Covid-19: Sertão do Pajeú se aproxima dos 19,6 mil casos e totaliza 325 óbitos
Por André Luis
Afogados da Ingazeira confirmou o 31º óbito pela doença. Município se aproxima dos 3 mil casos de Covid-19.
Por André Luis
Após os últimos boletins divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quinta-feira (04.03), a região totaliza 19.574 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 64 novos casos.
Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.062; Afogados da Ingazeira, 2.935; Tabira 1.874, São José do Egito, 1.456; Carnaíba, 1.037; Flores, 728; Santa Terezinha, 660; Triunfo, 655; Itapetim, 590; Iguaracy, 457; Calumbi, 367; Brejinho, 354; Solidão, 334; Quixaba, 311; Tuparetama, 296; Santa Cruz da Baixa Verde, 290 e Ingazeira, 165 casos confirmados.
Óbitos – Com mais um óbito confirmado em Afogados da Ingazeira,a região conta agora com 325 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (99); Afogados da Ingazeira (31); Flores (25); Carnaíba (22); São José do Egito (22); Triunfo (21); Tabira (19); Santa Terezinha (19); Tuparetama (17); Iguaracy (13); Itapetim (12); Quixaba (10); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).
Detalhes do óbito
A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira, confirmou em seu boletim epidemiológico, o 31º óbito por Covid-19. Trata-se de paciente do sexo feminino, 65 anos, aposentada, cardiopata, foi a óbito após complicações em decorrência da Covid-19 em 12/02. O município só foi informado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quinta-feira.
Recuperados – A região tem agora no total 18.875 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 96,42% dos casos confirmados. Ontem, a região somou 59 novas curas clínicas.
A governadora Raquel Lyra fez um discurso cheio de recados a João Campos na Missa do Vaqueiro, em Serrita, ao lado da vice-governadora Priscila Krause. “Aqui não é palanque político. É tempo de celebrar nossa cultura e nossa história. E isso não se faz pelo Instagram, se faz com o pé no chão, na terra, […]
A governadora Raquel Lyra fez um discurso cheio de recados a João Campos na Missa do Vaqueiro, em Serrita, ao lado da vice-governadora Priscila Krause.
“Aqui não é palanque político. É tempo de celebrar nossa cultura e nossa história. E isso não se faz pelo Instagram, se faz com o pé no chão, na terra, em cima do cavalo, de mãos dadas com o nosso povo”.
E seguiu: e é com esse sentimento que todos os anos eu estou aqui, e que vou continuar vindo, pra que possa sempre trazer melhorias pra qualidade de vida de vocês”.
Entre os nomes que acompanharam a gestora, estão os deputados estaduais Luciano Duque, Doriel Barros, Socorro Pimentel, Joãozinho Tenório, Aglailson Victor; o deputado licenciado e secretário do governo, Kaio Maniçoba; os prefeitos Fabinho Lisandro (Salgueiro), George de Sidney (Granito), Aleudo Benedito (Serrita), Cachoeira (Santa Cruz), Gilberto Ribeiro (Flores), Gildevan Melo (Santa Filomena), Elisinho (Carnaubeira da Penha), Múcio Angelim (Parnamirim), Zé Pretinho (Quixaba), Dinha Mororó (Terra Nova); Victor Coelho (Ouricuri), Elbinha (Trindade), Dr. Otávio (Bodocó); os ex-prefeitos Raimundo Pimentel (Araripina, Odacy Amorim (Petrolina), Zeinha (Iguaracy), Raimundinho (Exu), Sávio (Tuparetama), Eliane (Santa Cruz); os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil), André Teixeira Filho (Mobilidade e Infraestrutura), Coronel Hercílio Mamede (chefe da Casa Militar), entre outros líderes.
Segundo pesquisa, Lula tem 48% no 1º turno, seguido de Bolsonaro (22%), Moro (9%) e Ciro (7%) Folha de S. Paulo O presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta na rejeição do eleitorado um dos seus maiores problemas na tentativa de ficar na cadeira a partir de janeiro de 2023. Nada menos que 60% dos eleitores dizem […]
Segundo pesquisa, Lula tem 48% no 1º turno, seguido de Bolsonaro (22%), Moro (9%) e Ciro (7%)
Folha de S. Paulo
O presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta na rejeição do eleitorado um dos seus maiores problemas na tentativa de ficar na cadeira a partir de janeiro de 2023. Nada menos que 60% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum nele em 2022.
