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Real Time Big Data: João Campos e Raquel Lyra têm 43% e empatam no 1º turno

Por Michael Andrade

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (3) também aponta empate entre os dois em eventual segundo turno.

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) com 43% das intenções de voto no cenário estimulado para o Governo de Pernambuco.

Os dois aparecem empatados numericamente na disputa. Renan Hallais (Missão) registra 4%, Ivan Moraes (PSOL), 2%, e os demais candidatos somam 1%. Brancos e nulos representam 4%.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel Lyra e João Campos também aparecem empatados, com 23% cada.

Marília Arraes (PDT) é citada por 1%, outros nomes somam 4%, brancos e nulos chegam a 10%, enquanto 39% não souberam ou não responderam.

Segundo turno

A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre João Campos e Raquel Lyra. O resultado novamente aponta empate: cada candidato registra 44%.

Brancos e nulos somam 6%, mesmo percentual dos entrevistados que não souberam ou não responderam.

Metodologia

A Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores entre 29 de agosto e 2 de setembro, por telefone e pela internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09116/2026.

Fonte: UOL

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Outras Notícias

Ibama e IEF negam que Rio São Francisco foi afetado por lama de barragem de Brumadinho

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF) publicaram nota técnica importante. Nela, desmentem a informação de que o Rio São Francisco foi afetado pela lama de rejeitos da barragem da Mina do Córrego do Feijão, da Vale, que se rompeu […]

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF) publicaram nota técnica importante.

Nela, desmentem a informação de que o Rio São Francisco foi afetado pela lama de rejeitos da barragem da Mina do Córrego do Feijão, da Vale, que se rompeu em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A possível contaminação foi divulgada pela Fundação SOS Mata Atlântica, que monitora o Rio Paraopeba desde o rompimento, em 25 de janeiro.

No documento, os órgãos afirmam que os rejeitos não ultrapassaram a Usina Hidrelétrica de Retiro Baixo, entre Curvelo e Pompeu, e que não houve tempo hábil para o material chegar no Velho Chico.

Aonde vão os médicos do Emília Câmara nos finais de semana?

por Juliana Lima Na tarde de ontem, minha sobrinha de três aninhos, Ana Júlia, que tenho como filha, sofreu uma queda e bateu a cabeça. Como ela ficou reclamando de dores, por volta das 14h levamos para o Hospital Regional Emília Câmara, porém, na hora que descemos do carro, uma enfermeira (ou técnica de enfermagem, […]

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por Juliana Lima

Na tarde de ontem, minha sobrinha de três aninhos, Ana Júlia, que tenho como filha, sofreu uma queda e bateu a cabeça. Como ela ficou reclamando de dores, por volta das 14h levamos para o Hospital Regional Emília Câmara, porém, na hora que descemos do carro, uma enfermeira (ou técnica de enfermagem, não vi direito) já foi dizendo: “Leve para outro lugar, que aqui não tem médico”. Ligamos para algumas clínicas e fomos informados também que não havia atendimento.

Pergunto: Onde estavam os médicos que deveriam ficar de plantão aos domingos no HR? Será que no domingo ninguém adoece? Ninguém precisa de atendimento? Será que são descontados dos salários os dias que esses irresponsáveis faltam? Isso é uma safadeza!

Cadê os responsáveis que não fazem nada? Até quando determinados médicos/as escalados/as para trabalhar nos finais de semana, simplesmente irão continuar faltando? Rindo da sociedade? Se não querem trabalhar, por que permanecem aqui? Para ganhar dinheiro? Não querem trabalhar no domingo, mudem de profissão.

Acho engraçado quem fica criticando os médicos cubanos que trabalham no Brasil, e esquecem que são eles e uns poucos outros que em momentos de tragédias, de desastres, levam auxílio humanitário, que ficam quando todos se vão, que lutam contra as epidemias. Tenho certeza que se eles trabalhassem nos hospitais brasileiros não seriam tão negligentes.

Ouço com frequência depoimentos de pessoas simples, pobres, falando como são bem atendidas pelos profissionais do Mais Médicos, dizem como eles são diferentes, escutam o que a pessoa diz, perguntam, examinam, olham no olho. Isso é tratamento humanizado, e é disso que precisamos.

