O governador Paulo Câmara sancionou, nesta sexta-feira (11), a Lei nº 16.116 que institui o piso salarial da categoria em Pernambuco.
A medida, realizada no Dia dos Advogados, visa valorizar o exercício dos profissionais na iniciativa privada.
Com a nova Lei, ficam estabelecidos os pisos de R$ 2 e 3 mil, a depender da carga horária cumprida pelo profissional. O ato, celebrado no Palácio do Campo das Princesas, contou com a presença de vários representantes da classe, parlamentares e secretários de Estado.
O piso estabelece o salário de R$ 2 mil mensais para os profissionais que cumprirem a jornada de quatro horas diárias ou 20 horas semanais; e R$ 3 mil para oito horas diárias ou 40 horas semanais trabalhadas. Ainda de acordo com a Lei, o piso deve ser reajustado anualmente pela variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Autor da proposta, o presidente da OAB-PE, Ronnie Duarte, comemorou a iniciativa, que, segundo ele, representa “a concretização de um sonho de uma década”.
“Hoje, em um dia simbólico para a advocacia de todo o Brasil, somos presenteados com uma grande conquista que vinha sendo acalentada há mais de dez anos. E agora, graças a sensibilidade e a atenção do governador e ao empenho dos deputados Guilherme Uchôa e Rodrigo Novaes (propositor de audiência pública para discussão do tema), damos um importante passo na valorização da Advocacia e no combate à precarização das condições de trabalho dos advogados pernambucanos”, declarou.
G1 O diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou nesta sábado (9) que o governo federal incorporou todas as doses da Coronavac, desenvolvida em parceria do Butantan e do laboratório chinês Sinovac, no Plano Nacional de Imunização (PNI) e deve gerir o calendário de distribuição das vacinas em todo o país. “Essas vacinas serão distribuídas por todos os […]
O diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou nesta sábado (9) que o governo federal incorporou todas as doses da Coronavac, desenvolvida em parceria do Butantan e do laboratório chinês Sinovac, no Plano Nacional de Imunização (PNI) e deve gerir o calendário de distribuição das vacinas em todo o país.
“Essas vacinas serão distribuídas por todos os estados de forma proporcional, obedecendo critérios demográficos e número de pessoas nas faixas de risco. Todos os estados serão atendidos. Com essas e mais 2 milhões vindo pela FioCruz. Teremos em janeiro 8 milhões de doses para iniciar a campanha [nacional] de vacinação”, afirmou ele.
O executivo do Butantan também afirmou que a expectativa do instituto e do Ministério da Saúde é que a distribuição da vacina comece em até 48h depois da liberação do uso emergencial da Coronavac pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Espera-se que isso comece tão logo a Anvisa libere. Em 24 a 48h depois que a Anvisa liberar, eles já teriam condição de começar a vacinação”, declarou Dimas Covas em evento do Centro Universitário Claretiano de São Paulo.
Outra informação é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou neste sábado (9), em nota, que está incompleta a documentação entregue pelo Instituto Butantan no pedido para uso emergencial da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela instituição.
No caso da Fiocruz, os documentos estão completos e agora a análise do pedido segue para a próxima fase.
O Instituto Butantan entrou com o pedido de uso emergencial da chamada CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório Sinovac. Já a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou a aplicação emergencial do imunizante desenvolvido em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca.
A Anvisa iniciou na sexta-feira (8) a triagem dos documentos enviados, que é a etapa inicial para saber se constam do pedido todos os dados necessários. A fase seguinte é a análise deles. O prazo total para a agência aprovar ou não o pedido é de dez dias.
Em nota, a Anvisa diz que já está em contato com o Butantan para discutir “prazos e cronogramas para apresentação dos dados faltantes”. Neste sábado, as equipes técnicas da agência e do instituto já realizaram duas reuniões para tratar da questão.
Acontece nos dias 15,16 e 17, na Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada-FAFOPST, das 8h às 17h30, a capacitação para os agentes sociais e coordenação que atuarão no Programa Esporte e Lazer da Cidade –PELC, do Ministério do Esporte. Ministrada pela Universidade Federal de Minas Gerais, a formação tem como objetivo apresentar os […]
Acontece nos dias 15,16 e 17, na Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada-FAFOPST, das 8h às 17h30, a capacitação para os agentes sociais e coordenação que atuarão no Programa Esporte e Lazer da Cidade –PELC, do Ministério do Esporte. Ministrada pela Universidade Federal de Minas Gerais, a formação tem como objetivo apresentar os princípios, as diretrizes os objetivos e conceitos centrais, o papel, as atribuições dos agentes sociais e a proposta de operacionalização do programa em Serra Talhada.
