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Redução de verbas para universidades rende Moção de Repúdio em Serra Talhada

Por Nill Júnior

A Câmara Municipal de Serra Talhada aprovou uma Moção de Repúdio contra o corte, que o governo diz ser “contingenciamento”, de trinta por cento de verbas das universidades.

Segundo divulgado pelos vereadores que aprovaram a Moção, ela também faze referência ao ministro Abraham Weintraub e o presidente, Jair Bolsonaro. A proposta foi do vereador Sinézio Rodrigues, do PT. Ele defendeu uma Moção contra os cortes e não direcionada ao governo Bolsonaro.

A sessão teve um número de estudantes e professores do IF-Sertão, assim como da UAST. Ao contrário da semana passada, integrantes da Direita Serra Talhada, que acusaram o Presidente Manoel Enfermeiro de censurar o movimento, não compareceram e enviaram uma nota ao blog.

Aprovaram a moção, além de Sinézio e do Presidente Manoel Enfermeiro, Ronaldo de Deja, Zé Raimundo, Romério do Carro de Som Pinheiro do São Miguel, Nailson Gomes, Alice Conrado, Dedinha Inácio, Antonio Rodrigues, Antonio de Antenor e Agenor Melo. Foram contrários à Moção André Maio, Jaime Inácio e Vera Gama.

Outras Notícias

Missa marca quatro anos da primeira UPA-E do Estado

A UPAE Garanhuns, pioneira no estado, está comemorando seu quarto ano desde a inauguração. Para marcar a data, a Fundação Professor Martiniano Fernandes – IMIP Hospitalar realizará uma Missa de Ação de Graças, que será celebrada na próxima quarta, dia 26, às 15h, na própria unidade de saúde. “O convite é aberto a todos, instituições […]

A UPAE Garanhuns, pioneira no estado, está comemorando seu quarto ano desde a inauguração. Para marcar a data, a Fundação Professor Martiniano Fernandes – IMIP Hospitalar realizará uma Missa de Ação de Graças, que será celebrada na próxima quarta, dia 26, às 15h, na própria unidade de saúde.

“O convite é aberto a todos, instituições parceiras, funcionários, fornecedores e em especial aos usuários e população regional, para que possam estar conosco nesta data tão especial”, diz a direção da unidade através de nota.

A primeira UPA do estado foi inaugurada em 26 de julho de 2013 pelo governador Eduardo Campos, iniciando o funcionamento quatro dias depois.

Na entrega a promessa foi de oito mil consultas por mês. O público alvo é de cerca de 500 mil pessoas, em 21 municípios. Mais de R$ 21 milhões foram investidos para a construção e aquisição de equipamentos para a unidade, que tem um setor ambulatorial, com 19 consultórios; setor de diagnósticos e terapias; bloco cirúrgico, com quatro salas de cirurgia; e internamento de curta duração, além de apoio técnico e logístico.

Corpo de Bruno Pereira é velado no Grande Recife

G1 Ocorre nesta sexta-feira (24) o velório do indigenista Bruno Araújo Pereira, assassinado durante uma expedição na região do Vale do Javari, no Amazonas, junto com o jornalista inglês Dom Phillips. A cerimônia acontece no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife, e é aberta ao público. O caixão foi exposto por volta das 9h30, coberto […]

G1

Ocorre nesta sexta-feira (24) o velório do indigenista Bruno Araújo Pereira, assassinado durante uma expedição na região do Vale do Javari, no Amazonas, junto com o jornalista inglês Dom Phillips. A cerimônia acontece no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife, e é aberta ao público.

O caixão foi exposto por volta das 9h30, coberto com bandeiras de Pernambuco e do Sport Clube do Recife, time do coração de Bruno Pereira. Havia, também, uma camisa da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja).

O corpo de Bruno Pereira, que tinha 41 anos e é pernambucano, chegou ao Recife na noite da quinta-feira (23), em um jato da Polícia Federal. Os restos mortais foram periciados em Brasília. Quando ocorreu a liberação, os dois corpos foram levados de avião para serem entregues às famílias.

A primeira parada foi o Rio de Janeiro, onde o corpo de Dom Phillips foi entregue aos parentes. Às 18h36, o avião com o corpo de Bruno Pereira aterrissou no Aeroporto Internacional Guararapes/Gilberto Freyre, na Zona Sul do Recife.

