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Sandrinho Palmeira comenta resultado da pesquisa Múltipla

Por André Luis

O Prefeito Sandrinho Palmeira (PSB), candidato à reeleição, comemorou, no início da tarde de hoje (14), os números da mais recente pesquisa múltipla, que segundo ele, “tem se notabilizado nas últimas eleições por praticamente cravar o resultado das disputas eleitorais em Afogados”.

“Fico muito feliz pela aprovação da nossa gestão, tenho muita gratidão pelo carinho e reconhecimento do nosso povo que nos dá 67% de aprovação. Isso é o resultado de muito trabalho, de muitas entregas, como o maior programa de pavimentação da história de Afogados, os investimentos na saúde, as escolas Dom Mota e ana melo que inauguramos, a ponte Antônio Mariano, dentre tantas conquistas que trouxemos para o nosso povo,” destacou Sandrinho Palmeira.

“Crescemos em todos os cenários apresentados pela pesquisa múltipla, o que mostra que nossa campanha está no caminho certo, o caminho do respeito, do amor e da gratidão para com nosso povo,” finalizou Sandrinho.

Outras Notícias

Moacyr Franco em live show hoje

O multifacetado Moacyr Franco vai promover uma live show, hoje, às 18h. Para esta apresentação, ele preparou um repertório especial de aproximadamente 90 minutos. Com isso, vai exibir toda a sua versatilidade interpretando mais de 25 canções que marcam os 60 anos de carreira musical. São sucessos que embalam e emocionam há várias gerações. Para […]

O multifacetado Moacyr Franco vai promover uma live show, hoje, às 18h. Para esta apresentação, ele preparou um repertório especial de aproximadamente 90 minutos.

Com isso, vai exibir toda a sua versatilidade interpretando mais de 25 canções que marcam os 60 anos de carreira musical. São sucessos que embalam e emocionam há várias gerações.

Para assistir ao show, basta adquirir o ingresso (a partir de R$ 22) no site da Eventim.

Após Petrobras reajustar valor do gás de cozinha, consumidores sentem impacto no bolso

A estimativa é de que o GLP passe a custar em torno de R$75 Rádio Jornal Os consumidores já estão sentindo no bolso o aumento no preço do gás de cozinha. O reajuste de 3,4%, anunciado pela Petrobras, passou a valer neste domingo. Com o novo valor, os botijões de gás estão sendo vendidos a […]

A estimativa é de que o GLP passe a custar em torno de R$75

Rádio Jornal

Os consumidores já estão sentindo no bolso o aumento no preço do gás de cozinha. O reajuste de 3,4%, anunciado pela Petrobras, passou a valer neste domingo. Com o novo valor, os botijões de gás estão sendo vendidos a R$70. O último aumento do gás liquefeito de petróleo (GLP) residencial havia sido em fevereiro, quando os preços subiram cerca de 1%.

João Carlos Carvalho, dono de uma revendedora, afirma que não há como segurar o valor, sem repassá-lo aos consumidores e que um novo aumento deve vir por aí. “Nós temos meses com números de vendas abaixo do esperado, funcionários, despesas e para pagar as coisas fica difícil. Então nós temos que repassar para a população por conta da sobrevivência da nossa empresa. E a Petrobras prometeu que vai aumentar novamente”, afirmou.

A companhia informou que os ajustes no preço do GLP acontecem trimestralmente para suavizar os impactos no mercado externo sobre os valores domésticos.

Ainda segundo a Petrobras, o mecanismo de aumento na tarifa, serve para conciliar a necessidade de praticar preços para o gás de cozinha referenciados no mercado internacional e a resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

O presidente do Sindicato das Revendedoras de Gás de Pernambuco, Ailton Campos, ressalta que cada revenda vai taxar de maneira livre o valor do GLP. “O gás está sendo vendido entre R$65 e R$70 e deve aumentar para R$75, mas essa não é uma informação precisa porque depende da revendedora e cada uma coloca o preço que quiser”, finalizou.

PGR cogita inquéritos para investigar Renan, Jucá, Sarney e Lobão

Do blog de Matheus Leitão Com a homologação do acordo de delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a Procuradoria Geral da República avalia pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquéritos para investigar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e […]

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Do blog de Matheus Leitão

Com a homologação do acordo de delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a Procuradoria Geral da República avalia pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquéritos para investigar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e o senador Edison Lobão (PMDB-MA).

O pedido de abertura de inquéritos terá como base fatos narrados por Machado em depoimentos que prestou a investigadores da operação Lava Jato. Além da gravação de conversas com as lideranças peemedebistas, o ex-presidente da Transpetro detalhou nesses depoimentos como funcionou um esquema de corrupção na subsidiária da Petrobras destinado a suposto enriquecimento ilícito dos políticos.

Os áudios gravados por Machado são “poderosíssimos” para demonstrar a intimidade dele com integrantes da cúpula do PMDB, além do modus operandi dos políticos alvos das gravações.

As conversas com os procuradores, nas quais Machado mostrava a intenção de aderir ao instituto da delação premiada, começaram há um mês, mais precisamente no final de abril. As gravações já tinham sido realizadas e foram entregues por Machado durante esses depoimentos.

