São Paulo: reprovação a Haddad chega a 49%, diz Datafolha
Por Nill Júnior
A reprovação à gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), alcançou seu maior nível desde o início do mandato, em 2013. Segundo pesquisa do Datafolha publicada nesta segunda-feira (2) pelo jornal “Folha de S. Paulo”, 49% dos paulistanos consideram a administração ruim ou péssima. A assessoria de comunicação da Prefeitura informou que não irá comentar o estudo.
A pesquisa do Datafolha realizada entre os dias 28 e 29 de outubro com pouco mais de mil pessoas mostra uma piora de 5 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, de fevereiro, quando 44% dos paulistanos reprovavam a administração. A insatisfação supera também a marca de 47% verificada em julho de 2014, a pior avaliação do prefeito até então.
A piora da avaliação acontece a menos de um ano das eleições municipais de outubro do ano que vem, na qual o prefeito poderá tentar sua reeleição.
O resultado da nova pesquisa de avaliação da gestão de Haddad é:
– Ótimo/bom: 15%
– Regular: 34%
– Ruim/péssimo: 49%
– Não sabe/não respondeu: 2%
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.
Por André Luis A Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, marcou para a próxima quarta-feira (05.02), às 19h, a sessão de abertura do ano legislativo de 2020. O presidente da Casa José Leite de Amorim, vereador Adalberto Gonçalves de Brito Júnior, o Doutor Júnior, disse ao blog que espera o comparecimento de um bom público […]
A Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, marcou para a próxima quarta-feira (05.02), às 19h, a sessão de abertura do ano legislativo de 2020.
O presidente da Casa José Leite de Amorim, vereador Adalberto Gonçalves de Brito Júnior, o Doutor Júnior, disse ao blog que espera o comparecimento de um bom público para a primeira sessão do ano.
Dentre os temas na pauta, a ementa que institui e denomina a Galeria dos ex-prefeitos e dos ex-presidentes da Câmara Municipal de Santa Terezinha, homenageando João Batista Martins, o Danda e Manoel Epaminondas de Melo. A autoria é do Presidente Doutor Júnior.
Ainda a Moção de Pesar à Família da Senhora Miguelina Maria da Conceição, assinada pelos vereadores: José Martins Neto, Elisângela Maria de Lira Feitosa, Júnior Pereira da Silva e José Lindomar Cordeiro Leite.
A Sessão pode ser acompanhada ao vivo pelo Facebook da Câmara.
Nesta terça-feira (28), Itapetim sediou o II Fórum Comunitário do Selo UNICEF, um evento marcado pela organização e pelo entusiasmo dos participantes. O encontro teve como objetivo principal apresentar os resultados alcançados pelo município durante a atual gestão, reforçando o compromisso com a busca de mais uma aprovação do Selo UNICEF. O evento foi promovido […]
Nesta terça-feira (28), Itapetim sediou o II Fórum Comunitário do Selo UNICEF, um evento marcado pela organização e pelo entusiasmo dos participantes. O encontro teve como objetivo principal apresentar os resultados alcançados pelo município durante a atual gestão, reforçando o compromisso com a busca de mais uma aprovação do Selo UNICEF.
O evento foi promovido pelo Governo Municipal, através do Selo UNICEF, com a participação e colaboração das secretarias municipais, conselho tutelar, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, igrejas e da sociedade civil. Todos se uniram para celebrar os avanços das políticas públicas voltadas para a infância e a adolescência no município.
Durante o fórum, uma feira de ações das secretarias municipais foi um dos destaques, oferecendo uma visão abrangente das iniciativas em andamento. Além disso, o público foi presenteado com uma série de apresentações culturais que enriqueceram ainda mais o evento.
A prefeitura de Itapetim reafirma seu compromisso com as ações voltadas à proteção e ao desenvolvimento das crianças e adolescentes, demonstrando o contínuo esforço para proporcionar um futuro promissor para todos.
