Rede ratifica candidatura de Lóssio e fará convenção no dia 03
Por André Luis
Foto: Divulgação
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Blog da Folha
A Rede Sustentabilidade convocou sua convenção estadual para o próximo dia 03 de agosto, quando deverá ser oficializada a candidatura ao Governo de Pernambuco do ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio, e também serão definidas as demais candidaturas do partido às eleições deste ano.
De acordo com Clécio Araújo, porta-voz estadual da REDE, a convenção será realizada no Recife Praia Hotel, no bairro do Pina, em Recife, às 19 horas, e terá a participação de filiados e pré-candidatos da legenda de todas as regiões do estado.
Segundo o porta-voz da REDE, no dia 4 de agosto será a vez da ex-senadora Marina Silva ter sua candidatura à Presidência da República homologada pela Convenção Nacional, em Brasília. O evento contará com a presença de parlamentares, dos candidatos majoritários e das principais lideranças do partido.
Em 2014, quando disputou a presidência pela segunda vez, Marina obteve mais de 22 milhões de votos, dos quais 2,3 milhões em Pernambuco. “Pela sua história e pelo seu perfil agregador, Marina é a candidata que reúne as condições para unificar o Brasil e para tirar o país da grave crise em que se encontra, pactuando com a sociedade a construção de um projeto de desenvolvimento sustentável. Na nossa convenção, vamos ratificar a candidatura de Júlio Lóssio, pois ela será fundamental para dar suporte a esse projeto”, afirmou Clécio Araújo.
O senador José Maranhão (PMDB-PB) desistiu de participar da comissão que analisará, no Senado Federal, o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. No lugar dele, assumirá Dário Berger (PMDB-SC). De acordo com a assessoria de Maranhão, o senador reconsiderou a decisão de participar do colegiado porque pretende atuar exclusivamente na Comissão de Constituição e […]
O senador José Maranhão (PMDB-PB) desistiu de participar da comissão que analisará, no Senado Federal, o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. No lugar dele, assumirá Dário Berger (PMDB-SC). De acordo com a assessoria de Maranhão, o senador reconsiderou a decisão de participar do colegiado porque pretende atuar exclusivamente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da qual é presidente.
O PMDB, partido com maior bancada no Senado, tem direito a indicar cinco integrantes para a comissão do impeachment. Além de Berger, o partido terá como titulares os senadores Raimundo Lira (PB), Rose de Freitas (ES), Simone Tebet (MS) e Waldemir Moka (MS).
Na manhã de hoje (22), o bloco de apoio ao governo indicou seus quatro integrantes na comissão: Lindbergh Farias (PT-RJ), José Pimentel (PT-CE), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Telmário Mota (PDT-RR). O bloco Socialismo e Democracia (PSB, PPS, PCdoB e Rede) também apresentou suas indicações: Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Romário (PSB-RJ) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
O bloco Democracia Progressista, composto por PP e PSD, indicou como titulares José Medeiros (PSD-MT), Ana Amélia (PP-RS) e Gladson Camelli (PP-AC). Formado por PSDB, DEM e PV, o bloco da Oposição indicou os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Antonio Anastasia (PSDB-MG), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Já o bloco Moderador (PTB, PR, PSC, PRB e PTC) indicou os senadores Wellington Fagundes (PR-MT) e Zezé Perrela (PTB-MG).
Depois de ter a admissibilidade aprovada pela Câmara dos Deputados no último domingo (17), o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff será analisado pelo Senado. Em votação no plenário, os seandores decidirão se será aberto o processo de afastamento da presidenta. A votação poderá ocorrer na primeira quinzena de maio.
O primeiro passo da tramitação do impeachment no Senado, dado no último dia 19, foi a leitura em plenário do parecer da Câmara favorável à abertura do processo. Em seguida, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criou a comissão especial para análise do processo e pediu aos líderes partidários a indicação dos 42 senadores que vão compor a comissão: 21 titulares e 21 suplentes.
A eleição da comissão especial pelo plenário da Casa está marcada para a próxima segunda-feira (25), a partir das 16h. Na terça-feira (26), haverá instalação oficial do colegiado, com a eleição do presidente, do vice-presidente e do relator.
Após a instalação da comissão especial, começa a contar o prazo de 10 dias úteis para que o relator apresente seu parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Nessa fase não há previsão de defesa da presidenta. O parecer precisa ser votado pelos integrantes do colegiado a aprovação se dá por maioria simples.
Qualquer que seja o resultado da votação na comissão, a decisão final cabe ao plenário do Senado, que é soberano. No plenário, o parecer da comissão será lido e, após 48 horas, votado nominalmente pelos senadores. Para ser aprovado, é necessária a metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votem pelo menos 41 dos 81 senadores da Casa.
