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Quinta violenta em São José do Egito: um assalto e duas mortes

Por Nill Júnior

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Episódio dá a cidade liderança no ranking de homicídios no ano no Pajeú.

Na tarde de ontem em São José do Egito, dois homens em uma moto de cor vermelha, utilizando um revólver, roubaram o comerciante conhecido como Luiz do Mercado, levando a quantia de R$ 20  mil.

Em seguida evadiram-se sentido ao bairro Alto do Cemitério. Policiais Militares realizaram diligências, porém sem êxito. Em seguida, a PM foi informada de que no loteamento Lagoa Primeira, havia acontecido um duplo homicídio.

Segundo testemunhas, três homens utilizando um veículo Voyage, cor verde, placa não identificada, executaram com armas de fogo as vítimas José Carlos de Oliveira (Carlinhos do Gesso), 35 anos, e Geilson Feitosa da Silva, 38 anos.

Os disparos atingiram as vítimas na cabeça e braços. Testemunhas reconheceram a vítima José Carlos de Oliveira, como sendo o autor do assalto ocorrido às 13h30, na rua Doutor Arlindo Leite Lopes.

Segundo informações do programa Rádio Vivo, a Polícia suspeita que os crimes aconteceram na divisão do dinheiro. Os suspeitos do assalto fugiram em direção a Paraíba.

Três mortes no ano: Com o duplo homicídio, São José do Egito lidera o ranking dos homicídios no Pajeú  em 2016 superando cidades como Serra Talhada. A cidade já acumula três mortes. No período carnavalesco, um homem foi morto a facadas.

Outras Notícias

Tabira: Joel Mariano trocará PC do B pelo PSB

Por Anchieta Santos Mudanças no xadrez da politica tabirense: Joel Mariano (PC do B), ex-vice-prefeito de Tabira, foi convidado pelo Secretário Executivo da Casa Civil Anchieta Patriota para ingressar no PSB, assim como outras 50 lideranças rurais e urbanas. Joel aceitou e deverá fazer a travessia nos próximos dias. Em contato com a produção dos Programas […]

joel_marianoPor Anchieta Santos

Mudanças no xadrez da politica tabirense: Joel Mariano (PC do B), ex-vice-prefeito de Tabira, foi convidado pelo Secretário Executivo da Casa Civil Anchieta Patriota para ingressar no PSB, assim como outras 50 lideranças rurais e urbanas.

Joel aceitou e deverá fazer a travessia nos próximos dias. Em contato com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Ridailson Cipriano (Beliato), ex-secretário municipal e ex-presidente do PC do B que deixou o partido em 2014, disse que irá com Joel para o PSB.

Petrolina ganha nova rotatória

Tiveram início nesta terça-feira (16), as obras para a construção da quinta rotatória em Petrolina, desta vez, no acesso ao campus universitário da cidade. Segundo a Prefeitura, a obra deve ordenar e agilizar o tráfego de veículos numa das áreas mais movimentadas da cidade. As obras devem durar pelos próximos trinta dias e de acordo […]

Foto: Jonas Santos

Tiveram início nesta terça-feira (16), as obras para a construção da quinta rotatória em Petrolina, desta vez, no acesso ao campus universitário da cidade. Segundo a Prefeitura, a obra deve ordenar e agilizar o tráfego de veículos numa das áreas mais movimentadas da cidade.

As obras devem durar pelos próximos trinta dias e de acordo com o diretor presidente da Autarquia Municipal de Mobilidade (Ammpla), Edilson Leite, trata-se de uma demanda antiga que facilitará não só a vida dos estudantes, mas também de milhares de petrolinenses que passam, diariamente, pela Avenida Cardoso de Sá.

“As rotatórias já são uma realidade na rotina do condutor petrolinense. Todo mundo tem percebido como este equipamento agiliza o trânsito. Sabemos que as obras trazem certo transtorno, mas neste momento, precisamos de paciência e cuidado redobrado”, destacou o ‘Edilsão do Trânsito’.

