Santa Terezinha lidera ranking das chuvas no Pajeú
Por Nill Júnior
Nas últimas horas, as chuvas voltaram a cair no Pajeú. Foram 5 milímetros em Afogados da Ingazeira, 2 milímetros registrados em Carnaíba, 15,6 milímetros em Carnaíba, 15,6 milímetros em Flores.
Choveu ainda em Ingazeira (13 milímetros), Tabira (3,5 mm), Solidão (12,7 mm), Serra Talhada (5 mm) e Calumbi (14,6 mm). Na Capital do xaxado, apensar do pequeno volume, choveu granizo em algumas áreas da cidade.
Segundo o IPA, o município campeão das chuvas aqui no Pajeú até agora é Santa Terezinha, com 296 milímetros, seguida de Brejinho, com 233 milímetros e Tabira (201 milímetros).
Na sequência, Ingazeira (180 milímetros), Itapetim (178 milímetros), Afogados da Ingazeira (177,5 milímetros), São José do Egito (134,8 milímetros), Tuparetama 110 mm e Carnaíba 110 milímetros.
Duas equipes sertanejas de destaque recente no futebol estadual abriram mão de disputar a Copa do Nordeste. Com a mudança no formato, a pré-copa para a competição de 2022 seria disputada nos próximos dias. Os 16 piores ranqueados entre aqueles presentes na preliminar serão sorteados em oito confrontos com jogos únicos, com mando para os […]
Duas equipes sertanejas de destaque recente no futebol estadual abriram mão de disputar a Copa do Nordeste.
Com a mudança no formato, a pré-copa para a competição de 2022 seria disputada nos próximos dias.
Os 16 piores ranqueados entre aqueles presentes na preliminar serão sorteados em oito confrontos com jogos únicos, com mando para os times de melhor ranking. Em caso de empate, pênaltis.
Em Pernambuco, são cinco vagas. Uma delas seria do Salgueiro que alegou questões financeiras e decidiu não disputar depois de receber um não de apoio da Federação Pernambucaa de Futebol.
O presidente José Guilherme também tem alegado falta de apoio da gestão Marcondes Libório. Registre-se, o Salgueiro foi o clube que alçou a prefeito o seu adversário, Clebel Cordeiro.
A vaga sobraria para o Afogados FC mas o presidente Edgar Santos já havia informado que não participaria por estar em cima da hora e pelos custos.
“Qualquer contrato de jogador tem que ter no mínimo três meses. E corríamos o risco de uma eliminação no primeiro mata-mata. Ou seja, contrata pra três meses e joga uma semana. E também tem os custos. Como nosso foco é o Pernambucano 2022, decidimos não disputar”, disse.
Com as desistências, a vaga fica com o Retrô, reconhecidamente clube mais estruturado para disputar a competição, com CT e agenda o ano todo.
Com este caso, Pernambuco soma 35 ocorrências da SIM-P. Dessas, 33 crianças tiveram alta hospitalar e duas morreram. g1 O governo de Pernambuco registrou, nesta terça-feira (19), mais um caso de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P). Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o paciente é um menino de 3 anos, morador do município de Petrolina, […]
Com este caso, Pernambuco soma 35 ocorrências da SIM-P. Dessas, 33 crianças tiveram alta hospitalar e duas morreram.
g1
O governo de Pernambuco registrou, nesta terça-feira (19), mais um caso de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P). Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o paciente é um menino de 3 anos, morador do município de Petrolina, no Sertão.
Ele apresentou os sintomas na primeira quinzena de setembro, foi internado e recebeu alta no fim do mesmo mês. O novo caso foi divulgado no boletim de acompanhamento diário da Covid-19, elaborado pela Secretaria Estadual de Saúde.
A SIM-P se apresenta com sintomas como febre insistente, dores abdominais, manchas na pele, irritação dos olhos, entre outros sinais.
A notificação foi instituída no início de agosto de 2020, quando serviços de saúde começaram a fazer um resgate dos casos que podem se enquadrar com a doença.
Balanço
Com este caso, Pernambuco soma 35 ocorrências da SIM-P. Dessas, 33 crianças tiveram alta hospitalar e duas morreram.
Do total, 34 tiveram resultado positivo para Covid-19 e 1 teve contato comprovado com pessoas confirmadas para o novo coronavírus (critério clínico epidemiológico).
Dos casos registrados até esta terça, 21 são do sexo masculino e 14 do feminino, com idades entre 1 e 14 anos.