O II Fórum Comunitário do Selo UNICEF mostrou que Itapetim deu passo largo rumo à obtenção de mais um Selo UNICEF, reconhecimento que atesta o compromisso do município com os direitos das crianças e adolescentes.
O Ministério da Saúde publicou uma portaria no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (23) informando a suspensão de recursos do Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS) e do Piso Variável de Vigilância em Saúde (PVVS) do município de Arcoverde, administrado pela socialista Madalena Britto, a partir de 1º de setembro. O bloqueio acontece […]
O Ministério da Saúde publicou uma portaria no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (23) informando a suspensão de recursos do Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS) e do Piso Variável de Vigilância em Saúde (PVVS) do município de Arcoverde, administrado pela socialista Madalena Britto, a partir de 1º de setembro.
O bloqueio acontece na pasta que é comanda pela filha da prefeita, Andreia Britto.
Os repasses são destinados a ações de vigilância, prevenção e controle de doenças, como dengue, zika e chikungunya.
A alegação para suspender os recursos foi de que a prefeitura não atualizou os sistemas de informação para Agravos de Notificação (Sinan), para Nascidos Vivos (Sinasc) e para Mortalidade (SIM). Um monitoramento feito neste mês teria constatado as irregularidades.
De acordo com a Portaria Nº 2.196, de 22 de agosto de 2019, assinada pelo Secretário-Executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, o Fundo Nacional de Saúde efetuará o restabelecimento do repasse dos recursos no mês seguinte a regularização da alimentação dos sistemas de informação referentes às competências que geraram a suspensão.
Os municípios são avaliados mensalmente quanto à alimentação das bases de dados e considera-se situação irregular na alimentação do SINAN, aqueles que não registrarem no período de 8 (oito) semanas epidemiológicas consecutivas dentro do período avaliado e Arcoverde figurou neste caso.
Alem de Arcoverde, outras 11 cidades pernambucanas também ficarão sem os recursos em setembro: Sertânia, Araripina, Belo Jardim, Água Preta, Aliança, Bodocó, Bom Conselho, Cabrobó, Lajedo e Palmares
Essa não é a primeira vez que acontece esse tipo de bloqueio pelo simples fato da falta de informações obrigatórias que devem ser repassadas ao Ministério da Saúde por parte da Prefeitura de Arcoverde. Em maio aconteceu outro bloqueio no mesmo sentido, demonstrando que a falta de gestão vem prejudicando o recebimento dos repasses federais.
Primeira Mão O Governo Federal, através do Ministério das Cidades, anunciou o resultado da seleção de propostas do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) para subsídio de novas moradias. A lista dos municípios selecionados está disponível na página do Novo PAC . O resultado é para a modalidade MCMV-FNHIS Sub 50, em que a contratação […]
O Governo Federal, através do Ministério das Cidades, anunciou o resultado da seleção de propostas do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) para subsídio de novas moradias. A lista dos municípios selecionados está disponível na página do Novo PAC .
O resultado é para a modalidade MCMV-FNHIS Sub 50, em que a contratação é feita por meio de recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social. Ela oferece novas moradias em áreas urbanas com até 50 mil habitantes.
Mais de 2.700 municípios foram selecionados, resultando em mais de 60 mil unidades habitacionais. O investimento total previsto de R$ 4,2 bilhões. O estado mais municípios contemplados foi SP. Foram 363 cidades, para um total de 7.945 unidades habitacionais.
Essa seleção beneficia famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.850,00. As regras do processo de seleção seguem a Portaria MCID Nº 483, de 19 de maio de 2025. Os municípios selecionados precisam, primeiramente, cadastrar suas propostas até 12 de setembro deste ano, na plataforma TransfereGov. Com elas habilitadas e selecionadas, eles terão até 10 de março de 2026 para reunir toda documentação necessária para a contratação.
Cada município teve direito a inscrever apenas uma proposta e identificar um terreno viável para a construção do empreendimento. O repasse de recursos da União para produção ou aquisição de novas residências limita-se a R$ 140 mil por unidade.
