Essa senhora se chama Maria Aparecida, de 45 anos.
Sem casa e com os poucos pertences jogados próximo à área dos brinquedos, em plena Praça Arruda Câmara, Afogados da Ingazeira, no Pajeú, diz que foi despejada porque não tem como pagar o aluguel de R$ 250.
“Não recebi ainda o Auxílio Brasil “, disse. Nenhum assistente social do município esteve lá, mesmo com essa situação acontecendo no principal cartão postal da cidade.
O companheiro ao lado dela tira a pouca renda como engraxate. “Não tem material para trabalhar e não arrumam emprego”. Ela comia uma pipoca dizendo que era a janta dela.
Está a oito dias dormindo ali. Me comprometi em ajudá-la e também vejo que essa situação puxa um debate sobre os mais vulneráveis. “Não aguento mais dormir no frio”, reclama.
Alguns vão dizer que “pode ser preguiça”, “falta vontade pra trabalhar”, “tem emprego e não tem quem queira”. Ainda não consegui entender como alguém dorme numa praça nesse frio que tem feito porque não quer trabalhar…
Se também puder ajudá-la, ela continua lá. Amanhã mobilizo a sociedade para tentar um lugar minimamente decente para ela dormir. A Fundação que mantém a Rádio Pajeú vai ajudar. Quando eu questiono aqui as políticas públicas eventualmente priorizadas em detrimento de situações como essa, é disso que estou falando.
Dados do Indicador Serasa Experian do Comércio revelam uma queda drástica no movimento dos consumidores nas lojas de todo o país em 2016. Segundo o levantamento, o recuo foi de 6,6% no comparativo com o ano anterior. Este foi o pior resultado do varejo desde o início da série histórica do Serasa, realizada há 16 […]
Dados do Indicador Serasa Experian do Comércio revelam uma queda drástica no movimento dos consumidores nas lojas de todo o país em 2016. Segundo o levantamento, o recuo foi de 6,6% no comparativo com o ano anterior.
Este foi o pior resultado do varejo desde o início da série histórica do Serasa, realizada há 16 anos. Para o líder do PT no Senado, Humberto Costa, a queda evidencia a deterioração da economia durante do governo de Michel Temer (PMDB).
“Os números refletem o fracasso da política econômica de Temer. Primeiro, ele disse que a saída de Dilma resolveria o problema da crise que, como sabemos, ele ajudou a criar. Mas ela só piorou. Depois, ele elaborou uma série de medidas amargas dizendo que elas resolveriam os problemas do Brasil. E, de novo, o que a gente vê é este problema se aprofundando, o número de desempregados crescendo. A gente não vê nenhum sinal de melhora”, afirmou o senador.
De acordo com o Serasa, o recorde negativo era de 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), quando houve um recuo de 4,9% no movimento de consumidores nas lojas. Segundo o levantamento, entre os fatores que levaram a queda, agora em 2016, estão o aumento no número de desempregados e a baixa da confiança dos consumidores na economia.
“O governo Temer não tem legitimidade e nem apoio popular e isto se reflete nessa política econômica, que retira dos trabalhadores direitos, mas que mantém privilégios de uma pequena categoria. Tiraram uma presidente eleita pelo voto popular para operar essa lambança. Temer já tem tudo para entrar para a História como um dos piores governantes que o Brasil já teve”, avaliou Humberto Costa.
A decisão de confirmar Raquel como candidata já era especulada no cenário político No prazo limite da legislação, a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), deixará o executivo municipal no final de março, com o objetivo de assumir a candidatura ao governo do Estado. Ao blog de Jamildo, uma liderança partidária afirma: “ela não tem […]
A decisão de confirmar Raquel como candidata já era especulada no cenário político
No prazo limite da legislação, a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), deixará o executivo municipal no final de março, com o objetivo de assumir a candidatura ao governo do Estado.
Ao blog de Jamildo, uma liderança partidária afirma: “ela não tem como voltar atrás, com os compromissos que já assumiu”.
Outra definição é que a prefeita não será candidata ao Senado, em uma eventual composição imaginada por aliados da oposição. A meta é chegar ao governo do Estado. “Ela só renunciará ao mandato por convicção. Todas as pesquisas eleitorais dão ela na frente. Não iria renunciar em favor de alguém (na oposição)”, contam aliados.