Devido às obras, os semáforos também já foram retirados da região e os condutores devem ter ainda mais cautela ao transitar pela área.    ‘Edilsão’ lembra ainda que, durante os trabalhos, as vias permanecerão liberadas e os agentes de trânsito da Ammpla estarão no local organizando o fluxo de veículos.

Em Belo Jardim, Câmara participa de carreata ao lado de Mendonça Filho

Neste domingo (28) o candidato ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), ao lado do seu companheiro de chapa Fernando Bezerra Coelho (Senado) e do ex-governador Mendonça Filho, participou de uma carreata na cidade de Belo Jardim. “Pernambuco está animado com a proximidade das eleições, falta uma semana. Todo mundo quer participar e transmitir bons […]

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Neste domingo (28) o candidato ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), ao lado do seu companheiro de chapa Fernando Bezerra Coelho (Senado) e do ex-governador Mendonça Filho, participou de uma carreata na cidade de Belo Jardim.

“Pernambuco está animado com a proximidade das eleições, falta uma semana. Todo mundo quer participar e transmitir bons sentimentos, boas energias. E em Belo Jardim não foi diferente. Fizemos, ao lado do ex-governador Mendonça Filho, uma bela carreata que nos deu a certeza de que teremos uma bonita vitória no município e em todo o Estado”, destacou Paulo Câmara.

O socialista pontuou que os moradores do município conhecem de perto o trabalho dos governos da Frente Popular, que implementaram ações e obras importantes na localidade. “E sabem que vamos avançar nas transformações iniciadas no Governo Eduardo Campos, com mais saúde, educação, segurança e geração de empregos. Aqui, já temos uma UPAE, que garante um atendimento mais humanizado, e teremos muitas outras parcerias”, acenou.

A dona de casa Maria do Carmo, de 56 anos, deixou tudo o que estava fazendo “assim que ouviu a música do 40” e fez questão de mostrar que está fechada com Paulo Câmara. “E não sou eu apenas. Lá em casa é feito na música; é todo mundo 40. Esse homem vai ser governador por honra e glória do Senhor”, afirmou. “Eduardo escolheu e a gente não vai fazer essa desfeita com ele. Belo Jardim vai votar nele. Isso já está certo”, conferiu o aposentado José Raimundo de Araújo.

A sina de Marília

Por André Luis – Editor executivo do blog Na política, há trajetórias que parecem seguir uma linha lógica. Outras, no entanto, parecem marcadas por uma espécie de repetição de enredos. A de Marília Arraes se encaixa cada vez mais na segunda categoria. Neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília construiu uma carreira política própria. Foi vereadora […]

Por André Luis – Editor executivo do blog

Na política, há trajetórias que parecem seguir uma linha lógica. Outras, no entanto, parecem marcadas por uma espécie de repetição de enredos. A de Marília Arraes se encaixa cada vez mais na segunda categoria.

Neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília construiu uma carreira política própria. Foi vereadora do Recife, deputada federal e, em 2022, chegou ao segundo turno da eleição para o Governo de Pernambuco. Ainda assim, sua trajetória recente tem sido marcada por um padrão curioso: sempre que tenta ocupar um espaço maior, surge uma articulação que a empurra para fora da mesa principal.

O primeiro grande episódio ocorreu na eleição de 2022. Filiada ao Partido dos Trabalhadores, Marília despontava como um nome competitivo para disputar o governo estadual. Mesmo assim, acabou rifada quando o partido decidiu preservar a aliança com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), que lançou a candidatura de Danilo Cabral. Sem espaço, ela deixou o PT e encontrou abrigo no Solidariedade, disputando o governo por outra frente e chegando ao segundo turno.

Agora, o roteiro parece se repetir — talvez de forma ainda mais simbólica.

Marília já anunciou sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco e marcou para o próximo dia 12 sua filiação ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). A mudança de partido tem um objetivo claro: pavimentar o caminho para disputar uma das vagas ao Senado em 2026.

