Raquel denuncia suposta boca de urna e uso de camisas padronizadas no Recife e Região Metropolitana

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A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), afirmou neste domingo (4) que sua campanha acionou a Polícia Federal e o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) para denunciar situações que classifica como boca de urna e atuação coordenada de grupos com camisas padronizadas durante a votação.
“Não é comum o que está acontecendo aqui hoje. Camisas padronizadas, um padrão de comportamento que não condiz com a democracia”, declarou.
Raquel disse que integrantes de sua campanha estão registrando as ocorrências e afirmou que denúncias foram encaminhadas à PF e ao TRE-PE.
A legislação permite que cada eleitor manifeste individualmente e de forma silenciosa sua preferência política, inclusive por meio de camiseta. O que é proibido é a aglomeração com vestuário padronizado caracterizando manifestação coletiva, a abordagem ou tentativa de convencimento de eleitores e a distribuição de camisetas durante a votação.
A arregimentação de eleitores e a propaganda de boca de urna também são crimes previstos na Lei das Eleições.
Raquel mencionou ainda a atuação policial durante o pleito.
Ative o áudio da publicação e confira a declaração da candidata.
Matéria em atualização.
Vídeo: Reprodução/Instagram




A governadora Raquel Lyra se reuniu, nesta segunda-feira (19), em Brasília, com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, com quem discutiu parcerias estratégicas de Pernambuco com o governo federal. No encontro, a gestora e ministro trataram sobre a Adutora do Agreste, o Projeto de Integração do São Francisco (PISF) e a conclusão das obras da Barragem de Igarapeba, no município de São Benedito do Sul, na Zona da Mata Sul.

O professor e escritor, Paulo César Gomes, lança nesta quarta-feira (11), às 19h30, no Museu do Cangaço, em Serra Talhada, o livro “Setenta anos da Festa de Algodão de Serra Talhada (1953-2023)”. 
Uma nova regra do governo dos Estados Unidos determina que os candidatos ao visto americano terão que incluir informações sobre suas redes sociais na solicitação. A medida deve afetar cerca de 14,7 milhões de pessoas por ano, segundo estimativas das autoridades.













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