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Reunião discute queda da vazão de Sobradinho e travessia das barquinhas em Petrolina

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Petrolina está convocando a Associação da Travessia das Barquinhas (ATB), que fazem o transporte de passageiros entre as cidades de Juazeiro da Bahia e Petrolina,  para discutir os impactos da redução da defluência da barragem de Sobradinho.

A partir do próximo dia 30, conforme autorização da Agência Nacional de Águas (ANA), será reduzida de 600m³/s para 550m³/s, com a possibilidade de registro de vazão instantânea de apenas 523m³/s.

Um estudo da Agência Municipal do Meio Ambiente de Petrolina (AMMA), aponta que os barqueiros devem ter dificuldades para navegar entre as margens baiana e pernambucana do Rio São Francisco. Com um nível do espelho d’água mais baixo por causa da diminuição da vazão da barragem, a AMMA teme a paralisação do serviço de transporte interestadual.

Com o objetivo de discutir ações que vão garantir a continuidade das atividades das tradicionais ‘barquinhas’, um encontro foi marcado para esta sexta-feira (21), às 9h, na sede da Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Mobilidade de Petrolina (SEINFRAHM). Devem participar do encontro, representantes da ATB, AMMA e SEINFRAHM, além de técnicos que atuam na região na área de dragagem, técnica em que se retira parte da areia do rio a fim de se aumentar a distância entre o fundo e o espelho d’água e que pode viabilizar melhores condições de navegabilidade.

 “No dia a dia do projeto de revitalização do rio São Francisco que estamos realizando, nós presenciamos a dificuldade que algumas barcas têm tido em atracar em Petrolina”, diz o Diretor de Projetos Ambientais da AMMA, Victor Flores.

Outras Notícias

Afogados: Radialista e advogado quase atropelados no Sistema Viário

Condutor invadiu faixa de calçada e quase atinge Anchieta Santos e advogado Jorge Márcio. Condutor fugiu, foi pego pela polícia e recusou bafômetro A ROCAM foi solicitada pela central de operações do 23º BPM para atender uma ocorrência de acidente de trânsito na Via Pública, PE 292, Afogados da Ingazeira. No local, foram informados por […]

Condutor invadiu faixa de calçada e quase atinge Anchieta Santos e advogado Jorge Márcio. Condutor fugiu, foi pego pela polícia e recusou bafômetro

A ROCAM foi solicitada pela central de operações do 23º BPM para atender uma ocorrência de acidente de trânsito na Via Pública, PE 292, Afogados da Ingazeira.

No local, foram informados por populares que o veículo strada, cor preta, placa EIZ 3642, estava sendo conduzido pelo acusado Lindomar de Lima Teixeira, 36 anos, solteiro, comerciante, natural de Flores, o qual realizava manobras perigosas próximo ao Vianão.

Ele chegou a subir na guia e por pouco não atropelou o radialista Anchieta Santos e o advogado Jorge Marcio que caminhavam no local.

O condutor não parou e seguiu sentindo a cidade de Iguaracy com o pneu esquerdo estourado. O policiamento fez diligências e conseguiu encontrar o referido veículo.

O condutor apresentava sinais de embriaguez alcoólica, segundo nota da PM. Diante do fato, o mesmo foi conduzido a DP local onde se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi aberto inquérito por portaria.

Praticamente integradas à sociedade, diz Bolsonaro sobre mulheres

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, nesta terça-feira (8), que as mulheres são “praticamente integradas à sociedade”. Deu a declaração em cerimônia de homenagem ao Dia Internacional da Mulher no Palácio do Planalto. As informações são do portal Poder 360. “Naquele meu tempo, é história: a mulher era professora ou dona de casa. Hoje em […]

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, nesta terça-feira (8), que as mulheres são “praticamente integradas à sociedade”. Deu a declaração em cerimônia de homenagem ao Dia Internacional da Mulher no Palácio do Planalto. As informações são do portal Poder 360.

“Naquele meu tempo, é história: a mulher era professora ou dona de casa. Hoje em dia, as mulheres são praticamente integradas à sociedade. Nós a auxiliamos, estamos sempre ao lado delas. Não podemos mais viver sem elas”, disse.

