Salgueiro: empresa suspeita de fraude vence licitação
Por Nill Júnior
Blog do Edenevaldo Alves
Informações extraoficiais revelam que a Prefeitura de Salgueiro contratou para a prestação de serviços de limpeza urbana uma empresa irregular, em dívida com o poder público. De acordo com documentação enviada, a LIMPAX Serviços e Construções Eireli apresenta débito social, haja vista que a empresa está com certidão negativa de débitos federais vencidos há 30 dias, desde o dia 08 de outubro de 2017.
A sucessão de irregularidades desta contratação vem desde o processo licitatório, acusados pelas demais licitantes, sendo que a prefeitura publicou o resultado da homologação da empresa vencedora no dia 10 de outubro de 2017, sendo que a mesma apresentava situação irregular com a justiça, o que não poderia ser autorizado a utilização de serviços de limpeza do município.
A ação da gestão municipal estaria ignorando a certidão federal da empresa, que se encontra vencida e ainda, foi publicado no Diário Oficial, que em 27 de outubro de 2017, foi realizada a assinatura de contrato entre o município e a empresa citada.
Na imagem, a documentação que ressalta a negatividade de débitos da empresa contratada relativos aos tributos federais e dívida ativa da União.
Outros prefeitos que estiveram lá, também se preocuparam mais com selfies. Fato reforça o que se suspeitava: Prefeitos é que não querem ter comprometimento de caixa com serviço, que poderia estar salvando vidas Existem vários ditados aplicáveis à chance que o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) teve diante do presidente Michel Temer de […]
Duque com Câmara e Temer: teve chance de fazer gol de placa em nome da região. Provou que assim como colegas, são prefeitos que não querem assumir sua parte para SAMU regional funcionar
Outros prefeitos que estiveram lá, também se preocuparam mais com selfies. Fato reforça o que se suspeitava: Prefeitos é que não querem ter comprometimento de caixa com serviço, que poderia estar salvando vidas
Existem vários ditados aplicáveis à chance que o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) teve diante do presidente Michel Temer de emplacar uma pauta regional que atenderia várias cidades. O cavalo passou selado é apenas uma deles. Na agenda com Temer, ainda mais com a presença de Paulo Câmara, Duque teve possibilidade de pleitear em momento reservado ou publicamente o início do funcionamento do SAMU regional, com Central de Regulação em Serra Talhada.
Mas agora, o ditado que se aplica é o de que não se pode mais chorar o leite derramado. O Prefeito confirmou o que o blog já checara com sua assessoria. Em nenhum momento em toda a agenda de Temer, Duque buscou uma posição do Presidente, certamente alheio à questão, para garantir uma contrapartida média de R$ 200 mil por mês para colocar para funcionar o equipamento. Um valor que, considerando o orçamento Federal, dependeria apenas de uma ordem direta de Temer. Para a União, é o que se pode chamar de troco de bala. A alegação foi de que “não teve tempo”.
Liderança com inserção regional, Luciano não tratou em nenhum momento do tema de interesse de 35 municípios da região sertaneja. E confirmou não ter falado sobre a questão na entrevista que deu à Serra FM esta manhã.
A informação só confirma o que já se ventila nos bastidores. O problema para o funcionamento do SAMU nada tem a ver com a garantia de contrapartidas. Há por parte de muitos prefeitos desinteresse no serviço que poderia salvar vidas na região, cujas ambulâncias caras e equipadas servem para ambulancioterapia há meses. Na verdade, as prefeituras é que não querem assumir contrapartidas para funcionamento do serviço e transferem responsabilidades para Estado e Governo Federal.
Ou seja, puro jogo de cena. Tanto que outros prefeitos, no curto que tiveram tempo com o Presidente, só quiseram saber de selfies e não tocaram no tema. A novidade é que agora Duque e colegas que estiveram em Serra não vão poder jogar a culpa para outrem. A verdade foi confirmada ontem: a decisão de travar o serviço está com eles.
O entendimento é de que a norma traz regra sem previsão na legislação federal e invadiu a competência da União para legislar sobre direito processual. O Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou lei do Estado de Pernambuco que permitia a utilização de depósitos judiciais e extrajudiciais de terceiros em programas e ações sociais e no pagamento […]
O entendimento é de que a norma traz regra sem previsão na legislação federal e invadiu a competência da União para legislar sobre direito processual.
O Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou lei do Estado de Pernambuco que permitia a utilização de depósitos judiciais e extrajudiciais de terceiros em programas e ações sociais e no pagamento de precatórios judiciais relativos a créditos de natureza alimentar.
