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Sai segundo repasse do Estado para o SAMU da III Macro

Por Nill Júnior

O SAMU da III Macro, no Sertão, recebeu segundo repasse de recursos financeiros do Estado, num total de mais de R$ 284 mil. Em março,  quando o serviço foi credenciado ao Estado, foram liberados R$ 973 mil.

Com o novo repasse, o SAMU ganha mais fôlego e fortalece sua atuação nas dez cidades em que está credenciado.

Estão regulares com o SAMU as cidades e gestores de Custódia (Manuca), Petrolândia (Fabiano Marques), Sertânia (Ângelo Ferreira), Afogados da Ingazeira (Sandrinho Palmeira), Carnaíba (Anchieta Patriota), Iguaracy (Zeinha Torres), Ingazeira (Luciano Torres), Itapetim (Adelmo Moura), Flores (Marconi Santana) e Serra Talhada (Márcia Conrado).

A notícia do repasse tem sido comemorada pelo Cimpajeú. A informação foi confirmada por Vinicius Machado, Controlador Interno do Cimpajeú.

Para cumprimento da divisão tri partite, ainda falta o repasse do governo federal.

Infelizmente,  alguns prefeitos abandonaram o serviço, deixando seus municípios sem cobertura de urgência e emergência.  A compreensão da maioria dos prefeitos para a importância do serviço sempre foi o maior problema.

Outras Notícias

Morre aos 86 anos Cosmo Laurindo de Oliveira, pai do Padre Josenildo Nunes

Morreu aos 86 anos o senhor Cosmo Laurindo de Oliveira. Ele era pai do Pároco de Tabira e Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira, Padre Josenildo Nunes de Oliveira. Cardiopata, teve um mal súbito e morreu em Flores, no Pajeú. Padre Josenildo e irmãos estão cuidando das medidas a serem tomadas para velório […]

Morreu aos 86 anos o senhor Cosmo Laurindo de Oliveira.

Ele era pai do Pároco de Tabira e Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira, Padre Josenildo Nunes de Oliveira.

Cardiopata, teve um mal súbito e morreu em Flores, no Pajeú. Padre Josenildo e irmãos estão cuidando das medidas a serem tomadas para velório e sepultamento. Era casado com a senhora Matias Nunes, Dona Téa.

Autoridades começam a lamentar o seu falecimento. O Prefeito Flávio Marques se solidarizou com o sacerdote e se colocou a disposição.

A bancada de oposição na Câmara de Vereadores, formada por Nelly de Mano, Estefany de Júnior, Maria Helena da Saúde e Marcos de Judite, também manteve contato com o blog para emitir nota de pesar. “O senhor Cosmo Laurindo foi o alicerce, juntamente com sua esposa, Matias Nunes, na construção de uma família íntegra e amparada pelos princípios cristãos. Ao padre Josenildo, nossos sentimentos”.

Chapa oposicionista fechada em Iguaracy

Em poucos dias a oposição de Iguaracy encaminhou a formação de sua chapa para enfrentar o Prefeito Francisco Dessoles que disputará a reeleição. A informação é de Anchieta Santos ao blog. O bloco das oposições apresentará o médico Pedro Alves como candidato a Prefeito e Virginia de Albérico na vice. Detalhe: Virgínia é cunhada do […]

Pedro Alves IguaracyEm poucos dias a oposição de Iguaracy encaminhou a formação de sua chapa para enfrentar o Prefeito Francisco Dessoles que disputará a reeleição. A informação é de Anchieta Santos ao blog.

O bloco das oposições apresentará o médico Pedro Alves como candidato a Prefeito e Virginia de Albérico na vice. Detalhe: Virgínia é cunhada do prefeito e candidato a reeleição, Dessoles.

Em contato com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta o vereador Zeinha disse que uma forte chapa para a Câmara também está sendo preparada para a disputa da eleição em Iguaracy.

Almir Reis ou Ingrid Zanella? A verdade por trás da “esquizofrenia seletiva” na advocacia pernambucana

Por Fábio Raimundo de Assis* Estamos em mais uma eleição da OAB-PE, e o que vemos? Uma verdadeira peça de teatro em que aqueles que sempre estiveram no comando agora se travestem de renovadores, prometendo a solução para os problemas que, ironicamente, eles mesmos ajudaram a criar. De um lado, Almir Reis, o advogado militante, […]

Por Fábio Raimundo de Assis*

Estamos em mais uma eleição da OAB-PE, e o que vemos? Uma verdadeira peça de teatro em que aqueles que sempre estiveram no comando agora se travestem de renovadores, prometendo a solução para os problemas que, ironicamente, eles mesmos ajudaram a criar.