Só para embasar o que digo, outro dia paguei uma consulta caríssima em determinada clínica de Afogados, e o Dr. Fulano sequer se virou da cadeira para olhar pra mim. Perguntou o que eu tinha, eu disse, e ele rabiscou uma receita, me entregou e pronto. Não perguntou mais nada, não quis saber de nada. Naquele dia me senti desrespeitada, como paciente, como pessoa, como gente. Imaginem então como as coisas funcionam no serviço público? Se particular é assim, público então…

Graças a Deus Juju está bem, mas, e se tivesse sido algo mais sério? Teria sido necessário sair às pressas para Serra Talhada, Arcoverde, Caruaru, Recife? Isso é um absurdo. Aposto que se cada pessoa que se sentisse prejudicada, desrespeitada com a negligência no serviço público desse país processasse o Estado, as coisas se resolveriam.

Emendas de Danilo Cabral para LDO priorizam saúde e educação

O prazo para a apresentação de emendas ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 encerra hoje (4). O deputado Danilo Cabral (PSB/PE) apresentou 15 emendas – três para o anexo de metas e prioridades do governo no próximo ano e 12 ao texto da proposição. A maior parte delas é voltada para […]

Foto: Chico Ferreira

O prazo para a apresentação de emendas ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 encerra hoje (4). O deputado Danilo Cabral (PSB/PE) apresentou 15 emendas – três para o anexo de metas e prioridades do governo no próximo ano e 12 ao texto da proposição. A maior parte delas é voltada para a área de educação, prioridade do mandato do parlamentar.

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra) também aprovou uma emenda do deputado, que visa assegurar o aumento da oferta de água à população, em quantidade e qualidade, de forma sustentável. “Essa emenda é de extrema relevância, especialmente para a população nordestina, que carece da oferta de água em algumas regiões”, explica Danilo Cabral.

As emendas destinadas ao texto do projeto buscam assegurar melhoria na educação. Uma das emendas estabelece a implantação do Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi), previsto no Plano Nacional de Educação (PNE); outra emenda pede a garantia do aumento das bolsas de pós graduação. “A educação, como sempre pregamos em nosso mandato, deve ser uma área prioritária. Dessa forma, apresentamos também uma emenda que constitui que os recursos destinados ao Ministério da Educação não poderão ser inferior ao valor pago 2019. O desmonte da educação pública brasileira precisa acabar”, reforça o parlamentar.

No âmbito da saúde, Danilo Cabral apresentou uma emenda que inclui como prioridade as metas para medicamentos de apoio financeiro para aquisição e distribuição de medicamentos para tratamento de doenças raras.

“A LDO norteia o orçamento do governo federal para 2020, é o primeiro passo para a definição de onde serão gastos os recursos, que será estabelecido na elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA)”, lembra Danilo Cabral. Para as metas, as emendas do deputado requisitam apoio à Infraestrutura para a Educação Básica; aquisição de 2 mil veículos para o transporte escolar da educação básica e uma nova implantação da 2ª etapa da Adutora do Pajeú, obra da transposição do São Francisco. A implementação das obras levará aumento da oferta de água para os municípios de Betânia, Ingazeira, Tabira, Tuparetama, Afogados da Ingazeira, Flores, Carnaíba, Serra Talhada, entre outros.

Pelas regras da Comissão de Orçamento, o relatório final só pode ser votado três dias úteis após a disponibilização do texto. Depois da Comissão, o texto precisa ser votado no Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de deputados e senadores).

SJE: Situação denuncia supostos gastos excessivos na Secretaria de Administração no fim da gestão Evandro Valadares

Exclusivo O Blog do Nill Júnior teve acesso, com exclusividade, a documentos que mostram denúncias feitas pelo grupo político ligado ao atual prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, sobre gastos considerados excessivos realizados pela Secretaria Municipal de Administração no último ano da gestão do ex-prefeito Evandro Valadares (PSB), especialmente nos meses finais de […]

Exclusivo

O Blog do Nill Júnior teve acesso, com exclusividade, a documentos que mostram denúncias feitas pelo grupo político ligado ao atual prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, sobre gastos considerados excessivos realizados pela Secretaria Municipal de Administração no último ano da gestão do ex-prefeito Evandro Valadares (PSB), especialmente nos meses finais de 2024, quando já se sabia que o grupo havia perdido as eleições municipais.

As denúncias apontam que, apenas no mês de novembro de 2024, quando a então secretária Luisa Baixinha assumiu a pasta, foram realizadas compras que, segundo o grupo de situação, seriam suficientes para abastecer a Secretaria de Administração — que possui apenas 15 funcionários — por até três anos.

Gastos com gêneros alimentícios

De acordo com os documentos, ao longo de 2024, a Secretaria de Administração gastou R$ 70.501,61 com gêneros alimentícios. Entre janeiro e março, a secretária era Patrícia de Bacana; entre abril e agosto, a pasta foi comandada por Rômulo Júnior. Nesse período, o total gasto foi de R$ 30 mil.