Dos 35 casos, 32 são de Pernambuco. As crianças moravam nos seguintes municípios: Recife (8, entre eles os 2 óbitos), Caruaru (3), Ipojuca (1), Jaboatão dos Guararapes (4), Goiana (1), Sirinhaém (1), Joaquim Nabuco (1), Limoeiro (1), Timbaúba (1), Flores (1), Nazaré da Mata (1), Santa Cruz do Capibaribe (1), Vitória de Santo Antão (1), Serra Talhada (1), Sertânia (1) e Paulista (2), Petrolina (2) e Carpina (1).
Foram registrados, ainda, três casos de outros estados (Alagoas, Piauí e Paraíba). Em todos eles, ao atendimento ocorreu em unidades de saúde de Pernambuco.
Foto: Justin Talis/AFP Farmacêutica diz a parlamentares que, na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não aceitaram as cláusulas de seu contrato A Pfizer afirmou a senadores brasileiros nesta segunda-feira (22) que não aceita as exigências feitas pelo governo brasileiro até agora para vender sua vacina ao país. Na reunião estavam […]
Farmacêutica diz a parlamentares que, na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não aceitaram as cláusulas de seu contrato
A Pfizer afirmou a senadores brasileiros nesta segunda-feira (22) que não aceita as exigências feitas pelo governo brasileiro até agora para vender sua vacina ao país. Na reunião estavam presentes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A reportagem é de Mônica Bergamo/Folha de São Paulo.
A farmacêutica e o Ministério da Saúde chegaram a um impasse em torno das cláusulas dos contratos para a comercialização do imunizante: a Pfizer quer que o governo brasileiro se responsabilize por eventuais demandas judiciais decorrentes de efeitos adversos da vacina, desde que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tenha concedido o registro ou autorizado o uso emergencial e temporário.
A farmacêutica norte-americana pretende também que qualquer litígio com o governo brasileiro seja resolvido em uma Câmara Arbitral de Nova York. E pede que o governo renuncie à soberania de seus ativos no exterior como garantia de pagamento, bem como constitua um fundo garantidor com valores depositados em uma conta no exterior.
O presidente Jair Bolsonaro atacou as condições e as negociações com a multinacional empacaram. “Vamos supor que [num contrato sobre fornecimento de vacina] está escrito o seguinte: ‘[as empresas] nos desobrigamos de qualquer ressarcimento ou responsabilidade com possíveis efeitos colaterais imediatos e futuros’. E daí, vocês vão tomar essa vacina?”, disse o presidente há alguns meses a simpatizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, já classificou as cláusulas de “leoninas”.
A reunião com os parlamentares foi realizada para que eles tentem ajudar a contornar o problema, por meio do diálogo com o governo e também de iniciativas legislativas.
Segundo a Pfizer disse aos senadores, as cláusulas que ela apresenta não são exclusivas da empresa, mas de várias farmacêuticas. Seguem um padrão internacional e estão em vigor em contratos ao redor do mundo.
Na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não teriam aceitado as regras.
O Chile, por exemplo, assinou contrato e recebeu, em dezembro, milhares de doses da Pfizer, que já estão sendo aplicadas em sua população.
No mundo, 69 países já compraram a vacina da farmacêutica norte-americana, desenvolvida em parceria com a alemã BioNTech.
Ela é uma das mais eficazes —é uma das onze mais avançadas na corrida por vacina contra a Covid-19. Em novembro, a empresa anunciou que o imunizante apresentou mais de 90% de eficácia na análise preliminar dos testes de fase 3.
Além disso, dois estudos divulgados neste mês indicaram que a vacina já tem eficácia após a aplicação da primeira dose e pode ser mantida em geladeiras (2 a 8 graus) por até cinco dias, ou ainda em congeladores (-25 a -15 graus) por duas semanas.
Do encontro virtual participaram também diretores da Johnson & Johnson, que pretende vender a sua vacina, a Janssen, ao Brasil.
O senador Randolfe Rodrigues já apresentou uma emenda à medida provisória (MP 1026/2021) que regulamenta a importação de vacinas prevendo que o governo brasileiro assuma a responsabilidade pelas demandas judiciais.
A União também poderia contratar um seguro privado para a cobertura de riscos. Um projeto de lei detalhando a entrada de vacinas no país deve ser apresentado nos próximos dias.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por sua vez, vai se reunir ainda nesta segunda (22) com o ministro Pazuello para conversar sobre as negociações entre o governo Bolsonaro e as farmacêuticas.
No domingo (21), o Ministério da Saúde informou que pediu orientação ao Palácio do Planalto sobre como proceder para solucionar o impasse, já que as negociações estariam empacadas “por falta de flexibilidade das empresas”.