Um grupo de indígenas da etnia Xucuru, da Serra do Ororubá, em Pesqueira, no Agreste, compareceu ao velório e entrou na capela em que o corpo de Bruno Pereira é velado. Eles entoaram cantos do ritual do Toré ao redor do caixão, com um cartaz com as fotos das vítimas e a frase “Justiça por Dom e Bruno”.

Bruno Pereira e Dom Phillips foram assassinados enquanto faziam uma expedição na região do Vale do Javari, no Amazonas. O crime aconteceu em 5 de junho e os corpos foram encontrados dez dias depois.

O velório de Bruno Pereira ocorre na Sala de Velório Central do Morada da Paz. A imprensa não foi autorizada a ficar próxima ao local em que o caixão foi colocado. A família do indigenista, a princípio, preferiu não conversar com jornalistas.

Segundo os familiares, Bruno era católico, mas ao longo de sua trajetória se tornou um homem do povo, sobretudo dos povos indígenas. Eles informaram que no velório, que será aberto, haverá uma cerimônia católica, mas que qualquer manifestação religiosa que ocorrer será respeitada.

TCE “limpou” nomes do Ficha Suja após decisão do Supremo. Veja sertanejos excluídos da lista

A leitura da nota do TCE, que condenou a decisão do Supremo Tribunal Federal, ao decidir que o órgão competente para julgar as contas de prefeitos, que são também ordenadores de despesa, é a Câmara Municipal, indica o aborrecimento com a decisão e, principalmente, que em alguns casos, o fato de a Câmara ainda não […]

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A leitura da nota do TCE, que condenou a decisão do Supremo Tribunal Federal, ao decidir que o órgão competente para julgar as contas de prefeitos, que são também ordenadores de despesa, é a Câmara Municipal, indica o aborrecimento com a decisão e, principalmente, que em alguns casos, o fato de a Câmara ainda não haver julgado as contas, não quer dizer que não haja problemas, inclusive com multas imputadas.

Ao TCE compete apenas emitir parecer prévio, que poderá deixar de prevalecer por decisão de 2/3 dos membros da Casa Legislativa, conforme determina a Constituição.

“De imediato, entretanto, decidimos sobrestar o julgamento de todas as contas de gestão de prefeitos ordenadores de despesa em tramitação nesta Casa, bem como excluir da lista enviada à Justiça Eleitoral, no dia 5 de julho último, e complementada no dia 15 deste mês pelo Conselheiro Corregedor, Dirceu Rodolfo, os nomes de todos os prefeitos e ex-prefeitos que tiveram contas rejeitadas nos últimos 08 anos por Decisão irrecorrível desta Corte ”, diz a nota.

Diz o TCE que, a esses prefeitos e ordenadores de despesas, o TCE imputou débitos no valor de R$ 211.991.726,78 e multas no valor de R$ 4.069.285,99, de onde se deduz que a decisão da maioria dos ministros do STF vai de encontro à expectativa da sociedade por um Brasil mais ético e mais transparente, além de representar uma “anistia” aos que se apropriaram indevidamente do dinheiro público.

Uma questão que ainda gera dúvidas: alguns nomes da lista tem  contas rejeitadas por Câmaras e outras não, o que indica que o TCE retirou apenas a ocorrência que não passou pela Câmara. Mas nem alguns advogados ouvidos pelo blog tem certeza se foi retirada apenas a anotação que não foi apreciada pela Câmara ou se houve “purificação completa ”.  Preliminarmente, pode-se dizer que sim, mas ainda há controvérsias e expectativa de uma posição final do órgão. O TCE não teria autonomia para essa limpeza e declaração de inelegibilidade e sim o TRE.

Por obrigação jornalística, seguem os nomes sertanejos retirados da lista por força da decisão do STF:

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“O sentimento de antipetismo, que se instalou no país foi induzido”, diz Emídio Vasconcelos

Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9, desta quarta-feira (31), a secretaria de comunicação do Partido dos Trabalhadores de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto, Fátima Silva, Daniele Suênia e o vice-presidente do PT municipal, Emídio Vasconcelos, que também é membro da Executiva Estadual do Partido, avaliaram o processo eleitoral, e o […]

Por André Luis

No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9, desta quarta-feira (31), a secretaria de comunicação do Partido dos Trabalhadores de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto, Fátima Silva, Daniele Suênia e o vice-presidente do PT municipal, Emídio Vasconcelos, que também é membro da Executiva Estadual do Partido, avaliaram o processo eleitoral, e o futuro do PT e dos movimentos sociais após a vitória do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Provocado a analisar se a falta da autocrítica, não teria sido um dos motivos da derrota do PT e que teria contribuído para o aumento considerável do antipetismo, Emídio, por telefone disse que o PT já vem ao longo dos anos fazendo essa autocrítica, mas que há algumas divergências.