O Programa Esporte e Lazer da Cidade –PELC é um convênio entre a Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social com a Prefeitura Municipal de Serra Talhada, que será desenvolvido pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.
O PELC proporciona a prática de atividades físicas, culturais e de lazer que envolvem todas as faixas etárias e as pessoas com deficiência, estimula a convivência social, contribuindo para que o espaço e lazer sejam tratados como políticas e direitos de todos. O programa será desenvolvido nos bairros: Cohab, Mutirão, Bom Jesus, Coxixola, Vila Bela e Borborema.
Para participar é necessário preencher uma ficha de inscrição junto à coordenação de núcleo do programa. As inscrições e atividades serão realizadas em cada bairro participante, em datas divulgadas posteriormente.
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) promove amanhã, das 15h às 17h, o encontro Campanha Conectada: Encontro de Candidat@s a Prefeit@s nas Eleições 2020, que visa debater a campanha na perspectiva das utilizações das redes sociais, com palestra do consultor de marketing político, a nível nacional, Fabrício Moser, além da discussão de que uma gestão […]
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) promove amanhã, das 15h às 17h, o encontro Campanha Conectada: Encontro de Candidat@s a Prefeit@s nas Eleições 2020, que visa debater a campanha na perspectiva das utilizações das redes sociais, com palestra do consultor de marketing político, a nível nacional, Fabrício Moser, além da discussão de que uma gestão participativa e transparente começa na campanha, com o presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota e da secretária da Mulher da Amupe e prefeita de São Bento do Una, Débora Almeida.
Todo o encontro será transmitido através do canal do youtube da Amupe, no youtube.com/amupe. O consultor Fabrício Moser vai explanar sobre a comunicação política e mobilização, na perspectiva da utilização das redes sociais.
Moser também vai tratar do tema a partir de alguns aspectos, a exemplo, da diferença e integração entre comunicação e mobilização; avanços e novos aspectos de comunicação, os canais de comunicação digital; uso estratégico do Whatsapp em campanhas, ações de engajamento em redes sociais, entre outros.
Poderão participar do evento candidatos e candidatas nas eleições 2020, comunicadores e entusiastas da política no geral. Não é necessário fazer inscrição para participar, apenas acessar a página da Amupe no youtube.
Para o presidente da Amupe, José Patriota, “este é um momento oportuno dos candidatos e candidatas tirarem suas dúvidas e aplicá-las na campanha para obterem resultados esperados. Vamos compartilhar também ensinamentos reais durante a gestão municipal, para trazer ao candidato a proximidade com a administração pública”, concluiu.
Serviço
O Evento “Campanha Conectada: Encontro de Candidat@s a Prefeit@s nas Eleições 2020” vai ser realizado nesta quinta-feira (15), das 15h às 17h, ao vivo no youtube da Amupe, no youtube.com/amupe.
Em meio aos desentendimentos entre PT e PSB para a formação de uma federação, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá ter um encontro com o ex-governador Márcio França (PSB) na tentativa de resolver um dos principais entraves na negociação entre os partidos: a eleição de São Paulo. O PT está decidido a […]
Em meio aos desentendimentos entre PT e PSB para a formação de uma federação, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá ter um encontro com o ex-governador Márcio França (PSB) na tentativa de resolver um dos principais entraves na negociação entre os partidos: a eleição de São Paulo.
O PT está decidido a lançar o ex-prefeito Fernando Haddad (SP) na disputa pelo governo paulista. Já França não abre mão de se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes pelo PSB.
Sem resolver essa questão, tanto petistas como integrantes do PSB avaliam que a federação, que prevê a união formal dos partidos ao longo de quatro anos, tende a não sair do papel.
Além desse, há outros imbróglios que travam o acordo entre as siglas, que também conversam com PV e PC do B para formar a união de partidos.
Entre eles, estão a disputa aos governos do Rio Grande do Sul e do Espírito Santo, preocupações sobre o cenário nas eleições municipais em 2024 e divergências a respeito da composição do órgão que comandará a federação.
Irritado com os rumos das negociações, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, chegou a afirmar a aliados na semana passada que, se o PT não ceder em algumas demandas, são difíceis as chances de a união ser concretizada.
Lula, por sua vez, tem dito a pessoas próximas querer muito a federação e ainda haver a possibilidade de ela ser realizada.
A expectativa de aliados do petista é que o ex-presidente tenha uma reunião com França quando retornar do Rio de Janeiro. Lula viaja neste fim de semana para a capital fluminense para uma série de agendas e tem a volta para São Paulo prevista para o meio da semana.