É o que revela levantamento feito com 3.666 pessoas acima de 16 anos pelo Datafolha de 13 a 16 de dezembro. A pesquisa, encomendada pela Folha, tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos.
No levantamento anterior, feito nos dias 13 a 15 de setembro, a situação de Bolsonaro era semelhante, com 59% de rejeição. No período, ele colecionou mais más notícias na área econômica, como a inflação em alta e a subida dos juros prometendo um período recessivo mais longo.
O presidente conta com o impacto do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda, para tentar melhorar sua posição no quesito.
Na política, ele também sacramentou seu casamento com o centrão ao filiar-se ao PL, rompendo uma de suas últimas promessas de campanha em 2018 —a de não associar-se justamente ao grupo.
Já o líder na pesquisa, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), viu sua rejeição cair quatro pontos, de 38% para 34%. Em movimento descendente, dentro da margem de erro, o governador João Doria (PSDB-SP) foi de 37% para 34% também.
Recém-chegado à disputa pelo Podemos, o ex-juiz símbolo da Operação Lava Jato e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro Sergio Moro marcou 30% de rejeição, patamar de político conhecido.
Por sua vez, o ex-governador Ciro Gomes (PDT) viu o índice daqueles que não votariam nele cair de 30% para 26%, apesar de ele ter protagonizado episódio negativo nos dois últimos dias do campo desta pesquisa.
Ele e seu irmão Cid são investigados em um suposto esquema de desvios de verbas que Ciro acusa ser perseguição política da Polícia Federal sob Bolsonaro.
Os outros candidatos a nome da chamada terceira via se beneficiam do baixo conhecimento do público para marcar uma rejeição bastante baixa.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem 17% de eleitores que nunca votariam nele. Já o ex-ministro Aldo Rebelo (sem partido) registra 16%, enquanto o cientista político Felipe d’Ávila (Novo) e os senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) têm 15%.
Não votariam em ninguém 3%, enquanto 1% não rejeitariam nenhum nome e 1%, não sabem dizer.
Os números, é claro, exprimem o momento atual da campanha. O time de Bolsonaro considera que a rejeição ao chefe já está precificada e pode ser reduzida com o poder de sua caneta, enquanto Lula sabe que nem começou a receber a artilharia dos adversários, por exemplo.
O grau de conhecimento é um dos elementos avaliados pelas campanhas para estipular o potencial de voto de um candidato. Quanto menos conhecido, teoricamente menos rejeitado e, se bem trabalhado, o nome pode crescer.
Quem já governou ou governa, por óbvio, não tem essa vantagem comparativa. Segundo o Datafolha, 99% dos ouvidos conhecem Lula, que governou o Brasil de 2003 a 2010. Destes, 65% dizem o conhecer muito bem.
Na mesma linha, 97% dizem conhecer o presidente atual, Bolsonaro. Entre esses, 50% afirmam que o fazem muito bem.
Outro chefe de Executivo exposto às intempéries do noticiário, Doria, é um pouco menos conhecido: 77% sabem quem ele é, e só 23% dizem que o conhecem muito bem.
Ele é menos conhecido do que figuras sem mandato, mas que já tiveram destaque na política. O estreante nessa edição das pesquisas do Datafolha como pré-candidato para 2022, Moro, é conhecido por 88% —fruto dos seus anos de Lava Jato e no governo. Mas apenas 27% dos ouvidos dizem o conhecer muito bem.
O ex-governador e ex-ministro Ciro, por sua vez, marca 86% de conhecimento, mas também com apenas 26% do grau “muito bem” dos eleitores.
No grupamento dos candidatos a candidato da terceira via, que por óbvio têm baixa rejeição, o desconhecimento impera: 64% nunca ouviram falar de Pacheco, 69% de Aldo, 79% de Tebet, 78% de d’Ávila e 85%, de Vieira.