A empresa aérea Avianca vai deixar de voar para Petrolina a partir do próximo mês de abril. O cancelamento dos voos foi lamentado ontem na Assembleia Legislativa pelo deputado Lucas Ramos (PSB), que terá uma opção aérea a menos para visitar suas bases sertanejas. É depois de fatos como este que devemos nos perguntar se […]
A empresa aérea Avianca vai deixar de voar para Petrolina a partir do próximo mês de abril. O cancelamento dos voos foi lamentado ontem na Assembleia Legislativa pelo deputado Lucas Ramos (PSB), que terá uma opção aérea a menos para visitar suas bases sertanejas.
É depois de fatos como este que devemos nos perguntar se a Azul vai mesmo cumprir o prometido e voar para Serra Talhada, cujo aeroporto está em fase de conclusão. O questionamento foi feito por Anchieta Santos no programa Rádio Vivo de hoje, na Rádio Pajeú considerando o abalo econômico no setor da aviação comercial .
A Azul Linhas Aéreas solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorização para operar frequências para as cidades de Caruaru, no Agreste, e Serra Talhada, no Sertão, no segundo semestre do ano passado. Mas problemas de certificação do Aeroporto Santa Magalhães travaram a demanda.
Por Anchieta Santos Com data de sete de novembro os vereadores integrantes da oposição da Câmara de Tabira, Aristóteles Monteiro, Aldo Santana, Kleber Paulino, Claudicéia Rocha, Djalma das Almofadas e Dicinha do Calçamento deram entrada em um Mandado de Segurança contra a atitude da Presidente da Câmara Nely Sampaio. A justificativa é de que Dra. […]
Com data de sete de novembro os vereadores integrantes da oposição da Câmara de Tabira, Aristóteles Monteiro, Aldo Santana, Kleber Paulino, Claudicéia Rocha, Djalma das Almofadas e Dicinha do Calçamento deram entrada em um Mandado de Segurança contra a atitude da Presidente da Câmara Nely Sampaio.
A justificativa é de que Dra. Nely teria contrariado o Regimento Interno do Poder Legislativo quando sem consultar o plenário que é soberano e nem mesmo a mesa diretora, encerrou a sessão do dia 22 de outubro de 2018, apresentando como justificativa o requerimento do vereador Djalma das Almofadas retirando o seu nome da chapa I.
A peça assinada pela advogada Laudicéia Rocha assegura que o Regimento Interno é omisso quanto a retirada do nome de um vereador da chapa que concorre a eleição e adianta que o mesmo Regimento em seu artigo 112 prevê que “Os casos não previstos neste regimento serão resolvidos pela mesa “ad referendum” do plenário. Ou seja, pendente de aprovação do plenário.
E segue a argumentação: Doutra banda, o artigo 10 do mesmo Regimento Interno determina que ‘quando o presidente se omitir ou exorbitar de suas funções, qualquer vereador poderá protestar contra o fato recorrendo ao plenário, cuja decisão soberana deverá ser cumprida pelo presidente, sob pena de destituição.’ Com isso o vereador Aristoteles Monteiro, 1º secretário, consultou o plenário ao reabrir a sessão, e promoveu a eleição com a vitória da chapa II por 6 votos a zero.
Todos os ocupantes e apoiadores da Chapa I já haviam se retirado. A revelia da decisão soberana do plenário da Câmara Municipal, integrado por seis (06) dos onze (11) vereadores e, portanto, da maioria deles, a senhora presidente não registrou a referida ata em livro próprio.
Ainda, na sessão imediatamente posterior foi apresentada e dada como aprovada a suposta ata redigida pela presidente e somente assinada pela minoria de 05 (cinco) vereadores.
O Regimento Interno da Câmara preve, em seu artigo, 56, I, que durante o expediente de cada sessão será aprovada a ata da sessão anterior. Porém, na sessão posterior à sessão número 32 a senhora Presidente, em ato isolado e sem consultar o plenário, não fez o registro da ata da 32ª sessão ordinária e declarou aprovada uma ata que não foi votada pelo plenário e sequer tem a assinatura da maioria da câmara.
Ainda, em arrepio a legislação e sem consultar o plenário, a senhora presidente publicou um novo edital de reconvocação de eleição para registro de novas chapas e realização de novas eleições para à mesa diretora para o biênio 2019/2020.
Ainda, se faz justo destacar que os seis vereadores, ora impetrantes, deram conhecimentos dos fatos ao Ministério público local para as providencias legais.
O Mandado de Segurança sugere a nulidade absoluta do edital de reconvocação de novas eleições, datado de 24 de outubro de 2018, bem como seja determinado o registro em livro próprio da ata da 32ª sessão ordinária realizada pela Câmara Municipal de Tabira, com a presença da maioria dos seus vereadores, maioria da mesa diretora e na qual está registrada a eleição da mesa diretora para o biênio 2019/2020, com a proclamação da chapa número 2 como vitoriosa.
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