Se o parecer da comissão for pela admissibilidade do processo e o texto aprovado pelo plenário do Senado, o processo contra a presidenta é instaurado e Dilma, notificada e afastada do cargo por 180 dias. Com isso, o vice-presidente Michel Temer assume o governo. Se o parecer da comissão pela admissibilidade for rejeitado no plenário, a denúncia contra a presidenta será arquivada.
Se o processo de afastamento da presidenta for aberto, começa a fase de produção de provas e a possível convocação dos autores da denúncia, da presidenta Dilma e da defesa até a conclusão das investigações e votação do parecer da comissão especial sobre o processo.
Para que a presidenta perca o mandato, são necessários votos de pelo menos 54 senadores, dois terços da Casa. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) coordenará a sessão final do julgamento.
Voto impresso não passa, mas vai dar zoada Os bolsonaristas ganharam mais um round, tático, na campanha por tentar emplacar o voto impresso. Depois de mais uma manobra envolvendo a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/2019, que estabelece a obrigatoriedade do voto impresso, a votação na comissão especial da Câmara onde o tema tramita foi adiada […]
Os bolsonaristas ganharam mais um round, tático, na campanha por tentar emplacar o voto impresso.
Depois de mais uma manobra envolvendo a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/2019, que estabelece a obrigatoriedade do voto impresso, a votação na comissão especial da Câmara onde o tema tramita foi adiada para agosto.
Em uma reunião tumultuada nesta semana, o relator da proposta, deputado governista Felipe Barros (PSL-PR), atropelou a fala dos demais parlamentares e conseguiu adiar a votação, ao pedir para reformular o texto.
A nova data marcada para a votação será dia 05 de agosto, após, portanto, o recesso parlamentar que termina em 30 de julho.
A ideia sobre o voto impresso é impulsionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que colocou o assunto em pauta passados 25 anos da estreia das urnas eletrônicas nas eleições brasileiras.
Sem qualquer prova, o presidente vem martelando a tese de que o sistema não é seguro e já atacou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) diversas vezes, tudo tendo como pano de fundo a sucessiva queda de popularidade que o presidente vem sofrendo.
Pesquisa do instituto Datafolha mostrou que 51% dos brasileiros reprovam Bolsonaro, um recorde de rejeição até agora. No mesmo ritmo da queda nas pesquisas, Bolsonaro vem discursando a favor do voto impresso e questionando a segurança da urna eletrônica, na esteira do que ele já faz desde o pleito de 2018 que o elegeu. “Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”, ameaçou o presidente no último dia 8.
Para muitos, é a última trincheira em que o presidente tem se agarrado para justificar uma eventual derrota. É com a informação de que a urna eletrônica é violável que não reconhecerá o resultado, caso derrotado.
Se o resultado eleitoral for apertado, a confusão será ainda maior. Se Bolsonaro levar uma lavada, seja de quem for, a possibilidade de um fusuê institucional é menor. Seria como se a seleção brasileira anunciasse uma auditoria para questionar o 7×1…
A vez de Márcia
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, será a última a ser imunizada no Pajeú, após abertura do novo grupo em sua cidade. Ela já realizou o cadastramento e aguarda dia e horário. Como odontóloga, poderia antes, mas sem exercer, preferiu aguardar.
Debate “vai ou não”
O Presidente da AMUPE, José Patriota, estará no Debate das Dez da Rádio Pajeú nesta segunda (19). Fala da pauta municipalista, situação dos municípios e, claro, do é ou não é candidato a Deputado em 2022.
Mais um passo
A intubação vencida pelo radialista Anchieta Santos foi causada por uma pneumonia bacteriana, algo que costuma ocorrer em UTIs. A recuperação rápida surpreendeu até o experiente Pedro Alves. Agora é dar sequência ao tratamento pós operatório. Anchieta teve um tumor retirado da cabeça dia 5.
“De boa”
Quem conversou com Rodrigo Novaes essa semana diz que ele não “pegou ar” com seu nome nas manchetes de sites de fofoca no episódio do namoro do jogador Gabriel Jesus com Raiane Lima. Só não gostou da exposição da esposa, Marina Cantarelli.
Lidera em casa
Em São José do Egito, Paulo Jucá tem 43,6% de preferência para uma vaga na Alepe, em levantamento espontâneo, sem apresentação de card com opções. Não opinaram 21,6%, indecisos são 20%, brancos ou nulos, 13,2%, outro(a), 1,2% e não responderam 0,4%.
