20 famílias, diretamente e mais algumas, indiretamente.”A previsão de início na Ingazeira é  para o segundo semestre de 2020. A capacidade de produção no Recife é de 18 mil litros por ano. Na Ingazeira teremos cerca de 40 mil litros por ano”, diz Diogo.

Logo logo a marca chegará ao Pajeú. “Amanhã faremos ainda um evento em Candeias, no Cosmopolitan. Já na próxima semana, na Festa Universitária de São José do Egito, teremos os dois chopes, como chegada definitiva da cerveja no sertão”, comemora.

A comercialização em garrafas será iniciada no dia 30 de agosto. Ela poderá ser comprada em bares, supermercados e conveniências da capital e no Sertão do Pajeú.

Morre a atriz Aracy Balabanian, aos 83 anos, no Rio de Janeiro

A atriz Aracy Balabanian morreu, na manhã desta segunda-feira (7), aos 83 anos. Diagnosticada com câncer no pulmão, ela estava internada em uma clínica na Zona Sul do Rio de Janeiro.  A atriz estreou na televisão em 1972, com a novela O primeiro amor. Nascida em fevereiro de 1940 e filha de imigrantes armênios, ela […]

A atriz Aracy Balabanian morreu, na manhã desta segunda-feira (7), aos 83 anos. Diagnosticada com câncer no pulmão, ela estava internada em uma clínica na Zona Sul do Rio de Janeiro. 

A atriz estreou na televisão em 1972, com a novela O primeiro amor. Nascida em fevereiro de 1940 e filha de imigrantes armênios, ela costumava contar que seu início de carreira foi “uma tourada”. O pai não aceitava a escolha da filha que, aos 12 anos, depois de ver um espetáculo com a companhia Maria Della Costa, ficou emocionada e decidiu tornar-se atriz. Ela dizia que começou a fazer televisão em uma época em que não era “bonito” nem bem-visto aparecer na telinha.

Os primeiros papéis vieram nos anos 1970. No infantil Vila sésamo, em 1973, ela viveu Gabriela e no ano seguinte, foi protagonista da novela Corrida do ouro. Em 1975, fez sucesso em Bravo!. Elas por elas (1982), Guerra dos sexos (1983), Transas e caretas (1984), Ti ti ti (1985), Que rei sou eu (1989) e Rainha da sucata (1990) são algumas as novelas de sucesso feitas por Aracy Balabanian.  

Em A próxima vítima (1995), Aracy deu vida a Filomena, uma mulher poderosa, que controlava os negócios de uma família rica e era especialista em manipular todos aos seu redor. Em 2012, ela viveu uma avó em Cheias de charme, em 2018, fez um de seus últimos papéis com uma participação especial em Malhação. 

Em 1996, Aracy Balabanian entrou para o elenco de Sai de baixo com a personagem Cassandra. Em entrevista no Conversa com Bial, ela contou que teve muita dificuldade em fazer o papel e chegou a pedir a Daniel Filho para deixar o programa porque não conseguia parar de rir dos improvisos de Miguel Falabella e Tom Cavalcante. 

Aracy nasceu em Campo Grande (MS), mas mudou-se para São Paulo aos 15 anos, com a família. Aos 18 anos, passou vestibular para Ciências Sociais na Universidade de São Paulo e para a Escola de Arte Dramática de São Paulo. Acabou por abandonar o curso de sociologia para se dedicar ao palco. A estreia como atriz foi no teatro. Ainda menina, ela fez parte do Teatro Paulista do Estudante e, mais tarde, participaria de espetáculos do Teatro Brasileiro de Comédia. 

Aliados de Dilma no Senado dizem não ter como barrar Impeachment

Congressistas leais ao governo informaram a auxiliares de Dilma Rousseff que já se formou no Senado uma maioria pró-impeachment. Significa dizer que, se os deputados autorizarem a instauração de processo contra a presidente, é improvável que os senadores revertam a decisão. Assim, a batalha que o Planalto trava na Câmara deixou de ser apenas uma […]

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Congressistas leais ao governo informaram a auxiliares de Dilma Rousseff que já se formou no Senado uma maioria pró-impeachment. Significa dizer que, se os deputados autorizarem a instauração de processo contra a presidente, é improvável que os senadores revertam a decisão. Assim, a batalha que o Planalto trava na Câmara deixou de ser apenas uma prioridade. Ganhou ares de tudo ou nada. A informação é do blogueiro Josias de Souza.

Ao definir o rito do impeachment, o STF vitaminou os poderes dos senadores. Ficou estabelecido que a Câmara autoriza a abertura do processo. Mas apenas o Senado tem poderes para afastar a presidente temporariamente do cargo antes de julgá-la. Por maioria simples (metade dos votos mais um), os senadores podem aceitar ou rejeitar a denúncia. Se confirmarem a decisão da Câmara, a presidente terá de se afastar do cargo por até seis meses, prazo em que será julgada.

É consensual entre os congressistas —e mesmo entre os operadores de Dilma— a avaliação de que, uma vez acomodado na poltrona de presidente, o vice Michel Temer não terá de devolver o assento à titular. Nessa hipótese, Dilma frequentará o noticiário como um impedimento esperando para acontecer.

A lealdade do presidente do Senado, Renan Calheiros, ainda que sobreviva, terá pouca serventia para o governo. Manda a Constituição que Dilma seja julgada em sessões comandadas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. Para que seu afastamento seja sacramentado, são necessários os votos de pelo menos 54 dos 81 senadores.

A semana não começa bem para Dilma. Nesta segunda-feira, vai a voto na comissão especial da Câmara o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao impeachment. Num colegiado de 65 deputados, bastam 33 votos para que a peça seja aprovada. O Planalto tem pouca esperança de prevalecer nesse estágio. Já desloca suas energias para o plenário da Câmara.

Eduardo Cunha, o presidente-réu da Câmara, marcou para sexta-feira (15) o início da discussão do impeachment no plenário. Se tudo correr como o algoz de Dilma planejou, a votação ocorrerá no domingo (17) —dia em que, sem expediente no trabalho, a oposição extraparlamentar e a claque do PT nos movimentos sociais podem trocar a folga pelo expediente cívico defronte do Congresso.

Enquanto Dilma finge que faz e acontece no Planalto, Lula administra os escombros da base congressual do governo. Faz isso numa condição precária. Impedido por uma liminar do STF de assumir a chefia da Casa Civil, Lula não consegue efetivar-se como ministro. E oferece ministérios para pseudo-aliados que negociam simultaneamente com o grupo de Temer.

Para prevalecer na Câmara, a oposição precisa de 342 votos. Lula faz o diabo para impedir que a soma seja alcançada. Por ora, os efeitos da articulação do padrinho de Dilma são invisíveis a olho nu.