Por unanimidade, o colegiado julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6660, apreciada na sessão virtual encerrada no dia 20/06.
A ação foi ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a Lei estadual 12.305/2002 (alterada pela Lei 12.337/2003), que destina para a Conta Central de Depósitos Procedimentais os depósitos judiciais e extrajudiciais, em dinheiro, à disposição do Poder Judiciário estadual ou da Secretaria da Fazenda. De acordo com a lei, de 50% a 80% dos créditos transferidos à conta central deverão compor um fundo de reserva, recomposto mensalmente pelo estado.
A PGR argumentou que, como os depósitos judiciais são valores confiados pelas partes ao Poder Judiciário, que fica responsável pela sua conservação e sua restituição ao final do processo, para a efetivação da tutela jurisdicional, sua utilização pelo Poder Público é tema diretamente relacionado com o campo do direito civil e do processual civil, de competência privativa da União para legislar.
A relatora da ação, ministra Rosa Weber, constatou que a lei cria desarmonia no sistema de pesos e contrapesos, pois autoriza a ingerência do Executivo em valores depositados por terceiros em razão de processos dos quais o ente federativo não faz parte.
A ministra observou que a norma configura expropriação de valores pertencentes ao jurisdicionado, violando o direito de propriedade, já que esses recursos não compõem as receitas públicas. A relatora salientou que a lei pernambucana possibilita ingerência indevida de um poder sobre outro.
Em seu voto, Rosa Weber destacou que a permissão para o uso de recursos de depósitos judiciais instituiu uma situação sem qualquer previsão na legislação federal e invadiu a competência da União para legislar sobre direito processual e normas gerais de direito financeiro. A ministra frisou que a jurisprudência do Supremo é clara no sentido de que a matéria relativa aos depósitos judiciais é de competência legislativa privativa da União.
Também, por unanimidade, o colegiado aprovou a proposta de modulação dos efeitos da decisão, para assentar a validade da lei até a data da publicação da ata do julgamento da ADI 6660.
A relatora verificou que, como a aplicação da norma possibilitou o manejo dos recursos depositados judicialmente, a medida é necessária para proteger a confiança legítima e a boa-fé objetiva.
“O terminal de transporte de passageiros municipal foi entregue e segue normalmente o cronograma para funcionamento. E como foi amplamente divulgado nos blogs e rádios locais, passará a receber as vans a partir desta terça-feira (10). Portanto nesta terça-feira às 06 da manhã estaremos recebendo as primeiras vans, tudo dentro da programação. Contudo, é importante […]
“O terminal de transporte de passageiros municipal foi entregue e segue normalmente o cronograma para funcionamento. E como foi amplamente divulgado nos blogs e rádios locais, passará a receber as vans a partir desta terça-feira (10).
Portanto nesta terça-feira às 06 da manhã estaremos recebendo as primeiras vans, tudo dentro da programação.
Contudo, é importante dizer que a ocupação se dará de forma gradativa, como acordado com a associação dos motoristas do transporte alternativo.” Afirmou Célio Antunes, Superintendente da STTrans.
Célio também informou que “Os motoristas participaram semana passada, no Terminal de Passageiros, do cadastro da EPTI, do governo estadual, complementando cadastro para exercer as atividades. Tudo conforme cronograma e de acordo com o que foi amplamente divulgado na imprensa.”
O prefeito reeleito de Petrolina, Miguel Coelho, decidiu promover mudanças na estrutura administrativa e no secretariado para o segundo governo. O político sertanejo enviou, nesta terça (22), à Câmara de Vereadores em caráter de urgência um projeto de lei para reforma da administração pública do município. Além disso, Miguel decidiu antecipar os novos nomes do […]
O prefeito reeleito de Petrolina, Miguel Coelho, decidiu promover mudanças na estrutura administrativa e no secretariado para o segundo governo. O político sertanejo enviou, nesta terça (22), à Câmara de Vereadores em caráter de urgência um projeto de lei para reforma da administração pública do município. Além disso, Miguel decidiu antecipar os novos nomes do primeiro escalão de sua equipe para 2021.
Na reforma, estão previstas poucas alterações robustas. Será criada a Secretaria de Agricultura, que antes era subordinada à pasta de Governo. O novo modelo traz ainda a junção das secretarias de Planejamento com Fazenda. Essas mudanças propiciadas pela reforma não irão acarretar qualquer aumento no orçamento municipal.