No caso de Tebet e Vieira, a curiosidade fica no fato de que o lançamento de seus nomes na praça decorreu da crença na exposição de ambos na CPI da Covid, na qual tiveram trabalho destacado e horas de cobertura televisiva nos canais fechados.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), se reuniu com a base de apoio político durante o Tributo a Virgulino, realizado neste domingo (6), no Sítio Passagem das Pedras. A informação é de Francys Maya. O encontro contou com a presença de praticamente toda a bancada governamental. Estiveram ao lado da gestora dos vereadores […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), se reuniu com a base de apoio político durante o Tributo a Virgulino, realizado neste domingo (6), no Sítio Passagem das Pedras. A informação é de Francys Maya.
O encontro contou com a presença de praticamente toda a bancada governamental. Estiveram ao lado da gestora dos vereadores Alice Conrado, Juliana Tenório, Ronaldo de Dja, Romério do Carro de Som, Rosimério de Cuca, Gin Oliveira, Antônio Rodrigues, Gilliard Mendes, Tércio Siqueira, Zé Raimundo, Pinheiro de São Miguel, Manuel Enfermeiro e André Maio. A única ausência registrada foi o vereador Jaime Inácio, que justificou o impedimento.
Durante o encontro, Márcia Conrado agradeceu o apoio dos parlamentares. “Seguimos firmes, de mãos dadas, demonstrando que o grupo está unido no prol do desenvolvimento de Serra Talhada”, afirmou a prefeita.
Da redação: a reunião aconteceu poucas horas antes da votação das contas de 2019 de Luciano Duque, cujo TCE recomendou aprovação com ressalvas. A reunião indica a reunião da bancada, convidando um eleitor para a reunião das contas.
Depois de cassar mandatos de dois vereadores do Recife, dois de Itambé e cinco de Tacaimbó, o pleno do TRE julga mais um caso de candidatura laranja na manhã desta quarta-feira (16). O caso de fraude à cota de gênero, candidaturas femininas fictícias com o objetivo de cumprir a cota de trinta por cento de […]
Depois de cassar mandatos de dois vereadores do Recife, dois de Itambé e cinco de Tacaimbó, o pleno do TRE julga mais um caso de candidatura laranja na manhã desta quarta-feira (16).
O caso de fraude à cota de gênero, candidaturas femininas fictícias com o objetivo de cumprir a cota de trinta por cento de candidatas, se refere a eleição para a Câmara Municipal de Goiana, em 2020.
Se mantiver a linha que vem adotando em todas as outras decisões, o TRE poderá cassar cinco dos quinze vereadores de Goiana. Dois do PL (André Rabicó e Ana Gouveia); dois do Podemos (Cid do Caranguejo e Ibson Gouveia) e um do PSD, Xande da Praia. As informações são do Blog do Magno.
Da Coluna Fogo Cruzado – Inaldo Sampaio O chefe de gabinete de Paulo Câmara, João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos, participou de vários eventos no final de semana no Sertão do Pajeú de apoio a candidatos a prefeito pelo PSB. Ele esteve em Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Itapetim e Brejinho para […]
O chefe de gabinete de Paulo Câmara, João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos, participou de vários eventos no final de semana no Sertão do Pajeú de apoio a candidatos a prefeito pelo PSB.
Ele esteve em Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Itapetim e Brejinho para levar seu apoio aos candidatos José Patriota, Evandro Valadares, Adelmo Moura e Tânia Maria, respectivamente.
João Campos será candidato a deputado federal em 2018 e terá como companheiro de disputa o prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente licenciado da Amupe, que concorre à reeleição.
O Alto Pajeú tem um único representante na Assembleia Legislativa que é Ângelo Ferreira (PSB), candidato a prefeito de Sertânia contra o atual Guga Lins (PSDB).
Ferreira está tão certo que vai ganhar a eleição que já convidou o deputado Diogo Moraes (PSB) para “herdar” seus votos na região. O que significa dizer que a partir de 2017 o Pajeú vai ficar de novo sem representante da terra na Casa de Joaquim Nabuco.
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