Segundo Emídio, o sentimento de antipetismo, que se instalou no país, foi induzido midiaticamente e que se não fosse isso, as pessoas teriam racionalizado melhor e feito uma escolha melhor.

“O que contribui para esse sentimento, foi uma indução que foi feita de forma midiática. João Vacari Neto, que é tesoureiro do PT, está preso porque recebeu doações da Odebrecht, mas todas elas foram declaradas, e ele na condição de tesoureiro do PT recebeu e então se fez entender que as doações são fruto de corrupção, mesmo tendo sido declaradas”, disse Emídio.

Ainda segundo Emídio o que comprova mais ainda a indução ao antipetismo é a razão de a mesma empreiteira doou dinheiro também para o PSDB, PMDB, PSB e demais partidos, mas que no entanto a investigação “foi selecionada e seletiva, no sentido de colocar o tesoureiro do PT atrás das grades preso, por corrupção, que foi o que eles atribuíram” disse Emídio que completou: “o dinheiro que saiu da Odebrecht e entrou no caixa do PT, é corrupção, e o mesmo dinheiro que saiu da Odebrecht e foi para o caixa do PSDB, não”.

Emídio ainda disse que o que caracteriza ainda mais a indução ao antipetismo é que o senador e agora deputado federal eleito, Aécio Neves “tem acusações mais consistentes e graves, com provas documentais, através de áudios e vídeos e não foi nem condenado em primeira instancia, como ainda pôde disputar mandato de deputado federal e essa semana Gilmar [Mendes], mandou arquivar um processo contra ele”, afirmou Emídio.

Emídio disse ainda que não viu como erro, a estratégia do PT em ter insistido na candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril em Curitiba. “Daí a importância do PT de não fazer o jogo dos algozes de Lula e descartá-lo num processo como esse, mesmo correndo o risco de ter um resultado eleitoral negativo como teve”.

Provocado a falar sobre o fato do ex-prefeito Totonho Valadares ter declarado voto em Bolsonaro nos últimos instantes, Emídio disse ver como oportunismo e traição. “Ao votar em Bolsonaro, Antônio Valadares trai os princípios que nortearam a Frente Popular, trai a população de Afogados da Ingazeira, que majoritariamente entendeu que o que estava em disputa, não era uma eleição entre Haddad e Bolsonaro. Era de quem defende verdadeiramente a democracia e quem defende a arbitrariedade, o autoritarismo… A disputa transcende pessoas e partidos”, afirmou Emídio.

Manifestantes aguardam Moro em frente à PF

G1 Manifestantes a favor do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e do presidente Jair Bolsonaro estão concentrados em frente à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, desde o início da manhã deste sábado (2). Houve um princípio de confusão entre os dois grupos com gritos e aglomeração, mas a Polícia Militar […]

G1

Manifestantes a favor do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e do presidente Jair Bolsonaro estão concentrados em frente à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, desde o início da manhã deste sábado (2).

Houve um princípio de confusão entre os dois grupos com gritos e aglomeração, mas a Polícia Militar (PM) conteve a situação. Eles estão com bandeiras, carro de som e gritam palavras de ordem.

Moro deve depor aos delegados, neste sábado, sobre as acusações de que o presidente Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. As acusações foram feitas quando ele anunciou sua saída do governo, há uma semana.

O inquérito foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e vai investigar se as acusações de Moro são verdadeiras. Se não forem, o ex-ministro poderá responder na Justiça por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.

O depoimento foi determinado pelo ministro Celso de Mello, relator do caso, e será colhido presencialmente por delegados da PF e acompanhado pelos procuradores que tiveram autorização do ministro Mello. São eles: João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, Antonio Morimoto e Hebert Reis Mesquita.

De acordo com informações da RPC, Moro será ouvido em uma sala ampla com a distância recomendada por causa do coronavírus e com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).