De um lado, Almir Reis, o advogado militante, que vive e respira a advocacia militante, lutando pelo direito de quem precisa e conhecendo de perto as dificuldades do dia a dia forense. Do outro, Ingrid Zanella, co-presidente da Ordem por dois mandatos, 06 anos, sócia de uma das maiores bancas de advocacia do Estado, e, agora, candidata a presidente.

Seu discurso? Ela afirma que a sua pré-candidatura é “a advocacia fazendo história”. Mas nos corredores dos fóruns, a advocacia militante, se questiona: “Quantos anos Ingrid precisa para fazer história?”

O cenário que se desenha é o de uma advocacia fragilizada e empobrecida, enfrentando um Judiciário moroso e uma OAB/PE que, sob a liderança de quem agora tenta vender-se como solução, pouco fez para combater a morosidade que sufoca a prática jurídica no nosso Estado.

Mas o que mais impressiona, e deveria servir como um alerta para todos os jovens advogados, é a hipocrisia flagrante que surge nas vésperas das eleições. De repente, advogados ricos, empresários do direito, filhos de desembargadores e privilegiados de berço surgem como se fossem os “bons samaritanos” da advocacia, aqueles que sabem da dor do advogado médio, o advogado militante que depende da expedição de um alvará para sustentar o lar.

Essa “esquizofrenia seletiva” de alguns dos maiores nomes da advocacia empresarial em Pernambuco é, no mínimo, revoltante. Um exemplo claro é o discurso de João Humberto Martorelli, advogado renomado, que defende com unhas e dentes a candidatura de Ingrid Zanella, mas parece ignorar o verdadeiro abismo que separa a advocacia elitizada da advocacia real, aquela que trabalha para sobreviver.

Em seu artigo, Martorelli defende que devemos preservar a essência da advocacia como uma “prestação de serviço pessoal” e critica o avanço das grandes corporações empresariais no meio jurídico. No entanto, pergunto: como podemos acreditar nesse discurso quando o próprio modelo que ele sustenta é o de um escritório que, ironicamente, já se tornou uma grande corporação?

Martorelli menciona o risco de os escritórios de advocacia se transformarem em negócios dominados por outros profissionais, como administradores e engenheiros. Mas o que ele não diz é que os próprios grandes escritórios já operam como verdadeiras empresas, com um foco cada vez menor na prática jurídica e cada vez maior na maximização de lucros.

Martorelli fala em defender a “essência” da advocacia, mas essa essência já foi deixada de lado por aqueles que se tornaram empresários do direito, que veem na advocacia apenas uma oportunidade de expansão comercial.

Como disse o clássico Cervantes em Dom Quixote, “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades; todo o mundo é composto de mudança”. Mas a mudança que estamos vendo na advocacia é, na verdade, uma tentativa desesperada de manter o status quo, enquanto fingem oferecer algo novo. Martorelli, com todo respeito, está nos oferecendo uma visão distorcida, onde aqueles que sempre dominaram o cenário agora se fazem de salvadores, prometendo uma renovação que não virá de quem está há mais de 15 anos no poder.

Os jovens advogados, aqueles que dependem da força da OAB para combater as irregularidades, para enfrentar um Judiciário lento e ineficaz, precisam se perguntar: quem realmente está ao nosso lado? Quem vive a nossa realidade? Quem entende o que é perder noites de sono esperando por um alvará para pagar as contas de casa?

Martorelli pode tentar nos convencer de que a solução está em manter a velha guarda no controle, mas o que ele nos oferece é um retrocesso. A verdadeira história não será feita por quem está no poder há 15 anos sem trazer mudanças significativas. A história será escrita por quem, de fato, vive e respira a advocacia de todos os dias, quem entende que a OAB não pode ser apenas uma instituição de fachada, mas um verdadeiro escudo contra as injustiças do sistema.

Aos eleitores da OAB, deixo uma reflexão: será que o discurso de renovação e a defesa da advocacia como “prestação de serviço pessoal” não são, na verdade, tentativas de mascarar o fato de que alguns já transformaram essa nobre profissão em um grande negócio?

Estamos diante de uma escolha entre dois caminhos: manter o poder nas mãos de quem sempre esteve lá ou escolher uma verdadeira renovação, alguém que conhece a advocacia de perto e que, de fato, pode trazer as mudanças que tanto precisamos.