“Essa seleção vai atender municípios com população abaixo de 50 mil pessoas em todas as partes do Brasil. Em todo esse processo, foram observados os requisitos técnicos de desenvolvimento urbano, econômico, social, entre outros itens, sempre com foco na qualidade de vida da população que vai ser beneficiada pelas novas moradias”, disse Augusto Rabelo, secretário Nacional de Habitação do Ministério das Cidades.
Segundo a Casa Civil, na modalidade MCMV-FNHIS Sub 50, em 2025, foram selecionadas mais de 60 mil unidades habitacionais em 2,7 mil municípios, com investimento total previsto de R$ 4,2 bilhões. Essa seleção beneficia famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.850,00 e residentes em áreas urbanas de municípios com no máximo 50 mil habitantes. A contratação será feita por meio de recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e as regras do processo de seleção seguem a Portaria MCID Nº 483, de 19 de maio de 2025.
Em 2024, a modalidade MCMV-Rural contemplou 75 mil unidades habitacionais voltadas às famílias de áreas rurais com renda anual de até R$ 31.680,00, conforme regras da Portaria MCID Nº 743, de 20 de junho de 2023. Com investimento de R$ 5,6 bilhões, a iniciativa subsidia a produção ou a melhoria de unidades habitacionais para agricultores familiares, trabalhadores rurais e famílias residentes em área rural com recursos do Orçamento Geral da União (OGU).
Em 2024, O MCMV-Entidades selecionou, com base na Portaria MCID nº 862, de 4 de julho de 2023, 37 mil unidades habitacionais em áreas urbanas para famílias com renda mensal de até R$ 4.400,00, organizadas por meio de entidades privadas sem fins lucrativos. O investimento total previsto neste atendimento é de R$ 6 bilhões e é realizado com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS).
O governo Jair Bolsonaro é desaprovado por 60% dos brasileiros. É o que aponta pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (9). No levantamento anterior, feito há 15 dias, este índice era de 56%. Ainda conforme o estudo, 31% do eleitorado aprova a atual gestão, uma ligeira queda em relação à pesquisa anterior, quando 33% disseram apoiar […]
O governo Jair Bolsonaro é desaprovado por 60% dos brasileiros.
É o que aponta pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (9). No levantamento anterior, feito há 15 dias, este índice era de 56%.
Ainda conforme o estudo, 31% do eleitorado aprova a atual gestão, uma ligeira queda em relação à pesquisa anterior, quando 33% disseram apoiar o governo. O levantamento também destaca que 54% dos entrevistados avaliam o trabalho do chefe do Executivo como “ruim” ou “péssimo”, ante 57% do estudo anterior.
Os que consideram o desempenho “ótimo” ou “bom” somam 22%, mesmo índice da pesquisa realizada há 15 dias e o menor patamar já registrado pela série histórica iniciada em abril de 2020. Os que disseram considerar o desempenho de Bolsonaro “regular” totalizam 20%, contra 16% na última pesquisa.
Os que não souberam responder são 4%. Ainda de acordo com a pesquisa, a diferença entre os que acham Bolsonaro “ótimo” ou “bom” e “ruim” ou “péssimo” foi de 32 pontos percentuais, ante o recorde de 35 pontos apontado há 15 dias.
Já no levantamento Genial Quaest, divulgado nesta quarta(08), deixa claro que Lula não está entre os mais rejeitados pelos eleitores. Muito pelo contrário. Enquanto 64% não votariam em Bolsonaro em nenhuma hipótese, a rejeição de Moro é de 61%, seguida pela de João Doria (59%) e Ciro Gomes (55%). Ou seja: entre os candidatos conhecidos, Lula é o menos rejeitado, com 43%. É o único entre os cinco nomes viáveis, portanto, que aparece com rejeição inferior a 50%. Confira no vídeo abaixo, a partir do oitavo minuto.
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