Participaram do evento, além de Bolsonaro, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, as 3 ministras do governo, Tereza Cristina (Agricultura), Flávia Arruda e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos). Na plateia, senadoras e deputadas aliadas do governo, além de apoiadoras e integrantes do alto escalão.

Bolsonaro afirmou que sua gestão foi a que mais prendeu agressores de mulheres. Disse: “O nosso governo, aviso aos machões, foi o que mais prendeu agressor. Respeito acima de tudo. Quando se fala em mulher, não se pode deixar de falar em família”.

No discurso, o presidente citou a história de sua mãe, Olinda Bolsonaro e se emocionou. Disse que a matriarca – que morreu há 1 mês – era uma empreendedora, ela vendia bolos e balas de coco para casamentos no Vale do Ribeira (SP).

Nesta terça-feira, o Ministério da Economia lançou o programa Brasil para Elas, com o intuito de fomentar o empreendedorismo feminino. A iniciativa foi desenhada pela secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques, com apoio do ministro Paulo Guedes e do presidente.

Téa da Damol defende reformas e teme pelo futuro de Tabira com a gestão Sebastião Dias

Enxergando sinais de recuperação da economia do país a partir do segundo semestre de 2017, o empresário Téa da Damol falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O tabirense com atuação empresarial em São Paulo enalteceu a queda da taxa Selic e defendeu as reformas Fiscal e Previdenciária. “Com categorias privilegiadas recebendo R$ 30 mil […]

Enxergando sinais de recuperação da economia do país a partir do segundo semestre de 2017, o empresário Téa da Damol falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

O tabirense com atuação empresarial em São Paulo enalteceu a queda da taxa Selic e defendeu as reformas Fiscal e Previdenciária. “Com categorias privilegiadas recebendo R$ 30 mil de aposentadoria, falta dinheiro para saúde, educação e infraestrutura. Ou faz a Reforma da Previdência ou vai acontecer o mesmo que ocorreu na Grécia, ela vai quebrar”, disse Téa.

O empresário criticou o Congresso onde os seus integrantes estão mais preocupados com a renovação dos seus mandatos do que com o país.

Observador da cena política de Tabira, Téa não perdoou o quinto ano do Prefeito Sebastião Dias.  “O modelo de gestão é o mesmo dos governos anteriores. Quem trabalha quer receber e a administração sem comando deixa a desejar com folha salarial atrasada”.

E seguiu batendo: “Enquanto isso é grande o número de carros locados e imóveis alugados. A cadeia produtiva não recebe um centavo de investimento. Se o Governo Sebastião Dias permanecer assim até o fim do mandato, não sei o que vai ser de Tabira”, completou.

Bolsonaro completa 24 horas em silêncio após derrota para Lula na eleição

Aliados sugeriram um texto ao atual presidente para o reconhecimento da vitória do adversário Folha de S. Paulo O atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), completou na noite desta segunda-feira (31) 24 horas em silêncio após a derrota na véspera para o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula teve a vitória confirmada pelo TSE […]

Aliados sugeriram um texto ao atual presidente para o reconhecimento da vitória do adversário

Folha de S. Paulo

O atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), completou na noite desta segunda-feira (31) 24 horas em silêncio após a derrota na véspera para o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Lula teve a vitória confirmada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) às 19h56 (de Brasília) de domingo (30), com 98,91% das urnas apuradas. Um dia depois, Bolsonaro continua sem ter feito nenhum pronunciamento público sobre a derrota. O presidente também não publicou nenhuma mensagem em suas redes sociais.

Diante do silêncio, aliados de Bolsonaro sugeriram um texto ao atual chefe do Executivo para o reconhecimento da vitória do adversário. Segundo relatos, o documento não traria contestação ao resultado, mas citaria “injustiças” que o mandatário sofreu em seu governo e na campanha.

A expectativa do entorno do presidente é de que ele se manifeste ainda nesta segunda ou terça (1º). Para aliados, quanto mais tempo demorar, mais negativo será para Bolsonaro.

O texto sugerido a Bolsonaro tem o objetivo de manifestar respeito ao regime democrático, mas foi elaborado com cuidado para não deixar os militantes bolsonaristas órfãos.