Nos bastidores da política, os aliados da tucana apostam que os outros dois candidatos na oposição encaram limitações que podem beneficiar Raquel.
“A maior desvantagem de Miguel Coelho é que 70% do voto dele é no São Francisco, assim é um candidato limitado. No Agreste, tem uns 4%, na Zona da mata 3,5% e na Região Metropolitana do Recife nada”, explicam.
“Já Anderson Ferreira é conhecido só na RMR e ele tem o teto do eleitor evangélico. Além disso, Anderson vai ter que defender Bolsonaro. Não tem jeito. Enquanto (os socialistas) não tem como jogar Bolsonaro nas costas de Raquel Lyra”.
Apesar de não haver dados consolidados recentes com perfil etário dos infectados, médicos dizem que tendência é observada em muitos hospitais e regiões do país Especialistas ouvidos pela CNN indicam que a percepção de grande parte dos médicos que atua diretamente contra a Covid-19 é de que o número de pessoas de faixas etárias mais […]
Apesar de não haver dados consolidados recentes com perfil etário dos infectados, médicos dizem que tendência é observada em muitos hospitais e regiões do país
Especialistas ouvidos pela CNN indicam que a percepção de grande parte dos médicos que atua diretamente contra a Covid-19 é de que o número de pessoas de faixas etárias mais jovens que precisam de auxílio hospitalar está crescendo. A reportagem é de Murillo Ferrari/CNN.
Essa tendência também seria uma das explicações para a elevação no número de pacientes nessas faixas etárias que acabam em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
“Fazemos a consolidação dos dados a cada três meses, então só devemos ter números definitivos em abril”, afirmou à CNN Suzana Lobo, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).
Ainda de acordo com a especialista, os intensivistas em várias regiões do Brasil têm a mesma percepção de que muitos pacientes internados são mais jovens e que há, também, uma maior gravidade nos casos.
Diminuição na faixa dos 65 anos e maior tempo de UTI
Lobo destacou que uma análise preliminar dos dados mais recentes do Hospital de Base de São José do Rio Preto, centro de referência regional no interior de São Paulo onde ela chefia o tratamento intensivo, indica que, nos primeiros meses de 2021, houve um aumento de casos do novo coronavírus na faixa etária entre 45 e 64 anos e uma diminuição entre as pessoas com mais de 65 anos.
“Hoje estamos vendo muito mais pacientes jovens, na faixa de 20 a 30 anos, coisa que não se observava tanto em 2020. Também notamos que, entre os pacientes internados, aumentou a incidência de casos entre os homens”, completou.
Essa percepção sobre o rejuvenescimento dos pacientes de Covid-19 foi destacada recentemente também pelo secretário da Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
“Antes eram idosos e portadores de doenças crônicas, o que chamamos de comorbidade. Hoje é de 60% mais jovens, na faixa de 30 a 50 anos, sem doença prévia”, disse Gorinchteyn ao jornal.
“E o tempo que estão ficando na UTI é maior. Tínhamos antes média de 7 a 10 dias de internação, agora está em 14 a 17 dias de internação no mínimo em UTI”, completou.
Casos mais graves e novas variantes
Roberto Kalil Filho, professor de cardiologia da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Conselho Diretor do InCor, em São Paulo, afirmou que também tem observado, empiricamente, cada vez mais pessoas jovens contaminadas pela Covid-19 – muitas evoluindo para quadros graves.
“Em agosto de 2020, por exemplo, a média de idade dos internados no InCor com Covid-19 era de 78 anos. Em fevereiro deste ano, essa idade caiu para 74 anos. Porém, agora vemos muito mais casos entre jovens”, afirmou.
Kalil afirmou que essa tendência também já foi observada em outros países, como o Reino Unido, onde estudos comparando a primeira e a segunda onda de casos de Covid-19 também observaram maior infecção em pacientes mais jovens no recrudescimento da doença.
Além dessa tendência de mudança etária das contaminações, Thaís Guimarães, médica infectologista e presidente da Comissão de Infectologia do Hospital das Clínicas, destaca ainda o fato de que cada vez mais pessoas precisam de atendimento médico ao mesmo tempo.