*Fábio Raimundo de Assis é advogado

Ford Ecosport, o rei dos SUV’S

Post oferecido por FBS Foto: Pixabay Decidir qual o modelo de carro que você vai comprar é sempre um processo repleto de dúvidas. Afinal, não é um pacote de balas que se está um comprando, mas sim um item muito caro que pode comprometer durante anos o orçamento de uma família. Por isso, muitos escolhem […]

Post oferecido por FBS

Foto: Pixabay

Decidir qual o modelo de carro que você vai comprar é sempre um processo repleto de dúvidas. Afinal, não é um pacote de balas que se está um comprando, mas sim um item muito caro que pode comprometer durante anos o orçamento de uma família. Por isso, muitos escolhem comprar carros usados na hora de comprar ou trocar de carro, pensando justamente no preço da Tabela Fipe. Mas, para quem é apaixonado pelos carros da Ford, com certeza o Ford Ecosport é um dos carros da marca que são mais conhecidos e escolhidos para comprar.

O mundo automobilístico está presenciando um fenômeno atual que muitas pessoas nem imaginavam: as vendas dos SUVs aumentando consideravelmente, em detrimento dos antes extremamente populares e imbatíveis carros compactos. Esses carros sempre foram sucesso nos Estados Unidos, lugar de onde a fábrica Ford provém, mas agora eles vêm apresentando um desempenho ótimo em outros países.

O The New York Times, um dos jornais mais importantes dos Estados Unidos, disse que: “O mundo está abraçando os SUVs”. Muitos argumentos foram dispendidos para corroborar tal ideia, mas um dos que mais se destacam foi o que veio de uma empresa de pesquisa automotiva japonesa, a Jato Dynamics. Ela disse, depois de muitas análises, que um entre três carros comercializados no mundo são SUVs, o que demonstra uma dominância bastante significativa. Esse é um resultado que supera três vezes o alcançado há doze anos atrás, quando o modelo Ecosport já era um sucesso de venda.

A reportagem, apesar de elogiar o sucesso dos SUVs, toca na questão da sua pouca eficiência quando o assunto é economia de combustível. Se sabe que esses carros costumam gastar cerca de trinta por cento a mais para rodar do que veículos de tamanhos menores. Além disso, necessitam de um maior investimento em baterias e tecnologia caso queiram entrar na moda elétrica. Existem modelos de SUVs econômicos, como o Tesla X, eficiente e muito bom, mas é inviável para a grande maioria das pessoas, sendo caro até mesmo nos Estados Unidos. Em contrapartida dessa opção tão cara, o Ecosport vem se modernizando e se tornando mais acessível, o que contribuiu para o seu recente crescimento nas vendas.

Começo

A empresa Ford causou um grande furor no salão do automóvel realizado no ano de 2002, tendo o seu modelo Ecosport gerado grande expectativa e ansiedade. Numa época em que a internet ainda era uma novidade, as publicações impressas demonstraram para o público a novidade que o carro representava. A revista Quatro Rodas trouxe vários carros em sua capa, tendo o Ford Ecosport como destaque, tendo os seguintes dizeres em sua capa: “Mostramos em primeira mão a maior novidade do salão”, era o começo de uma nova era para os carros no Brasil.

O modelo abriu as portas no Brasil para a popularização dos SUVs compactos, que ocorreu nos anos posteriores. Assim que ele estreou no salão do automóvel de 2002, ele já mostrou para o que veio, levantando muitos questionamentos e muita curiosidade entre os possíveis clientes. Muito se escondeu até o seu lançamento oficial em 2003, tanto que as pessoas só tiveram acesso às fotos das revistas e a visão de longe do carro para os que foram ao evento. Muitos aspectos do carro eram mantidos em segredo, o que ajudava a manter e a criar ainda mais frenesi em torno desse carro utilitário barato, que despertava tanta curiosidade entre o público.

No mercado, sempre quando algo é escondido e é produzido uma boa campanha em cima da sua imagem, um ótimo tipo de marketing e que costuma dar muito certo já está feito. Isso ajudou para que o carro se tornasse uma lenda até os dias de hoje, agitando as vendas e elevando a marca a um status de liderança durante anos em seu seguimento. Isso com certeza é uma ótima junção de qualidade do produto com uma boa estratégia de publicidade.