Já em relação ao secretariado, Miguel decidiu renovar parte da equipe. As pastas do Social, Economia, Educação, Procuradoria-Geral, Agricultura e Desenvolvimento Urbano terão novos líderes. Essas secretarias serão comandadas, respectivamente, por Glaucia Andrade, Flávio Guimarães, Plínio Amorim, Fernando Cavalcanti, vereador Gilberto Melo e Emício Junior. Além disso, o vereador Edilson Leite volta para a equipe de Miguel ocupando uma assessoria para atuar na área política e em ações voltadas à mobilidade. E Lucivane Lima passa a comandar a nova pasta de Fazenda e Planejamento.
Segundo o prefeito, as mudanças buscam manter o ritmo de trabalho intenso na gestão municipal e, ao mesmo tempo, inspirar novas ideias para o segundo mandato.
“Antes de tudo, é preciso agradecer a todos que contribuíram conosco nesse primeiro governo. Se tivemos uma votação histórica da população de Petrolina, a maior do Nordeste, isso se deve muito ao empenho de cada um desses colaboradores. Aos que chegam, a mensagem foi muito clara: trabalho. Esse foi nosso compromisso nos primeiros quatro anos, e no segundo mandato a população vai nos exigir o dobro desse trabalho. O desafio é enorme, mas tenho convicção que escolhi a equipe certa para manter Petrolina como referência para todo o estado de Pernambuco”, afirmou Miguel.
Confira como ficará a estrutura da gestão de Petrolina para 2021:
Secretaria de Educação, Cultura e Esportes – O professor Plínio Amorim passa comandar a pasta; Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo – O atual diretor regional da Fiepe, Flávio Guimarães, assumirá a pasta; Secretaria de Agricultura – O vereador Gilberto Melo passa a cuidar das políticas voltadas para a agricultura; Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos – A cientista social Glaucia Andrade passa a liderar a pasta;
Procuradoria-Geral do Município – O advogado Fernando Cavalcanti assume a pasta; Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade – Emício Junior; Secretaria de Fazenda e Planejamento – Lucivane Lima; Secretaria de Saúde – Magnilde Albuquerque; Secretaria de Infraestrutura, Serviços Públicos e Mobilidade – Fred Machado; Secretaria de Governo – Orlando Tolentino; Chefe das Assessorias Especiais – Giovanni Costa;
Coordenadoria de Comunicação – Monyk Arcanjo; Controladoria-Geral do Município – Henrique Guerra; Chefia de Gabinete – Rodrigo Galvão; Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA) – Franklin Alves; Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA) – Geraldo Miranda; Agência do Empreendedor (AGE) – Sebastião Amorim; Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de Petrolina (ARMUP) – Rubem Franca; Instituto de Gestão Previdenciária do Município de Petrolina (IGEPREV) – Willames Barbosa; Diretor-presidente da Agência de Vigilância Sanitária – Marcelo Gama; Ouvidoria Municipal – Elania Freire; Procuradoria da Fazenda – Luzemberg Santos; Superintendência de Licitações – Auxiliadora Carvalho.
O deputado Rodrigo Novaes (PSD) fez um pedido ao governo no Estado, nesta quinta-feira (28/09), no plenário Eduardo Campos, para que haja investimentos no município de Belém do São Francisco. Segundo o parlamentar, pavimentação de estradas e ruas, construção de escolas, incentivo à agricultura e custeio para a saúde podem movimentar a cidade, permitindo o […]
O deputado Rodrigo Novaes (PSD) fez um pedido ao governo no Estado, nesta quinta-feira (28/09), no plenário Eduardo Campos, para que haja investimentos no município de Belém do São Francisco.
Segundo o parlamentar, pavimentação de estradas e ruas, construção de escolas, incentivo à agricultura e custeio para a saúde podem movimentar a cidade, permitindo o seu desenvolvimento econômico.
“Belém do São Francisco possui potencialidades, como sendo o número um do país na exportação de manga e o município com o maior número de ilhas fluviais (88 no total) do nordeste”, destacou Novaes. O vice-líder do governo ressaltou que nos próximos dias irá fazer um anúncio junto com o governador Paulo Câmara sobre importantes investimentos na região.
O município enfrenta um momento delicado, com suas receitas comprometidas, ocasionada pela péssima gestão anterior. “A cidade ficou arruinada pelos acordos de pagamentos impagáveis. A previdência está comprometida e a folha de pagamento está no seu limite apenas com os servidores efetivos. A reconstrução não será fácil e nem rápida”, relata o deputado.
Novaes afirmou, ainda, que o atual prefeito Professor Licínio vem desenvolvendo um trabalho sério e transparente. “Licínio vem lutando diariamente. Ele tem feito a parte dele e eu como representante do povo belemita na Assembleia Legislativa luto por benfeitorias que possam melhorar a vida das pessoas”, finalizou.
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