Há o receio de que uma postura totalmente legalista resultaria em perda dos apoiadores mais radicais, que estiveram ao lado de Bolsonaro e o ajudaram a propagar questionamentos ao sistema eleitoral, que foram reforçados pelas Forças Armadas.

Eles lembram que, apesar de derrotado, ele teve 58 milhões de votos e elegeu diversos aliados, inclusive o governador de São Paulo, maior estado do país. A ideia é que o chefe do Executivo mantenha acesa essa militância.

Mais cedo, a primeira-dama Michelle foi a primeira pessoa do clã Bolsonaro a se manifestar após o pleito. Ela compartilhou um trecho da Bíblia e também afirmou que ela e o presidente seguem “firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil”.

Depois, o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do presidente, disse ser necessário erguer a cabeça e afirmou que não vai “desistir do Brasil”.

Foi a primeira manifestação de um dos filhos do presidente, 20 horas após a confirmação da vitória de Lula na disputa pela Presidência.

“Obrigado a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida! Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil! Deus no comando!”, afirmou Flávio, sem citar Lula.

Na noite da última sexta-feira (28), após o debate com Lula na TV Globo, Bolsonaro disse que aceitaria o resultado das eleições, mesmo que ele não fosse o mais votado.

A apresentadora Renata Lo Prete, no Jornal da Globo, perguntou: “Só para tirar a limpo, de uma vez por todas, candidato. Suas palavras significam que o senhor respeitará o resultado, seja ele favorável ao senhor ou adverso ao senhor?”.

Bolsonaro então respondeu: “Não há a menor dúvida. Quem tiver mais voto leva. É isso que é democracia”.

No primeiro discurso diante de apoiadores, ainda no domingo, o presidente eleito, Lula, manifestou preocupação com a transição de governo.

“Preciso saber se o presidente que derrotamos vai permitir que haja uma transição, para que a gente tome conhecimento das coisas”, disse Lula.

“Em qualquer lugar do mundo, o presidente derrotado já teria ligado para mim para reconhecer a derrota. Ele até agora não ligou. Não sei se vai ligar e não sei se vai reconhecer [o resultado] de qualquer forma.”

O TCU (Tribunal de Contas da União) irá acompanhar o processo de transição. Para isso, será criado um comitê composto por ministros e auditores, a partir da publicação de uma portaria. O grupo passará a valer a partir desta terça-feira e terá a duração de 90 dias.

Advogado Tacla Duran acusa Sérgio Moro de perseguição; veja vídeo

Do Jornal do Brasil O ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran, em depoimento à Comissão de Direitos Humanos da Câmara, afirmou que as pessoas precisam conhecer o lado obscuro de Sergio Moro e apontou um cerceamento ao direito de defesa como um dos métodos do juiz federal. Duran foi arrolado como testemunha de defesa do […]

Do Jornal do Brasil

O ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran, em depoimento à Comissão de Direitos Humanos da Câmara, afirmou que as pessoas precisam conhecer o lado obscuro de Sergio Moro e apontou um cerceamento ao direito de defesa como um dos métodos do juiz federal.

Duran foi arrolado como testemunha de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e teve por cinco vezes o seu depoimento negado por Sergio Moro. Entre os motivos, Moro alegou “endereço desconhecido” e “custo muito oneroso”.

“Moro emite opinião contra réu. Isso é pré-julgamento que viola um princípio básico de direitos humanos, pois os julgamentos precisam ser técnicos, isentos e imparciais”, disse Tacla Durán. “O dr. Moro me ofendeu em rede nacional, ao vivo, me prejulgou e me condenou. Ele feriu a Lei da Magistratura também por não me ouvir como testemunha do presidente Lula.”

“Desde 2016, quando me apresentei à força-tarefa da Lava Jato para dizer que era advogado da Odebrecht, sou tratado como criminoso. Nunca apresentaram provas contra mim. Aqui na Espanha já arquivaram acusações contra mim por falta de provas”, continuou o advogado. “A operação Lava Jato se tornou um polo de poder político capaz de moer reputações, de destruir empresas e instituições. Digo isso com tranquilidade, pois jamais fui filiado ou militei em qualquer partido político. ”

Veja na íntegra o depoimento de Tacla Duran: