São João 2018 em Campina Grande tem shows suspensos por briga com ECAD
Por Nill Júnior
Palco do São João de Campina Grande
G1 PB
As apresentações musicais do São João 2018 de Campina Grande foram suspensas por uma liminar concedida pela juíza pela 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, Ana Carmem Pereira Jordão.
A determinação foi tomada com base em uma ação do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), que cobra o pagamento de direitos autorais pelas músicas executadas durante a festa no ano de 2017 e também pelas que vão tocar na edição 2018 do “Maior São João do Mundo”. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (4), quatro dias antes da abertura marcada para 8 de junho.
A decisão atinge tanto a Prefeitura de Campina Grande, quanto a empresa Aliança, contratada para a realização do evento, após processo licitatório. A assessoria de imprensa da Aliança informou que a empresa ainda não tem conhecimento da liminar e que não recebeu notificação.
Em entrevista à rádio CBN João Pessoa, o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues disse que ainda não foi notificado, mas que vai recorrer ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Ele destacou que o evento é gratuito.
Segundo a assessoria da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, para que o São João seja realizado é preciso que seja realizado o pagamento de R$ 598 mil em relação aos direitos autorais das músicas tocadas no São João 2017 mais as que vão ser tocadas no evento deste ano. Esse valor representa 10% do que foi pago à empresa em licitação para a realização do evento em 2017 com aditivo para o São João 2018.
Na reunião plenária desta quarta-feira (03), o deputado Júlio Cavalcanti falou sobre a insegurança no Estado. O parlamentar afirmou estar preocupado com os rumo que a segurança pública está tomando. “Na verdade, não há rumo. Está, simplesmente, desgovernado”, afirmou. Júlio destacou a pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Rodoviários, que aponta que o número de assaltos […]
Na reunião plenária desta quarta-feira (03), o deputado Júlio Cavalcanti falou sobre a insegurança no Estado. O parlamentar afirmou estar preocupado com os rumo que a segurança pública está tomando. “Na verdade, não há rumo. Está, simplesmente, desgovernado”, afirmou.
Júlio destacou a pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Rodoviários, que aponta que o número de assaltos a ônibus no Grande Recife foi de 1002 até a última segunda, uma média de cinco por dia.
O parlamentar destacou, ainda, as ocorrências nos caixas eletrônicos. “Os ladrões se sentem tão seguros, mas tão seguros, que explodem até equipamentos que estão dentro de prédios públicos, como aconteceu na terça, na Procuradoria Regional da Fazenda. Ora, senhoras e senhores, se um bandido se sente à vontade para fazer isso num instituição pública, é porque o desgoverno desse barco é, realmente, muito grande”, afirmou.
Outro ponto da fala do deputado foi o grande assalto à agência dos correios de Sirinhaém, que fez a gerente de refém. E, no mês de julho, Sirinhaém também ganhou destaque na mídia por ter sido palco de um assalto cinematográfico: duas agências bancarias invadidas, quatro caixas eletrônicos destruídos, tiros e bombas, e carros queimados.
O candidato da REDE Júlio Lóssio negou que vá apoiar no segundo turno o candidato Jair Bolsonaro (PSL) caso sua candidata, Marina Silva, não vá à disputa. O candidato responsabilizou um funcionário que municiava a campanha nas redes sócias. “Já foi afastado e orientei nossos colaboradores”. O post surgiu numa conversa nas redes sociais e […]
O candidato da REDE Júlio Lóssio negou que vá apoiar no segundo turno o candidato Jair Bolsonaro (PSL) caso sua candidata, Marina Silva, não vá à disputa. O candidato responsabilizou um funcionário que municiava a campanha nas redes sócias. “Já foi afastado e orientei nossos colaboradores”.
O post surgiu numa conversa nas redes sociais e foi feito pela própria conta do candidato em resposta a uma internauta chamada Graça. “Num segundo turno sem a Marina Silva, apoiaremos o Bolsonaro”, disse.
Lóssio disse ter conversado com o ex-colaborador e que compreendia a simpatia dele por Bolsonaro. “Esse é um direito de todos, contudo nossa orientação era Marina Silva para primeiro e segundo turno”.
As especulações aumentaram depois que Lóssio recebeu apoio do Coronel Meira, ardoroso defensor de Bolsonaro. Depois, um post nas redes sociais do candidato – que alega ter sido postado por empolgação do assessor, indicou o apoio ao candidato do PSL no segundo turno. A questão repercutiu a ponto de a nacional da REDE comunicar que não era sua orientação.
“A Comissão Executiva Estadual da Rede Sustentabilidade vem a público desautorizar qualquer aliança de seus candidatos majoritários com apoiadores da candidatura de Bolsonaro, em Pernambuco, utilizando a legenda da Rede. A direção estadual do partido não foi consultada sobre o apoio que seu candidato a governador, Julio Lossio, recebeu do coronel Meira, um dos principais representantes de Bolsonaro no estado”, diz trecho da nota.
“Minha vida como medico , como prefeito são mais que suficientes para quem conhece saber da minhas posições contra os extremos seja de direita ou de esquerda bem como meu repúdio ao preconceito”, disse justificando.
A Poetisa Isabelly Moreira lança mais um projeto artístico. Desta vez a novidade é um Podcast que traz um papo descontraído sobre arte, cultura, poesia e temas correlatos. A junção de seis episódios compõe a primeira temporada que encerrará na próxima semana. No primeiro episódio divulgado, Isabelly recebeu o multiartista Antônio Nóbrega e seguiu com […]
A Poetisa Isabelly Moreira lança mais um projeto artístico. Desta vez a novidade é um Podcast que traz um papo descontraído sobre arte, cultura, poesia e temas correlatos. A junção de seis episódios compõe a primeira temporada que encerrará na próxima semana.