E há um dado relevante nessa equação: nas pesquisas eleitorais divulgadas até agora, Marília aparece como líder absoluta na disputa por uma vaga no Senado por Pernambuco.

Ou seja, não se trata de uma candidatura sem lastro popular. Ao contrário: eleitoralmente, ela parece forte.

Mas eis que surge mais um capítulo dessa história.

Segundo informação divulgada pelo jornalista Magno Martins, articulações nos bastidores da política estadual estariam discutindo a possibilidade de o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, ser indicado como candidato a vice-governador na chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos.

Se essa movimentação se confirmar, o efeito colateral pode ser direto: o espaço do PDT na chapa majoritária estaria ocupado — o que dificultaria, ou até inviabilizaria, a presença de Marília na disputa pelo Senado dentro da Frente Popular.

Em outras palavras, mais uma vez a política parece se reorganizar de forma a deixá-la de fora.

É inevitável levantar a pergunta: por quê?

Uma explicação possível é a lógica das alianças. Grandes coalizões muitas vezes sacrificam nomes competitivos em nome de arranjos partidários mais amplos, equilíbrio entre siglas ou acordos nacionais.

Mas talvez essa resposta não seja suficiente.

Porque Marília tem voto. Tem recall eleitoral. Tem um sobrenome político poderoso. E, mesmo assim, parece encontrar resistência dentro do próprio campo da esquerda.

Daí surge uma hipótese incômoda, mas inevitável no debate político: será que o problema é ela?

Na política, não basta apenas ser popular. É preciso também construir consensos, cultivar alianças duradouras e manter relações estáveis dentro das estruturas partidárias. Lideranças muito independentes, ou de perfil mais confrontador, frequentemente enfrentam dificuldades para se acomodar dentro de grandes frentes políticas.

Talvez seja esse o paradoxo de Marília: forte nas urnas, mas nem sempre confortável dentro das engrenagens das coalizões.

Sua trajetória parece dialogar com um trecho da canção Sina, de Djavan:

O luar, estrela do mar
O sol e o dom
Quiçá, um dia, a fúria desse front
Virá lapidar o sonho
Até gerar o som
Como querer Caetanear
O que há de bom

Há algo de destino nessa repetição de episódios. Sempre que parece pronta para ocupar um espaço maior, surge uma nova articulação política redesenhando o tabuleiro.

Mas a política também tem uma característica que desafia qualquer sina: ela é dinâmica.

Se as pesquisas continuarem mostrando Marília Arraes como líder na corrida ao Senado, pode chegar um momento em que ignorar seu peso eleitoral se torne politicamente mais difícil do que acomodá-la.

Até lá, sua trajetória segue marcada por uma pergunta que ecoa nos bastidores da política pernambucana: afinal, por que uma das lideranças mais competitivas do Estado continua encontrando tantas portas entreabertas, e nunca totalmente abertas?

Vereador não aceita câmara de Tuparetama devolver dinheiro para a Prefeitura

Por Anchieta Santos O vereador Orlando da Cacimbinha rechaçou a proposta de um colega de nome não revelado da bancada governista. Ele teria defendido a devolução de recursos ao Poder Executivo para colaborar com o combate ao Coronavírus em Tuparetama. O áudio gravado e vazado foi divulgado em rede social. “Devolver dinheiro para a Prefeitura […]

Por Anchieta Santos

O vereador Orlando da Cacimbinha rechaçou a proposta de um colega de nome não revelado da bancada governista.

Ele teria defendido a devolução de recursos ao Poder Executivo para colaborar com o combate ao Coronavírus em Tuparetama.

O áudio gravado e vazado foi divulgado em rede social.

“Devolver dinheiro para a Prefeitura se o prefeito (Sávio Torres) não presta contas do que gasta, não tem transparência com dinheiro público, não dá certo. Se ele fizesse as coisas às claras, seria diferente”, concluiu Orlando.