“O que temos visto são pacientes mais graves e que necessitam de mais ventilação mecânica. E, no caso das novas variantes, como elas são mais contagiosas fazem mais pessoas adoecerem ao mesmo tempo”, disse.
Ela destacou que isso contribui para o aumento da pressão sobre o sistema de saúde. “O que precisa ser contabilizado neste momento é o número de vagas que temos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), porque isso significa a quantidade de respiradores que temos para atender as pessoas com insuficiência respiratória”, explicou.
Achatar a curva de casos
Kalil foi direto ao ponto quando questionado sobre o que precisa ser feito para evitar o colapso dos sistemas de saúde nesse momento crítico da pandemia no país.
“Ou se toma uma atitude mais radical, ou não sabemos onde se vai parar. O mês de março deve ser uma tragédia pelas projeções. Estamos em uma guerra contra o vírus e parece que ele está vencendo várias batalhas”, afirmou.
O médico destacou que a única ferramenta eficaz contra o vírus são as vacinas, mas que o país ainda não pode contar com o efeito delas para amenizar a situação porque o número de brasileiros imunizados é muito baixo. E apelou para que a população faça sua parte e se una para evitar aglomerações e, assim, frear o avanço da pandemia no país.
Já Suzana Lobo opinou que, com base na experiência de outros países, é preciso achatar a curva de contágio para evitar o colapso do sistema.
“Para problemas complexos, não há solução simples. Precisamos diminuir o número de casos para os hospitais darem conta de atender todo mundo”, indicou.
“Não adianta só restringir a circulação. Precisamos de um lockdown até acomodar todos os pacientes que já aguardam em filas de atendimento para, então, ir reabrindo aos poucos. Não vou dizer que o Brasil todo precisa, mas muitos estados já estão em situação crítica.”
O município de Carnaíba foi contemplado com um ônibus escolar através do programa “Caminho da Escola”. Com o veículo, somam-se 17 ônibus no total, fortalecendo assim a frota da educação. Além de Carnaíba, Setenta e um municípios pernambucanos receberam ônibus escolares do Ministério da Educação (MEC). No último (02/06), o ministro da pasta, Mendonça Filho, […]
O município de Carnaíba foi contemplado com um ônibus escolar através do programa “Caminho da Escola”. Com o veículo, somam-se 17 ônibus no total, fortalecendo assim a frota da educação.
Além de Carnaíba, Setenta e um municípios pernambucanos receberam ônibus escolares do Ministério da Educação (MEC). No último (02/06), o ministro da pasta, Mendonça Filho, fez a entrega simbólica de 83 veículos, em Gravatá dentro do Programa Caminho da Escola. “Este ônibus só vem fortalecer a nossa frota escolar. Já são 17 ônibus escolares em Carnaíba”, diz o prefeito Anchieta Patriota.
O MEC investiu R$ 18,1 milhões para aquisição desses ônibus no Estado. “O transporte escolar reduz evasão escolar, garantindo acesso e a permanência dos alunos nas escolas da rede pública”, afirmou Mendonça Filho, explicando que os veículos são adquiridos diretamente pelas prefeituras com recursos repassados pelo MEC por transferência direta.
O programa Caminho da Escola tem como objetivo renovar e padronizar a frota de veículos escolares, visando garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência dos alunos nas escolas da rede pública da educação básica da zona rural.
Por André Luis A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou legal a admissão de servidores pela Prefeitura de Sertânia, no exercício financeiro de 2022. A decisão foi tomada por unanimidade, em sessão realizada nesta terça-feira (01.08). O processo, relatado pelo conselheiro substituto Adriano Cisneíros, trata da Admissão de Pessoal realizada pela […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou legal a admissão de servidores pela Prefeitura de Sertânia, no exercício financeiro de 2022. A decisão foi tomada por unanimidade, em sessão realizada nesta terça-feira (01.08).
O processo, relatado pelo conselheiro substituto Adriano Cisneíros, trata da Admissão de Pessoal realizada pela Prefeitura Municipal de Sertânia no exercício financeiro de 2022, referente a Concurso Público para provimento efetivo de diversos cargos, tendo como interessado o prefeito, Ângelo Ferreira.
O relator entendeu que as nomeações foram feitas em conformidade com a legislação vigente e que os candidatos aprovados no concurso público preenchiam todos os requisitos para assumir os cargos.
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