Além disso, uma nova rodada de conversas entre PT, PSB, PV e PC do B ocorrerá durante a semana.
Leia a íntegra da reportagem de Carolina Linhares, Julia Chaib e Victoria Azevedo na Folha de S. Paulo.
Por Anthony Santana – do Blog da Folha A folia de Momo em Pernambuco também é palco para a disputa por visibilidade política de pré-candidatos ao governo estadual. Neste ano, as movimentações em torno da organização do Carnaval já deixam clara uma polarização entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João […]
A folia de Momo em Pernambuco também é palco para a disputa por visibilidade política de pré-candidatos ao governo estadual. Neste ano, as movimentações em torno da organização do Carnaval já deixam clara uma polarização entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), que podem se enfrentar nas urnas no pleito de outubro.
A disputa entre os gestores, que já vinha se desenhando nos últimos meses, ganhou mais uma nuance esta semana. No mesmo dia em que o prefeito João Campos realizou evento para divulgar a programação do Carnaval da cidade, que pode ser o seu último como gestor da capital, a governadora Raquel Lyra divulgou a campanha publicitária do carnaval do estado, inspirada no filme “O Agente Secreto”, que concorre em quatro categorias do Oscar.
O anúncio das indicações do longa-metragem ao prêmio também foi realizado no mesmo dia e acabou sendo celebrado tanto pela governadora quanto pelo prefeito.
Simbolismo
A convergência na data não passou despercebida e reforçou que a festa é também um espaço de afirmação política. Na visão do cientista político Alex Ribeiro, o simbolismo do Carnaval para a cultura pernambucana é enxergado como capital político importante pelos postulantes.
“O carnaval vai aparecer em rede nacional e, por vezes, internacional. Um político sabe desse alcance e quer criar uma associação direta, conectada com as tradições daqui e com a participação popular, a cultura local. Então isso é um capital simbólico bastante significativo”, avaliou.
A presença na folia também é vista como uma forma de medir a popularidade, e, além disso, reforçar alianças e demonstrar força de articulação. De acordo com Ribeiro, aparecer ao lado de outros políticos locais e nacionais é uma forma de mostrar força política. A visibilidade proporcionada pela ampla cobertura da mídia, tradicional e digital, faz cada movimento político reverberar ainda mais.
Nesse aspecto, eventos com grande participação popular, como o desfile do bloco Galo da Madrugada, considerado como maior agremiação carnavalesca do mundo, se torna uma obrigatoriedade quase institucional ao reunir políticos de todos os lados, até mesmo opositores.
“O galo, por si só, é um evento que é quase a obrigatoriedade de qualquer gestor público, seja prefeito, governador. Todos estão lá independentemente de ano eleitoral. E não só eles como as alianças deles. A mídia está bastante presente, gente de todo o país. Então, é significativo marcar presença”, reforça Alex Ribeiro.
Gestão
Outro aspecto que costuma ser explorado pelos gestores é a própria organização da festa, que tende a ser pensada como uma vitrine administrativa. A busca por uma festa com eficiência, segurança, atrações culturais que tenham o gosto da maioria dos foliões, entre outros aspectos, vão além de meros esforços de gestão.
“Eles vão mostrar no balanço como foram eficientes, quantos turistas trouxeram, quanto a economia conseguiu alavancar no período. Esse é um ponto significativo, a capacidade de gestão. Antes, perto do Carnaval, durante, e, principalmente, depois. Capacidade de gestão é um ativo eleitoral significativo’, considera ainda Alex Ribeiro.
A antecipação da disputa eleitoral também se reflete na possibilidade de o gestor poder circular pelos principais polos da folia. Isso porque, por ter o cargo de governadora, Raquel Lyra poderá se deslocar por todo o território pernambucano com facilidade, ampliando a visibilidade para além da capital.
Já o prefeito do Recife, apesar de comandar uma festa com projeção nacional, terá a circulação como anfitrião limitada à cidade. Isso não impede, porém, que João Campos atenda a convites de aliados de outras cidades, ampliando também a sua presença.
Imagem
O cientista político Alex Ribeiro considera, no entanto, que o carnaval por si só não é capaz de construir uma imagem política positiva para a eleição. Ele lembra que nos seis meses seguintes que antecedem a eleição, é preciso continuar mantendo o esforço para consolidar a imagem.
“O carnaval não sustenta o projeto político sozinho. É forte no início do ano eleitoral, ajuda lideranças a serem conhecidas, mas a continuidade política é significativa. Depois do carnaval ainda tem seis meses pela frente, então tem muita coisa”, explicou Alex Ribeiro.
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