Motores

Em conjunto com toda a situação, os motores do carro da Ford também foram motivos para especulação das pessoas e dos veículos de imprensa. Num primeiro momento, o carro surgiu com a versão 4×2, 1.0 Supercharger, de 95 cavalos, motor que também era algo novo e surpreendente em vários sentidos. Era um motor muito eficiente e que deixava os clientes muito satisfeitos (coisa importantíssima para o bom desempenho de um carro nas vendas).

O carro quando foi lançado custava o montante de trinta mil reais, sendo que o SUV que a concorrência oferecia aos clientes era 60% mais caro, o que o reafirmava como um utilitário barato. O Ecosport era um carro moderno, bom de andar, que cabia no bolso do brasileiro médio e o mais importante, tinha ganho o gosto do público.

Por a Ford ter usado a plataforma do Fiesta, muitas pessoas se perguntavam se a novidade do Eco era apenas ser um carro popular com uma suspensão levantada, mas logo ela mostrou que não. Apesar de que hoje em dia esse poderia ser um argumento válido (devido aos grandes avanços na tecnologia automobilística), naquela época de 2003 o carro obteve outro tipo de resultado e retorno.

Vendas

Com um resultado decorrente do grande interesse do público levantado durante a divulgação, juntamente com a própria qualidade do produto, obviamente, as vendas atingiram ótimos resultados. No primeiro ano, foram vendidos 27.200 exemplares. No ano passado, ele vendeu 31.195 unidades, sendo o 25° carro que mais vendeu no Brasil durante o ano. Nada mal esse número, levando-se em conta que a nossa economia está em estado de recessão durante anos e anos. Durante anos ele reinou absoluto, mas ainda continua firme e forte nos dias de hoje, com vendas expressivas e regulares.

Para os que acompanharam o nosso artigo falando do rei dos SUVs, o Ecosport, convidamos vocês para voltar ao nosso site e conhecer mais o nosso trabalho. Vocês não irão se arrepender!

Danilo Simões e Edson Henrique intensificam agenda na zona rural de Afogados da Ingazeira 

O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), e seu vice, Edson Henrique (PP), cumpriram agenda neste final de semana, com visitas a diversas comunidades rurais do município. No sábado (24), Danilo Simões participou de um torneio de futebol no Sítio Caiçara, onde também aproveitou para conversar com os moradores locais. “Eu […]

O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), e seu vice, Edson Henrique (PP), cumpriram agenda neste final de semana, com visitas a diversas comunidades rurais do município.

No sábado (24), Danilo Simões participou de um torneio de futebol no Sítio Caiçara, onde também aproveitou para conversar com os moradores locais. “Eu nunca me canso de me surpreender com o carinho e a acolhida das pessoas nas comunidades rurais. Esse contato direto é fundamental para entender as necessidades e planejar ações que realmente façam a diferença,” destacou Danilo.

Ainda no sábado, os candidatos da oposição marcaram presença em um bate-papo no Baixio da Carapuça. Além de Danilo e Edson, a irmã do candidato, Eugênia Simões, e candidatos a vereadores da Coligação União Pelo Povo participaram do encontro. 

Durante a roda de conversa, Eugênia relembrou como ela e seu irmão aprenderam sobre política com seus pais, Orisvaldo Inácio e Giza Simões. “Desde cedo, vimos de perto como nossos pais faziam política, sempre com respeito e dedicação ao povo. Esses valores estão presentes em tudo o que fazemos,” afirmou Eugênia.

No domingo (25), a dupla participou de uma reunião da Associação dos Moradores do Sítio Serrinha, onde discutiram as demandas locais e apresentaram soluções para os desafios da comunidade, com base em seu plano de governo. 

Danilo destacou a importância da organização comunitária rural. “Fortalecer as associações rurais e garantir que as decisões sejam tomadas coletivamente é essencial para o desenvolvimento sustentável de Afogados. Queremos garantir que as comunidades tenham voz ativa e possam direcionar os investimentos de acordo com suas reais necessidades”, afirmou.

Entre as propostas destacadas, Danilo e Edson reforçaram o compromisso de implementar um zoneamento do território rural, dividindo o município em quatro regiões, facilitando a gestão das demandas e criando cargos de gestores regionais para acompanhar de perto a execução dos serviços de infraestrutura. 

“Nosso objetivo é garantir que cada região tenha uma patrulha mecanizada até o final da gestão, assegurando a recuperação de estradas e a construção de açudes e barreiros conforme as demandas da comunidade”, explicou Edson.

Encerrando a agenda do domingo, Danilo e Edson prestigiaram um evento de motocicletas no Campo de Aviação de Afogados da Ingazeira.