O grupo de situação destaca que, apenas em novembro, já sob comando de Luisa Baixinha, a secretaria realizou uma compra no valor de R$ 40.014,50, contemplando, entre outros itens: 500 kg de açúcar; 300 frascos de adoçante; 500 kg de achocolatados; 600 kg de cuscuz; 500 kg de goma de tapioca; 9 mil ovos; 500 litros de refrigerante; 550 litros de suco; 200 latas de óleo.

O volume chamou a atenção da gestão atual, que considera a quantidade incompatível com a estrutura e necessidade da secretaria.

Material de expediente

O grupo de situação também denunciou gastos elevados com material de expediente. Segundo eles, durante os oito primeiros meses do ano, os secretários anteriores compraram R$ 18 mil em itens do tipo. Entretanto, em novembro, uma compra única foi realizada no valor de R$ 70.011,50. Entre os itens adquiridos estariam: 100 grampeadores; 600 mil envelopes; 100 mil folhas de papel madeira; 100 mil pastas; 25 mil metros de fita crepe; 1.500 canetas; 2 mil colas.

Na avaliação do grupo ligado a Fredson Brito, essa aquisição seria suficiente para suprir a secretaria por pelo menos três anos.

Material de limpeza

As denúncias incluem ainda gastos com material de limpeza. Conforme os dados apresentados, o total gasto ao longo de 2024 foi de R$ 52.277,27. Até agosto, sob as gestões anteriores, a despesa foi de R$ 12 mil. Entretanto, novamente em novembro, uma compra no valor de R$ 40.664,40 foi realizada.

Entre os itens adquiridos estão: 4.800 litros de amaciante; 200 litros de água sanitária; 200 kg de sabão neutro; 300 copos de cristal; 200 desodorantes; 800 litros de detergente; 8 mil sacos de lixo; 500 frascos de limpador multiuso; 900 esponjas de aço.

Críticas do grupo de situação

O grupo político de apoio ao atual prefeito Fredson Brito avalia que as compras realizadas nos últimos meses da gestão de Evandro Valadares foram “desproporcionais” e “incompatíveis” com a estrutura e a necessidade da secretaria, levantando suspeitas sobre a finalidade dos gastos e sua motivação diante da iminente troca de gestão. Veja abaixo os documentos:

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Osvaldo do IPA é encontrado morto em terreno próximo à sua casa

O corpo do gerente do Ipa, Osvaldo Ribeiro da Silva,  idade não informada,  foi encontrado sem vida na tarde desta quinta, dia 3. O episódio aconteceu no Bairro Manoela Valadares,  próximo ao Colégio Dom Helder Câmara,  onde ele residia. A Polícia Civil está no local e isolou a área para perícia. De acordo com a […]

O corpo do gerente do Ipa, Osvaldo Ribeiro da Silva,  idade não informada,  foi encontrado sem vida na tarde desta quinta, dia 3.

O episódio aconteceu no Bairro Manoela Valadares,  próximo ao Colégio Dom Helder Câmara,  onde ele residia.

A Polícia Civil está no local e isolou a área para perícia.

De acordo com a Polícia Civil, uma probabilidade é de que ele tenha caído do telhado de sua residência e batido com a cabeça,  tendo fratura de pescoço. Essa hipótese pode ter relação com algum serviço que ele estivesse executando no imóvel. Essa no momento é a maior possibilidade. Há imagens que mostram telhas soltas na casa, sugerindo que ele estivesse fazendo algum reparo e, tendo se desequilibrado, caiu.

A queda pode ter se dado de uma altura de quatro a oito metros, a depender de onde tenha ocorrido.

Outras possibilidades que segundo a polícia não podem ser descartadas são de homicídio,  latrocínio ou suicídio.  Mas aparentemente, pelo que relatam pessoas próximas,  esta última possibilidade não bate com o perfil dele, dada sua interação social, religião e família. Mas só o trabalho pericial vai poder indicar a real causa. Apesar disso, a polícia diz não poder descartar nada. Muitos estiveram curiosos no local.

Pelo menos uma pessoa que mora no entorno diz ter câmera de vigilância com visibilidade para o local. Essas imagens estão sendo analisadas para observar o que de fato pode ter ocorrido.

Osvaldo tinha anos dedicados ao Instituto Agronômico de Pernambuco – Gerência Regional de Afogados da Ingazeira. Sua atividade o tornou muito conhecido junto aos agricultores, movimentos sociais e sindicais.