No primeiro episódio divulgado, Isabelly recebeu o multiartista Antônio Nóbrega e seguiu com a também artista múltipla Flaira Ferro. No terceiro episódio foi a vez de falar com a cordelista Izabel Nascimento, seguindo com o documentarista pajeuzeiro Jefferson Sousa. O poeta João Inneco foi o convidado do quinto episódio e a primeira temporada encerrará com a participação da escritora Mari Bigio.
“É um projeto feliz e leve, no qual eu pude conversar com pessoas muito queridas que tenho muita admiração. Foi como se a gente estivesse conversando num batente de calçada e ligasse o gravador”. Disse a Poetisa que já está trabalhando na segunda temporada para reverberar, ainda mais, a Voz da Poesia.
Do blog do Magno Na pesquisa para o Senado, contratada pelo blog com exclusividade ao Opinião, o senador Humberto Costa (PT) lidera com 30,1%. O deputado Eduardo da Fonte (PP), com 24,6%, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), aparecem empatados, com 23,7%, seguidos pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Filho (Republicanos), […]
Na pesquisa para o Senado, contratada pelo blog com exclusividade ao Opinião, o senador Humberto Costa (PT) lidera com 30,1%. O deputado Eduardo da Fonte (PP), com 24,6%, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), aparecem empatados, com 23,7%, seguidos pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Filho (Republicanos), com 14,5%.
O ex-ministro Gilson Machado (PL) aparece 6,9% e o senador Fernando Dueire é o último, 3,5%. Brancos e nulos somam 44,3% e indecisos chegam a 52,4%. Quando o nome de Gilson Machado é trocado pelo do ex-prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, ambos do PL, este aparece com 15,1%. O Opinião testou ainda o deputado Alberto Feitosa como opção do PL, no campo do bolsonarismo. Ele aparece menos competitivo do que Anderson e Gilson Machado, com apenas 4,1%.
O Opinião testou também o nome do ex-senador Armando Monteiro Neto entre os demais possíveis pré-candidatos ao Senado. Ele aparece com 17,4%, mas se mantém numa quarta posição, ao contrário da pesquisa anterior, que esteve em segundo. Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é forçado a revelar seu candidato preferencial sem ajuda da lista com todos os nomes, Humberto também lidera, com 4,7%.
Em seguida, aparece Miguel Coelho com 2,9%. Foram citados ainda João Campos, com 1%, Anderson Ferreira, com 0,8%, Eduardo da Fonte, com 0,7%, Armando Monteiro, com 0,6%, Marília Arraes, com 0,6% e Silvio Costa Filho, com 0,2%. Neste cenário, os indecisos sobem para 76,6% e brancos e nulos somam 9,3%.
Estratificando o levantamento, Humberto tem seus maiores percentuais de indicação de voto entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários (22%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (15,7%). Miguel, por sua vez, tem taxas maiores entre os eleitores jovens, na faixa etária entre 16 e 24 anos (13,5%) e entre os eleitores com instrução até a 9ª série (11,9%). Eduardo da Fonte aparece mais bem situado entre os eleitores com renda familiar de até dois salários (12%) e entre os eleitores na faixa etária 45 e 59 anos (11,2%).
Armando, por sua vez, tem 11% entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários e 12% entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos, enquanto Anderson se situa melhor entre os eleitores com renda familiar entre cinco e dez salários (14,3%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (11%). Por fim, Silvio Costa tem suas maiores taxas entre os eleitores na faixa etária entre 35 e 44 anos (7,4%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (75%).
POR REGIÕES
Pelo levantamento, se as eleições para o Senado fossem hoje, Humberto Costa teria a seguinte votação por região: Metropolitana (17,6%), Zona da Mata (12,4%), Agreste (13,7%), Sertão (22%) e São Francisco (13%).
Miguel Coelho: Metropolitana (6,3%), Zona da Mata (5,4%), Agreste (8,7%), Sertão (17,2%) e São Francisco (57,2%).
Eduardo da Fonte: Metropolitana (10,8%), Zona da Mata (11,1%), Agreste (12,5%), Sertão (6,6%) e São Francisco (3,1%).
Silvio Costa Filho: Metropolitana (7%), Zona da Mata (7,4%), Agreste (4,8%), Sertão (2,2%) e São Francisco (1,5%).
Armando Monteiro: Metropolitana (7,4%), Zona da Mata (13,8%), Agreste (11,3%), Sertão (11,5%) e São Francisco (1,5%).
Anderson Ferreira: Metropolitana (15,7%), Zona da Mata (6,7%), Agreste (5,2%), Sertão (0,9%) e São Francisco (0,8%).
Fernando Dueire: Metropolitana (0,5%), Zona da Mata (0,3%), Agreste (1%), Sertão (1,8%) e São Francisco (0,8%).
Gilson Machado: Metropolitana (6,1%), Zona da Mata (5%), Agreste (3,8%), Sertão (1,3%) e São Francisco (0,8%).
Alberto Feitosa: (Metropolitana (4%), Zona da Mata (1,7%), Agreste (1,2%), Sertão (0,4%) e São Francisco (0%).
O levantamento foi a campo entre os dias 19, 20, 21 e 22 deste mês, tendo sido aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as microrregiões do Estado. A modalidade da pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação, com entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares.
O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
O radialista amigo Kaká Filho, com passagem por prefixos de Pernambuco e Ceará, ampliou espaço nas plataformas digitais. Agora, apresenta o programa “Nordestinos”, em formato podcast, nas plataformas Spotify, Deezer, Google Podcast e no Amazon Music. Um dos convidados da primeira temporada do projeto foi o cantor e compositor Alcymar Monteiro. Eles conversaram sobre a […]
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