A aceitação das gravações pelos investigadores deve-se a uma decisão de 2013 do Supremo Tribunal Federal, pela qual a gravação ambiental realizada por um interlocutor sem a ciência do outro não depende de prévia ordem judicial.

Prefeito Patriota terá alta nesta terça-feira (24)

Problema que obrigou gestor a se afastar atinge mais da metade da população acima de 50 anos. O prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota (PSB), passou na tarde/noite desta segunda-feira (23), no Hospital Português em Recife, por um procedimento cirúrgico conforme havia sido anunciado. Em nota a sua assessoria informou que o procedimento transcorreu […]

Problema que obrigou gestor a se afastar atinge mais da metade da população acima de 50 anos.

O prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota (PSB), passou na tarde/noite desta segunda-feira (23), no Hospital Português em Recife, por um procedimento cirúrgico conforme havia sido anunciado.

Em nota a sua assessoria informou que o procedimento transcorreu na mais absoluta normalidade e sem qualquer tipo de intercorrência.

Ainda segundo nota da Assessoria, o Prefeito terá alta nesta terça (24) e deverá cumprir o tempo de recuperação determinado pela equipe médica responsável pela cirurgia.

O problema que obrigou Patriota a realizar cirurgia afeta mais da metade da população acima de 50 anos e deveria ser mais debatido. Pelo contrário, por preconceito, se fala pouco na questão que deveria ser divulgada por questão de saúde pública. Até a nota da Assessoria evitou informar a causa. Não foram poucos os que indagaram ao blog o que causou a cirurgia, até com receio de que a não divulgação representasse algo mais grave.

Patriota foi acometido de uma grave crise de hemorroidas, que o impediu até de trabalhar. A indicação foi cirúrgica. A doença é uma das mais comuns. Mais da metade da população apresentará algum sintoma de hemorroidas durante a sua vida, geralmente após a idade dos 30 anos.

Grande parte das pessoas sofre de hemorroidas em silêncio durante um longo período antes de recorrer a um tratamento médico por puro preconceito, principalmente entre os homens. A vida corrida e sedentária – Patriota tem exatamente esse perfil pela agenda corrida – favorece a evolução da doença.

Além do problema que gerou o procedimento, o gestor já havia dado sinais de que se dedicaria mais ao cuidado pessoal da saúde. Com 56 anos, o gestor adquiriu consequências da vida e agenda agitadas, como obesidade e potencial para doenças fruto do sedentarismo. Neste semestre, por essa e outras situações, o vice Alessandro Palmeira, o Sandrinho, deverá ter mais protagonismo na gestão.

“De antemão, o prefeito agradece a todos os afogadenses que fizeram preces pelo sucesso da cirurgia e pela sua pronta recuperação”, conclui a nota da Assessoria de Comunicação.

Base de Temer encolhe após delação

G1 Com o agravamento da crise política nos últimos dez dias, causado pelas delações de executivos da JBS no âmbito da Operação Lava Jato, a base aliada do presidente Michel Temer na Câmara encolheu. Ao todo, 4 partidos que apoiavam o governo (PSB, PPS, PTN e PHS) – e juntos somam 66 deputados – anunciaram que passarão […]

G1

Com o agravamento da crise política nos últimos dez dias, causado pelas delações de executivos da JBS no âmbito da Operação Lava Jato, a base aliada do presidente Michel Temer na Câmara encolheu. Ao todo, 4 partidos que apoiavam o governo (PSB, PPS, PTN e PHS) – e juntos somam 66 deputados – anunciaram que passarão a fazer oposição.

É comum no Congresso, porém, mesmo quando há esse tipo de decisão de partido, nem todos os deputados seguirem a orientação nacional.

Antes da delação da JBS – considerando como oposição PT, PCdoB, PDT, PSol e Rede –, o governo contava com o apoio de bancadas que, juntas, reuniam 413 dos 513 deputados. Como alguns partidos decidiram deixar a base aliada, o número caiu para 347 parlamentares.

Desde que Temer assumiu o Palácio do Planalto, em maio do ano passado, o governo tem buscado garantir no Congresso Nacional o apoio necessário para aprovar as reformas, entre as quais a da Previdência Social e a trabalhista.

No caso da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda as regras de aposentadoria, por exemplo, serão necessários pelo menos 308 votos favoráveis para o projeto seguir para o Senado.

Saída da base aliada

Com a divulgação das delações da JBS, o PSB, com 36 deputados, anunciou que fará oposição ao governo e também passou a defender a renúncia de Temer. Antes, o partido se classificava como independente, mas a sigla era tratada pelo governo como integrante da base aliada, pois comanda o Ministério de Minas e Energia.

A bancada do PPS, formada por 10 deputados, não está mais no governo, informou ao G1 o líder do partido na Câmara, Arnaldo Jordy (PA). Segundo o parlamentar, o partido votará em plenário o que for “melhor para o país”.

“Nosso entendimento é que o presidente não tem mais condição de conduzir o país com a credibilidade necessária. Esperamos que ele renuncie”, enfatizou.