Efeito colateral
A queda na ocupação dos leitos de UTI Covid gera uma consequência: a OS Hospital Tricentenário começa a discutir a possibilidade de corte de servidores contratados nas suas unidades, inclusive em Serra Talhada e Afogados da Ingazeira.
Frase da semana:
“Taxar grandes fortunas reduz desigualdade, mas empobrece os ricos“.
O Superintendente da SUDENE, Danilo Cabral, o prefeito de São José do Egito Evandro Valadares e o Secretário Paulo Jucá estiveram em Solidão. Eles visitaram o prefeito do município, Djalma Alves, do PSB, que se recupera de um grave acidente no início do mês. Djalma teve complicações iniciais graves, todas revertidas graças à agilidade no […]
O Superintendente da SUDENE, Danilo Cabral, o prefeito de São José do Egito Evandro Valadares e o Secretário Paulo Jucá estiveram em Solidão.
Eles visitaram o prefeito do município, Djalma Alves, do PSB, que se recupera de um grave acidente no início do mês.
Djalma teve complicações iniciais graves, todas revertidas graças à agilidade no atendimento do Hospital Regional Emília Câmara. Parte posterior do tratamento foi realizada no Hospital Memorial Arcoverde.
“Desejo a Djalma uma excelente recuperação. Pra mim já foi uma grande alegria lhe ver. Desde já estamos a disposição “, disse Paulo em rede social.
O vereador Zé Negão não escondeu seu descontentamento com a governadora Raquel Lyra pela ausência na campanha de Danilo Simões. Falando ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, Zé disse que não esteve na agenda com a governadora porque ainda espera que ela explique sua ausência na campanha do […]
O vereador Zé Negão não escondeu seu descontentamento com a governadora Raquel Lyra pela ausência na campanha de Danilo Simões.
Falando ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, Zé disse que não esteve na agenda com a governadora porque ainda espera que ela explique sua ausência na campanha do candidato do PSD. Seu filho, Edson Henrique, foi candidato a vice. Ele não esteve na agenda da governadora., nem o filho.
“O povo cobra a gente na rua. Ela não esteve na campanha, não gravou um vídeo, não pediu voto”. Ele também lembrou da ausência de Raquel no lançamento da pré-candidatura de Danilo e Edson, no Kabbana Recepções. “Foi uma decepção André de Paula avisar que ela não vinha, mesmo estando em São José do Egito”
Zé deixou em aberto seu futuro e deu a entender que, pelo momento do governo, ela vai precisar de apoio.”Nunca vi uma governadora vir a Afogados e não visitar uma liderança política. Como eles dizem que 2026 só tratam em 2026, vou fazer do mesmo jeito”. Zé disse que seu futuro está em aberto, não fechando apoio a Raquel ou a João Campos.
Sobre a presença de Danilo Simões na agenda em Afogados, Zé disse não comentar. “Quem tem que falar por ele é ele”.
Serra Talhada confirmou quarenta e quatro novos casos nas últimas 24 h. Afogados da Ingazeira se aproxima dos cem casos confirmados. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta sexta-feira (03.07), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, nas últimas 24 horas, oito cidades registraram setenta novos casos da Covid-19, […]
Serra Talhada confirmou quarenta e quatro novos casos nas últimas 24 h.
Afogados da Ingazeira se aproxima dos cem casos confirmados.
Por André Luis
De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta sexta-feira (03.07), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, nas últimas 24 horas, oito cidades registraram setenta novos casos da Covid-19, e a região totaliza 1.377.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 678 confirmações. Logo em seguida, com 153 casos confirmados está Tabira, São José do Egito tem 101 e Afogados da Ingazeira está com 96 casos confirmados.
Triunfo esta com 58, Carnaíba com 57, Flores está com 43, Iguaracy está com 33, Brejinho tem 31, Tuparetama tem 30 e Calumbi está com 28 casos confirmados.
Itapetim está com 20 casos confirmados, Quixaba tem 15 casos, Santa Terezinha tem 11, Santa Cruz da Baixa Verde tem 10, Ingazeira está com 9 e Solidão tem 4 casos confirmados.
Mortes – A região tem no total 44 óbitos por Covid-19. Até o momento, doze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 11, Carnaíba 6, Tabira e Triunfo 5 cada, Afogados da Ingazeira 4, Quixaba 3, Tuparetama, Iguaracy, São José do Egito e Flores tem 2 óbitos cada, Itapetim e Calumbi com 1 óbito cada.
Recuperados – Nas últimas 24 horas, a região registrou vinte e duas novas curas clínicas, totalizando 959 recuperados. O que corresponde a 69,64% dos casos confirmados.
O levantamento foi fechado às 09h15 deste sábado (04.07), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
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